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Luís de Camões

Por joanabraga

O Arquivo Nacional da Torre do Tombo celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa, 5 de maio, evocando Luís de Camões. Saber mais…

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Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2021

Por cpfcreator
“a sense of permanence” (atividade online)
18 de abril a partir das 9 horas –

 

Peça audiovisual de autoria de Frederico Dinis, inspirada no território da cidade do Porto e no forte sentimento de pertença associado à sua comunidade, explorando a atmosfera urbana como representação de outras dimensões perceptivas da cidade. (video p/b, 13’00”)
No dia 18 de abril às 9:00 será também divulgado na página do CPF no Facebook o link através do qual poderão participar nesta iniciativa e aceder à apresentação audiovisual “a sense of permanence”.

 

Eva Besnyö: uma retrospectiva

Por jteixeira

Portugal. Ministério da Cultura. Centro Português de Fotografia. 1999.
Eva Besnyö : uma retrospectiva.
ISBN 972-8451-11-3.

 

Tinha conhecimento que a fotógrafa Eva Besnyö participou no movimento artístico New Photography (Nova Fotografia)?

A fotógrafa holandesa-húngara Eva Besnyö (1910-2003), de origem judaica nasceu em Budapeste, na Hungria. Em 1928, iniciou um curso de dois anos no estúdio do fotógrafo Jozsef Pecsi (1889-1956) em Budapeste onde iniciou a sua aprendizagem em fotografia publicitária e de retrato.  Em 1930, a fotógrafa decidiu mudar-se para Berlim, deixando para trás uma Hungria retrógrada e repressiva. Desde muito cedo, que Eva Besnyö descobriu o potencial da fotografia como meio de alcançar a liberdade e a independência, tendo iniciado com 20 anos a carreira de fotógrafa freelancer na vertente da fotografia documental. Em 1932, com a ascensão do nazismo, Eva Besnyö deixou a Alemanha e mudou-se para a Holanda e começou a trabalhar em encomendas de fotografia de arquitetura, de retrato e de moda. Entrou para a Sociedade Holandesa de Fotógrafos onde demonstrou um intenso compromisso com a política cultural e foi convidada a participar em muitas exposições de fotografia.

A fotógrafa Eva Besnyö consciente da estética da fotografia moderna e do movimento artístico New Photography (1920-1933), explorou os diferentes campos da fotografia afastando-se da estética expressionista e procurou através dos registos fotográficos interpretar de forma fria e objetiva a realidade social da época através do uso de enquadramentos inesperados e de fortes efeitos de luz e sombra e numa perspetiva de afastamento emocional da fotógrafa em relação ao objeto que é fotografado.

 

 

Did you know that photographer Eva Besnyö participated in the Nieuwe Fotografie (New Photography) movement?

The Dutch-Hungarian photographer Eva Besnyö (1910-2003), of Jewish origin, was born in Budapest, Hungary. In 1928, she started a two-year course at the studio of photographer Jozsef Pecsi (1889-1956), in Budapest, where she began her apprenticeship in advertising and portrait photography.

In 1930, the photographer decided to move to Berlin, leaving behind a backward and repressive Hungary. From an early age, Eva Besnyö discovered photography’s potential as a means of achieving freedom and independence, and began her career as a freelance documentary photographer at the age of 20.

In 1932, with the rise of Nazism, Eva Besnyö left Germany, moved to the Netherlands and began working on commissions for architectural, portrait and fashion photography. She joined the Dutch Society of Photographers where she demonstrated an intense commitment to cultural politics and was invited to participate in many photography exhibitions.

Eva Besnyö, aware of the aesthetics of modern photography and of the New Photography movement (1920-1933), explored the different areas of photography, moving away from the expressionist aesthetics, and sought, through her photographic records, to interpret, in a cold and objective way, the social reality of her time by using unexpected framings and strong light and shadow effects, choosing a perspective of emotional detachment in relation to the object that was being photographed.

