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“Tesouros Digitais para jovens” Convite para participação em concurso multimédia

Por Mário Sant'Ana — 1 de Outubro de 2021, 12:11

Gostarias de ser o co-criador de uma exposição online dos arquivos europeus?
Gostarias de fazer parte de um Campo Internacional de Verão na Hungria?
És um estudante liceal e tens entre 15 e 18 anos?

Se respondeste afirmativamente a estas perguntas e resides na Noruega, Malta, Hungria, Portugal, Espanha ou Áustria convidamos-te cordialmente para participar na nosso concurso “Tesouros Digitais para jovens”

O projeto
Este concurso está integrado no projeto financiado pela União Europeia “Tesouros europeus Digitais. Gestão de arquivos centenários no século XXI”. De acordo com um dos principais objetivos deste projeto, procuramos alcançar novas audiências!

Neste contexto estás convidado a participar. O objetivo deste concurso multimédia é a realização de uma interpretação livre de um documento de arquivo sobre a construção da Europa.
Escolhe qualquer formato que queiras, sejam palavras, imagens, áudio ou vídeo, fotografias ou um poema…. desperta a tua imaginação!
Estes documentos foram selecionados previamente pela importância que têm para, através do projeto European Digital Treasures, ter uma melhor compreensão e conhecimento da nossa história europeia comum

Vencedores
Os 16 melhores trabalhos criativos, selecionados pelo júri, farão parte de uma semana de campo internacional que irá decorrer na Hungria no verão de 2022 onde estarão presentes os vencedores da Noruega, Hungria, Malta, Portugal, Espanha e Áustria … serão os co-criadores de uma cápsula do tempo dos Arquivos da Juventude Europeia (para desenvolver estas atividades receberão formação dada por arquivistas especializados)!

Como participar
Para mais informação sobre este concurso consultar:
https://www.youngdigitaltreasures.com/, onde encontrarão toda a informação sobre datas do projeto, documentos de arquivo a serem selecionados, detalhes técnicos para submissão de candidaturas e muito mais!

Abaixo links e mais alguma informação, em português, para ajuda à inscrição:

Para qualquer dúvida, ou questão, contacte-nos através do e-mail tesouros.digitais@dglab.gov.pt

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Apresentação do livro VOZES AO ALTO!

Por joanabraga — 27 de Setembro de 2021, 12:38

Convite para a apresentação do livro VOZES AO ALTO!  que irá decorrer no dia 8 de outubro, pelas 18h00, na sala de conferências da Torre do Tombo.

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Descobertas Europeias: do Novo Mundo às Novas Tecnologias | Exposição | Prolongamento até 30 de outubro

Por joanabraga — 24 de Setembro de 2021, 08:39

A exposição Descobertas Europeias: do Novo Mundo às Novas Tecnologias vai ser prolongada até 30 de outubro de 2021. Esta é uma de três exposições transmedia previstas no âmbito do projeto Tesouros Digitais Europeus que pretende exibir alguns dos tesouros documentais europeus guardados em arquivo desde tempos remotos.
Trata-se de um projeto cofinanciado pelo Programa Europa Criativa da União Europeia e tem como parceiros os Arquivos de Estado de Espanha, da Hungria, da Noruega, de Malta, de Portugal e ainda o ICARUS (Áustria) e a Universidade de Tecnologia de Munster (Irlanda). Esta colaboração, que só foi possível graças ao património digitalizado da maioria dos arquivos, resultou numa experiência transmedia sobre a história da Europa.

Horário:
Segunda a sexta: 9h30-19h30
Sábado: 9h30-12h30
Entrada livre

Alameda da Universidade
Edifício Torre do Tombo
Lisboa

https://www.digitaltreasures.eu/

Saber mais

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Modelos Penais e Reinserção Social | Conferência | 19 out 2021

Por joanabraga — 22 de Setembro de 2021, 09:41

Modelos Penais e Reinserção Social

CONFERÊNCIA | TORRE DO TOMBO
19 outubro 2021 | 14h30-18h30

A Conferência Modelos Penais e Reinserção Social é uma das iniciativa inserida no programa de promoção da Marca do Património Europeu atribuída em 2015 à Carta de Lei de 1867 que estabeleceu uma reforma penal e das prisões com a abolição da pena de morte.

