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Copa do Mundo: Saiba como jogar o Mini Cup do Google

Por William Schendes

Aproveitando o clima da Copa do Mundo, o Google lançou um novo minigame de pênaltis para dispositivos Android e iOS.

Para acessar o jogo o usuário precisa acessar a área de busca no aplicativo do Google ou navegador (Chrome ou Safari) seguir para o Google e digitar “Copa do Mundo” na barra de pesquisa.

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Imagem: Reprodução/ William Schendes

A busca resultará em uma série de informações sobre os próximos jogos. Como destaque, o usuário deve perceber no canto inferior direito um ícone azul com uma bola girando. Clique nela para entrar no Mini Cup.

Imagem: Reprodução/ William Schendes

Ao abrir o game, uma aba com todos os jogos marcados para acontecer estará disponível. Ao escolher uma partida o usuário clica em “Jogar” para escolher sua seleção e dar início ao game.

Imagem: Reprodução/ William Schendes
Imagem: Reprodução/ William Schendes

Aparecerá um gol e um goleiro para defendê-lo, o objetivo do jogador, claro, é fazer o máximo de gols possível na seleção rival. Para isso, o usuário deve passar o dedo na bola para direcioná-la em uma região do gol que o goleiro não conseguirá pegar.

Imagem: Reprodução/ William Schendes
Imagem: Reprodução/ William Schendes

Em “Classificação” é possível ver as seleções mais bem colocadas no ranking do minigame.

Como fazer bolão da Copa online com 5 apps e sites

Enquanto os jogadores entram em campo no maior evento de futebol do mundo, do lado de fora a gente está em uma torcida diferente: quem a gente quer que ganhe ou perca depende do que colocamos no bolão da Copa. Se você ainda não fez o seu, corre que ainda dá tempo para reunir os amigos e fazer suas apostas. Para te ajudar, o Olhar Digital listou os principais apps e sites grátis.

Leia a matéria completa clicando aqui.

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Novo Kindle básico chega ao Brasil com mais resolução e sem desconto na Black Friday

Por André Fogaça

A Amazon aproveitou os últimos momentos antes da Black Friday para anunciar o lançamento da mais recente versão de seu leitor Kindle no Brasil. O modelo básico chega na 11ª geração, entregando o dobro de memória interna, mais resolução de tela e enquanto mantém o que vem dando certo no dispositivo nos últimos anos.

O mercado de leitores de livros digitais não está tão agitado como já foi no passado, deixando ele quase que exclusivo para a Amazon e seu leque de gadgets Kindle. A versão mais básica do produto acaba de ser atualizada e ela aproxima ainda mais o que podemos encontrar apenas no patamar seguinte, onde fica o Kindle Paperwhite.

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Para começar, a maior mudança na 11ª geração do Kindle está na adoção de tela com resolução de 300 ppi – quase o dobro quando comparado com o modelo anterior. Ela é exatamente a mesma presente apenas nos leitores mais caros e completos. Outro detalhe importante está na troca da porta microUSB por uma USB-C – finalmente!

Kindle básico de 11ª geração (Imagem: divulgação/Amazon)
Kindle básico de 11ª geração (Imagem: divulgação/Amazon)

Novo Kindle básico tem 16 GB

O Kindle de 11ª geração ficou mais leve que o modelo anterior, além de ter perdido dois milímetros na largura, enquanto segue com a mesma tela de 6 polegadas com capacidade de exibir apenas tons de cinza. Agora a memória interna tem 16 GB, contra 8 GB da versão anterior. As novidades deixam este produto muito semelhante ao Paperwhite, mas existem pontos garantidos para justificar o valor maior da variante mais completa.

O primeiro deles está na quantidade de LEDs que iluminam a tela, sendo quatro no Kindle básico e 17 no Paperwhite, que é capaz até de alterar a cor da página para tons mais amarelados. A iluminação no novo modelo é manual, pois o sensor de luz ambiente é exclusivo do Paperwhite. Outra mudança entre a dupla está na tela, que é 0,8 polegada menor na variante mais simples.

Por fim, o novo Kindle básico continua sem qualquer proteção contra água. O Paperwhite, assim como o Oasis, permite mergulhos em água doce em até dois metros de profundidade e isso acontece por duas horas.

Kindle básico de 11ª geração (Imagem: divulgação/Amazon)
Kindle básico de 11ª geração (Imagem: divulgação/Amazon)

Quando e quanto?

O novo Kindle básico de 11ª geração já pode ser comprado pelo usuário, mas ele chega ao Brasil custando R$ 50 mais que a geração anterior. A comercialização acontece dentro da própria Amazon e o leitor custa R$ 449 – ou R$ 426,55 para pagamento à vista.

Como o novo Kindle chegou quase que dentro da Black Friday, ele não está em promoção e as entregas do leitor começam a partir do próximo sábado (26).

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5 aplicativos para desfocar o fundo de fotos de graça no iPhone

Por Pedro Borges Spadoni

As fotos tiradas por iPhone são diferenciadas. Parte desse charme vem do “Modo Retrato”, recurso da Apple que embaça o fundo destaca quem (ou o que) está no primeiro plano. Mas, nem todos os modelos contam com essa função. A boa notícia é que existem vários aplicativos para desfocar o fundo das fotos.

Quando você pesquisa “desfocar fundo” na App Store, os primeiros aplicativos que aparecem exigem algum tipo de assinatura para você usá-los. No entanto, o Olhar Digital fez um garimpo no catálogo e trará, nesta lista, 5 apps que fazem o mesmo serviço gratuitamente.

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Blur

Montagem com prints do aplicativo Blur
A versão gratuita do Blur deixa você desfocar o fundo de maneira discreta (Imagem: Olhar Digital)

Este aplicativo permite que você desfoque o fundo das fotos. Mas se você não quiser pagar para ter acesso a todos os recursos do app, ele só deixa você dar um desfoque discreto.

Para fazer isso, você precisa escolher (ou tirar) a foto, selecionar a ferramenta “Blur”, na barra inferior, e tocar no primeiro estilo. Depois, “pinte”, usando seu dedo, toda a área que quiser desfocar.

Para aumentar a precisão da cobertura dessa área, você pode aumentar o zoom. Para salvar a foto, toque em “Share” e, depois, no botão laranja no cantor inferior esquerdo.

O Blur é, a princípio, gratuito e está disponível na App Store.

Blur Image

Montagem com prints do aplicativo Blur Image
A proposta do Blur Image é borrar rostos, mas você consegue desfocar o fundo também (Imagem: Olhar Digital)

A proposta deste aplicativo é servir como uma ferramenta para borrar ou “pixelar” partes de uma foto (um rosto, por exemplo). Mas também dá para usá-lo para dar esse efeito de desfoque ao fundo.

A interface do app é bem simples. Escolha (ou tire) a foto que você quer desfocar o fundo. Depois, selecione a ferramenta que borra e pinte, usando seu dedo, a área do fundo. Por fim, deslize a barra de cima para ajustar a intensidade do desfoque (dica: valores menores deixam o efeito mais crível). Para concluir, toque no ícone verde com símbolo de check.

Apesar de ser simples, o aplicativo exige que você tenha paciência. Embora dê para dar bastante zoom na foto – o que aumenta a precisão da ferramenta -, é preciso ir “pintando” e corrigindo, com a borracha, para a seleção ficar satisfatória. Mesmo assim, o resultado não fica, digamos, 100%.

O Blur Image é gratuito e está disponível na App Store.

Blur Photo Editor

Montagem com prints do aplicativo Blur Photo Editor
O Blur Photo Editor traz interface simples e filtros criativos para o desfoque (Imagem: Olhar Digital)

Outro aplicativo que traz interface simples e filtros criativos para o desfoque. Dá para começar a editar a partir de uma foto da sua galeria ou tirar direto do app.

Para desfocar o fundo, o aplicativo oferece dois caminhos. O primeiro é tocar em “Blur” e “pintar” a área que você quer que fique desfocada. O outro é escolher “Reverse”, depois “Erase” (que aparece quando você toca em “Blur”) e “apagar” a área que você quer que fique nítida.

Para aumentar a precisão de ambas as ferramentas, toque em “Brush Size” e deslize a barra vermelha para aumentar ou diminuir o raio do pincel. Usar zoom também ajuda.

Por fim, toque no botão “Effects” (o ícone de gota com brilhos) para escolher um filtro diferentão para o seu desfoque do fundo. Para finalizar o processo, toque no botão “Save”, no canto superior direito.

O Blur Photo Editor é gratuito e está disponível na App Store.

Blurit

Montagem com prints do aplicativo Blurit
O Blurit é o app desta lista com a melhor interface e que oferece mais recursos (Imagem: Olhar Digital)

No quesito “como desfocar fundo da foto”, o Blurit oferece é o app desta lista que tem a melhor interface e oferece a maior quantidade de recursos para isso. Para começar a editar, você pode escolher uma foto da galeria ou tirar usando o app.

O primeiro passo é escolher o formato da imagem (quadrado, na proporção 3×4, 16×9 etc). Depois, você já pode começar a “pintar” a área que quer desfocar.

Tocando em “Edit Brush”, sobe um painel em que você consegue ajustar características do pincel, como tamanho, formato e intensidade do blur. Dá até para tingir a área enquanto você pinta, para você se localizar melhor durante o processo. Depois que estiver satisfeito, toque no botão “Done”.

Na próxima tela, você pode aplicar efeitos no desfoque (o app oferece várias opções e uma barra para ajustar a intensidade do efeito) e/ou inverter a seleção, que também inverte tanto o blur quanto o efeito aplicado sobre ele – por incrível que pareça, isso pode gerar resultados interessantes. Depois, o aplicativo ainda deixa você aplicar filtros à foto.

A única desvantagem do app é que, por ser gratuito, praticamente todas as suas telas trazem anúncios. E, antes de você começar a editar uma foto, tem que aturar um anúncio em vídeo.

O Blurit é gratuito e está disponível na App Store.

Desfocar Fotos

Montagem com prints do aplicativo Desfocar Fotos
O Desfocar Fotos traz uma interface simpática e recursos diferentões para desfocar fotos (Imagem: Olhar Digital)

Neste aplicativo de interface simpática, você consegue desfocar o fundo das fotos de maneira “normal” ou criativa. É que, além do desfoque, o app oferece filtros para ele, o que traz outro tipo de estética para as imagens.

