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Este é o primeiro registo em Portugal de grifos a nidificarem numa árvore

Por Inês Sequeira — 17 de Maio de 2021, 13:04

Foi durante os trabalhos dos censos de aves rupícolas nidificantes no Parque Natural do Tejo Internacional que dois técnicos da Quercus – ANCN fizeram esta interessante descoberta. E contaram à Wilder como tudo se passou.

Samuel Infante e Pedro Alves foram apanhados de surpresa quando andavam pelo campo a registar os casais reprodutores de diferentes espécies de aves rupícolas, também conhecidas como “aves das rochas”, por utilizarem habitualmente substractos rochosos para nidificar. Em cima de uma azinheira depararam-se com um ninho de abutre preto, já abandonado desde a época reprodutora passada, mas ocupado por um casal de grifos.

“Este é o primeiro registo em Portugal de uma nidificação confirmada de grifo em cima de uma árvore”, anunciou Samuel Infante à Wilder, lembrando que esta espécie de abutre constrói habitualmente os seus ninhos em escarpas.

Mas a surpresa não se ficou por aqui. Dentro do ninho, observaram atentamente uma cria que já mostra “um desenvolvimento significativo, com mais de dois meses de idade”, o que indica que a postura do ovo “aconteceu no início da época de reprodução”. Em Portugal, os grifos começam a nidificar em pleno Inverno, no mês de Dezembro.

Foto: Pedro Alves

Quanto à azinheira onde está assente o ninho, é uma árvore de porte médio, descreveu o técnico da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza. “Esta região do país foi desflorestada no passado, no âmbito da campanha de trigo. As árvores aqui já têm algumas décadas, mas não têm ainda muita dimensão.” Ainda assim, o ninho parece ter uma base sólida para se aguentar sem cair, ao contrário do que por vezes sucede com ninhos de abutre-preto na região. Curiosamente, a cerca de 250 metros deste casal de grifos, “instalou-se um casal de abutre-preto que está ainda em fase de incubação.”

Este é o primeiro caso do género conhecido em Portugal, mas na vizinha região da Extremadura, em Espanha, estima-se que numa população de cerca de 2.000 casais de grifo, três por cento nidificam no topo de árvores. Para isso ocupam ninhos de outras espécies, normalmente de abutre-preto ou águia-real. Também nos Balcãs são conhecidas situações semelhantes.

Ninho com grifo em cima de azinheira
Foto: Pedro Alves

Qual será a causa para esta alteração de comportamentos? Samuel Infante diz que pode estar relacionado com o aumento populacional da espécie, mas no PNTI ainda é cedo para tirar conclusões.

Aumento substancial da população reprodutora

Segundo os censos preliminares que estão em curso, estima-se que entre 244 a 259 casais de grifo iniciaram este ano a reprodução nesta área protegida – incluindo 60 casais do lado espanhol, no Parque Natural del Tajo Internacional, na província de Cáceres. Registaram-se também 59 ninhos abandonados.

A equipa verificou “um aumento substancial da população reprodutora de grifo no PNTI”, uma vez que no último censo realizado – em 1999, há mais de 20 anos – as contagens apontavam para uma população de cerca de 153 a 155 casais.

Outro dado curioso foi “a observação de casais ainda com ovos nesta época do ano e, na mesma escarpa, a poucos metros, ninhos com crias bem desenvolvidas com mais de 60 dias de idade”, acrescentam os dois técnicos da Quercus, numa nota de imprensa enviada à Wilder. “Isto ocorre porque esta espécie inicia a época de reprodução em Dezembro, podendo as posturas ocorrer no período de Dezembro a Março.”

grifo a voar
Foto: Pedro Alves

O grifo (Gyps fulvus) é uma ave necrófaga classificada como Quase Ameaçada de extinção, segundo o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, publicado em 2005. Apesar de estar hoje em recuperação, continua ainda longe da área de distribuição original que tinha no país, devido a ameaças como o envenenamento, a falta de alimento disponível e perseguição.