EVA BESNYÖ

Por jteixeira
Holanda, 1940;  PT/CPF/CNF/000245

Holanda, 1940
PT/CPF/CNF/000245

 

A vida e a obra de Eva Besnyö não foram apenas influenciadas pelo Modernismo, mas também pelos dramáticos movimentos e eventos políticos da Europa do século 20, como o Fascismo, o Nacional Socialismo, a imigração e a perseguição. Quando a fotógrafa húngara de origem judaica chegou a Berlim em 1930, já tinha tomado as duas decisões mais importantes da vida: fazer da fotografia a sua profissão e deixar a Hungria Fascista para sempre. A arte moderna era a sua paixão. Criou verdadeiras obras-primas com sua Rolleiflex durante as suas caminhadas por Berlim. Quando Besnyö imigrou para Amsterdão em 1932, era uma das referências da New Photography: os seus retratos, as fotografias de arquitetura e as paisagens mantêm a sua intensidade até hoje. Trabalhou como fotógrafa até os anos 1980 e como cronista do movimento feminista Dolle Mina: um grupo de ativistas feministas radicais de esquerda holandesa, estabelecido em dezembro de 1969 com o objetivo de melhorar os direitos das mulheres recorrendo ao humor na demonstração dos seus protestos.

 

 

 

 

Eva Besnyö’s life and work were not only influenced by Modernism but also by the dramatic political movements and events of 20th century Europe such as Fascism, National Socialism, immigration and persecution. By the time the Hungarian-Jewish photographer arrived Berlin in 1930, she had made the two most importante decisions of life: to make photography her profession and to leave Fascist Hungary forever. Modern art was a passion for her. She produced true masterpieces with her Rolleiflex during her expeditions around Berlin. When Besnyö immigrated to Amsterdam in 1932, she was one of the outstanding representatives of New Photography: her portraits, architectural views and landscapes have retained their intensity to this day. She worked as a photographer until the 1980s, and among her other roles as a chronicler of the Dolle Mina feminist movement: a Dutch left-wing radical feminist activist group, established in December 1969. Their aim was to improve women’s rights through playful and humorous protest demonstrations.

 

 

La Francia, 1910

Por jteixeira

Mackenstein, Paris, França
Coleção António Pedro Vicente, Coleção de Câmaras e Equipamento Fotográfico, PT/CPF/CCEF/APV/00827

 

 

No ano em que nasce a fotógrafa húngara Eva Besnyö (1910-2003), surge em França, lançada pela marca Mackenstein, a câmara jumelle monocular La Francia.

Sendo uma câmara resistente e bastante robusta, a campanha publicitária da La Francia foi direcionada especialmente para as pessoas que quisessem fazer fotografia em viagens mais desafiadoras e mais exigentes.

De construção em madeira forrada a couro, esta câmara tem uma objetiva Carl Zeiss Tessar f: 6,3/136mm, um obturador de plano focal com velocidades de 1/15 a 1/2000 e um visor do tipo Newton.

Tem integrado um carregador intermutável para 12 chapas de vidro 9×12 cm.

 

 

 

 

 

In the year Hungarian photographer Eva Besnyö (1910-2003) was born, the monocular jumelle camera La Francia was launched in France by the brand Mackenstein.

Being a sturdy and quite robust camera, La Francia’s advertising campaign was aimed especially at people who wanted to take photographs on more challenging and demanding trips.

Made of leather-lined wood, this camera has a Carl Zeiss Tessar f: 6.3/136mm lens, a focal-plane shutter with speeds ranging from 1/15 to 1/2000 and a Newton-type viewfinder.
It has a built-in interchangeable magazine for twelve 9×12 cm glass plates.

 

 

 

 

La Francia, 1910

H. Mackenstein, Paris, France

Camera and Photographic Equipment Collection/António Pedro Vicente Collection,

PT/CPF/CCEF/APV/00827

 

 

A History of Women Photographers

Por jteixeira
Rosenblum, Naomi. 2010. ; A history of women photographers. Nova Iorque: Abbeville Press.