Para começar, você pode tirar uma foto direto do aplicativo ou escolher uma foto da sua galeria – caso apareça uma mensagem dizendo que sua foto está armazenada no iCloud, abra-a no app Fotos e, ainda com ela aberta, volte para o Desfocar Fotos.

As ferramentas que servem para desfocar o fundo são “Retrato” e “Profundidade”. Na primeira, você “pinta” o que quiser que fique focado e, depois, escolhe o filtro para o desfoque. Na segunda, você escolhe o raio e a posição da área focada; e a intensidade do desfoque.

Os resultados não ficam muito com cara de “modo retrato”, mas o app oferece ferramentas para você explorar sua criatividade no desfoque.

O Desfocar Fotos é gratuito e está disponível na App Store.

Imagem: Pedro Spadoni / Olhar Digital

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SUV híbrido com 5G estreia no Brasil em 2023 

Por Gabriel Sérvio

Nesta quarta-feira (23), a montadora chinesa Great Wall Motors (GWM) oficializou sua chegada no Brasil com o Haval H6. O SUV híbrido estreia no primeiro semestre de 2023 para brigar em um dos segmentos mais concorridos do mercado nacional. 

O veículo é um híbrido plug-in equipado com três motores e 393 cavalos de potência combinada. São dois elétricos, um em cada eixo, e uma unidade 1.5 turbo a gasolina. O sistema da GWM, na contramão de outros híbridos, prioriza o uso dos motores elétricos, usando o propulsor a combustão como um aliado em situações específicas, como em velocidades acima de 140 km/h, por exemplo.

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Esse recurso deixa o SUV mais com cara de carro elétrico e com números surpreendentes quando a assunto é consumo de combustível. A GWM diz que na cidade, o modelo faz em média 28,7 km/l (na estrada, a média cai para 25,3 km/l).

A capacidade de bateria é outra surpresa. São 34 kWh, o suficiente para percorrer 170 km no modo 100% elétrico. A montadora destaca que a recarga do SUV em corrente rápida (DC) vai de 20% a 80% em cerca de 35 minutos.

Haval H6.
Haval H6. Imagem: Great Wall Motors/Divulgação

Com tração integral, a transmissão para o motor a gasolina é de duas marchas. O modo elétrico dispensa o uso do câmbio.

O Haval H6 chega por aqui com uma roda exclusiva de 19”e algumas mudanças no acabamento priorizando o preto no lugar do cromado usado no modelo chinês. A suspensão e a direção também serão ajustadas para “suportar as estradas brasileiras”, informou a GWM.

Interior do Haval H6.
Interior do Haval H6. Imagem: Great Wall Motors/Divulgação

5G a bordo e sistema de condução semiautônoma

Por dentro, o modelo possui uma central multimídia de 12,3″ com Apple CarPlay, Android Auto e suporte para atualização de software remota. O SUV também terá outros recursos interessantes, como a câmera de reconhecimento facial, sistema de condução semiautônoma e até 5G (a marca ainda não detalhou como funcionará o acesso à rede móvel no carro).

Entre os recursos de assistência ao motorista, o modelo conta ainda com controle de cruzeiro adaptativo, frenagem automática de emergência, detector de pedestres, monitor de ponto cego e assistentes de permanência de faixa.

O preço do H6 ainda não foi divulgado. A fabricante diz apenas que o valor será na média dos SUVs das concorrentes Jeep, Toyota e Volkswagen.

Por fim, a GWM anunciou que terá 50 pontos de vendas e serviços operando no país no primeiro semestre de 2023. A marca também promete o delivery de veículos na casa dos clientes comprando pelo site ou loja física.

Imagem principal: Great Wall Motors/Divulgação

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“Yellowstone”: nova temporada quebra recordes de audiência

Por Ana Luiza Figueiredo

A série de TV “Yellowstone”, cuja 5ª temporada está em andamento, continua a quebrar recordes de audiência, e estreou com sua maior audiência até hoje no faroeste moderno estrelado por Kevin Costner.

De acordo com a Samba TV, as avaliações fazem de “Yellowstone” a maior estreia de série roteirizada de 2022. A série também subiu dígitos duplos em todas as demografias, incluindo um crescimento de 52% entre adultos de 18 a 34 anos e uma classificação cumulativa de 5,6 entre adultos de 18 a 49 anos.

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Ao todo, “Yellowstone” conquistou 8,8 milhões de telespectadores em sua primeira exibição na Paramount Network (um aumento de 10% em relação à quarta temporada). Esse número cresceu para 10,3 milhões de telespectadores ao adicionar transmissões simultâneas na CMT, TV Land e Pop. Em seguida, o número subiu para 12,1 milhões ao adicionar transmissões do Encore.

A estreia da 5ª temporada de “Yellowstone” foi acompanhada pelo lançamento de outra série de Taylor Sheridan, “Tulsa King”, estrelada por Sylvester Stallone, que estreou na rede de streaming Paramount+.

A série dramática segue a família Dutton enquanto eles lutam para proteger o maior rancho de Montana de forças externas. A série tem sido um fenômeno de audiência para a Paramount Network, levando os telespectadores para o nicho de canais a cabo, apesar da falta de presença de streaming inicial em sua plataforma irmã, o Paramount+.

“Depois de quatro temporadas, a enorme base de audiência da série continua a impressionar com a estreia da última temporada, tornando-se a estreia de televisão com roteiro mais assistida de 2022”, disse Ashwin Navin, cofundador e CEO da Samba TV. “Yellowstone continua a explorar as paixões de uma ampla faixa de telespectadores em todo o meio-oeste americano, ávidos por gêneros com temas de faroeste que foram sub-representados na televisão nos últimos anos.”

A estreia de dois episódios mostrou a posse de John Dutton (Costner) como governador de Montana, com a filha Beth Dutton (Kelly Reilly) sendo promovida a chefe de gabinete e o filho Jamie Dutton (Wes Bentley) colocando suas próprias ambições políticas de lado e alinhando-se com seu pai e irmã, com o último chantageando Jamie sobre sua escolha fatal do final da quarta temporada. Em meio à política fundiária e às ameaças da elite costeira aos fazendeiros da família Dutton, o filho mais novo Kayce Dutton (Luke Grimes) e a esposa Monica (Kelsey Asbille) sofrem sua própria tragédia familiar.

As quatro primeiras temporadas de “Yellowstone” estão disponíveis no Brasil pelo Paramount+. A nova temporada estreia no streaming em 11 de dezembro.

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Qual é a circunferência do Sol?

Por Flavia Correia

Como se sabe, o Sol é o maior objeto do Sistema Solar. No entanto, em comparação a outras estrelas da Via Láctea, ele não chega nem perto do topo do ranking de tamanho. A gigante vermelha Betelgeuse, por exemplo, é 700 vezes maior que ele e 14 mil vezes mais brilhante.

Embora seja o maior objeto da nossa vizinhança planetária, o Sol não está entre as maiores estrelas da Via Láctea. Imagem: Aphelleon – Shutterstock

Desde crianças, quando vamos desenhar o Sol, começamos fazendo um círculo. Mas, na verdade, o astro não é perfeitamente redondo – é quase. Seu diâmetro equatorial e seu diâmetro polar diferem em apenas 10 km. Com um raio médio de 696 mil km, o diâmetro é calculado em quase 1,4 milhão de km (especificamente, 1.392.000).

De acordo com a NASA, esses números significam que se poderiam alinhar 109 Terras em toda a face do Sol, que tem um total de 4.370.006 km de circunferência. E se ele fosse oco, caberiam dentro mais de um milhão de planetas do tamanho do nosso.

Como os astrônomos calculam essas medidas?

Segundo o site Space.com, algumas características são obtidas mais diretamente, outras menos. Por exemplo, a distância em relação à Terra, chamada Unidade Astronômica (UA), é medida por ondas de radar direcionadas a um planeta em uma posição favorável de sua órbita (por exemplo Vênus, quando ele e a Terra estão do mesmo lado do Sol e alinhados com o astro). 

Diferentemente do que se pensa, o astro rei não é amarelo, e sim, branco. Imagem: Observatório de Dinâmicas Solares (SDO)/NASA

Já o tamanho real da nossa estrela é obtido a partir de seu tamanho angular e de sua distância. A massa pode ser medida a partir do movimento orbital da Terra, ou de qualquer outro planeta, usando a terceira lei de Kepler (num referencial fixo no Sol, o quadrado do período de revolução de um planeta ao redor dele é proporcional ao cubo do semi-eixo maior da elipse que representa a órbita do planeta). Sabendo, então, a massa e seu raio, temos a densidade média.

Outras características são determinadas a partir de modelos. Por exemplo, a equação de equilíbrio hidrostático, que permite determinar a pressão e a temperatura no centro da estrela, supondo que elas têm que ser extremamente altas para suportar o peso das camadas mais externas.

Obviamente, todos os dados são estimativas. Xavier Jubier, pesquisador de eclipses, cria modelos detalhados de eclipses solares e lunares para determinar com precisão onde a sombra da Lua cairia durante um eclipse solar. No entanto, quando ele combinou fotos reais e observações históricas com os modelos, descobriu que as formas precisas do eclipse só faziam sentido se ele aumentasse o raio do Sol em algumas centenas de quilômetros.

Mesmo dados de missões espaciais, como o Observatório de Dinâmicas Solares (SDO), da NASA, alinhados com medições dos planetas internos em toda a face do Sol não refinam seu raio com a precisão desejada.

“É mais difícil do que você apenas colocar uma régua nessas imagens e descobrir o quão grande é o Sol. O SDO não tem precisão suficiente para cravar isso”, disse o pesquisador da NASA Ernie Wright. “Da mesma forma, com os trânsitos de Mercúrio e Vênus. Uma medição baseada neles não é tão precisa quanto gostaríamos que fosse”. Segundo Wright, artigos distintos usando uma variedade de métodos produziram resultados que diferem em até 1.500 km. 

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Estrela binária que se separou ou carreira solo desde o início?

O Sol é classificado como uma estrela do tipo G – também chamada de estrela anã G ou anã amarela (embora, como outras estrelas do tipo G, ele seja, na verdade, branco, aparecendo amarelo através da atmosfera da Terra).

