Noticias em eLiteracias

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REDES DE CONHECIMENTO - Olhares - Ana Luisa Amaral, 2018

Por Maria José Vitorino — 7 de Agosto de 2022, 12:19
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Dibujar nos ayuda a entender: los beneficios de estudiar haciendo infografías

Por Maria José Vitorino — 4 de Maio de 2022, 19:44



Dibujar nos ayuda a entender: los beneficios de estudiar haciendo infografías

Infografía y educación

Las infografías son utilizadas normalmente en el ámbito periodístico. Sin embargo, con ellas podemos exponer hechos, desarrollar situaciones, explicar historias, describir procesos, etc., por lo que su uso se está comenzando a esparcir a otros ámbitos, como el educativo.

Su empleo en la educación es muy novedoso aún, y presenta dos vertientes: por una parte, como un modo para presentar información en el aula y llamar la atención de los alumnos. Por otra parte, haciendo que el alumno realice una infografía para que desarrolle habilidades como la búsqueda, adquisición y asimilación de la información, ya que para plasmar una determinada información en la infografía hay que conocer en profundidad un determinado tema.

Nos enfrentamos a una realidad diferente, en la que hay que adaptarse a las circunstancias que puedan venir, y la covid-19 es muestra de ello. Debe haber una educación que llegue a las aulas, pero también a las casas, a los hospitales, a alumnos con necesidades especiales, etc. La educación visual y las tecnologías de la información y la comunicación son las grandes líneas del futuro de la educación capaces de conseguirlo.

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artsteps | Make your own VR Exhibitions

Por Maria José Vitorino — 23 de Fevereiro de 2022, 12:31
artsteps | Make your own VR Exhibitions
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Descubram Maxine Greene | Maxine Greene Institute

Por Maria José Vitorino — 5 de Janeiro de 2022, 16:28

 

About the Institute

The Mission

The Maxine Greene Institute promotes the philosophy of Maxine Greene and the practice of aesthetic education and social imagination.
 

The Vision

The Institute provides community activities and a virtual space for dialogue and reflection among educators, teaching artists, scholars, students, and those interested in related philosophies and practices

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Quem move a biblioteca é quem nela trabalha diariamente

Por Maria José Vitorino — 28 de Dezembro de 2021, 19:15

Quem são os/as professores/as bibliotecários/as em Portugal Continental nas escolas integradas na RBE, mais de metade, embora menos de 2/3, com formação académica "específica"? E nas que não a integram, quem desempenha (ou não desempenha) funções similares?
Como será a situação do resto das equipas envolvidas na gestão e dinamização das bibliotecas escolares do mesmo território?
E nos Açores (RRBE)? E na Região Autónoma da Madeira?

Ler mais aqui





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Alfabetização na Idade Certa - pacto entre universidade,, governos locais, professores e escolas

Por Maria José Vitorino — 17 de Dezembro de 2021, 07:27

O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), é uma ação que se fundamenta em uma política nacional de formação continuada de professores alfabetizadores acerca da aprendizagem das crianças por meio de um compromisso formal assumido pelos governos Federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios. Seu objetivo é o de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do Ensino Fundamental, de modo a propiciar direitos à educação de qualidade, tanto no âmbito da formação continuada quanto no da alfabetização e do letramento.

Este livro reúne contribuições de diversos profissionais que têm como questão central os temas da alfabetização e do letramento na busca pela alfabetização infantil na idade certa, ou seja, de 6 a 8 anos. Os artigos se dividem dentro dos seguintes eixos temáticos: (a) Alfabetização eletramento – PNAIC e outras políticas públicas; (b) Letramentos, multiletramentos e multimodalidade; (c) Letramentos e inclusões´


(99+) (PDF) Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Letramentos múltiplos e multiletramentos: entre teorias e práticas | Joel Windle - Academia.edu
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Audiodescrição: para o futuro da acessibilidade

Por Maria José Vitorino — 8 de Dezembro de 2021, 19:48


 


Audiodescrever é converter imagens em palavras, para todas aquelas pessoas que não conseguem acessar os estímulos visuais contidos nos produtos audiovisuais. Por meio da audiodescrição, os cegos ou deficientes visuais têm como alternativa o acesso a filmes, séries, programas de televisão, peças, musicais, videogames, shows de qualquer tipo (galas, debates, esportes, etc.), arte em suas diferentes formas (pintura , escultura ou arquitetura) ou o conteúdo de páginas da web.

Audiodescrição: para o futuro da acessibilidade
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...And We'll Do it Again

Por Maria José Vitorino — 8 de Dezembro de 2021, 06:28
Comunicar Ciência, num video, 12 minutos.

