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Ontem — 17 de Janeiro de 2022Seus RSS feeds

Luciano Szafir é diagnosticado com Covid-19 pela terceira vez

Por CONTI outra

A assessoria de Luciano Szafir confirmou à revista Quem que o ator de 53 anos foi diagnosticado novamente com Covid-19. O pai de Sasha, que está assintomático, fazia exames de rotina quando descobriu a doença.

Esta é a terceira vez que Szafir testa positivo para coronavírus. Da segunda vez, o artista passou mais de um mês no CTI intubado devido às complicações da doença. Na época, ele foi submetido a algumas cirurgias, entre elas a colostomia na região intestinal, que teve perfuração devido ao uso de anticoagulantes para tratar uma embolia pulmonar.

“Não sou mais o mesmo Luciano de antes. O pós-Covid é tão complicado quanto o durante. A recuperação é lenta e entender isso ajuda muito. Tenho lapsos de memória, canso muito mais rápido e ainda fiz uma colostomia. Não é fácil, mas me sinto privilegiado por ter oportunidade de acompanhamento médico e toda assistência que preciso.”, disse o apresentador em entrevista a Quem.

“Eu saí do hospital já com orientação de acompanhamento emocional. Pela primeira vez estou fazendo terapia. Tem sido fundamental para a minha recuperação. Depois dos altos e baixos e o risco de morte tão perto, os medos aumentam. As noites são sempre mais complicadas. Fico preocupado que algo aconteça, muitas sensações de angústia voltam a rondar os pensamentos. Mas, graças a Deus, estes momentos estão acontecendo cada vez menos”, contou.

***
Redação Conti Outra, com informações de Revista Quem.
Foto destacada: Rodrigo Maconatto/Divulgação.

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O que esperar do Bitcoin em 2022?

Por Lauro Lam

Fechando a segunda-feira (17) cotado a US$42.141,30, com uma queda de 2,22%, o Bitcoin pode continuar sofrendo baixas acentuadas nos próximos dias, podendo chegar a estaca abaixo de US$30.000 ainda este ano. Pelo menos essa é a visão de alguns analistas que estão comparando a criptomoeda e as reviravoltas no mercado com o crash de 1929, época em que a Bolsa de Nova York quebrou, levando vários investidores à falência. 

Em nota divulgada nesta segunda-feira, o chefe global de alocação de ativos de investimentos dos Estados Unidos, Paul Jackson, disse que o marketing em massa do Bitcoin remete às atividade dos corretores de ações no período que antecedeu o crash de 1929. 

“Achamos que não é muito difícil imaginar o bitcoin caindo abaixo de US$ 30.000 este ano”, afirmou. No entanto, a previsão de Jackson tem apenas um terço de probabilidade de acontecer, ou seja, trata-se de um mercado ainda difícil de ser previsto para os próximos meses. 

Leia mais:

Altos e baixos  

Em 2021, o Bitcoin subiu de US$33.000 para US$69.000 em menos de onze meses, caindo bruscamente no fim do ano, com um fechamento de US$46.000.  

Na avaliação de Jackson, a criptomoeda está se apresentando como uma mania financeira, o que pode representar perdas acentuadas a curto prazo

“Uma perda de 45% é experimentada nos 12 meses após o pico de uma típica mania financeira”, escreveu em sua análise. 

De acordo com Paul, se o padrão no valor do Bitcoin continuar na atual tendência, tudo indica que o valor cairá entre US$34.000 e US$37.000 até outubro de 2022. 

bitcoin altos e baixos
Investir no Bitcoin é uma medida de alto risco, pois nem mesmo os analistas têm certeza se o cenário estará favorável ou não para a criptomoeda em 2022; as opiniões negativas estão crescendo a cada dia. Imagem: Shutterstock

Difícil prever um cenário equilibrado para o Bitcoin

Mas como é apenas uma previsão baseada na lógica matemática, há outros fatores que podem desbancar a opinião de Jackson. Inclusive, até ele mesmo admite que pode estar equivocado. 

 “No ano passado, falamos de bitcoin caindo abaixo de US$10.000, mas em vez disso, atingiu um pico de cerca de US$68.000”

Apesar de nada ser certeiro até o momento, muitos investidores estão bem cautelosos quanto ao Bitcoin e demais criptomoedas como investimento para 2022. 

O Banco de investimentos UBS já previu um possível ‘inverno cripto’, período em que os preços caem muito e não se recuperam nos primeiros 12 meses. 