Geralmente, as estrelas ficam maiores à medida que envelhecem. Os cientistas estimam que em cerca de 5 bilhões de anos, o Sol começará a usar todo o hidrogênio em seu centro, inchando em uma gigante vermelha para se expandir além da órbita dos planetas internos, incluindo a Terra. O hélio ficará quente o suficiente para queimar em carbono e formar oxigênio. Esses elementos,então, se acumularão no centro do Sol.

Mais tarde, o astro ejetará suas camadas externas, formando uma nebulosa planetária e deixando para trás um núcleo morto de carbono e oxigênio – uma estrela anã branca muito densa e quente, do tamanho da Terra.

Embora o Sol seja uma estrela típica em diversos aspectos, ele tem uma qualidade que se destaca da maioria – é um ser solitário. A maioria das estrelas tem uma companheira, com alguma parte de um sistema triplo ou mesmo quádruplo.

No entanto, algumas linhas defendem que essa carreira solo pode não ter sido sempre assim. Pesquisas sugerem que o companheiro do Sol pode ter sido um binário largo, localizado até 17 vezes mais distante do Sol do que Netuno, se tornando mais fácil de desgarrar.

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Apresentador britânico diz ter sido demitido após diagnóstico de câncer terminal

Por Ana Luiza Figueiredo

O apresentador britânico Jonnie Irwin afirmou ter sido demitido de seu papel no programa “A Place in the Sun”, na rede de TV Channel 4, após receber um diagnóstico de câncer terminal.

Irwin revelou recentemente que tem câncer de pulmão em estágio avançado que se espalhou para o cérebro, tendo descoberto a doença em 2020 durante as filmagens do programa de viagens imobiliárias.

Em uma entrevista com o The Sun, Irwin alega que a Freeform Productions, produtora do Channel 4 e de “A Place in the Sun”, cortou seu papel de apresentador assim que ele contou sobre sua situação. Ele afirma que foi pago no meio da temporada e seu contrato não foi renovado.

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“Isso dói. Aquilo partiu meu coração”, disse. “Eu me sinto extremamente decepcionado. Eu não posso nem assistir ao programa agora.” Desde o diagnóstico de câncer terminal, Irwin continuou trabalhando, apresentando episódios de “Escape to the Country” e outros projetos.

Ele alegou que a resposta da Freeform significava que ele escondeu seu diagnóstico de outras pessoas por medo de perder o trabalho enquanto tentava garantir proteção financeira a sua família da melhor maneira possível antes de morrer.

“Embora eu pareça mais magro e sem cabelo, ‘Escape to the Country’ e ‘A Place In The Sun Ltd’, que administra as exposições do programa, me contrataram e fiquei muito impressionado com eles. Mas não recebi esse apoio de ‘A Place In The Sun’. Eu disse a eles que queria trabalhar. Quando eu disse: ‘Posso obter as anotações do médico e garantias do meu oncologista de que estou apto para trabalhar’, me disseram, palavra por palavra: ‘Oh, você realmente não quer seguir esse caminho, quer?’”

O Channel 4 e a Freeform emitiram uma declaração ao The Sun: “Nenhuma pedra foi deixada sobre pedra na tentativa de permitir que Jonnie continuasse suas filmagens internacionais conosco durante a Covid, mas a produtora não conseguiu garantir uma cobertura de seguro adequada para ele. Nós, é claro, entendemos como isso deve ser frustrante para ele neste momento incrivelmente difícil.”

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Amazon planeja investir US$ 1 bilhão por ano em filmes para o cinema

Por Ana Luiza Figueiredo

A Amazon está planejando investir mais de US$ 1 bilhão por ano na produção de filmes com lançamento para os cinemas, entrando com força neste mercado.

Esta informação foi revelada pelo Bloomberg. Os gastos da Amazon representariam o maior comprometimento com os cinemas de uma companhia de internet já feito. A maior varejista online do mundo pretende fazer entre 12 e 15 filmes por ano que terão lançamento nos cinema. Estas informações teriam sido reveladas ao Bloomberg por fontes que pediram para permanecer anônimas, visto que a companhia ainda está alinhando sua estratégia.

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A ideia é que a Amazon lance um número menor de filmes nos cinemas no próximo ano e aumente sua produção com o tempo. Esse número de lançamentos coloca a companhia em pé de igualdade com grandes estúdios, como a Paramount Pictures.

“Os planos da Amazon.com de investir US$ 1 bilhão para produzir de 12 a 15 filmes por ano para lançamento nos cinemas é um voto de confiança no modelo teatral”, escreveu Geetha Ranganathan, analista da Bloomberg Intelligence. Poderia “aumentar facilmente as receitas em 15% a 20%, dado que a Universal e a Warner têm orçamentos aproximadamente semelhantes”.

Tradicionalmente, serviços de streaming evitam os cinemas com a maioria de seus filmes originais, ou lançam os títulos por menos tempo e em menos telas do que os estúdios de cinema tradicionais. A Netflix, em particular, irritou as cadeias de cinema ao lançar mais de um filme por semana para os telespectadores em casa.

A gigante do streaming lançou uma sequência de “Knives Out” nos cinemas que ficará em cartaz por apenas uma semana antes de ir para o streaming no próximo mês. O filme original arrecadou US$ 312,9 milhões nos cinemas em 2019.

Se por um lado a Netflix evita os cinemas, a Amazon já se mostrava mais aberta a eles, mas até agora ainda não havia feito tantos investimentos em filmes originais. Se, por um lado, a Netflix lança cerca de 100 filmes por ano, a Amazon investe apenas em algumas dezenas, com muitos deles em idiomas diferentes do inglês.

Apesar de a Amazon estar em modo de corte de custos, a companhia vem elevando seus investimentos em filmes originais após a aquisição da MGM por US$ 8,5 bilhões, tradicional estúdio de Hollywood, com franquias que incluem “Rocky” e “James Bond”.

Recentemente, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, vem pressionando seu estúdio de Hollywood para desenvolver mais produtos comerciais, o que levou à série “Os Anéis de Poder“, e projetos como “A Lista Terminal”, longa estrelado por Chris Pratt.

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Volkswagen Taos: SUV médio que pode pedir comida (!) | Review

Por André Fogaça

Se você busca um SUV no Brasil, os nomes de peso ficam lá no Jeep Compass e no Corolla Cross, mas tem um concorrente extra na Volkswagen e ele atende pelo nome de Taos. Fica junto de outros da marca alemã e entenda isso com T-Cross e Nivus, indo até para o Tiguan, a briga é boa e o Taos chama atenção sim.

Eu passei os últimos dias dirigindo esse carro pela cidade de São Paulo e até indo além em poucas viagens curtas, para te contar nos próximos minutos se vale a pena colocar o Taos na sua garagem.

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Review do Volkswagen Taos em vídeo

Começando pelo preço, entenda que ele fica acima do T-Cross e abaixo do Nivus. Ele é um SUV médio, o que testamos é o Highline e ele tem valor saindo de R$ 181 mil. Eu poderia falar aqui de todos os números dele, como a plataforma modular MQBA que está no Golf e no Jetta, no motor 1.4 TSI turbo com injeção direta que economiza combustível enquanto garante boa potência, alcançando 150 cavalos e 25,5 quilos de torque em apenas 1.500 giros. Isso em qualquer combustível.

O peso é de 1.420 quilos, fazendo 0 até 100 km/h em 9,6 segundos, mas eu quero focar em tecnologia e conforto nesse review, além de mostrar o que ele deixa a desejar. Começando pela frente, a Volkswagen coloca a tecnologia IQ Light, sendo ela um farol adaptativo que regula sozinho a direção do facho, a intensidade e tudo isso com lâmpada de LED.

Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Volkswagen Taos com farol IQ Light (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Farol entrega muito mais que uma lâmpada

Com uma câmera na frente, o farol pode mudar a direção dele e outros aspectos sempre que identificar outro carro vindo no sentido contrário. Girar o voltante também altera a projeção. Bastante tecnologia apenas para uma luz e eu curti bastante. Uma linha de LEDs liga os dois faróis e este detalhe passa um ar mais moderno para o conjunto. Gostei também.

Se na frente a tecnologia chama atenção, atrás o cenário é bem diferente. Começando pela abertura do porta-malas, ela acontece apenas no botão da lata e tem altura bem elevada para um baixinho como eu. Ao menos são 498 litros com chão forrado para todo lado e uma tomada 12 volts para gelar a groselha na praia. Ainda dentro, encontramos luz e até um gancho para segurar a sacola do mercado.

Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Um ponto que não me agradou é o desenho das lanternas traseiras, que faz o T-Cross ficar mais bonito por ligar os cantos. Ao menos no Taos tudo é LED e em um desenho meio Cyberpunk bem bacana. Uma última parte que me desagradou está nas duas saídas de ar falsas na parte inferior. É só perfumaria mesmo.

Taos tem somente USB-C, isso é bom e ruim

O espaço interno da parte traseira é bom, até para minha altura configurada no banco da frente – tenho 1,65 metro. Os bancos são todos em boa parte de couro, com apoio de braço e acesso pro porta-malas, tem saída de ar condicionado com controle de fluxo no console central, mas sem zona separada. Uma porta USB-C com iluminação para encontrar no escuro está presente por aqui.

Vale lembrar: esse veículo só tem porta USB-C e são três ao todo. É o futuro, é modernidade, mas pode significar que seu celular precisará de um adaptador, pois até existem muitos modelos com este conector de um lado para ligar no aparelho, mas não nos dois para plugar no carro ou em um carregador. Outro detalhe que me deixou desanimado foi a recarga, ao menos atrás, por ser um pouco lenta.

Carro tem apenas portas USB-C (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Carro tem apenas portas USB-C (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Antes de ir para frente, o túnel central pode ser um problema no conforto e vai obrigar o terceiro ocupante a dividir espaço das pernas com os outros dois. Em outras palavras: vão dois com conforto, três com muito menos.

São duas telas de 10 polegadas na frente

Na frente, para quem paga o carro, o conforto é grande por conta dos ajustes com controles elétricos do banco no lado do motorista – apenas para ele. O conforto para ficar sentado é ótimo pros dois lados, com aquecimento da dupla da frente.

Saindo do conforto e indo para a tecnologia, o farol é automático, limpador também, retrovisor é fotocrômico para escurecer a luz daquele kadett que vem te empurrando na estrada de duas mãos, já que ele não tem piloto automático.

Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Sim, o Taos Highline vem com a trava de velocidade para você respeitar a lei direitinho e não levar multa por excessos e isso acontece em modo adaptativo. Isso significa que além de manter a velocidade configurada no plano, na subida e até na descida, ele usa um radar que fica no logo da Volkswagen para saber se tem carro freando na sua frente.

Com isso o Taos desacelera sozinho. Se o veículo ficar parado por menos de três segundos, o carro retoma a aceleração novamente.

Tudo isso sem colocar o pé no acelerador ou no freio. É um conforto danado para longas viagens ou para o anda e para de congestionamento, mas na minha experiência vivenciei poucas vezes onde o radar não detectou o carro da frente e a aceleração não foi reduzida. Eu tive que usar o freio como os antigos faziam: com o pé.

Bem, tirando isso, o Taos tem alerta de ponto cego no retrovisor para te lembrar que pode ter alguém vindo e você não viu, tem aviso de tráfego cruzado até de pedestres que ajuda demais quando você sai de uma vaga de ré, fechando com o freio automático de emergência.

Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Tudo isso você controla nos botões do volante e o painel do motorista é de 10 polegadas, mesmo tamanho da tela da central multimídia. Começando pelo lado de quem dirige, é possível alterar cores dos mostradores, replicar informações da do outro display como a música sendo reproduzida, mas eu senti falta de um GPS com mapa embarcado.

Central multimídia tem Waze, Spotify e até iFood

Na central multimídia, chamada VW Play, existe uma loja de apps e nela você pode instalar o iFood para fazer pedido pelo carro, que eu não entendo o motivo de existir já que pedir pelo celular é mais prático. Tem o Waze também, mas essa dupla e todas as outras soluções precisam de internet e não tem um SIM card de operadora aqui, você precisa ter um Wi-Fi e ele será roteado do seu celular.

Faz sentido por não criar um custo mensal extra de um plano de dados exclusivo do carro, mas saiba que o seu pacote contratado será utilizado nesse momento. Se preferir ainda é possível usar Apple CarPlay e Android Auto, até sem fio para o caso do iPhone e colocar o smartphone no carregador por indução que fica logo abaixo. Eu curti a loja, mas prefiro o Waze saindo do meu celular por espelhamento mesmo – até para não precisar fazer um login extra.

Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Tem outra coisa que dá para fazer nessa central: controle das luzes. Tem LED para quase todo lado e você pode ajustar a cor e o brilho. Ah, como disse, esse carro só tem USB-C e as outras duas estão na frente. Essas são mais rápidas.

Antes de fechar o review, o câmbio aqui é automático de seis marchas, mas dá para mudar com aletas no volante ou na alavanca mesmo. Achei estranho a quantidade grande de botões sem função neste local no local do câmbio – o único funcional é o freio de mão.

O Taos tem chave presencial, vidro automático nas quatro portas e um teto solar enorme, que pode ficar fechado ou aberto, mas abre só metade mesmo. O ar-condicionado é digital de duas zonas, com sensor de estacionamento para frente e atrás, mas a câmera de ré poderia ter resolução um pouco maior – ao menos tem start-stop para economizar algumas gotas de gasolina, ou etanol.

Volkswagen Taos: vale a pena?

Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Volkswagen Taos (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Eu gostei bastante do conjunto, da tecnologia, do conforto, do peso e dos acessórios do pacote Highline entrega, mas o Jeep Compass tem dados melhores. Olhando para a concorrência de forma mais aberta, acho que fica complicado quando comparo com o Corolla Cross da Toyota. Ele custa praticamente a mesma coisa, mas é híbrido.

Ser híbrido significa automaticamente que o Corolla Cross consumirá menos combustível em quase que todas as situações e este cenário será assim por toda vida útil do veículo. Mesmo que ele custe pouco mais, a economia no posto de gasolina acaba pagando um eventual extra em pouco tempo.

Em testes, o Corolla Cross conseguiu girar perto de 20 e 25 km/l em gasolina na estrada e 15 a 17 km/l na cidade. Comparando com os 11 km/l do Taos na gasolina, é gastar praticamente a metade do combustível que o carro da Volkswagen precisa para andar a mesma distância. Essa matemática faz bastante diferença no bolso viu.

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Elon Musk libera versão de testes do Tesla Autopilot para todos

Por Gabriel Sérvio

Um dos recursos mais atraentes dos carros da Tesla é o Autopilot, o sistema de direção semiautônoma da montadora. A partir desta quinta-feira (24), a polêmica versão de testes do recurso foi disponibilizada para todos na América do Norte.

A novidade foi anunciada na madrugada de hoje por Elon Musk no Twitter. O Full Self-Driving Beta (ou FSD, outro nome para o recurso) será liberado para todos os motoristas que compraram o sistema, que sai atualmente por US$ 15 mil. Segundo Musk, o condutor pode solicitar para receber as versões beta do software pela tela de entretenimento do carro.

Tesla Full Self-Driving Beta is now available to anyone in North America who requests it from the car screen, assuming you have bought this option.

Congrats to Tesla Autopilot/AI team on achieving a major milestone!

— Elon Musk (@elonmusk) November 24, 2022

Veja também:

Em tese, o FSD foi criado para aproximar os carros da Tesla da condução 100% autônoma. Para o futuro, a ideia é que o condutor introduza o seu destino e carro dirija sozinho até lá (o que ainda não é a realidade e já causou até acusações de propaganda enganosa contra a empresa).

De início, o FSD Beta foi lançado com disponibilidade muito mais limitada e com requisitos prévios, como ter rodado pelo menos 160 km com a função ativada e ter uma pontuação mínima de segurança de 80 no sistema. Segundo o Teslascope, a empresa retirou essas regras antes do anúncio de Musk.

A notícia certamente pegou os reguladores de surpresa, já que outros problemas foram documentados envolvendo o Autopilot (o que deve aumentar com o lançamento generalizado do FSD Beta). Vale recordar que um relatório recente divulgado pela NHTSA também apontou que desde junho de 2021 o FSD esteve envolvido em 273 dos 392 acidentes envolvendo recursos de direção autônoma nos EUA.

O grupo de segurança Dawn Project chegou a lançar uma campanha nos EUA alertando sobre os perigos de usar as versões de testes nas ruas. “Estamos enfrentando a implantação imprudente de Elon Musk de carros autônomos inseguros nas estradas”, disse o executivo Dan O’Dowd, um dos membros do projeto.

Imagem principal: TierneyMJ/Shutterstock

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Copa do Catar: um marco histórico em tecnologia e inovação

Por Fernando Moulin

A Copa do Mundo do Catar deve ser um marco histórico. Não apenas por ser a primeira realizada no Oriente Médio, em um país onde todos os jogos poderão ser assistidos em um raio extremamente próximo, e por acontecer no fim do ano. O maior campeonato do futebol mundial também terá uma edição mais inovadora e tecnológica nesta edição, com alta conectividade viabilizada pelo 5G e outras plataformas inéditas em eventos dessa magnitude.

Pela primeira vez, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) usará um sistema semiautomático com inteligência artificial (IA) para marcar impedimentos nas partidas. O investimento de um dos países mais ricos do mundo visa reduzir o tempo do VAR e elevar o recurso a outro patamar em termos de experiência de jogo e interferência no bom andamento das partidas.

Outro exemplo de ineditismo nessa Copa será a aplicação no futebol da Internet das Coisas (IoT) de forma mais intensiva. Em 2022, as camisetas dos jogadores de algumas das seleções participantes vão usar tecnologia para auxiliar no treinamento. Com a instalação de microssensores no tecido, a roupa conseguirá identificar parâmetros como temperatura do corpo, nível de estresse, respiração, hidratação e outros sinais vitais importantes dos jogadores. Por meio de Bluetooth, essas roupas inteligentes conseguirão trocar informações umas com as outras e, a partir daí, detalhar uma série de dados sobre a performance e a saúde dos atletas. Tudo em tempo real.

Os recursos de IoT também devem funcionar na smart city criada especialmente para os jogos – Lusail. A cidade que vai abrigar o estádio da final da Copa do Mundo terá diversos sensores pelas ruas que poderão dar informações sobre trânsito, vagas de estacionamento ou horários de ônibus e metrô. Tudo atualizado constantemente para os torcedores que baixarem os aplicativos relacionados ao evento e à mobilidade urbana local. O esquema foi testado em 2019, durante a Copa Amir, que serviu de treinamento para o Catar 22.

Copa do Catar e a segurança digital

A questão da segurança também será permeada por tecnologias de ponta. A supervisão do espaço aéreo será feita via drones. O Ministério do Interior do Catar fechou uma parceria com a empresa americana Fortem Technologies para usar aeronaves não tripuladas (usadas em ações militares) no esquema de vigilância dos estádios.

A conexão 5G vai permitir todas essas estratégias pela primeira vez na história e deve-se garantir conectividade total para os cerca de 1 milhão de visitantes esperados no evento. Haverá possibilidade de experiências imersivas de realidade virtual (RV) e acompanhamento em tempo real de cada lance por meio de dispositivos diversos.

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No Brasil, os telespectadores também serão beneficiados com as novas tecnologias de alta modernidade. A Rede Globo, por exemplo, vem investindo na quinta geração da internet e pretende usar câmeras sem fio compactas equipadas com 5G para melhorar as imagens transmitidas. A expectativa é conseguir reduzir o delay e transmitir em resolução 4K, promessa feita desde o início do ano para o GloboPlay e todas as demais plataformas em que atua. A emissora revelou que o SporTV, por exemplo, irá disponibilizar o sinal 4K dos jogos do campeonato para todas as plataformas. Para os assinantes da TV fechada, a imagem transmitida em 4K não terá custo extra para as operadoras.

Outra aplicação inovadora vem da autoridade máxima do futebol. A Fifa anunciou o lançamento da sua plataforma de streaming Fifa+ (FifaPlus) e prometeu mais de 40 mil partidas ao vivo em 2022 (29 mil masculinas e 11 mil femininas). O serviço será gratuito, internacional e fornecerá acesso a jogos de futebol de todo o mundo. Além disso, contará com jogos interativos, notícias, vídeos e histórias das competições da Fifa.