Rosenblum, Naomi. 2010.
A history of women photographers. Nova Iorque: Abbeville Press.

 

Tinha conhecimento que Ida Kar (1908-1974) foi a primeira fotógrafa a expor numa galeria de arte contemporânea em Londres?

Ida Kar (1908-1974) nasceu na cidade de Tambov, na Rússia. Passou os primeiros anos de infância na Rússia, Irão e Egito. Em 1928, os seus pais enviaram-na para Paris para estudar medicina e química.

É na capital francesa, mais propriamente em Rive Gauche (margem esquerda do rio Sena), nos antigos bairros boémios, artísticos e intelectuais que Ida Kar conheceu alguns artistas surrealistas e rapidamente interessou-se por este movimento artístico e pela fotografia de retrato a preto e branco.

O auge da carreira da fotógrafa Ida Kar foi em 1960 com a maior exposição retrospetiva na Galeria Whitechapel, em Londres e que marcou um ponto de viragem na arte fotográfica do pós-guerra, pois foi a primeira fotógrafa a ter uma exposição fotográfica individual numa galeria de arte contemporânea londrina. Ida Kar foi aclamada pela crítica e provou ser um sucesso popular, com cerca de 10.000 pessoas a visitar a exposição.

A fotógrafa Ida Kar, considerada uma mulher revolucionária, cosmopolita e independente fotografou grandes artistas famosos desde pintores, escultores, autores, poetas, dramaturgos, e compositores do século XX. Os seus registos fotográficos refletiam a sua experiência pessoal dos círculos boémios de Londres (desde 1945) documentando a vida cultural do Pós-Segunda Guerra Mundial.

 

 

Did you know that Ida Kar (1908-1974) was the first female photographer to display her work in a contemporary art gallery in London?

Ida Kar (1908-1974) was born in the city of Tambov, Russia. She spent her early childhood years in Russia, Iran, and Egypt. In 1928, her parents sent her to Paris to study medicine and chemistry. It was in the French capital, more precisely in the old bohemian, artistic and intellectual Rive Gauche districts (on the left bank of the River Seine), that Ida Kar met several surrealist artists and quickly became interested in this artistic movement and in black and white portrait photography.

The peak of photographer Ida Kar’s career was in 1960 with the largest retrospective exhibition at London’s Whitechapel Gallery, which marked a turning point in post-war photographic art, as she was the first female photographer to have a solo photographic exhibition in a contemporary art gallery in London. Ida Kar was critically acclaimed and proved to be a popular success, with some 10,000 people visiting the exhibition.

Ida Kar, considered a revolutionary, cosmopolitan, and independent woman, photographed famous 20th-century artists including painters, sculptors, authors, poets, playwrights, and composers. Her photographic records reflected her personal experience of London’s bohemian circles (since 1945) documenting the cultural life of the Post-World War II era.

REABERTURA DE SERVIÇOS DE ATENDIMENTO PRESENCIAL | 15 de março de 2021

Por cpfcreator

Na sequência da Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021 do dia 11 de março, publicada em Diário da República n.º 50-A/2021, Série I de 2021-03-13, que aprova o decreto que regulamenta o Estado de Emergência decretado pelo Presidente da República, informamos que se encontram abertos ao público os serviços de atendimento presencial do Centro Português de Fotografia.

Nº 3 Brownie Model B, ca. 1908-1934

Por jteixeira
Eastman Kodak Company, Rochester, Nova Iorque, EUA;  Coleção António Pedro Vicente, Coleção de Câmaras e Equipamento Fotográfico, PT/CPF/CCEF/APV/01310

Eastman Kodak Company, Rochester, Nova Iorque, EUA
Coleção António Pedro Vicente, Coleção de Câmaras e Equipamento Fotográfico, PT/CPF/CCEF/APV/01310

 

 

No ano em que nasce a fotógrafa russa Ida Kar (1908-1974), a Kodak apresenta no mercado a câmara Nº 3 Brownie Model B.