Além disso, os aumentos na taxa de juros do Federal Reserve para este ano também podem prejudicar as criptomoedas. Por ser um investimento volátil, o Bitcoin tem uma oferta limitada, o que o torna inflexível na opinião de muitos investidores. 

Via: Insider

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Cientistas desenvolvem robô adaptável inspirado no crescimento dos ossos humanos

Por Flavia Correia

Usando como fonte de inspiração o crescimento dos ossos no esqueleto humano, pesquisadores da Universidade de Linköping, na Suécia, e da Universidade de Okayama, no Japão, desenvolveram uma combinação de materiais que tomam variadas formas até o enrijecimento. Inicialmente macios, os elementos endurecem através de um processo que usa materiais semelhantes aos encontrados nos nossos ossos.

Materiais semelhantes aos encontrados no esqueleto humano foram usados para criar um microrrobô macio adaptável que enrijece posteriormente. Técnica pode ser útil para recuperação de fraturas ósseas. Imagem: Danfeng Cao, José Martinez, Emilio Satoshi Hara e Edwin W. H. Jager

De acordo com os cientistas, quando nascemos, temos lacunas em nossos crânios que são cobertas por pedaços de tecido conjuntivo macio chamado fontanelas. É graças às fontanelas que nossos crânios podem ser praticamente esmagados durante a passagem pelo canal do nascimento em um parto natural. Após o nascimento, as fontanelas tornam-se gradualmente ossos duros. 

Agora, os pesquisadores combinaram materiais que juntos se assemelham a esse processo natural. “Queremos usar isso para aplicações onde os materiais precisam ter propriedades diferentes em diferentes pontos do tempo. Primeiro, o material é macio e flexível, e depois é fixado no lugar quando endurece”, explica Edwin Jager, professor associado do Departamento de Física, Química e Biologia (IFM) da Universidade de Linköping. 

Segundo Jager, esse material poderia ser usado, por exemplo, em fraturas ósseas complicadas. “Também poderia ser usado em microrrobôs — esses, macios, poderiam ser injetados no corpo através de uma seringa fina, e então eles se desdobrariam e desenvolveriam seus próprios ossos rígidos”.

Os ossos do crânio humano são flexíveis, a ponto de serem esmagados na passagem pelo canal do nascimento. Depois, enrijecem e se tornam duros. Imagem: KieferPix – Shutterstock

Robô microscópico pode ser usado para correção de fraturas ósseas

A ideia surgiu durante uma visita de pesquisa no Japão, quando Jager conheceu Hiroshi Kamioka e Emilio Hara, estudiosos que realizam pesquisas sobre ossos. Os pesquisadores japoneses descobriram uma espécie de biomolécula que poderia estimular o crescimento ósseo em um curto período de tempo. Ao combinar essa biomolécula com a pesquisa de materiais de Jager, eles descobriram que podem desenvolver novos materiais com rigidez variável.

No estudo que se seguiu, publicado na Advanced Materials, os pesquisadores construíram uma espécie de simples “microrrobô”, que pode assumir formas diferentes e mudar na rigidez. Os pesquisadores começaram com um material em gel chamado alginato.

De um lado do gel, um material de polímero é cultivado. Esse material é eletroativo, e altera seu volume quando uma baixa tensão é aplicada, fazendo com que o robô se dobre em uma direção especificada. 

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Do outro lado do gel, os pesquisadores anexaram biomoléculas que permitem que o material de gel macio endureça. Essas biomoléculas são extraídas da membrana celular de um tipo de célula que é importante para o desenvolvimento ósseo. 

Quando o material está imerso em um meio de cultura celular — um ambiente que se assemelha ao corpo e contém cálcio e fósforo — as biomoléculas fazem o gel mineralizar e endurecer como um osso.

Uma possível aplicação de interesse aos pesquisadores é a cura óssea. A ideia é que o material macio, alimentado pelo polímero eletroativo, seja capaz de manobrar-se em espaços de complicadas fraturas ósseas e expandir. Quando o material endurecer, poderá formar a base para a construção de novos ossos. 

Em seu estudo, os pesquisadores demonstram que o material pode envolver-se em torno de ossos de galinha, e o osso artificial que se desenvolve posteriormente cresce junto com o osso do animal.