A Copa do Catar vai ser um divisor de águas quando se pensa na forma de realizar e transmitir grandes eventos. Além de poder trazer o tão sonhado hexa para o Brasil, o Mundial será histórico em termos de inovação e tecnologia, bem como na democratização do acesso a elas, seja no país-sede, seja para expectadores de todo o mundo.
Estarei lá pessoalmente para conferir pessoalmente muitas dessas atrações e novidades, e pretendendo ser “pé-quente” na busca de nosso hexa! Que o La’eeb seja nosso guia nessa jornada de maravilhas, emoção e muitas transformações!

*Fernando Moulin é partner da Sponsorb, empresa boutique de business performance, professor e especialista em negócios, transformação digital e experiência do cliente.

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Microsoft diz que hackers estão invadindo redes de energia explorando software de décadas

Por Rodrigo Mozelli

A Microsoft alertou que hackers mal-intencionados estão explorando um servidor web descontinuado encontrado em dispositivos comuns de Internet das Coisas (IoT) para atingir organizações do setor de energia.

Em uma análise publicada nesta terça-feira (22), pesquisadores da Microsoft disseram ter descoberto componente vulnerável de código aberto no servidor da web Boa, que ainda é amplamente usado em variedade de roteadores e câmeras de segurança, bem como em populares kits de desenvolvimento de software (SDKs).

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Apesar da aposentadoria do software em 2005. A gigante da tecnologia identificou o componente enquanto investigava suspeita de invasão da rede elétrica indiana detalhada pela Recorded Future em abril, onde invasores patrocinados pelo estado chinês usaram dispositivos IoT para obter posição em redes de tecnologia operacional (OT), usada para monitorar e controlar sistemas industriais físicos.

A Microsoft disse que identificou um milhão de componentes de servidor Boa expostos à Internet globalmente no período de uma semana, alertando que o componente vulnerável representa “risco na cadeia de suprimentos que pode afetar milhões de organizações e dispositivos”.

A empresa acrescentou que continua vendo invasores tentando explorar as falhas do Boa, que incluem bug de divulgação de informações de alta gravidade (CVE-2021-33558) e outra falha arbitrária de acesso a arquivos (CVE-2017-9833).

“As [vulnerabilidades] conhecidas que afetam esses componentes podem permitir que um invasor colete informações sobre ativos de rede antes de iniciar ataques e obtenha acesso a rede não detectada obtendo credenciais válidas”, disse a Microsoft, acrescentando que isso pode permitir que os invasores tenham “impacto muito maior” uma vez que o ataque é iniciado.

A Microsoft disse que o ataque mais recente observado foi o comprometimento da Tata Power em outubro. Essa violação resultou na publicação de dados do grupo de ransomware Hive roubados da gigante energética indiana, que incluíam informações confidenciais de funcionários, desenhos de engenharia, registros financeiros e bancários, registros de clientes e algumas chaves privadas.

“A Microsoft continua a ver invasores tentando explorar as vulnerabilidades do Boa além do prazo do relatório divulgado, indicando que ainda é alvo de um vetor de ataque”, disse a Microsoft.

A empresa alertou que mitigar essas falhas do Boa é difícil devido à popularidade contínua do agora extinto servidor da Web e à natureza complexa de como ele é integrado à cadeia de suprimentos de dispositivos IoT.

A Microsoft recomenda que organizações e operadoras de rede corrijam dispositivos vulneráveis ​​sempre que possível, identifiquem dispositivos com componentes vulneráveis ​​e configurem regras de detecção para identificar atividades maliciosas.

O aviso da Microsoft novamente destaca o risco da cadeia de suprimentos representado por falhas em componentes de rede amplamente usados.

Estima-se que o Log4Shell, vulnerabilidade de dia zero identificada no ano passado no Log4j, a biblioteca de registro Apache de código aberto, tenha afetado potencialmente mais de três bilhões de dispositivos.

Via TechCrunch

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Xiaomi: lucro da companhia cai 59% no terceiro trimestre de 2022

Por Rodrigo Mozelli

A Xiaomi divulgou, nesta quarta-feira (23), seu balanço financeiro do terceiro trimestre de 2022.

A companhia sofreu queda de 9,7% em sua receita ante o mesmo período em 2021, ou seja, de ¥ 78,06 bilhões para ¥ 70,17 bilhões.

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Já as vendas de smartphones, que representam 60,3% das receitas, ¥ 42,5 bilhões (US$ 5,93 bilhões). A remessa global caiu de 43,9 milhões para 40, milhões de unidades (-8,4%). A Asus está em terceiro em volume, com market share de 13,6%.

O documento também indica que o número de usuários mensais ativos do MIUI, sistema operacional baseado em Android da chinesa, nateu recorde de 563,9 milhões no mundo todo, aumento de 78,1 milhões de usuários ano a ano. Ele é utilizado por dispositivos da companhia e outras fabricantes.

Segundo o relatório, o número de dispositivos inteligentes conectados à plataforma de Internet das Coisas (IoT), a Xiaomi AIoT, chegou a 558,3 milhões de unidades, crescimento de 39,5% anuais.

O número de usuários com mais de cinco dispositivos inteligentes conectados à plataforma alcançou 10,9 milhões, aumento de 35,4%.

O Mi Home App está com 72,4 milhões de usuários ativos mensais (+20,9%). 114,6 milhões de pessoas utilizam seu assistente virtual mensalmente (+9%). A fabricante chinesa informou que foi prejudicada pelas restrições provocadas pela Covid-19 na China.

O consumo no país diminuiu desde que cidades implementaram lockdowns para conter o avanço de novas variantes da doença, fechando várias lojas da companhia.

Com informações de Mobile Time

Imagem destacada: Robert Way/Shutterstock

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Juiz considera “abuso de poder” disputa do governo com a Apple envolvendo carregadores

Por Rodrigo Mozelli

Um mandado de segurança que permite à Apple vender o iPhone sem carregadores no Brasil foi aprovado nesta terça-feira (22).

Segundo a decisão do juiz Diego Câmara Alves, a determinação de suspender as vendas dos iPhones “abuso de poder” e alega não existir prática ilícita ou qualquer violação dos direitos do consumidor por parte da companhia.

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Em sua decisão, homologada nesta segunda-feira (21), o juiz argumentou que a Senacon violou os princípios da legalidade e da impessoalidade ao direcionar sua decisão apenas à Apple – um único player do mercado de smartphones -, enquanto outros aparelhos eletrônicos são comercializados sem carregador (amplificadores sonoros, equipamentos de informática, de segurança etc.).

O juiz também atribui à Anatel a responsabilidade pela cassação do registro de smartphones, sendo que todos os modelos comercializados no Brasil foram homologados pela agência, autorizando sua comercialização em território nacional.

Ainda, o juiz ainda argumentou que a atuação da Senacon fere a Lei de Liberdade Econômica, que “impõe a necessidade de tratamento isonômico por parte dos agentes econômicos no que se refere ao proceder estatal” e tem como um de seus princípios a “liberdade no exercício da atividade econômica”.

Questionada pelo MacMagazine, a Apple afirmou que “todos os modelos de iPhone vendidos no Brasil estão em conformidade com os regulamentos locais”, ressaltando o caráter ambientalista usado como justificativa para a retirada dos carregadores das caixas de iPhones desde 2019. Confira a nota na íntegra:

“Na Apple, consideramos nosso impacto nas pessoas e no planeta em tudo o que fazemos. Adaptadores de energia representaram nosso maior uso de zinco e plástico e eliminá-los da caixa ajudou a reduzir mais de dois milhões de toneladas métricas de emissões de carbono — o equivalente a remover 500 mil carros das estradas por ano. Existem bilhões de adaptadores de energia USB-A já em uso em todo o mundo, que nossos clientes podem usar para carregar e conectar seus dispositivos.”

Via MacMagazine

Imagem destacada: abolukbas/Shutterstock

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Ex-velocista paralímpico será primeiro astronauta deficiente do mundo

Por Rodrigo Mozelli

A ESA (Agência Espacial Europeia) indicou para sua equipe, nesta quarta-feira (23), o primeiro parastronauta (astronauta com deficiência) do mundo.

O escolhido pela agência europeia foi o ex-velocista paralímpico britânico John McFall. Ele fará parte de nova geração de 17 recrutas que passarão a treinar na ESA para se tornarem astronautas no futuro.

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McFall fará parte de um estudo de viabilidade da agência, que visará compreender quais são as condições necessárias para que pessoas com deficiência participem de missões espaciais e até vivam fora da Terra.

“Tem sido experiência bastante turbulenta, já que, como amputado, nunca pensei que ser astronauta fosse uma possibilidade, então, minha empolgação foi enorme emoção”, disse McFall ao site da ESA.

Com ele, são cinco novos astronautas de carreira e 11 reservas em treinamento.

Vagas da ESA não proíbem deficientes físicos

A ESA havia divulgado as vagas para aspirantes em 2021, sendo que, entre as regras, constavam apenas que os aptos a participar deveriam ser plenamente capazes de passar nos testes psicológicos, cognitivos, entre outros.

Ou seja, pessoas com deficiências, como McFall, só seriam impedidas de participar do programa espacial no caso de falharem em tais testes, ou se tivessem incompatibilidades ou restrições de hardwares associadas às suas respectivas deficiências, o que não foi o caso do primeiro parastronauta do mundo.

Com informações de Agência Brasil

Atmosfera da Terra pode estar encolhendo; entenda

Dois novos estudos apontaram a contribuição que os gases de efeito estufa tiveram para favorecer a contração da atmosfera superior da Terra. Este fenômeno, que ainda fazia parte do campo das hipóteses, foi observado pela primeira vez na ocasião.

Leia a matéria completa aqui.

Imagem destacada: Divulgação/ESA

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Entenda a tecnologia do VAR que fez a Argentina chorar

Por Rodrigo Mozelli

Em sua estreia na Copa do Mundo de 2022, que está sendo disputada no Catar, a Argentina foi derrotada pela Arábia Saudita por 2×1 de virada. E um lance em particular tem tirado o sono dos “hermanos”.

O atacante Lautaro Martínez chegou a marcar um gol, anulado pelo VAR por meio da tecnologia semiautomática. Contudo, segundo os tabloides argentinos, houve um erro de interpretação da arbitragem ao traçar a linha de impedimento.