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Colóquio sobre Sidónio Muralha 24, 25, 26.11.2021

Por Maria José Vitorino — 16 de Novembro de 2021, 17:45

Colóquio
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Librarians help students navigate an age of misinformation – but schools are cutting their numbers

Por Maria José Vitorino — 14 de Novembro de 2021, 17:47
80% dos alunos do secundário têm dificuldade em confirmar a veracidade das fontes
Nearly 80% of high school students struggle to verify the credibility of a source, a 2016 study found. Hill Street Studios/DigitalVision Collection via Getty Images


Librarians help students navigate an age of misinformation – but schools are cutting their numbers

School librarians hear the question all the time: Why do we need school libraries and school librarians when students have the internet?

The perception is that a computer and Wi-Fi are all students need for their informational and recreational needs.

Meanwhile, the number of school librarians in the U.S. has dropped about 20% over the past decade, according to a July 2021 study funded by the Institute of Museum and Library Services. Many states, including Arizona, Texas and Pennsylvania, do not fund or mandate school librarian positions. And an analysis from the National Center for Education Statistics revealed that Hispanic, nonwhite and nonnative English speakers are the students most affected by the decline in librarian positions.

“Access to school librarians has become a major educational equity issue,” says Keith Curry Lance, who with Debra Kachel led the IMLS study. In a recent email he told me, “School districts losing librarians tend to be ones that can least afford the loss in a society characterized by increasing economic inequality.”

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Language Access: More Than Translation | Learning for Justice

Por Maria José Vitorino — 27 de Setembro de 2021, 21:09

 


In our first issue of Learning for Justice magazine, Julie Feng—a senior communications strategist for the Community Center for Education Results—explores how the pandemic shined a bright light on a longtime problem: the need for better strategies for communicating with families in languages other than English.

“Three resources can make a meaningful difference for families,” Feng writes. “Culturally responsive interpretation and translation, support for families as they navigate the system, and a clear message that the district recognizes language access for families is essential to a child’s education—not a supplement to it.”

Our story highlights the work of school districts in Washington state that illustrated the value of prioritizing language access to improve family and community engagement. From hiring bilingual family liaisons and providing training to creating hotlines and forging genuine relationships between communities and families, these districts were able to better include their entire communities in their pandemic responses. And they were better able to ensure all families have a seat at the table in imagining the future of their children’s education.
Julie Feng (2021)
 
- senior communications strategist
Community Center for Education Results, supporting the Road Map Project.

Language Access: More Than Translation | Learning for Justice
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International Literacy Day | United Nations = Dia Internacional da Literacia | Nações Unidas

Por Maria José Vitorino — 7 de Setembro de 2021, 06:04
Faltam 24 horas para o Dia Internacional da Literacia. Faltam muitos passos para garantir o Objetivo 4 dos ODS da ONU - Educação de Qualidade.
O melhor é pormo-nos a caminho. Iremos sempre tarde, vamos sempre a tempo.
Valeu?



International Literacy Day | United Nations: International Literacy Day is celebrated annually worldwide on 8 September and is an occasion to mark literacy achievements and reflect on ways to counter remaining literacy challenges.



Mais informação, em língua portuguesa, sobre o Mês da Literacia e o Dia Internacional da Literacia, aqui https://www.pnl2027.gov.pt/np4/mesdaliteracia2021.html
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Ao longo da vida - recursos para praticas intergeracionais

Por Maria José Vitorino — 17 de Agosto de 2021, 13:37



Together Old and Young – TOY

A global movement to promote young children and older adults learning together

How it all started...

The purpose of the TOY Programme is to promote intergenerational learning and create new possibilities for older adults and young children to learn together and benefit from each others’ company. We believe that this is more important than ever before in all continents of the world.

People are living longer but older adults and young children are having less and less contact with each other. Parents and grandchildren are migrating to cities and countries far away from grandparents.  For many grandparents it is also sometimes difficult to keep in touch with grandchildren. Other reasons for the lack of contact between old and young is that in many countries, older adults are living in old peoples’ homes where they rarely see children and many young children are spending their days with their own age group in day care centres, pre-schools and schools.

The TOY Programme originated in the EU funded TOY Project (2012-2014) which took place in seven countries: Ireland, Italy, Slovenia, Spain, the Netherlands, Poland and Portugal. The TOY Project was unique amongst European intergenerational learning projects with its explicit focus on children in the early childhood years – 0 to 8 years. The Project brought together the two ends of the lifelong learning spectrum - early childhood education and activities for older adults. In collaboration with universities, NGOs and municipalities we researched, documented and supported learning initiatives involving young children and older adults in Europe. These initiatives took place in libraries, arts and cultural centres, community gardens, pre-schools and schools. Visit our TOY in Action page for more information about these initiatives and read our publications here.

From project to programme

The TOY Project demonstrated clear benefits of learning together for both young children and older adults and for communities at large. This included mutual understanding, improved feelings of wellbeing, decreased loneliness and satisfaction from sharing knowledge and experience with children and enhanced social cohesion. The TOY Programme aims to extend these benefits to more children and older adults in more communities and in more countries.