De construção em madeira revestida a uma imitação de couro, este caixote Brownie utiliza filme em rolo 124 para imagens 8×11 cm. Possui uma objetiva acromática de menisco, de foco fixo e abertura única e um obturador de guilhotina rotativo.

George Eastman patenteou a sua primeira câmara Kodak em 1889 e o seu slogan “You press the button we do the rest” ficou conhecido por todo o mundo. Durante mais de um século, os inúmeros modelos de câmaras lançados pela marca revolucionaram a forma de fazer fotografia. O ato de fotografar ganha uma nova dimensão e todo o restante trabalho técnico associado passa a ser realizado pelos laboratórios fotográficos.

 

 

 

 

 

In the year Russian photographer Ida Kar (1908-1974) was born, Kodak launched the Nº 3 Brownie Model B camera on the market.

Made of wood with a leather imitation cover, this Brownie box uses 124 roll film for 8x11cm images. It has a meniscus acromatic lens, fixed focus and aperture, and a rotary shutter.

George Eastman patented his first Kodak camera in 1889 and his slogan “You press the button, we do the rest” became known all over the world. For over a century, the brand’s numerous camera models revolutionised photography. The act of photographing took on a new dimension and all the associated technical work started to be carried out by photographic laboratories.

 

 

 

 

Nº 3 Brownie Model B, ca. 1908-1934

Eastman Kodak Company, Rochester, New York, USA

Camera and Photographic Equipment Collection/António Pedro Vicente Collection,

PT/CPF/CCEF/APV/01310

 

 

Ida Kar (1908 – 1974)

Por jteixeira
Marie-Hélène Vieira da Silva, artist, 1960; PT/CPF/CNF/000563

Marie-Hélène Vieira da Silva, artist, 1960
PT/CPF/CNF/000563

 

Maria Helena Vieira da Silva (n. 1908, Lisboa, Portugal; m. 1992, Paris, França), foi uma pintora portuguesa que trocou Lisboa por Paris em 1928 para estudar escultura.

Foi em Paris que conheceu o seu futuro marido, o pintor húngaro Árpád Szenes e em 1929 deixou a escultura e dedicou-se à pintura. Esta fotografia foi tirada por Ida Kar no seu estúdio da rua de l’Abbé-Carton, em Paris.

Ida Kar foi uma fotógrafa russa que trabalhou principalmente em Londres depois de 1945 e retratou, a preto e branco, muitos artistas e escritores.

Esses retratos de grandes artistas refletem  os círculos boémios de Paris e Londres em que se movia. Embora tivesse desbravado novos caminhos, Kar não conseguiu  integrar-se no ambiente fotográfico, cada vez mais comercial da década de 1960. Morreu no anonimato num quarto, em Bayswater, em 1974.

 

 

 

 

Maria Helena Vieira da Silva (b. 1908, Lisbon, Portugal; d. 1992, Paris, France), was a portuguese painter who moved to Paris from Lisbon in 1928 to study sculpture.

There she met her future husband, Hungarian painter Árpád Szenes and in 1929 gave up sculpture for painting. This photograph was taken by Ida Kar in her studio at rue de l’Abbé-Carton in Paris.

Ida Kar  was a russian photographer active mainly in London after 1945 and took many black-and-white portraits of artists and writers.

Her portraiture of major artistic figures reflected her personal experience of bohemian circles in Paris and London. Although breaking new ground, Kar failed to integrate herself into the increasingly commercial photographic environment of the 1960s. She died in obscurity in a Bayswater bedsit in 1974.