Associados a este evento está patente a exposição Sistemas Prisionais Contemporâneos em Portugal: Reintegrar e Regenerar até 19 de outubro e nesta mesma data será inaugurada a exposição – Projeto Fotográfico de Prisões Portuguesas (19 de outubro 2021 – 5 de janeiro 2022).

Estes eventos resultam de um trabalho conjunto entre o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE, o professor Daniel Fink (Universidades de Lausanne e Lucerna) e os fotógrafos Peter Schulthess e Luís Barbosa.

Programa e Inscrições

 

Site Marca Património Europeu, Abolição da pena de morte

 

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Sistemas Prisionais Contemporâneos em Portugal | Exposição 7 setembro – 19 outubro 2021

Por joanabraga — 9 de Setembro de 2021, 12:54

A exposição Sistemas Prisionais Contemporâneos em Portugal: reintegrar e regenerar é mais uma das iniciativas inseridas no programa de promoção da Marca do Património Europeu atribuída em 2015 à Carta de Lei de 1867 que estabeleceu uma reforma penal e das prisões com a abolição da pena de morte.

Associados a este evento irão ter lugar a Conferência – Modelos Prisionais e Reinserção Social, a 19 de outubro e a Exposição – Projeto Fotográfico de Prisões Portuguesas de 19 de outubro a 5 de janeiro.

Estes eventos resultam de um trabalho conjunto entre o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia do ISCTE, o professor Daniel Fink (Universidade de Lausanne) e os fotógrafos Peter Schulthess e Luís Barbosa.

Catálogo

Site Marca Património Europeu, Abolição da pena de morte

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Novas descrições disponibilizadas: João de Azevedo Coutinho (F)

Por joanabraga — 7 de Setembro de 2021, 10:55

Já está disponível a descrição do fundo João de Azevedo Coutinho. Trata-se de um fundo de pessoa singular, constituído por pareceres jurídicos de Oliveira Coutinho (séc. XVIII-XIX) e documentação relativa a João de Azevedo Coutinho Fragoso Sequeira, de carácter pessoal, decorrentes da sua carreira militar e política, entre a qual correspondência com diversas personalidades. Contém muitas notícias de carácter genealógico.

 

Veja a descrição no catálogo em linha

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Cuidar de Si É Cuidar de Todos

Por joanabraga — 27 de Julho de 2021, 07:27

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Descobertas europeias: do novo mundo às novas tecnologias | Exposição

Por joanabraga — 14 de Julho de 2021, 10:22

A Torre do Tombo apresenta de 22 de julho a 25 de setembro a exposição Descobertas europeias: do novo mundo às novas tecnologias. Esta é uma de três exposições transmedia previstas no âmbito do projeto Tesouros Digitais Europeus que pretende exibir alguns dos tesouros documentais europeus guardados em arquivo desde tempos remotos.
Este é um projeto cofinanciado pelo Programa Europa Criativa da União Europeia e tem como parceiros os Arquivos de Estado de Espanha, da Hungria, da Noruega, de Malta, de Portugal e ainda o ICARUS (Áustria) e a Universidade de Tecnologia de Munster (Irlanda). Esta colaboração, que só foi possível graças ao património digitalizado da maioria dos arquivos, resultou numa experiência transmedia sobre a história da Europa.

Ver mais: https://www.digitaltreasures.eu/

Pode visitar-nos de segunda a sexta das 9h30 às 19h30.

Esperamos por si!