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Um arquiteto espanhol que ajudou no desenho do sistema entrevistado pelo portal Olé, Nacho Tellado, afirmou que o gol foi legal. “Em nenhum caso o gol é ilegal. É jogada legal. Não há necessidade de entrar no assunto das falas, é um erro de critério, confundem-se com os zagueiros. É muito simples: só fiz uma análise do jogador certo, o lateral-esquerdo da Arábia, que está atrás. O sistema não é semiautomático, é algo subjetivo, é uma pessoa que está em uma sala colocando linhas.”

📺 ERROR catastrófico del VAR en el gol anulado a Lautaro Martínez.

El VAR cogió al defensa equivocado olvidándose del lateral izquierdo.

Lautaro Martínez se encuentra en POSICION LEGAL. ❌

Análisis al detalle de @_naxotellado trazando las tres líneas. pic.twitter.com/BzC8BSpgtI

— Archivo VAR (@ArchivoVAR) November 22, 2022

Imagem divulgada pela FIFA do lance de Lautaro Martínez (Imagem: Reprodução)

Mas, afinal de contas, como a tecnologia semiautomática do VAR que tanto está sendo acusado de ter se equivocado pelos argentinos funciona? O Olhar Digital explica a seguir.

O sistema básico do VAR semiautomático

A base do sistema semiautomático do VAR, testado na Copa Árabe de 2021 e no Mundial de Clubes do mesmo ano com êxito, é um alerta de impedimento automatizado que avisa a equipe de arbitragem na cabine do VAR e a de campo, divulgando a seguir uma animação 3D no telão do estádio e na transmissão oficial das partidas para os telespectadores, de modo a explicar ludicamente qual foi a marcação.

Ao todo, são 12 câmeras de rastreamento exclusivamente dedicadas para este fim e posicionadas nos tetos dos estádios.

Elas ficam de olho na bola Al Rihla e em até 29 pontos dos 22 atletas em campo, 50 vezes por segundo, precisando a posição de cada um no gramado.

Entre as informações dos jogadores colhidas pelas câmeras, estão os respectivos posicionamentos de seus membros e extremidades relevantes e necessárias para indicar se há impedimento.

Al Rihla com sensor

A bola do mundial do Catar, a Al Rihla, conta também com um sensor de unidade de medição inercial interno que complementa o sistema, que envia os dados de vídeo para a sala do VAR. O dispositivo encaminha as imagens 500 vezes por segundo, o que permite identificar com precisão o ponto exato do chute do jogador.

Os dados e a IA (inteligência artificial) são combinadas, gerando o alerta que é enviado aos árbitros, que decidem se há ou não o impedimento. O sistema semiautomático possibilita que o tempo de espera para a marcação ou não da infração caia para meros segundos.

Análise dos dados de teste

Nos testes realizados na Copa Árabe e no Mundial de Clubes de 2021, os dados colhidos foram analisados pelo MIT Sports Lab e validados pelo TRACK da Victoria University de forma científica a tecnologia que rastreia os membros dos jogadores.

“Essa tecnologia é o culminar de três anos de pesquisa e testes dedicados para fornecer o melhor para as equipes, jogadores e torcedores que irão para o Catar no final deste ano. A FIFA está orgulhosa desse trabalho e esperamos que o mundo veja os benefícios da tecnologia semiautomática de impedimento na Copa do Mundo”, disse Gianni Infantino, presidente da FIFA.

Erros constantes do VAR: há solução?

Antes mesmo da inserção da tecnologia semiautomática, o VAR é alvo de muitas reclamações por constantes erros e demora nas decisões, especialmente no Brasil.

O ocorrido na partida entre Argentina x Arábia Saudita será discutido durante um bom tempo, especialmente pelos argentinos e enquanto a Copa do Mundo durar.

Dessa forma, será que há solução para os erros cometidos pelo VAR? Este foi o tema da edição 18 do Sync, o podcast do Olhar Digital. Veja abaixo:

Imagem destacada: Divulgação

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E se os neandertais tivessem prevalecido?

Por Mateus Dias

Atingimos a incrível marca de 8 milhões de humanos no mundo, mas e se invés dos homo sapiens prevalecer, tivéssemos homo neanderthalis andando pela Terra? Os neandertais surgiram a cerca de 400 mil anos e coabitaram o planeta por pelo menos 2,8 mil anos com os homens modernos. Sua extinção se deu a cerca de 35 mil anos atrás e a disputa por espaço com o novo grupo humano foi o que causou seu desaparecimento. A partir disso os sapiens continuaram se desenvolvendo tecnologicamente e aumentado sua prole até a atualidade. Mas as coisas poderiam ser muito diferentes se eles tivessem vencido a “guerra” pela sobrevivência.

Acredita-se que a maior quantidade de neandertais que já existiu no planeta simultaneamente não passava de 10 mil indivíduos. É como se em um espaço que hoje vivem 800 mil pessoas, vivesse apenas um deles. Esses humanos antigos, além de pouco numerosos, também viviam em pequenos agrupamentos compostos basicamente por suas famílias. O fato de viverem em pequenos grupos também pode ter contribuído para sua extinção. Sem muito contato com forasteiros, a variabilidade genética dos neandertais era menos diversificada, facilitando mutações que podem ter atrapalhado sua permanência. 

Leia mais:

Vida em sociedade e desenvolvimento de tecnologias

Não só isso, como eles também não eram muito amigáveis com neanderthaisl fora de seu grupo familiar. Assim mesmo que nos superassem, seria difícil que desenvolvessem cidades e uma descendência grande como a nossa. Também por causa disso, a criação de uma rede para facilitar a troca de tecnologias, conhecimentos e até mesmo alimentos em momentos de crise, provavelmente não existiu. 

Apesar de menos numerosos, se existissem ainda hoje ao invés dos homo sapiens, provavelmente animais que foram extintos graças a influência humana talvez coabitassem o planeta junto com os neandertais. Um exemplo são os mamutes, que desapareceram graças à necessidade de suprir uma crescente população. Além disso, problemas como as mudanças climáticas causadas pelo efeito estufa talvez não existissem, sem o desenvolvimento e o compartilhamento de tecnologias.  

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Canais da Jovem Pan no YouTube são desmonetizados por desinformação eleitoral

Por Rodrigo Mozelli

Nesta quarta-feira (23), o YouTube decidiu desmonetizar todos os canais da Jovem Pan. Segundo a rede social, a decisão foi tomada após “repetidas violações” das políticas de combate à desinformação.

A empresa do Google afirmou que o programa que mais realizou tal prática foi “Os Pingos nos Is”, prática que transcendeu para outros programas.

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Por meio de nota, o YouTube indicou que “O canal ‘Os Pingos nos Is’ incorreu em repetidas violações das nossas políticas contra desinformação em eleições e nossas diretrizes de conteúdo adequado para publicidade, incluindo as relacionadas a questões polêmicas e eventos sensíveis, atos perigosos ou nocivos, além de outras políticas de monetização. Desta forma, suspendemos a monetização do respectivo canal e dos outros que integram a rede Jovem Pan no YouTube, de acordo com nossas regras”.

“Os Pingos nos Is” também é transmitido na TV fechada e na rádio, porém, boa parte de sua audiência é proveniente do YouTube, bem é sua fonte importante de receita.

Jovem Pan vs. TSE

Durante o período eleitoral, a emissora entrou em alguns embates com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por conta de declarações de comentaristas sobre o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O partido pediu para que o órgão investigasse a emissora por falta de isonomia no tratamento com o então candidato petista. Por sua vez, a Jovem Pan debochou da situação e afirmou estar sendo vítima de censura.

Inclusive, em seus programas, os comentaristas rememoraram a época da ditadura militar nos jornais impressos ao ler receitas de bolo e a “conviver” com “censores” durante os programas.

A Rádio Jovem Pan foi obrigada a dar direitos de resposta a Lula, além de impedir que manifestações que distorcessem informações acerca das condenações de Lula, adiadas pelo STF, fossem difundidas.

Com informações de UOL

Imagem destacada: Olly Curtis/Future/Getty Images

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Portugal x Gana: onde assistir, horário e escalações do jogo da Copa do Mundo 2022

Por Matheus Barros

Portugal e Gana se enfrentam nesta quinta-feira (24) na Copa do Mundo 2022. As seleções estreiam em partida válida pelo grupo H, às 13h (horário de Brasília), no Estádio 974, no Catar

Apesar de ter se classificado para o mundial pela repescagem europeia, Portugal é dada como a favorita do confronto. Cristiano Ronaldo, estrela da seleção portuguesa, também vive um momento complicado, levando em consideração o seu desligamento do Manchester United. 

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No entanto, é importante lembrar que a Copa do Catar está recheada de zebras. O Japão venceu a Alemanha, e a Arábia Saudita derrotou a Argentina, ambos jogos foram decididos por uma virada de placar, terminando em 2 a 1. 

E, com certeza, Gana fará o seu máximo para continuar mantendo os resultados não esperados. Assim como a Coreia do Sul, que enfrentará o Uruguai, também pelo grupo H. 

Onde assistir? 

O jogo será transmitido na TV aberta pela Rede Globo e na TV por assinatura por meio do SportTV. Assinantes do Globoplay também poderão acompanhar a partida pelo streaming.

Portugal x Gana: possíveis escalações 

Portugal

  • Técnico: Fernando Santos
  • Diogo Costa; João Cancelo, Danilo Pereira, Rúben Dias e Nuno Mendes (Raphael Guerreiro); William Carvalho, Rúben Neves e Bruno Fernandes; Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e João Félix (Raphael Leão).

Gana

  • Técnico: Otto Addo
  • Ati Zigi; Mensah, Salisu, Amartey e Tariq Lamptey; Abdul Samed, Thomas Partey e Kudus; Andre Ayew, Jordan Ayew e Sulemana.

Japão vence Alemanha e a internet não perdoa; confira os memes

A zebra continua passeando pela Copa do Mundo FIFA 2022! Após a Argentina ser derrotada pela Arábia Saudita ontem (22), foi a vez da Alemanha ser surpreendida pela seleção japonesa, que venceu a partida por 2 a 1 nesta quarta-feira (23).

O resultado pode ser fatal para a seleção alemã, já que o Grupo E também conta com a Espanha que venceu a Costa Rica por 7 a 0. Assim como os argentinos, a Alemanha terá de vencer de qualquer forma seu próximo jogo, que será no próximo domingo (27) contra os espanhóis.