Ao estabelecer padrões no gel, os pesquisadores podem determinar como o microrrobô simples se dobrará quando a tensão for aplicada. Linhas perpendiculares na superfície do material fazem o robô dobrar em um semicírculo, enquanto linhas diagonais fazem dobrar como um saca-rolhas.

“Controlando como o material gira, podemos fazer o microrrobô se mover de diferentes maneiras, e também afetar como o material se desenrola em ossos quebrados. Podemos incorporar esses movimentos na estrutura do material, tornando desnecessários programas complexos para direcionar esses robôs”, diz Jager.

Para saber mais sobre a biocompatibilidade dessa combinação de materiais, os pesquisadores estão agora analisando como suas propriedades funcionam em conjunto com células vivas.

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Cientistas revelam que o interior da Terra está esfriando mais rápido que o normal

Por Rafael Arbulu

A parte de dentro da Terra está esfriando a um ritmo mais rápido do que nós antecipamos, de acordo com estudo publicado por cientistas da Instituição de Carnegie pelas Ciências, em Washington. Os especialistas desenvolveram um novo método de análise que imita o ambiente entre a parte mais interior do manto e o exterior mais viscoso do nosso núcleo, usando diamantes para reproduzir experimentos em laboratório.

Há 4,5 bilhões de anos, a Terra era coberta por um oceano de magma, atingindo temperaturas extremas. Com o passar das eras, isso foi esfriando e dando origem à camada quebradiça que conhecemos como “manto”, bem como todos os fenômenos relacionados a ele: vulcanização, placas tectônicas e a convecção mantélica, por exemplo.

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Imagem mostra um planeta com cores de gelo, simbolizando a Terra esfriando
Terra gelada? Ainda não, segundo cientistas, mas resfriamento acelerado está maior do que o que eles esperavam e isso pode ter consequências num futuro bem distante (Imagem: Outlook Artist/Shutterstock)

Entretanto, nós ainda não sabemos quanto tempo esse processo levou e, mais além, quanto tempo essa queda gradual de temperatura levará para levar os fenômenos acima a pararem por completo. Os cientistas de Carnegie suspeitam que isso tenha a ver com a condutividade dos minerais que formam a “divisa” entre o manto e o núcleo da Terra.

Essa camada é formada majoritariamente por um minério conhecido como “bridgmanita” (cientificamente, “perovskita de silicato de magnésio”). Mas analisar a sua condutividade térmica era difícil porque, bem, ele está quase no centro da Terra, onde nós ainda não conseguimos chegar.

A solução é tentar reproduzir esse mesmo ambiente em laboratório, dentro de condições controladas, e foi isso que o professor emérito de Carnegie, Motohiko Murakami, e sua equipe conseguiram fazer, por meio de um sistema de medição de absorção óptica em um diamante aquecido com um laser pulsante direcionado.

Segundo Murakami, isso permitiu que os cientistas descobrissem que a capacidade de condução térmica da bridgmanita é 1,5 vez maior do que eles esperavam – o que por sua vez sugere que o fluxo térmico próximo ao centro da Terra também é maior do que o antecipado.

Um fluxo térmico maior acelera o processo de convecção mantélica (o movimento de arrastamento do manto vindo de correntes que transportam calor do interior da Terra para a sua superfície) e, por si, acelera o processo de esfriar o planeta. Isso pode trazer impactos, por exemplo, nos movimentos das placas tectônicas: as grandes massas continentais do manto são as principais responsáveis por terremotos por se moverem umas nas direções das outras e se chocarem.

Com o interior do planeta esfriando, esses movimentos podem desacelerar. Isso já nos era esperado, mas o novo estudo indica que isso pode acontecer mais rápido do que pensamos.

E não é só isso: segundo Murakami, essa “refrigeração acelerada” também pode alterar as fases mais estáveis dos minerais entre o manto e o núcleo da Terra. Quando muito fria, a bridgmanita se transforma em pós-perovskita – uma fase cheia de pressão do silicato de magnésio. Quando este minério começa a dominar, a refrigeração deve ficar ainda mais rápida, uma vez que ele tem uma condução térmica ainda mais eficiente.

“Os nossos resultados podem nos dar uma nova perspectiva na evolução das dinâmicas da Terra”, disse Murakami. “Eles sugerem que a Terra, assim como outros planetas rochosos, está esfriando e se tornando menos ativa de forma bem mais acelerada”.

O estudo completo está disponível no jornal científico Earth and Planetary Science Letters.