Saber mais

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Biblioteca da Torre do Tombo | Novas catalogações

Por joanabraga — 14 de Julho de 2021, 09:56

A Biblioteca da Torre do Tombo disponibiliza novas catalogações

Pode consultar aqui as listas:

Analíticos da Revista Municipal
Monografias catalogadas – primeiro semestre 2021 

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COVID-19 | Testar é fundamental

Por joanabraga — 5 de Julho de 2021, 08:35

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Carta de Lei sobre a Liberdade de Imprensa | 200 anos

Por joanabraga — 25 de Junho de 2021, 17:36

A 4 de julho de 1821 as Cortes Gerais, Extraordinárias e Constituintes da Nação Portuguesa, votaram o Decreto que deu origem à Carta de Lei mandando cumprir o decreto que desenvolvia e determinava os princípios sobre a liberdade de imprensa. Ler mais…

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Projeto GEOARPAD – a memória transfronteiriça nos Arquivos do Alto Minho | Webinar

Por joanabraga — 7 de Junho de 2021, 08:16

O Arquivo Distrital de Viana do Castelo, em colaboração com a CIM Alto Minho e os Arquivos Municipais do Distrito, vai realizar um segundo webinar para a divulgação do projeto GeoArpad, no qual todas aquelas entidades estiveram envolvidas. O tema proposto é “Projeto GEOARPAD – a memória transfronteiriça nos Arquivos do Alto Minho” e será mais dedicado aos arquivos pessoais e de família.

 

É neste sentido que venho convidá-los a estarem presentes nesta sessão online, à qual poderão aceder através do link que consta do convite infra.

Programa   |   Inscrição

Link para Participação

 

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Semana Internacional dos Arquivos | 7-11 junho 2021

Por joanabraga — 24 de Maio de 2021, 07:48

 

#IAW2021 | #EmpoweringArchives

#IAW2021 | #EmpoderarLosArchivos 

#IAW2021 | #RenforcerLesArchives 

De segunda, 7 a sexta-feira, 11 de junho de 2021 , celebramos a terceira Semana Internacional de Arquivos # IAW2021 e o tema deste ano será #EmpoweringArchives .

Estamos a convidar os profissionais de arquivo e gestão da informação para se juntarem a nós em uma conversa virtual usando essas hashtags (#EmpoweringArchives e # IAW2021), para discutir:

  • Como os arquivos fortalecem a responsabilidade e a transparência, por meio do acesso à informação para responsabilizar os governos e garantir que os cidadãos possam proteger seus direitos.
  • Como a rede e a colaboração nos permitem capacitar os arquivos e a profissão para nos ajudar a alcançar nossas metas e objetivos para a profissão e nossas instituições por meio do apoio de profissões aliadas, enquanto ajudamos outros setores e o público em geral a entender o que fazemos.
  • E como desafiar a teoria e prática arquivística atual para torná-la mais diversa e inclusiva de diferentes vozes, juntamente com diferentes histórias.

Faça parte desta conversa sobre #EmpoweringArchives e comemoração do # IAW2021. Suas vozes são importantes para nós e para toda a profissão!

 

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Luís de Camões

Por joanabraga — 4 de Maio de 2021, 18:53

O Arquivo Nacional da Torre do Tombo celebra o Dia Mundial da Língua Portuguesa, 5 de maio, evocando Luís de Camões. Saber mais…

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IBERARQUIVOS | Convocatória XXIII Ajuda a projetos arquivísticos

Por joanabraga — 22 de Abril de 2021, 09:29

VEJA AQUI COMO PARTICIPAR 

 

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Dia Internacional dos Monumentos e Sítios 2021

Por cpfcreator — 15 de Abril de 2021, 16:44
“a sense of permanence” (atividade online)
18 de abril a partir das 9 horas –

 

Peça audiovisual de autoria de Frederico Dinis, inspirada no território da cidade do Porto e no forte sentimento de pertença associado à sua comunidade, explorando a atmosfera urbana como representação de outras dimensões perceptivas da cidade. (video p/b, 13’00”)
No dia 18 de abril às 9:00 será também divulgado na página do CPF no Facebook o link através do qual poderão participar nesta iniciativa e aceder à apresentação audiovisual “a sense of permanence”.