É claro que a internet não perdoou a derrota da Alemanha e várias brincadeiras surgiram pelas redes sociais, com muitas referências à cultura do Japão, famoso por apresentar diversos animes de sucesso pelo Brasil. Também houveram piadas envolvendo

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Refeição mais antiga já encontrada revela segredos do comportamento animal

Por Mateus Dias

A partir de fósseis, geralmente consegue-se obter informações da alimentação e estilo de vida de animais que já foram extintos há muito tempo, seja olhando a arcada dentária deles ou outras características morfológicas. Entretanto, em vestígios de animais muito primitivos e extintos há mais de 500 milhões de anos, traçar esses hábitos pode ser mais complicado.

Apesar disso, pesquisadores da Australian National University conseguiram desvendar mistérios de animais da era pré-cambriana através de restos da última alimentação antes deles sem fossilizados.

Leia mais:

Os fósseis são do período ediacarano e datam de 575 milhões de anos atrás, dos grupos kimberella e dickinsonia. Os cientistas descobriram que esses animais se alimentavam de algas e bactérias do fundo mar, mas de maneiras diferentes.

Os do grupo dickinsonia absorviam a comida através do seu corpo enquanto se movia pelo oceano. Enquanto os do grupo kimberella possuíam boca, intestino e forma de digestão de alimentos da mesma forma dos animais modernos. Esses últimos provavelmente eram as criaturas mais avançadas do período.

Fósseis de alimentos antigos

Os pesquisadores basearam-se na observação de moléculas preservadas de fitoesteróis – produtos químicos naturais da planta –  nos fósseis antigos, para desenvolver a pesquisa. Mesmo que o intestino desses animais tenha se deteriorado a muito tempo, os esteróis foram preservados e ainda podem ser analisados.

A partir da descoberta eles apontaram que o grande tamanho deles em comparação aos seres unicelulares que viviam na mesma época, pode ser graças à rica quantidade de energia e nutrientes contidos nas algas. Além disso a pesquisa confirmou que os animais do ediacarano são nossos ancestrais conhecidos mais antigos

O estudo desses seres é importante para traçar o processo evolutivo das espécies da atualidade. “A biota ediacarana são realmente os fósseis mais antigos, grandes o suficiente para serem visíveis a olho nu, e eles são a nossa origem e de todos os animais que existem hoje. Essas criaturas são nossas raízes visíveis mais profundas” aponta Ilya Bobrovskiy, um dos responsáveis pelo estudo, em resposta a Phys.

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Artemis 1: Qual foi a última vez que o homem pisou na Lua?

Por Flavia Correia

Considerada o ponto de partida para uma nova era da exploração lunar e do espaço profundo, a missão Artemis 1 decolou na madrugada da última quarta-feira (16) do Centro Espacial Kennedy, da NASA, na Flórida, com o objetivo de abrir caminho para a instalação da presença humana na Lua de forma sustentável.

Lançamento do voo Artemis 1, a missão de estreia do novo programa de exploração lunar da NASA, que aconteceu na madrugada de quarta-feira (16). Imagem: NASA TV

O principal objetivo desse voo não tripulado é circundar nosso satélite natural para testar tecnologias essenciais para todas as outras missões do Programa Artemis, como o foguete Space Launch System (SLS) e a cápsula Orion, além dos sistemas de comunicação e de suporte de vida.

Depois deste, o próximo voo do megacomplexo veicular é esperado para 2024, com tripulantes a bordo da missão Artemis 2, que foi projetada para repetir o mesmo circuito, também sem chegar a pousar em solo lunar. 

Isso, de fato, só deve acontecer entre 2025 e 2026, com a missão Artemis 3, que finalmente levará a humanidade a pisar de novo na Lua, mais de meio século depois da nossa última visita, feita em 1972, com a missão Apollo 17.

Primeiro cientista na Lua

Em 7 de dezembro daquele ano, três astronautas foram lançados a bordo do foguete Saturno V: Eugene (Gene) A. Cernan, como comandante, Harrison H. Schmitt, como piloto do módulo lunar Challenger, e Ronald E. Evans, como piloto do módulo de comando América. No dia 11, enquanto Evans permaneceu em órbita, Cernan e Schmitt entraram para a história como os últimos dos 12 homens que colocaram os pés na Lua. 

Harrison H. Schmitt, Ronald E. Evans e Eugene (Gene) A. Cernan sobre um simulador do Veículo Lunar Móvel no dia do lançamento da missão Apollo 17. Imagem: NASA

O “ato final” do primeiro programa de exploração lunar da NASA foi digno de aplausos. A área de pouso do módulo Challenger, em um vale cercado de montanhas no limite do Mare Serenitatis (Mar da Serenidade), prometia ser um paraíso geológico, entre  o sudoeste das Montanhas Taurus, ao sul da Cratera Littrow. Conhecido como o local Taurus-Littrow, era um vale de piso plano em uma cadeia de montanhas quebrada, repleto de pedras roladas dos planaltos circundantes e inúmeras crateras escuras, provavelmente originadas de material vulcânico.

Apollo 17 tem alguns marcos que merecem destaque. Aquela foi a primeira vez que um cientista pisou na Lua. Geólogo profissional, Schmitt teve a oportunidade de investigar as características locais de perto. Outro fato importante é que essa missão foi a que mais tempo permaneceu na superfície lunar (75 horas). Além disso, foi o primeiro lançamento noturno de uma missão tripulada norte-americana e a última viagem espacial tripulada realizada por qualquer país para além da órbita terrestre.

O astronauta geólogo Harrison H. Schmitt, piloto do módulo lunar Challenger, coletando amostras de solo. Imagem: NASA

Mais antiga rocha lunar intacta

Entre as amostras coletadas e trazidas para a Terra estava a mais antiga rocha conhecida sem choque (inalterada pelo impacto de meteoritos), chamada Troctolite 76535, que o Compêndio de Amostras Lunares da NASA considera “sem dúvida a amostra mais interessante retornada da Lua”. Com estimados 4,2 bilhões de anos, o exemplar oferece evidências de que, ao mesmo tempo, a Lua, como a Terra, teve um campo magnético gerado por um dínamo em seu núcleo.

O astronauta Eugene Cernan, comandante da Apollo 17, faz uma breve verificação do Veículo Lunar Móvel durante o primeiro passeio no local de pouso de Taurus-Littrow. Imagem: NASA

Com a ajuda de seu rover, os astronautas registraram 22 horas de tempo de atividade extra-veicular (EVA) durante as quais viajaram mais 36 km, afastando-se até 7,4 km do Challenger, quase no limite do que era considerada a distância máxima para retorno em caso de possível falha do veículo de exploração sobre rodas.

Eles implantaram ou conduziram 10 experimentos científicos, tiraram mais de duas mil fotografias e coletaram cerca de 110 kg de amostras de solo e rocha em 22 locais diferentes.

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“Aqui o homem completou sua primeira exploração da Lua”

Em 14 de dezembro, no final da terceira e última excursão sobre o rover, a dupla televisionou o descerramento de uma placa com a mensagem de despedida: “Aqui, o homem completou sua primeira exploração da Lua, dezembro de 1972. Que o espírito de paz em que ele veio se reflita na vida de toda a humanidade”.

Naquela mesma noite, Cernan deu o último passo da humanidade na Lua (até o momento), às 2h40 da madrugada (pelo horário de Brasília).

O módulo Challenger atracou com o módulo de comando às 22h10. Cerca de quatro horas depois, ele foi descartado, colidindo com a superfície lunar a cerca de 1,7 km/s. Depois de um dia e meio em órbita lunar, período durante o qual os astronautas lançaram um subsatélite, eles acionaram seu motor para retornar à Terra. 

A cápsula do módulo de comando América está em exibição no Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas. Imagem: LukeandKarla.Travel – Shutterstock

A cápsula Apollo 17 caiu no Oceano Pacífico em 19 de dezembro de 1972, às 16h24, após um tempo decorrido da missão de 301 horas, 51 minutos e 59 segundos. 

Aquele foi o segundo voo espacial para Cernan e o primeiro para Evans e Schmitt. A tripulação de apoio contava com John Young, Stuart Roosa e Charles Duke. A cápsula do módulo de comando América está em exibição no Centro Espacial Johnson, em Houston, Texas.

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Carro elétrico com banco feito de vegetais é revelado no LA Auto Show 2022

Por Gabriel Sérvio

Apesar do seu comprometimento com os carros híbridos, a Toyota também está de olho no mercado cada vez mais movimentado de veículos 100% elétricos. A gigante japonesa aproveitou o Salão do Automóvel de Los Angeles (ou LA Auto Show 2022) para apresentar uma novidade: o bZ Compact, um conceito de SUV compacto movido a bateria.

Como o nome indica, o modelo faz parte da família bZ, uma sigla adotada pela montadora para os seus carros elétricos que representa “Beyond Zero” (além de emissão zero, em tradução livre).

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Essa linha estreou na China este ano com dois modelos: o sedã bZ3 — que possui baterias com células dividas em lâminas —, e o SUV bZ4X, que chega nos EUA em 2023. Caso se torne um modelo de produção, o utilitário conceito será o novo membro da turma nos próximos anos.

“Com design aerodinâmico e recursos tecnológicos nunca antes vistos em um modelo da Toyota, o bZ Concept apresenta uma visão de um futuro próximo dos nossos veículos a bateria”, disse o vice-presidente e gerente geral do grupo Toyota, David Christ.

SUV elétrico bZ Compact. Imagem: Toyota/Divulgação

O conceito foi projetado, segundo o executivo, para expressar “o que há de mais especial nos veículos elétricos”: a diversão de dirigir e o desempenho, além de adotar ideias diferenciadas, como as telas flexíveis no interior.

Por fora, o veículo foi desenhado pensando no máximo de eficiência aerodinâmica. A linha do teto, por exemplo, diminui o arrasto, algo essencial para otimizar a autonomia de um carro 100% elétrico.

Materiais sustentáveis

Assim como as concorrentes, a Toyota também adotou a ideia de usar mais matéria-prima sustentável nos seus carros. No caso do SUV, todos os assentos são feitos de vegetais reciclados, por exemplo.