O Parque Natural do Tejo Internacional ocupa 26.484 hectares do distrito de Castelo Branco, numa área que se estende por parte dos concelhos de Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Vila Velha de Ródão e Nisa. Esta área protegida “alberga a maior colónia nidificante de abutre-preto em Portugal, a segunda maior população nacional de grifo e diversas espécies de avifauna criticamente ameaçadas e de elevado valor biológico, sendo o último reduto nacional para algumas delas, nomeadamente para o cortiçol-de-barriga-branca (Pterocles alchata)”, descreve a equipa.

Os censos que estão agora a realizar-se integram-se no projecto “Investigação e monitorização de avifauna no PNTI”, ao abrigo de um protocolo de colaboração assinado entre o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, a Quercus e o Fundo Ambiental, no âmbito da gestão colaborativa desta área protegida. 

Os objectivos principais são a produção, actualização e divulgação de informação científica sobre o estado e a dinâmica das populações de avifauna no parque natural, de forma a melhorar o conhecimento neste domínio, “o que é crucial para implementar futuras medidas de conservação e gestão que sejam mais direccionadas, esclarecidas e eficazes.”

O conteúdo Este é o primeiro registo em Portugal de grifos a nidificarem numa árvore aparece primeiro em Wilder.

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Over half of LGBTQI students in Europe bullied in school, says UNESCO report

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¡Hay que buscar la salida del acoso escolar!

Por maypascua — 17 de Maio de 2021, 08:09

A lo largo de esta última hemos trabajado “Estrategias e instrumentos para la detección del acoso escolar”.

En este bloque que finaliza, se han abordado temas fundamentales para:

  • Conocer Sociescuela, como herramienta para la detección e intervención en casos de acoso escolar.
  • Interpretar informes, para la detección de situaciones de riesgo.
  • Interpretar diferentes situaciones de acoso escolar, identificando sus características y tipología.

Isabel Serrano nos ha explicado:

En este módulo, hemos visto, la interesante conversación entre Isabel Serrano Astrid Rodríguez: En esta ocasión, nos explican la herramienta informática Sociescuela, para la evaluación del clima de convivencia y detección temprana de casos de acoso escolar e intervención inmediata en los centros docentes.

Además de estos contenidos audiovisuales, la plataforma del MOC ofrece en todos los módulos una selección de materiales de ampliación, disponibles en el apartado Documentos y enlaces de interés, que facilita la profundización en muchos de los temas tratados. Incluye también, el acceso a la herramienta Sociescuela, su Manual de funcionamiento Sociescuela y un Test de prueba de la herramienta

A lo largo del módulo hemos vistolos documentales “Ante el acoso escolar no te calles, cuéntalo”, que tiene como fin, prevenir y sensibilizar al alumnado de Educación Primaria y de Secundaria contra el acoso escolar, con sus respectivas guías didácticas, para Primaria y Secundaria.

En las redes sociales del MOC, durante esta tercera semana de curso ha habido una gran actividad. Nuestro grupo en Facebook sigue creciendo cada día; en él se van generando interesantes conversaciones dónde surgen propuestas y nos dais vuestras opiniones sobre las estrategias y pautas de intervención ante el acoso escolar.

Debate Módulo 3 del MOC

Esta semana os lanzábamos varias preguntas en el debate, haciendo referencia al código de silencio que impide a los adultos darse cuenta de los casos de acoso que se producen en los centros, al uso de la sociometría para evitarlo y a la realidad de su utilización en los centros.

✅ ¿Sabías que es habitual que muchos de los casos de acoso permanezcan ocultos debido al código de silencio que impera en los centros?

No siempre los profesores son informados de los alumn@s que sufren acoso escolar en el centro, debido en ocasiones, a la ley de protección de datos.