 

 

Aristides de Sousa Mendes, o Cônsul Humanitário | Mostra documental

Por joanabraga

Torre do Tombo | Mostra documental | Até 30 de agosto de 2021

ARISTIDES DE SOUSA MENDES, O CÔNSUL HUMANITÁRIO

O Arquivo Nacional da Torre do Tombo promove uma mostra de alguns documentos que nos avivam a memória para a atuação altruísta e humanitária de Aristides de Sousa Mendes enquanto cônsul-geral de Portugal em Bordéus, que  ao passar em poucos dias milhares de vistos salvou outras tantas vidas, comprometendo irremediavelmente a sua.

Veja aqui a exposição virtual

 

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Damião de Góis: um humanista na Torre do Tombo

Por joanabraga

Damião de Góis era guarda-mor da Torre do Tombo, quando em 4 de abril de 1571, foi acusado de heresia e preso pela Inquisição. Foi há 450 anos. Ler mais

 

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Novas exposições virtuais

Por joanabraga

Três novas exposições: Extinção do Tribunal do Santo Ofício e da Inquisição | Damião de Góis: um humanista na Torre do Tombo | Aristides de Sousa Mendes: o Cônsul Humanitário

Extinção do Tribunal do Santo Ofício e da Inquisição

Em 1821, a 31 de março, o Tribunal do Santo Ofício e a Inquisição foram extintosSaber mais

Damião de Góis: um humanista na Torre do Tombo

Damião de Góis era guarda-mor da Torre do Tombo, quando em 4 de abril de 1571, foi acusado de heresia e preso pela Inquisição. Foi há 450 anos. Saber mais

Aristides de Sousa Mendes: o Cônsul Humanitário

Mostra-se a atuação altruísta e humanitária de Aristides de Sousa Mendes enquanto cônsul-geral de Portugal em Bordéus, que ao passar em poucos dias milhares de vistos salvou outras tantas vidas, comprometendo irremediavelmente a sua. Saber mais

 

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Exposição | Flora Fluminense: o remanescente do exemplar do vice-rei | 29 março – 30 junho 2021

Por joanabraga

Integrada na programação Lisboa Capital Verde Europeia, a Torre do Tombo promove uma exposição da obra de Frei José Mariano da Conceição Veloso (1741-1811) “Florae Fluminensis, também conhecida por Flora Fluminense. É tida como o estudo mais notável do referido botânico, devido à profusão de registos de plantas, bem como à precoce adoção do sistema de classificação de Lineu.
Na Torre do Tombo estão disponíveis cinco dos volumes originais da obra, datados de 1790, com uma surpreendente variedade de desenhos dos espécimes botânicos recolhidos por Frei Veloso e a sua equipa no Rio de Janeiro.

Pode consultar o catálogo em: http://online.anyflip.com/kybc/hwgg/mobile/index.html

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REABERTURA DOS SERVIÇOS PRESENCIAIS – ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO

Por joanabraga

Dia 15 de março de 2021
Na sequência do comunicado do Conselho de Ministros do dia 11 de março, que aprova o decreto que regulamenta o estado de emergência decretado pelo Presidente da República, informamos que estarão abertos ao público, a partir do dia 15 de março, os Serviços presenciais do Arquivo Nacional da Torre do Tombo e restantes Serviços dependentes da DGLAB.

Serviços do Arquivo Nacional da Torre do Tombo | Horário

O ANTT passa a estar aberto ao público das 10.00 h às 17.00 h, de segunda a sexta.

O serviço encontra-se encerrado ao Sábado.