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Como transferir dados do Android para o iPhone

Por Gabriel Sérvio

Não é muito prático enviar arquivos manualmente de uma aparelho para o outro. O processo pode ficar ainda mais complicado ao mudar de plataforma. A boa notícia, é que quem troca o Android pelo iPhone conta com um aplicativo desenvolvido pela Maçã que cuida de tudo em poucos toques.

Se trata do aplicativo ‘Migrar para iOS’. Com o software, o usuário consegue enviar tudo de um celular para o outro de forma automática. Veja como funciona no guia abaixo.

Migrar dados do Android para o iPhone

Antes de começar, vale seguir algumas recomendações: mantenha o Wi-Fi dos aparelhos sempre ligado e, como precaução, ligue os dois celulares na tomada ao longo do procedimento.

Tenha em mente que a capacidade de armazenamento do iPhone deve ser igual ou superior à quantidade de dados enviados, do contrário o processo irá falhar.

A última dica é: faça a migração assim que tirar o iPhone da caixa. Se já tiver concluído a configuração inicial do iOS, será preciso apagar todo o seu conteúdo e começar de novo!

Tudo pronto? Vamos ao passo a passo.

1.  Primeiro, baixe e instale o aplicativo ‘Migrar para iOS’ no Android através do Google Play.

Aplicativo 'Migrar para iOS'.
Imagem: Google Play/Reprodução

2. No iPhone, no processo de configuração inicial do aparelho tenha muita atenção quando chegar na tela abaixo, a de ‘Apps e Dados’. Aqui, toque na opção ‘Migrar Dados do Android’ para dar início a migração dos arquivos.

Migrar dados do Android para o iPhone
Imagem: Apple/Reprodução

3. De volta ao Android, abra o aplicativo ‘Migrar para iOS’. Toque em ‘Continuar’, leia os termos e toque em ‘Concordo’. 

Migrar dados do Android para o iPhone
Você pode optar por enviar ou não informações sobre o uso do app e também escolher se deseja compartilhar os seus dados de localização. Imagem: Reprodução

4.  De volta ao iPhone, depois da opção ‘Migrar Dados do Android’, toque em ‘Continuar’. Agora, como no exemplo abaixo, aguarde até o aparelho mostrar um código de seis dígitos na tela.

Migrar dados do Android para o iPhone
Imagem: Apple/Reprodução

5. Insira o mesmo código no celular Android.

6. Para a transferência de dados ser concluída, o iPhone vai criar uma rede sem fio temporária que vai funcionar como uma ponte entre os aparelhos. Quando for solicitado, conecte o seu celular Android a ela e aguarde até que a tela ‘Transferir Dados’ (em inglês, Transfer Data) seja exibida.

7. No dispositivo Android, selecione os conteúdos que deseja transferir e toque em ‘Continuar’.

Migrar dados do Android para o iPhone
Dependendo da quantidade de dados, o processo pode demorar. Imagem: Google Play/Reprodução

8. Depois que a barra de progresso estiver totalmente completa no iOS, toque em ‘OK’ (ou ‘Done‘) no Android. 

No fim, basta seguir as outras etapas para concluir a configuração inicial do seu novo iPhone.

Se tiver algum problema no meio do caminho, a Apple recomenda reiniciar os dois dispositivos e tentar os passos novamente. No Android, outra recomendação é manter apenas o Wi-Fi ativado e a rede móvel desligada para evitar erros. 

Pronto! No fim, verifique no iPhone se está tudo de acordo. Lembrando que o recurso não suporta o envio de alguns formatos de arquivos, como músicas e PDF, por exemplo.

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Cão adotado não dormia a noite para observar sua nova família dormir e o motivo é comovente

Por CONTI outra

Esse cãozinho foi adotado por uma família de uma cidade costeira nos Estados Unidos. O peludo, da raça Golden Retriever, era obediente, amigável e carinhoso. Mas, a família começou a perceber um comportamento estranho no novo animal de estimação.

Todas as noites, o cachorrinho se inclinava pela porta do quarto e ficava acordado observando seus humanos enquanto dormiam. Em um primeiro momento, seus novos tutores pensaram que fosse parte do processo de adaptação à nova casa. Mas, o tempo passava e nada mudava.

Foto: Reprodução

Assim, o casal que o adotou decidiu leva-lo ao veterinário, para ver se havia algo de errado. Exames foram feitos e nenhum apresentou alterações na saúde do cãozinho.