No obstante, está claro según nos contáis que el código de silencio está instaurado con mucha fuerza en muchos centros y por eso cuesta intervenir en los primeros momentos, muchas veces porque los propios docentes dejan fluir la situación por no sacar “las cosas de contexto” o por otras múltiples situaciones:

  • Los alumn@s no lo cuentan, por los miedos que genera el pensar que hablar empeorará las cosas. No sólo por parte de la víctima sino también por los implicados y a su vez cómplices. 
  • El código de silencio es complicado de romper.
  • Algunos maestr@s no lo dan la importancia que merece, porque suponen que son pequeños conflictos.
  • Porque muchas situaciones se normalizan por parte de toda la comunidad educativa, se sigue pensando que no pasa nada y que no merece la pena intervenir,
  • Por falta de formación en los docentes en materia de acoso escolar.
  • Aún hay docentes que no se quieren implicar, por fortuna cada vez son menos.
  • A veces, sigue siendo un tema tabú para el profesorado. La falta de formación e implicación del profesorado puede llevar a que ocurra esto.

Lamentablemente la ley del silencio sigue siendo una lacra contra la que luchar, quizá enfatizando en que lo cobarde es callar y lo valiente el decir. La campaña de NO TE CALLES es fundamental.

En muchos casos, no es necesario contar todo lo que ocurre si la situación es demasiado delicada o sensible, por proteger al alumno/a en cuestión, pero si se da la información oportuna se puede parar o amortiguar las consecuencias. Porque, al fin y al cabo, ¡tod@s somos un equipo!.

En vuestra opinión, la clave está en detectar las situaciones de acoso cuanto antes, actuar rápido y tolerancia cero.

✅ ¿Utilizas habitualmente la sociometría para conocer la estructura social de los grupos de clase y detectar posible casos? ¿Lo hacéis de forma generalizada en el centro? ¿Cómo compartís y actuáis ante los resultados obtenidos?

Hay distintas opiniones, muchos si habéis utilizado esta herramientas, y en otros casos no la conocíais o solo de oídas, pero no la habéis aplicado. Estáis animad@s a probarla en vuestros centros, una vez habéis aprendido y visto en este MOC muchas de sus utilidades.

Estas son alguna de vuestras aportaciones:

Quienes habéis utilizado ya Sociescuela pensáis, que es una buena herramienta, que te permite ver la estructura del grupo y los puntos débiles. Resulta muy útil en cuanto a la supervisión de la clase, el entrono y las relaciones que se establecen entre los alumn@s del grupo. Además de dar a conocer el clima social del aula, ayuda a detectar los posibles casos de futuro acoso o de acoso que se estén dando ya. También da pistas del aislamiento “voluntario” de alumn@s que les cuesta más relacionarse.

No contáis, que en algunos centros no se pasa Socioescuela a todos los grupos, pero si cuando se perciben dificultades que pudieran hacer sospechar que hay conflictos significativos en el grupo, o cuando las familias o profesores alertan sobre un posible caso de acoso. Considerando que es un instrumento muy eficaz sobre todo por las orientaciones que ofrece sobre intervención.

En algunos centros utilizáis la sociometría, para entender mejor las relaciones que se dan en los grupos en el que existen muchos problemas de convivencia. Posteriormente, se valoran los resultados y se decide si iniciar un protocolo de acoso escolar, establecer una pautas de observación y un calendario de reuniones que permita concretar si se trata de acoso escolar o de un conflicto entre iguales.

Los docentes que trabajáis en cursos de infantil o los primeros años de la educación primaria, utilizáis la sociometria pero de otra manera, por ejemplo con la observación de los niñ@s en momentos de juego y el con el análisis de tareas, por ejemplo dibujarse jugando con sus amigos. También a través de asambleas y de cuentos como “De mayor quiero ser feliz”. Simplemente, escuchando a los niños y niñas se puede obtener mucha información, ya que se ponen en el papel de los personajes de los cuentos y les ayudan a verbalizar lo ocurrido.

En estas etapas iniciales, ya se empieza en muchos casos a mostrar dificultades de relación, incluso a establecerse cuál es su “Rol” dentro del grupo. Es importante empezar a contar con las herramientas necesarias para actuar desde edades bien tempranas, porque así se evitarían muchos casos de acoso en cursos superiores.

En alguna intervención resaltáis que el test Sociescuela es bastante complicado de realizar por los alumnos más pequeños de primaria, quizá habría que a hacer lo que proponéis, una adaptación más sencilla de entender y con muchas menos preguntas, pero que sitúe al maestr@ en el plano del aula con los alumn@s. 