Nos Serviços em que existam espaços com cacifos – Deve ser mantida a distância de segurança (2 metros) e seguir as instruções do segurança/funcionário, aguardando a sua vez.
Nos elevadores – É permitida a utilização por apenas 1 pessoa de cada vez.
Nas zonas de circulação – Mantenha a distância de segurança (2 metros).
Área de Referência – O acesso a esta área será restrito à utilização, no máximo, de 6 postos de pesquisa. Estes postos devem ser usados prioritariamente para consulta dos recursos informativos da instituição.
Sala de Leitura Geral – A lotação máxima é de 25 lugares. As restantes condições de acesso e procedimentos que não contrariem a presente informação encontram-se definidas no Regulamento da Sala de Leitura.
◦ A requisição de documentos é efetuada exclusivamente através dos “Pedidos antecipados de consulta”, realizados no sistema CRAV, a formular no sítio web do ANTT, endereço: https://digitarq.arquivos.pt/
◦ Os pedidos de reprodução serão formulados e respondidos através do seguinte endereço: https://digitarq.arquivos.pt/oservices
Salas de exposições – É definido um número máximo de 5 pessoas em simultâneo. Respeite esse número e mantenha a distância de segurança (2 metros).
Salas de reuniões e eventos – É temporariamente suspensa a cedência e utilização de salas para realização de reuniões e eventos públicos.
Serviços de restauração – Até 19 de abril, e em função das medidas que o Governo venha a confirmar para a restauração, o bar/cafetaria estarão encerrados. No ANTT, no Piso 1 e 2, junto ao átrio, estão disponíveis ao público duas máquinas dispensadoras de café.

Serviços Dependentes da DGLAB
Para informação sobre a abertura e procedimentos a ter em consideração nos restantes serviços dependentes da DGLAB – Arquivos Distritais, CPF e Arquivo Histórico Ultramarino – consulte as respetivas páginas eletrónicas através do seguinte endereço: http://dglab.gov.pt/contactos-arquivos/

REFORÇO DE MEDIDAS DE PROTEÇÃO FACE À PANDEMIA DE COVID-19
Na reabertura dos Serviços presenciais nos Serviços dependentes da DGLAB, reforçamos o apelo à colaboração e cooperação de todos – leitores, visitantes e trabalhadores – no sentido de se continuar a cumprir as medidas instituídas com vista ao combate face SARS-COV-2 e à doença COVID-19.

No acesso aos edifícios dos Serviços dependentes da DGLAB são obrigatórias as seguintes medidas de proteção:
• Distanciamento físico;
• Higienização das mãos com solução antissética de base alcoólica;
• Usar máscara e mantê-la por todo o tempo até à sua saída do edifício.
É assegurada a desinfeção regular de pontos de contacto como portas, puxadores, botões de elevadores, balcões e equipamentos de uso público, bem como a necessária ventilação.
Sempre que se ausente temporariamente e regresse à sala de leitura/referência deve voltar a desinfetar as mãos com solução alcoólica disponibilizada.

Gratos pela sua cooperação e sejam bem-vindos, novamente, aos nossos serviços.

Diretor-Geral
Silvestre Lacerda

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Pós-graduação em Arquivística Histórica

Por joanabraga

A Pós-Graduação em Arquivística Histórica oferece formação teórica e prática numa área de estudos inovadora e emergente que promove uma abordagem interdisciplinar entre a História, a Ciência da Informação e a Ciência Arquivística.

Mais informações:

https://www.vinculum.fcsh.unl.pt/arquivistica-historica/

https://www.vinculum.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/2021/02/PG_v2-2_folheto_web.pdf

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Catálogo digital da exposição | Entre a Cruz e o Crescente: O Regate de Cativos

Por joanabraga

Catálogo digital da exposição comemorativa dos 800 anos da fundação do Convento da Trindade de Lisboa (1218-2018) – Entre a Cruz e o Crescente: O Resgate de Cativos, produzido pela Câmara Municipal de Lisboa / Direção Municipal da Cultura / Departamento de Património Cultural.

A exposição esteve patente no Arquivo Nacional da Torre do Tombo em 2018.

Pode ser consultado aqui

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Concurso de fotografia – “MARCA DO PATRIMÓNIO EUROPEU – A EUROPA COMEÇA AQUI”!

Por joanabraga

A Marca do Património Europeu (MPE) é uma iniciativa da Comissão Europeia para melhorar o conhecimento da história, património e valores europeus comuns. O objetivo da MPE é enfatizar e reforçar o sentimento de pertença à União entre todos os cidadãos europeus, especialmente os jovens.