 

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Reabertura do Centro de Exposições | 6 de abril de 2021

Por cpfcreator — 9 de Abril de 2021, 15:37

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Eva Besnyö: uma retrospectiva

Por jteixeira — 9 de Abril de 2021, 14:45

Portugal. Ministério da Cultura. Centro Português de Fotografia. 1999.
Eva Besnyö : uma retrospectiva.
ISBN 972-8451-11-3.

 

Tinha conhecimento que a fotógrafa Eva Besnyö participou no movimento artístico New Photography (Nova Fotografia)?

A fotógrafa holandesa-húngara Eva Besnyö (1910-2003), de origem judaica nasceu em Budapeste, na Hungria. Em 1928, iniciou um curso de dois anos no estúdio do fotógrafo Jozsef Pecsi (1889-1956) em Budapeste onde iniciou a sua aprendizagem em fotografia publicitária e de retrato.  Em 1930, a fotógrafa decidiu mudar-se para Berlim, deixando para trás uma Hungria retrógrada e repressiva. Desde muito cedo, que Eva Besnyö descobriu o potencial da fotografia como meio de alcançar a liberdade e a independência, tendo iniciado com 20 anos a carreira de fotógrafa freelancer na vertente da fotografia documental. Em 1932, com a ascensão do nazismo, Eva Besnyö deixou a Alemanha e mudou-se para a Holanda e começou a trabalhar em encomendas de fotografia de arquitetura, de retrato e de moda. Entrou para a Sociedade Holandesa de Fotógrafos onde demonstrou um intenso compromisso com a política cultural e foi convidada a participar em muitas exposições de fotografia.

A fotógrafa Eva Besnyö consciente da estética da fotografia moderna e do movimento artístico New Photography (1920-1933), explorou os diferentes campos da fotografia afastando-se da estética expressionista e procurou através dos registos fotográficos interpretar de forma fria e objetiva a realidade social da época através do uso de enquadramentos inesperados e de fortes efeitos de luz e sombra e numa perspetiva de afastamento emocional da fotógrafa em relação ao objeto que é fotografado.

 

 

Did you know that photographer Eva Besnyö participated in the Nieuwe Fotografie (New Photography) movement?

The Dutch-Hungarian photographer Eva Besnyö (1910-2003), of Jewish origin, was born in Budapest, Hungary. In 1928, she started a two-year course at the studio of photographer Jozsef Pecsi (1889-1956), in Budapest, where she began her apprenticeship in advertising and portrait photography.

In 1930, the photographer decided to move to Berlin, leaving behind a backward and repressive Hungary. From an early age, Eva Besnyö discovered photography’s potential as a means of achieving freedom and independence, and began her career as a freelance documentary photographer at the age of 20.

In 1932, with the rise of Nazism, Eva Besnyö left Germany, moved to the Netherlands and began working on commissions for architectural, portrait and fashion photography. She joined the Dutch Society of Photographers where she demonstrated an intense commitment to cultural politics and was invited to participate in many photography exhibitions.

Eva Besnyö, aware of the aesthetics of modern photography and of the New Photography movement (1920-1933), explored the different areas of photography, moving away from the expressionist aesthetics, and sought, through her photographic records, to interpret, in a cold and objective way, the social reality of her time by using unexpected framings and strong light and shadow effects, choosing a perspective of emotional detachment in relation to the object that was being photographed.

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EVA BESNYÖ

Por jteixeira — 9 de Abril de 2021, 14:36
Holanda, 1940;  PT/CPF/CNF/000245

Holanda, 1940
PT/CPF/CNF/000245

 