Con los niños y niñas más pequeños es muy importante realizar juegos en las clases, en los patios, incluso a través de la observación del juego libre, se puede obtener mucha más información de lo que pensamos sobre cómo se encuentra el grupo a nivel psico-social. A través del juego, se descubren muchas cosas, que por las características del trabajo en el aula no se suelen ver al impartir las materias curriculares.

✅ ¿Te sientes capacitad@ para detectar este problema, con los conocimientos, recursos y apoyo necesario?

La opinión generalizada es, que los docentes os formáis por vuestra cuenta echando de menos alguien experto que imparta la formación. Agradeciendo iniciativas como este MOC, que ayuda mucho a su formación en esta materia de mejora de la convivencia y prevención de acoso escolar.

Os sentís capacitad@s a la hora de detectar el problema, pero siempre y cuando se cuente con el apoyo de la comunidad educativa, eso es esencial.

Pensáis, que sería necesaria más implicación de toda la comunidad educativa, porque al final, lo que sucede en un centro tiene que ser compartido por toda la comunidad educativa, ya que tanto las conductas autolesivas, como el acoso pueden darse en cualquier parte del centro, incluida la entrada y la salida, por lo que, no solo los docentes tienen que estar al tanto, sino también conserjes, personal del comedor, personal de limpieza…

La comunidad educativa del centro es fundamental, una buena comunicación con tutores, profesores de guardias, el PTSC y también reuniones y tutorías con las familias resulta esencial para una buena y pronta detección del acoso. Por último, contar con la colaboración de los propios alumnos, haciéndoles participantes activos y responsables contra el acoso.

Es sumamente importante ofrecer una formación específica a los docentes para poder utilizar herramientas de prevención y detección de acoso escolar. Pero no solo a los docentes, debe de ofrecerse formación a toda la comunidad educativa,

Algunos aspectos que pueden ser susceptibles de mejora:

  • Tener un código de actuación conjunta para el profesorado, así se podría informar a todo el claustro.
  • Desde los centros y la administración, se deberían realizar formaciones coordinadas, para que todo el profesorado no solo supiera como detectarlo, sino como actuar.
  • Invertir en formación del profesorado en estos temas, para que se pueda prevenir, detectar y actuar ante casos de acoso.
  • Es necesaria una formación o guía desde los centros para conocer exactamente cómo actuar en caso de tener alguna sospecha de acoso.
  • Dejar de normalizar muchas situaciones que impiden que nos demos cuenta claramente de los casos y sobre todo en una etapa temprana para poder actuar a tiempo.
  • Presencia de un educador social en los centros, sobre todo en los de difícil desempeño, con el fin de trabajar las emociones, dinamizar patios…
  • La admninistración y la estructura educativa obliga a cumplir con unos contenidos, los docentes están a tope de horas lectivas y con poco tiempo para poder formarse, preparar estrategias, actividades.
  • Disponer de más horas para poder poner en práctica las dinámicas que ofrece el equipo de orientación.
  • Dedicar más tiempo, de manera grupal e individual a los alumnos es prioritario para trabajar la convivencia, a pesar de que se “pierda” tiempo en dar los contenidos.
  • Mejorar la comunicación por parte de todo el equipo educativo; Establecer ciertas normas por el tema de protección de datos y disponer de una organización o pautas de como proceder según las circunstancias.
  • Disponer de asesores especializados.
  • No sólo la prevención enfocada en detectar el problema rápidamente, sino que hay que reflexionar y desarrollar planes y programas para realmente prevenir, trabajando los aspectos emocionales, las habilidades sociales y de integración social de forma integral y que implique a todos los sectores de la comunidad educativa.
  • Crear una educación llena de valores y empatía que involucre a tod@s; desde la familia, que es quien siembra los primeros pasos de los niñ@s hasta la sociedad en general.
Sociescuela

En alguna intervención nos explicáis, que los docentes de infantil veis, en muchas ocasiones, ciertas dificultades de relación entre los alumnos y en las dinámicas sociales que hay entre ellos. Sentís, que es una etapa abandonada en muchos niveles orientativos al no ser obligatoria. Sin embargo, es donde se puede observar conductas disruptivas o inhibidas que pueden dar lugar posteriormente a casos de acoso. Sino se empieza a saber gestionar los conflictos que surgen en esta etapa, puede dar lugar a ciertas actitudes en etapas posteriores.