Então, surgiu a ideia de chamar um especialista para confirmar se já haviam existido casos como esse no passado. Depois de analisarem a situação, encontraram uma resposta!

O antigo dono do cachorro, o sedou e o levou a um abrigo. O cão adormeceu em casa e acordou em um lugar estranho cercado por pessoas que não conhecia. Assim, de repente, sua família desapareceu…

Assim, o peludo associou essa mudança negativa ao ato de dormir. É por isso que ele passava as noites com os olhos bem abertos, para não perder sua nova família!

Quando perceberam o que estava acontecendo, os novos tutores do cãozinho ficaram muito comovidos e não seguraram as lágrimas. A partir desse dia, decidiram colocar a cama do cachorro ao lado deles para transmitir a segurança e a confiança que ele precisava.

Foto: Helena Lopes / Unsplash

O abandono é triste e traumático para os animais, e não importa a forma que é feito. Felizmente, esse cachorrinho conseguiu um novo lar cheio de amor e segurança.

Com informações de Histórias Com Valor

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Parece que só iPhones 14 Pro terão tela de 120Hz no fim das contas

Por Marina Schnoor

No sábado (15/01), o analista Jeff Pu da Haitong International Securities apostou que a Apple deveria lançar toda a linha iPhone 14 com telas ProMotion de 120Hz, não apenas os modelos Pro. Infelizmente para quem se empolgou com a ideia, parece que esse não será o caso. 

Como outro especialista da indústria, Ross Young, escreveu no Twitter, a Apple deve manter sua tela de alta taxa de atualização como exclusividade para os modelos Pro, como aconteceu com a linha iPhone 13.

Respondendo a uma pergunta sobre suas expectativas para a tela de 120Hz em todos os iPhones 14, Young especificou que a fornecedora de telas para a Apple BOE Display não tem capacidade de produção de telas LTPO suficiente para entregar telas do tipo para todos os modelos. Young acrescentou que a BOE ainda não enviou nenhum carregamento de telas LTPO até agora.

No since BOE doesn’t have enough LTPO capacity and have yet to ship any LTPO panels. Would be quite risky. Maybe in 2023…

— Ross Young (@DSCCRoss) January 15, 2022

“[Esperar que iPhones 14 não-Pro tenham tela de 120Hz] seria arriscado. Talvez em 2023…”, escreveu Young.

Imagem / Twitter / Ross Young

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Além da má notícia sobre as telas, Young também postou uma imagem do que pode ser a configuração de câmeras de selfie do iPhone 14. Estranhamente, o display mostra tanto um furo como um nicho em formato de pílula para a câmera. Como o site GSMArena apontou, se esse design realmente sair do papel, o iPhone 14 será o primeiro smartphone com dois tipos de nicho de câmera de selfie no mercado.

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Dubai exibe diamante negro de mais de 555 quilates que pode ter vindo do espaço

Por Flavia Correia

Se diamantes são pedras extremamente valiosas, imagine um diamante negro de mais de 555 quilates. Para tornar o objeto ainda mais raro, pense que ele pode ter vindo diretamente do espaço. É isso o que a casa de leilões Sotheby’s, de Dubai, nos Emirados Árabes, afirma sobre um de seus cristais.

Diamante negro que será leiloado em Londres pode ter vindo do espaço. Imagem: AP Photo/Kamran Jebreili

Com exatos 555,55 quilates, o diamante negro ganhou o nome de “O Engima” pela Sotheby’s, que exibiu a joia rara nesta segunda-feira (17) à imprensa como parte da apresentação de uma exposição em Dubai e em Los Angeles, antes de ser leiloada em fevereiro, em Londres.

Segundo a Associated Press, a Sotheby’s espera que o diamante seja vendido por pelo menos 5 milhões de libras britânicas (o equivalente, hoje, a quase R$37 milhões). A casa de leilões planeja aceitar criptomoedas como forma de pagamento também.

Leia mais:

Diamante negro de Dubai pode ser resultado de colisões de meteoritos com a Terra

Sophie Stevens, especialista em joias da Sotheby’s, revelou que o número cinco tem um significado importante para o diamante, que também tem 55 facetas. “A forma do diamante é baseada no símbolo de palma do Oriente Médio do Khamsa, que significa força e significa proteção”, disse ela. Khamsa em árabe significa cinco.