A vida e a obra de Eva Besnyö não foram apenas influenciadas pelo Modernismo, mas também pelos dramáticos movimentos e eventos políticos da Europa do século 20, como o Fascismo, o Nacional Socialismo, a imigração e a perseguição. Quando a fotógrafa húngara de origem judaica chegou a Berlim em 1930, já tinha tomado as duas decisões mais importantes da vida: fazer da fotografia a sua profissão e deixar a Hungria Fascista para sempre. A arte moderna era a sua paixão. Criou verdadeiras obras-primas com sua Rolleiflex durante as suas caminhadas por Berlim. Quando Besnyö imigrou para Amsterdão em 1932, era uma das referências da New Photography: os seus retratos, as fotografias de arquitetura e as paisagens mantêm a sua intensidade até hoje. Trabalhou como fotógrafa até os anos 1980 e como cronista do movimento feminista Dolle Mina: um grupo de ativistas feministas radicais de esquerda holandesa, estabelecido em dezembro de 1969 com o objetivo de melhorar os direitos das mulheres recorrendo ao humor na demonstração dos seus protestos.

 

 

 

 

Eva Besnyö’s life and work were not only influenced by Modernism but also by the dramatic political movements and events of 20th century Europe such as Fascism, National Socialism, immigration and persecution. By the time the Hungarian-Jewish photographer arrived Berlin in 1930, she had made the two most importante decisions of life: to make photography her profession and to leave Fascist Hungary forever. Modern art was a passion for her. She produced true masterpieces with her Rolleiflex during her expeditions around Berlin. When Besnyö immigrated to Amsterdam in 1932, she was one of the outstanding representatives of New Photography: her portraits, architectural views and landscapes have retained their intensity to this day. She worked as a photographer until the 1980s, and among her other roles as a chronicler of the Dolle Mina feminist movement: a Dutch left-wing radical feminist activist group, established in December 1969. Their aim was to improve women’s rights through playful and humorous protest demonstrations.

 

 

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La Francia, 1910

Por jteixeira — 9 de Abril de 2021, 14:35

Mackenstein, Paris, França
Coleção António Pedro Vicente, Coleção de Câmaras e Equipamento Fotográfico, PT/CPF/CCEF/APV/00827

 

 

No ano em que nasce a fotógrafa húngara Eva Besnyö (1910-2003), surge em França, lançada pela marca Mackenstein, a câmara jumelle monocular La Francia.

Sendo uma câmara resistente e bastante robusta, a campanha publicitária da La Francia foi direcionada especialmente para as pessoas que quisessem fazer fotografia em viagens mais desafiadoras e mais exigentes.

De construção em madeira forrada a couro, esta câmara tem uma objetiva Carl Zeiss Tessar f: 6,3/136mm, um obturador de plano focal com velocidades de 1/15 a 1/2000 e um visor do tipo Newton.

Tem integrado um carregador intermutável para 12 chapas de vidro 9×12 cm.

 

 

 

 

 

In the year Hungarian photographer Eva Besnyö (1910-2003) was born, the monocular jumelle camera La Francia was launched in France by the brand Mackenstein.

Being a sturdy and quite robust camera, La Francia’s advertising campaign was aimed especially at people who wanted to take photographs on more challenging and demanding trips.

Made of leather-lined wood, this camera has a Carl Zeiss Tessar f: 6.3/136mm lens, a focal-plane shutter with speeds ranging from 1/15 to 1/2000 and a Newton-type viewfinder.
It has a built-in interchangeable magazine for twelve 9×12 cm glass plates.

 

 

 

 

La Francia, 1910

H. Mackenstein, Paris, France

Camera and Photographic Equipment Collection/António Pedro Vicente Collection,

PT/CPF/CCEF/APV/00827

 

 

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A History of Women Photographers

Por jteixeira — 15 de Março de 2021, 10:43
Rosenblum, Naomi. 2010. ; A history of women photographers. Nova Iorque: Abbeville Press.

Rosenblum, Naomi. 2010.
A history of women photographers. Nova Iorque: Abbeville Press.

 

Tinha conhecimento que Ida Kar (1908-1974) foi a primeira fotógrafa a expor numa galeria de arte contemporânea em Londres?

Ida Kar (1908-1974) nasceu na cidade de Tambov, na Rússia. Passou os primeiros anos de infância na Rússia, Irão e Egito. Em 1928, os seus pais enviaram-na para Paris para estudar medicina e química.