Os bancos do bZ Compact são feitos de vegetais reciclados.
Imagem: Carbuzz/Reprodução

No interior, o carro conceito tem estética mais minimalista e até a um agente pessoal personalizado que responde aos comandos de voz dos passageiros, o Yui. O volante é largo e com forma de manche, dando um toque de carro de corrida ao modelo. Já a tela de infoentretenimento, fica posicionada no centro da cabine.

Interior do bZ Compact.
Interior do bZ Compact. Imagem: Carbuzz/Reprodução

Por ora, a Toyota não revelou mais detalhes sobre desempenho e motorização. O que se sabe é que a empresa deseja introduzir cerca de 30 veículos elétricos na sua linha, ainda que sem um prazo definido. 

“A Toyota vislumbra um futuro no qual a neutralidade de carbono é alcançada pela comercialização de produtos com tecnologias avançadas e trem de força de emissão zero”, diz a empresa. “Esse portfólio ajudará a impulsionar a empresa em direção à sua meta de neutralidade de carbono até 2050”.

Imagem principal: Toyota/Divulgação

Via: Carbuzz

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Tarantino revela qual dos seus filmes ele mais gosta; veja

Por Ana Luiza Figueiredo

O cineasta Quentin Tarantino compartilhou algumas opiniões a respeito de Hollywood, inclusive qual considera a pior era do cinema e seu filme favorito dentro de sua própria obra.

Em uma entrevista ao The Howard Stern Show (via Variety), Tarantino admitiu que, apesar de não costumar escolher um filme seu como o melhor em entrevistas passadas, ele tem sim um favorito.

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“Durante anos as pessoas costumavam me perguntar coisas como [qual é o meu melhor filme]. Eu respondia algo como, ‘Oh, eles são todos meus filhos’,” disse o diretor, para em seguida admitir: “Eu realmente acho que ‘Era uma vez em Hollywood’ é o meu melhor filme.”

“Era uma vez em Hollywood” é estrelado por Leonardo DiCaprio como o ator fracassado Rick Dalton, e por Brad Pitt, que interpretou o dublê Cliff Booth. O filme foi uma espécie de carta de amor aos últimos dias da chamada Era de Ouro de Hollywood, no final dos anos 1960.

Apesar de Tarantino afirmar que “Era um vez em Hollywood”, lançado em 2019, é seu melhor trabalho até hoje, ele ironicamente aponta o momento atual do cinema como um dos piores na história de Hollywood.

“Acho que o cinema dos anos 80 é, junto com os anos 50, a pior era da história de Hollywood”, comentou Tarantino no podcast The Video Archives. “Igualado apenas por agora, igualado apenas pela era atual!”

Embora muitos considerem a década de 1980 repleta de clássicos, está claro que Tarantino não acha que seja esse o caso. Ele anteriormente atirou contra “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989), dizendo ao podcast ReelBlend que gostou mais do divisivo “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008) do que do terceiro filme “chato”, estrelado por Sean Connery como o pai do arqueólogo vivido por Harrison Ford.

Quentin Tarantino começou a carreira como diretor no final dos anos 1980, mas foi nos anos 1990 que ele despontou como um dos cineastas mais aclamados de Hollywood, com sucessos como “Cães de Aluguel” e “Pulp Fiction: Tempo de Violência”. Já nos anos 2000, ele dirigiu alguns sucessos como “Kill Bill” (2003 e 2004), “Bastardos Inglórios” (2009), “Django Livre” (2012), e seu filme mais recente (e favorito) “Era uma vez em Hollywood” (2019).

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Vale a pena trocar o Twitter pelo Mastodon? Testamos a nova rede social

Por Matheus Barros

Elon Musk chegou ao comando do Twitter no final de outubro e já mudou algumas coisas na rede social, o que não agradou diversos usuários. Muitos acreditam que o bilionário representa o declínio do Twitter e começaram a procurar novas plataformas para substituí-lo, como o Mastodon. 

A ferramenta funciona no mesmo estilo que a plataforma de Musk, ou seja, um microblog, e por isso atraiu tantas pessoas. Recentemente, o fundador e CEO do Mastodon, Eugen Rochko, compartilhou que sua rede social ultrapassou mais de um milhão de usuários. 

Porém, apesar de estarem inseridas no mesmo contexto, as duas redes sociais são bem diferentes e, se você está acostumado com o Twitter, pode acabar estranhando bastante o Mastodon. 

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Por isso, nós do Olhar Digital decidimos testar essa nova plataforma para contar para vocês se realmente vale a pena deixar o Twitter para trás. Confira! 

Quais as principais diferenças entre Twitter e Mastodon? 

As duas redes sociais possuem recursos muito parecidos, como curtir, comentar e compartilhar publicações. É possível até dizer que o Mastodon é uma cópia do Twitter neste quesito. 

Entretanto, na plataforma do passarinho azul, todos os usuários são cadastrados no mesmo servidor, ou seja, todos estão sob o mesmo teto. Enquanto no Mastodon, a dinâmica é um pouco diferente, o que acaba tornando-o mais complicado. 

O código-fonte do Mastodon é aberto, de livre acesso e reprodução. Com isso, qualquer desenvolvedor pode criar seu próprio servidor, com suas próprias regras de moderação de conteúdo e foco de discussão, por exemplo. 

Ao criar sua conta no Mastodon, é necessário escolher um desses servidores, como o “mastodon.social”, que é comandado pelo próprio Eugen Rochko, ou qualquer outro que você tenha se identificado.

Ao escolher seu servidor, seu nome de usuário receberá ele como sobrenome. Por exemplo, em nosso teste, decidimos entrar no servidor de jornalismo, com isso, o nome de usuário completo ficou como “@domatheusbarros@dju.social”. 

Perfil no Mastodon
Imagem: Reprodução/Olhar Digital

E qual a importância desse nome completo? Bom, se quiser encontrar alguém que esteja no mesmo servidor que você, basta digitar o nome de usuário sem o sobrenome, mas se deseja localizar um amigo cadastrado em outro servidor, é necessário digitar o endereço completo. 

É importante lembrar que você poderá interagir normalmente com usuários cadastrados em outros servidores. Seguindo, acompanhando as publicações, mandando mensagens diretas e muito mais. 

Outro ponto de diferença são as publicações. No Twitter, temos os famosos tweets que podem ter até 280 caracteres, enquanto no Mastodon os posts são chamados de Toots e tem um limite de até 500 caracteres. 

Privacidade

No Twitter, as publicações ficam aparentes para todos os usuários, menos se o dono do perfil  aderir a configuração que apresenta os posts apenas para seguidores. Já no Mastodon, as mensagens têm diferentes opções de privacidade: aparecem no feed geral, da comunidade, apenas as publicações listadas como públicas, enquanto os envios privados se limitam apenas aos próprios seguidores. 

O feed da rede social também é dividido de maneira diferente. Existe a timeline padrão, em que você acompanha as publicações de colegas de servidor e perfis que você segue. Há também a opção “federada”, que mostra os posts de todos os usuários de servidores que sejam ligados ao seu.

Por último, o Mastodon também apresenta uma timeline local, que apresenta as publicações apenas das pessoas do seu servidor. 

Mastodon
Imagem: Koshiro K/Shutterstock

Vale a pena trocar o Twitter pelo Mastodon? 

Temos que levar em consideração que estamos acostumados com o Twitter. A plataforma foi lançada em 2006 e ganhou uma versão em português em 2009, então, está presente na nossa vida há mais de 13 anos. 

Logo, entrar no Mastodon causa um certo estranhamento. É como acessar a cópia de algum produto. O layout do novo concorrente ainda parece confuso, é difícil entender os passos que devemos seguir. Sem dúvidas, o Twitter é muito mais intuitivo neste quesito. 

Os recursos das duas redes são extremamente parecidos, então, depois que você se acostuma ao Mastodon, não há muito com o que sofrer. 

Porém, a nova rede social do momento ainda enfrenta uma dificuldade: a falta de usuários. Obviamente, ainda são poucas pessoas que usam a nova plataforma, o que não não a torna tão atrativa assim, já que os amigos e pessoas que acompanhamos ainda estão, em sua maioria, presentes no Twitter. 

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Meta vai fazer show de rapper morto em realidade virtual

Por Luann Motta Carvalho

Apesar de receber algumas avaliações negativas, a Meta ainda está trabalhando em novidades para suas ferramentas de realidade virtual. Nesse contexto, a empresa vai hospedar um show com o falecido rapper The Notorious B.I.G..

No dia 16 de dezembro, um avatar “hiper-realista” de Notorious B.I.G. vai apresentar um concerto e terá faixas do catálogo do rapper no Horizon Worlds, a ferramenta VR da Meta. Como pano de fundo, o show contará com uma recriação virtual do bairro de Brooklyn, em Nova York, dos anos 90.

Meta announces hyperrealistic VR concert with the Notorious B.I.G. 👀 pic.twitter.com/MbxzFSE8rx

— HotNewHipHop (@HotNewHipHop) November 16, 2022

Além disso, a vida de Notorious B.I.G. será exibida em uma jornada narrativa apresentada pelo jornalista musical norte-americano Touré. O show também trará artistas convidados como o rapper Sean Combs, conhecido como Diddy.

O anúncio recebeu diversas críticas e muitos usuários afirmaram que a apresentação seria uma falta de respeito por parte da Meta ao trazer um artista “de volta dos mortos”. Apesar disso, a empresa divulgou que recebeu um sinal positivo da agência The Notorious B.I.G. Estate e o concerto será uma celebração da vida e legado do rapper.

Imagem: Reprodução/Meta
Imagem: Reprodução/Meta

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Universo social de realidade virtual da Meta, o Horizon Worlds pode ser acessado por meio de um headset da Oculus Quest. Os espectadores podem assistir ao show no dia 16 de dezembro ou após a data, pelo Meta Quest TV. Outra opção é acompanhar a estreia pela página oficial do The Notorious B.I.G. no Facebook – nesse caso, porém, será uma transmissão em versão 2D.

As tecnologias para “reviver” artistas estão se desenvolvendo cada vez mais. Em 2012, o também falecido Tupac voltou dos mortos ao ter uma apresentação em holograma no festival de música Coachella. Na ocasião, o projeto foi trabalhado pela AV Concepts em conjunto com a produtora do rapper Dr. Dre.

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