“Portanto, há uma boa energia do número cinco correndo por todo o diamante”, acrescentou Stevens, que afirmou que o diamante preto é provavelmente do espaço sideral. “Com os diamantes carbonados, acreditamos que eles foram formados através de origens extraterrestres, com meteoritos colidindo com a Terra e formando disposição de vapor químico ou mesmo vindo dos próprios meteoritos”, disse ela.

Os diamantes pretos, também conhecidos como carbonados, são extremamente raros, e são encontrados naturalmente apenas no Brasil e na África Central. A teoria da origem cósmica é baseada em seus isótopos de carbono e alto teor de hidrogênio.

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Covid-19: Brasil tem 121 mortes e mais de 74 mil casos nas últimas 24 horas

Por Redação

O Brasil teve 121 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (17).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 121 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 74.134 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 621.166 mortes acumuladas;
  • 23.074.791 casos confirmados no total.

#PainelConass Covid-19
Data: 17/01/2022, 18h

Casos
• 74.134 no último período
• 23.074.791 acumulados

Óbitos
• 121 no último período
• 621.166 óbitos acumulados

Mais informações: https://t.co/ZjV7hqzyQ0

— CONASS (@ConassOficial) January 17, 2022

A Covid-19 no Brasil

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados.

Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mortes registradas pela Covid-19, em números absolutos, atrás apenas dos EUA.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 329 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 21 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 5,5 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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Cientistas analisam discursos de vacinação e aquecimento global usando tuítes

Por Rafael Arbulu

Entre a vacinação e o aquecimento global, qual dos dois temas você sente gerar mais debate nas redes sociais? Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Waterloo, no Canadá, usou a inteligência artificial (IA) para descobrir a resposta e, segundo o material publicado, há uma considerável disparidade.

Em resumo, o estudo contemplou publicações feitas no Twitter entre 2007 e 2016 sobre os dois assuntos: no período pesquisado, o sentimento sobre o aquecimento global era quase unânime – o fenômeno de aquecimento nocivo da Terra é culpa da humanidade -, mas o mesmo não pode ser dito da vacinação, tema no qual 15% a 20% se mostravam completamente favoráveis à ela, enquanto em média 70% não tinha opinião formada, fora alguns opositores antivacina.

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Apesar de ficar mais evidente por causa da pandemia, discussão sobre vacinação já tinha maior polarização que o aquecimento global entre 2007 e 2016
Apesar de ficar mais evidente por causa da pandemia, discussão sobre vacinação já tinha maior polarização que o aquecimento global entre 2007 e 2016 (Imagem: Viacheslav Lopatin/Shutterstock)

Com a pandemia da COVID-19 ainda causando milhares de mortos e novas infecções, é fácil nos esquecermos que os chamados “antivaxxers” já existiam antes dela: antes do novo coronavírus (SARS-CoV-2), já existia toda a conspiração de que o uso de “imunizantes implantará chips de monitoramento”, além de alguns que afirmavam que “a presença de mercúrio nas vacinas causa autismo”.

“Ainda é uma questão em aberto se essas diferenças nos sentimentos dos usuários e nos ecos das redes sociais sobre as vacinas criaram as condições altamente polarizadas de quando os imunizantes da COVID-19 começaram a sair”, disse Chris Bauch, professor de Matemática Aplicada da Universidade de Waterloo. “Se fizéssemos o mesmo estudo, hoje, com dados dos últimos dois anos, os resultados poderiam ser grosseiramente diferentes. A vacinação é um tópico muito mais acalorado hoje e aparenta ser bem mais polarizado, graças à atual pandemia”.

Bauch e sua equipe criaram um algoritmo de análise e o treinaram para avaliar cerca de 87 milhões de tuítes, vindos de bases de dados públicas e pagas – uma delas, inclusive adquirida do próprio Twitter. O algoritmo, dotado de capacidades de machine learning, criou três categorias – “Pró”, “Neutro” e “Anti” -, classificando os tuítes analisados em cada uma.

“Nós esperávamos descobrir que o sentimento dos usuários e como eles formavam redes e comunidades fosse mais ou menos o mesmo em ambos os assuntos”, disse Bauch. “Mas na verdade, descobrimos que a forma como os discursos sobre vacinação e aquecimento global funcionaram no Twitter foram bem diferentes”.

O estudo completo foi publicado no jornal científico Humanities and Social Sciences Communications, ligado à revista Nature.