Es importante trabajar la asertividad desde edades tempranas, nos cuenta una profesora de infantil. Ayudar a los niños y niñas a decir si y no y explicar a sus compañer@s que algo no les gusta. Por otro lado, es importante, no ocultar los conflictos y especialmente si hay algún indicio de alguien que esté sufriendo o sea víctima de acoso escolar.

Son muchos los recursos y enlaces que se han compartido esta semana en los espacios sociales del curso. Os damos las gracias y os animamos a seguir haciéndolo, la semana que viene. Además, recordamos que tenemos un repertorio muy amplio de recursos en Pinterest ConvivenciaCRIF.

Dejamos a continuación una muestra de estos recursos que hemos compartido en la redes sociales, para trabajar el acoso en las aulas y también las buenas prácticas de los centros:

Os propusimos lecturas para trabajar en las aulas: La lección de Angus (de la serie Wonder), Por cuatro esquinitas de nadaEl monstruo de coloresReírme contigo, nunca de ti… Y algunos audiovisuales, como #AtrapadosWow y la película Cobardes y su guía didáctica, entre otros. 

En la encuesta de la semana os preguntamos sobre si conocíais la herramienta sociescuela, el resultado es que en muchos casos ya la conocíais, pero también l@s que habéis esta herramienta en este MOC, la vais a empezar a utilizar a partir de ahora en vuestros centros escolares.

Esperamos que os haya resultado interesante esta semana y os esperamos en la nueva que empieza donde trataremos, “El papel del docente como agente fundamental para el desarrollo de un buen clima de convivencia y su intervención en casos de acoso”.

Muchas gracias por vuestro esfuerzo y dedicación, ¡seguimos aprendiendo entre todos!

Dinamización: May Pascua (Social Media-Community Manager)

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Fazer em Rede - Prémio Boas Práticas

17 de Maio de 2021, 08:00

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Continua aberta, até 28 de maio, a terceira fase da candidatura ao Prémio Boas Práticas.
Com este prémio, que integra a distinção Fazer em rede | Distinguir para Inspirar, a RBE aposta na disseminação do trabalho desenvolvido pelos professores bibliotecários no sentido de fazerem das bibliotecas locais de referência nas suas escolas, como fonte de inspiração para outras bibliotecas escolares.

Uma boa prática procura dar uma resposta eficaz a um problema ou necessidade sentido(a) pela biblioteca escolar e em cuja concretização é posto um grande cuidado. Esses problemas ou necessidades podem ser identificados na sequência da implementação do processo de avaliação, visto que o Modelo de Avaliação da Biblioteca Escolar, nos seus quatro domínios, aponta múltiplas pistas para ações de melhoria.

A boa prática resulta naturalmente de uma ideia e de um propósito, mas a sua tradução prática não se fica pela ação esporádica. Pelo contrário, é continuada no tempo, consolidada e sustentável, isto é, suscetível de se manter, de evoluir e de se adaptar a novos desafios que venham a surgir.

Mais informações no portal da RBE.

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Para driblar a crise, artistas criam plataforma de streaming cultural - Metrópoles

17 de Maio de 2021, 08:00
Para driblar a crise, artistas criam plataforma de streaming cultural  Metrópoles
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Audiolivros incentivam a leitura e facilitam o acesso ao conhecimento - Folha Vitória

17 de Maio de 2021, 08:00
Audiolivros incentivam a leitura e facilitam o acesso ao conhecimento  Folha Vitória
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“Encontrei o Amor Onde Menos Esperava”: já pode encomendar o novo livro de Fátima Lopes - NiT New in Town

17 de Maio de 2021, 07:57
“Encontrei o Amor Onde Menos Esperava”: já pode encomendar o novo livro de Fátima Lopes  NiT New in Town
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