A Marca do Património Europeu transforma as antigas fronteiras em pontes, encoraja o diálogo intercultural e cria um sentimento de pertença a uma Europa unida.

O concurso de fotografia é uma das atividades educativas e promocionais do projeto europeu EHL@N – uma rede de cooperação de cidades e lugares da Marca do Património Europeu.

O organizador do concurso é o consórcio do projeto,EHL@N representado pelo líder do projeto ‘Burghauptmannschaft Österreich’ – Palácio Imperial de Viena e a Associação dos Sítios da Marca do Património Europeu (MPE).

O objetivo do concurso é promover os valores fundamentais da MPE baseados nos princípios da liberdade, democracia, respeito pelos direitos humanos, diversidade cultural e linguística, tolerância e solidariedade, que são representados pela Marca do Património Europeu e os locais por ela homenageados.

O tema do concurso centrar-se-á nos sítios da MPE – eventos que aí se realizam e todo o tipo de atividades de promoção do património europeu. As fotografias devem ser acompanhadas de uma narrativa pessoal em relação ao sítio e aos valores com relacionados com o Sítio.

O concurso é aberto ao público – cidadãos de todos os países podem participar no concurso, respeitando todos os requisitos formais e técnicos. O concurso está aberto a todos os amadores e fotógrafos profissionais interessados. Os participantes serão qualificados em duas categorias etárias: jovens – abaixo dos 30 anos (incluindo 30) e adultos – acima dos 31 anos.

Duração do concurso: 15 de fevereiro de 2021 – 14 de março de 2021. As fotografias pré-selecionadas pelo Júri (20 em cada categoria etária) serão apresentadas a um público alargado que, no processo de votação pública na página eletrónica do projeto, selecionará os vencedores em ambas as categorias etárias. Juntamente com o início do concurso de fotografia, será lançado na página eletrónica do EHL@N www.ehl-network.eu.

Os resultados da votação serão anunciados a 9 de maio de 2021 na página eletrónica e meios de comunicação social do Organizador do Concurso e nas páginas eletrónicas das instituições europeias que fazem parte do Júri. Os vencedores receberão um prémio monetário no valor de 500 EUR.

“Ao fotografar tornará visível o que, sem si, talvez nunca tivesse sido visto”. – Robert Bresson.

Documentação:

Regulamento.
Rules;
Comunicado de Imprensa
Press Release;
Application-Form/Formulário de Candidatura

Consentimento parental

Procedimentos

 

As questões relativas ao concurso e pedido de informações adicionais devem ser enviadas ao Secretário do concurso (organizado pela Cidade de Lublin – parceiro do projeto EHL@N):
– Katarzyna Czerlunczakiewicz, e-mail: kczerlunczakiewicz@lublin.eu
– Michał Trzewik, e-mail: mtrzewik@lublin.eu

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Torre do Tombo | Encerramento Serviços de Leitura presencias

Por joanabraga

Atendendo ao determinado pelo Decreto nº 3-A/2021, de 14 de janeiro, Anexo I, para a contenção da COVID-19, os Serviços de Leitura e de Referência presencial do Arquivo Nacional da Torre do Tombo encontram-se temporariamente encerrados.

Caso necessite alguma informação deverá dirigir o seu pedido para: mail@dglab.gov.pt  ou usar o telefone nº 210037293.

Os pedidos de reprodução urgente, serão respondidos através do seguinte endereço:  https://digitarq.arquivos.pt/oservices

Encerramento da Torre do Tombo nos próximos dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2020

Por joanabraga

Tendo em consideração que o Governo, no contexto de combate à pandemia COVID19, concede tolerância de ponto aos trabalhadores, estará encerrado o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2020.

Dominus Rex | Mostra documental | Até 19 de janeiro

Por joanabraga

Dominus Rex: As Inquirições Medievais dos Reis de Portugal

Até 19 de janeiro de 2021

Arquivo Nacional da Torre do Tombo

Entrada livre

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