É na capital francesa, mais propriamente em Rive Gauche (margem esquerda do rio Sena), nos antigos bairros boémios, artísticos e intelectuais que Ida Kar conheceu alguns artistas surrealistas e rapidamente interessou-se por este movimento artístico e pela fotografia de retrato a preto e branco.

O auge da carreira da fotógrafa Ida Kar foi em 1960 com a maior exposição retrospetiva na Galeria Whitechapel, em Londres e que marcou um ponto de viragem na arte fotográfica do pós-guerra, pois foi a primeira fotógrafa a ter uma exposição fotográfica individual numa galeria de arte contemporânea londrina. Ida Kar foi aclamada pela crítica e provou ser um sucesso popular, com cerca de 10.000 pessoas a visitar a exposição.

A fotógrafa Ida Kar, considerada uma mulher revolucionária, cosmopolita e independente fotografou grandes artistas famosos desde pintores, escultores, autores, poetas, dramaturgos, e compositores do século XX. Os seus registos fotográficos refletiam a sua experiência pessoal dos círculos boémios de Londres (desde 1945) documentando a vida cultural do Pós-Segunda Guerra Mundial.

 

 

Did you know that Ida Kar (1908-1974) was the first female photographer to display her work in a contemporary art gallery in London?

Ida Kar (1908-1974) was born in the city of Tambov, Russia. She spent her early childhood years in Russia, Iran, and Egypt. In 1928, her parents sent her to Paris to study medicine and chemistry. It was in the French capital, more precisely in the old bohemian, artistic and intellectual Rive Gauche districts (on the left bank of the River Seine), that Ida Kar met several surrealist artists and quickly became interested in this artistic movement and in black and white portrait photography.

The peak of photographer Ida Kar’s career was in 1960 with the largest retrospective exhibition at London’s Whitechapel Gallery, which marked a turning point in post-war photographic art, as she was the first female photographer to have a solo photographic exhibition in a contemporary art gallery in London. Ida Kar was critically acclaimed and proved to be a popular success, with some 10,000 people visiting the exhibition.

Ida Kar, considered a revolutionary, cosmopolitan, and independent woman, photographed famous 20th-century artists including painters, sculptors, authors, poets, playwrights, and composers. Her photographic records reflected her personal experience of London’s bohemian circles (since 1945) documenting the cultural life of the Post-World War II era.

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REABERTURA DE SERVIÇOS DE ATENDIMENTO PRESENCIAL | 15 de março de 2021

Por cpfcreator — 15 de Março de 2021, 10:00

Na sequência da Resolução do Conselho de Ministros n.º 19/2021 do dia 11 de março, publicada em Diário da República n.º 50-A/2021, Série I de 2021-03-13, que aprova o decreto que regulamenta o Estado de Emergência decretado pelo Presidente da República, informamos que se encontram abertos ao público os serviços de atendimento presencial do Centro Português de Fotografia.

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Nº 3 Brownie Model B, ca. 1908-1934

Por jteixeira — 12 de Março de 2021, 10:45
Eastman Kodak Company, Rochester, Nova Iorque, EUA;  Coleção António Pedro Vicente, Coleção de Câmaras e Equipamento Fotográfico, PT/CPF/CCEF/APV/01310

Eastman Kodak Company, Rochester, Nova Iorque, EUA
Coleção António Pedro Vicente, Coleção de Câmaras e Equipamento Fotográfico, PT/CPF/CCEF/APV/01310

 

 

No ano em que nasce a fotógrafa russa Ida Kar (1908-1974), a Kodak apresenta no mercado a câmara Nº 3 Brownie Model B.

De construção em madeira revestida a uma imitação de couro, este caixote Brownie utiliza filme em rolo 124 para imagens 8×11 cm. Possui uma objetiva acromática de menisco, de foco fixo e abertura única e um obturador de guilhotina rotativo.