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Inscrição para 36 vagas para pessoas com deficiência no Santander termina nesta segunda-feira (17)

Por Lauro Lam

Se você tem algum tipo de deficiência e está desempregado, uma boa oportunidade é participar do processo seletivo do Grupo Santander, que está com 36 vagas abertas para pessoas com deficiência (PCDs) tanto na capital paulista quanto em cidades do interior. As inscrições devem ser feitas até a meia-noite desta segunda-feira (17). Serão 20 profissionais contratados para São Paulo e 16 para o interior, o que inclui as cidades de Bauru, São José do Rio Preto e Presidente Prudente. Há vagas para gerentes de negócios e serviços.

Telefone celular com o logo do Banco Santander
As vagas são para gerentes de negócios e serviços e serão presenciais em um primeiro momento; Santander oferece curso para formar profissionais na venda de produtos de investimentos. Crédito: Brenda Rocha – Blossom/Shutterstock

Veja como participar 

O processo seletivo está sendo conduzido pela plataforma Taqe, que utiliza a inteligência artificial e testes interativos para escolher os melhores capacitados. 

Para se candidatar, é preciso preencher determinadas exigências e possuir experiência na área almejada. O banco também oferecerá um curso específico para formar os profissionais que venderão produtos de investimentos, seja nas agências ou plataformas de atendimento, ou seja, não é necessário possuir o CPA10.   

As inscrições são feitas online e devem ser preenchidas até o fim desta segunda-feira (17), nos links abaixo:

Para vagas no interior de São Paulo.

Para vagas na Grande São Paulo.

O Grupo Santander não informou o valor do salário e nem os benefícios existentes no que diz respeito às vagas para pessoas com deficiência.

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Brasileiro quis comprar software espião da empresa emiradense DarkMatter, diz site

Por Lucas Berredo

Um membro do grupo responsável pela estratégia digital da família do presidente Jair Bolsonaro (PL) foi visto na feira aeroespacial Dubai Air Show, em novembro do ano passado, negociando com um representante da empresa emiradense DarkMatter, que produz um poderoso software espião. A ferramenta de monitoramento seria utilizada especialmente para ações durante este ano eleitoral. As informações são do site UOL.

Segundo a publicação, que deu a informação nesta segunda-feira (17), o integrante do grupo é brasileiro, perito em inteligência e contrainteligência e responde de forma extraoficial ao vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ). O especialista, que não teve o nome informado, foi visto entrando no estande de Israel, participando pela primeira vez do Dubai Air Show, para conversar sobre a ferramenta. Desde 2020, Emirados Árabes (confederação da qual Dubai faz parte) e Israel normalizaram suas relações diplomáticas.

A DarkMatter é uma empresa de cibersegurança fundada em 2015 e com sede em Abu Dabi, que também fica nos Emirados Árabes. A empresa oficialmente se diz restrita a ciberdefesa, mas informações da Reuters constam que, anos atrás, ela forneceu serviços de hackeamento para a inteligência do país contra alvos no Ocidente, jornalistas e ativistas de direitos humanos. A companhia possui escritório em Chipre e emprega, em sua maioria, desenvolvedores de Israel — boa parte egressa da Unidade 8200, força de hackers de elite vinculada ao exército israelense.

Entre as técnicas oferecidas pelo software espião, está a “infecção tática”. Trata-se de uma tecnologia desenvolvida por empresas como a DarkMatter em que o software acessa o celular do proprietário de forma clandestina e consegue deter todo seu conteúdo quando o aparelho se conecta à rede.

Tratativas com a empresa suíça Polus Tech

Ainda segundo o UOL, o grupo ligado ao Planalto trabalha em outra dianteira para adquirir um software espião da empresa suíça Polus Tech. O CEO da empresa, Niv Karmi, é um dos fundadores do grupo NSO, arquiteto do traiçoeiro malware Pegasus. As negociações com ambas as empresas ainda não foram finalizadas, de acordo com informações do site.

No ano passado, em entrevista ao Olhar Digital, a pesquisadora Marina Meira, coordenadora geral de projetos da Data Privacy Brasil, já havia alertado para o risco da utilização de ferramentas espiãs nas eleições.

“Sem dúvida, especialmente no contexto de ebulição que o Brasil se encontra nesse momento e só deve aumentar em 2022”, disse Meira. “Mas o que temos visto nos últimos anos é o que chamamos de ascensão do tecnoautoritarismo, que seria o aumento de uso de tecnologias, incluindo tecnologias de vigilância e spywares, como o Pegasus, para o recrudescimento da democracia e prática de atos autoritários.”

Via UOL

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