George Eastman patenteou a sua primeira câmara Kodak em 1889 e o seu slogan “You press the button we do the rest” ficou conhecido por todo o mundo. Durante mais de um século, os inúmeros modelos de câmaras lançados pela marca revolucionaram a forma de fazer fotografia. O ato de fotografar ganha uma nova dimensão e todo o restante trabalho técnico associado passa a ser realizado pelos laboratórios fotográficos.

 

 

 

 

 

In the year Russian photographer Ida Kar (1908-1974) was born, Kodak launched the Nº 3 Brownie Model B camera on the market.

Made of wood with a leather imitation cover, this Brownie box uses 124 roll film for 8x11cm images. It has a meniscus acromatic lens, fixed focus and aperture, and a rotary shutter.

George Eastman patented his first Kodak camera in 1889 and his slogan “You press the button, we do the rest” became known all over the world. For over a century, the brand’s numerous camera models revolutionised photography. The act of photographing took on a new dimension and all the associated technical work started to be carried out by photographic laboratories.

 

 

 

 

Nº 3 Brownie Model B, ca. 1908-1934

Eastman Kodak Company, Rochester, New York, USA

Camera and Photographic Equipment Collection/António Pedro Vicente Collection,

PT/CPF/CCEF/APV/01310

 

 

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Ida Kar (1908 – 1974)

Por jteixeira — 12 de Março de 2021, 10:43
Marie-Hélène Vieira da Silva, artist, 1960; PT/CPF/CNF/000563

Marie-Hélène Vieira da Silva, artist, 1960
PT/CPF/CNF/000563

 

Maria Helena Vieira da Silva (n. 1908, Lisboa, Portugal; m. 1992, Paris, França), foi uma pintora portuguesa que trocou Lisboa por Paris em 1928 para estudar escultura.

Foi em Paris que conheceu o seu futuro marido, o pintor húngaro Árpád Szenes e em 1929 deixou a escultura e dedicou-se à pintura. Esta fotografia foi tirada por Ida Kar no seu estúdio da rua de l’Abbé-Carton, em Paris.

Ida Kar foi uma fotógrafa russa que trabalhou principalmente em Londres depois de 1945 e retratou, a preto e branco, muitos artistas e escritores.

Esses retratos de grandes artistas refletem  os círculos boémios de Paris e Londres em que se movia. Embora tivesse desbravado novos caminhos, Kar não conseguiu  integrar-se no ambiente fotográfico, cada vez mais comercial da década de 1960. Morreu no anonimato num quarto, em Bayswater, em 1974.

 

 

 

 

Maria Helena Vieira da Silva (b. 1908, Lisbon, Portugal; d. 1992, Paris, France), was a portuguese painter who moved to Paris from Lisbon in 1928 to study sculpture.

There she met her future husband, Hungarian painter Árpád Szenes and in 1929 gave up sculpture for painting. This photograph was taken by Ida Kar in her studio at rue de l’Abbé-Carton in Paris.

Ida Kar  was a russian photographer active mainly in London after 1945 and took many black-and-white portraits of artists and writers.

Her portraiture of major artistic figures reflected her personal experience of bohemian circles in Paris and London. Although breaking new ground, Kar failed to integrate herself into the increasingly commercial photographic environment of the 1960s. She died in obscurity in a Bayswater bedsit in 1974.

 

 

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Aristides de Sousa Mendes, o Cônsul Humanitário | Mostra documental

Por joanabraga — 9 de Abril de 2021, 10:00

Torre do Tombo | Mostra documental | Até 30 de agosto de 2021

ARISTIDES DE SOUSA MENDES, O CÔNSUL HUMANITÁRIO

O Arquivo Nacional da Torre do Tombo promove uma mostra de alguns documentos que nos avivam a memória para a atuação altruísta e humanitária de Aristides de Sousa Mendes enquanto cônsul-geral de Portugal em Bordéus, que  ao passar em poucos dias milhares de vistos salvou outras tantas vidas, comprometendo irremediavelmente a sua.

Veja aqui a exposição virtual

 

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