We are doing this by:

  • advocating at national and international level about the need to enhance the interaction between young children and older adults when developing policies for lifelong learning;
  • developing accessible professional development tools and training with the intention that the TOY approach will be recognised and validated in adult education, and in pre-service and continuing professional development of practitioners (visit the TOY Online Course page);
  • promoting IGL activities in disadvantaged and segregated communities (visit the TOY for Inclusion page);
  • providing information, resources and links to research about intergenerational learning worldwide involving young children and older adults (visit the Publications page and the TOY Blog).

The TOY vision

The Together Old and Young (TOY) approach to IGL brings young children (0-8) and older adults together to share experiences, have fun, learn from each other and develop meaningful relationships. Intergenerational Learning activities in TOY are friendly and informal social encounters, where children and adults can equally partake as the learner and the teacher.

Our funders

The TOY project was initiated and is promoted by International Child Development Initiatives - ICDI. We would like to acknowledge the support of the Dutch foundation Dioraphte and the European Union (Erasmus+ and DG Justice).



Latest Publications - ToyProject.net
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Bibliotecas escolares e aprendizagem à distância - o segredo está na massa (crítica, profissional, qualificada)

Por Maria José Vitorino — 17 de Agosto de 2021, 09:45


No número de Setembro de 2020 da Synergy, publicação regular da SLAV, Associação de profissionais de bibliotecas escolares de Victoria, Austrália, cuja leitura se recomenda, destaco um artigo
Susan La Marca, no Remote learning and school libraries: SLAV survey results, conclui pelo papel determinante das coleções (diversificadas, abundantes, acessíveis presencialmente e a distância), e da existência, qualificação e preparação dos profissionais das bibliotecas escolares no sucesso de ensino remoto.

Num momento em que em Portugal nos deparamos com exemplos muito desiguais de resposta das bibliotecas escolares e das decisões de gestão das escolas que as envolvem - e que vão da ampliação e inovação em serviços presenciais e à distância, ao puro e simples encerramento, afectando recursos humanos das bibliotecas escolares a outros serviços das escolas, em alguns casos durante dois anos já, sem que a Rede de Bibliotecas Escolares, aparentemente, consiga interferir nestas decisões... - estes alertas são muito úteis, reforçando os argumentos de quem não desiste de investir neste recurso transversal a todas as aprendizagens curriculares, com ou sem pandemias.
Um tempo árduo, mas também de grandes oportunidades de afirmação das Bibliotecas Escolares - esperemos que não sejam oportunidades perdidas!

La Marca, S. (2020) Remote learning and school libraries: SLAV survey results

Resumo 
The results of this survey clearly indicate the vital role of school libraries in our school communities.  There are many examples here of trained library professionals displaying creativity and flexibility in responding to the learning and teaching needs of remote learning. Results clearly demonstrate how a well-staffed and well-resourced  school  library  supports  and  enriches  a  school  community.  This is vital for learning and teaching, but also in support of the general well-being of staff and students and the common pursuit of developing resilient, life-long learners.
The results also indicate how those school libraries that were under- resourced, or poorly staffed were, to some extent, unable to respond effectively to the needs and demands of remote learning. The results highlight the importance of quality professional networks that can be trusted.  These, and other dependable institutions, become crucial in times of crisis.  Knowledge about quality resources, how to find them, organise them, and facilitate access to them for all, is a key ingredient of the school library.  Remote learning demands highlighted this, particularly where we see teacher librarians who, with a knowledge of curriculum, the learning needs of students, literacy development, and the research process, were able to support and enhance teaching and learning in a range of subject areas.Results clearly demonstrate how a well-staffed and well-resourced school library supports and enriches a school community.
The responses emphasised the continued relevance of authentic, curriculum-based, quality resources.  This clearly highlighted the need for collections of all kinds, print and digital, to be organised, accessible and managed by trained professionals who are able to teach others how to use them well, and also to put in place systems to facilitate equitable access.

View of Remote learning and school libraries: SLAV survey results
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Googleteca? A biblioteca escolar e os bibliotecários em tempos de Google - estudo de 2016

Por Maria José Vitorino — 12 de Julho de 2021, 05:59


Depende muito da escola, da família, do perfil de cada aluno, da capacidade da biblioteca escolar em colaboração com os docentes o impacto do gigante Google nos comportamentos e nas competências informacionais dos jovens.
Estudo de 2016 de 3 casos em escolas distintas, no Brasil


(99+) (PDF) Googleteca? A biblioteca escolar e os bibliotecários em tempos de Google. - Goobrary? The school library and the librarians on google age | Maria L. Amorim Antunes and Adriana B Sirihal Duarte - Academia.edu
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Educação e Constituição da República Portuguesa

Por Maria José Vitorino — 10 de Julho de 2021, 15:55

 Educação & Constituição

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Que se passa nas nossas escolas?

Por Maria José Vitorino — 10 de Julho de 2021, 10:34

Para mudar, é preciso conhecer, e aprofundar o conhecimento da realidade. A investigação ajuda.

A racionalidade formal, em busca do “menor meio”, foi dominante, por mais que o legislador tivesse insistido discursivamente em razões educativas e em critérios pedagógicos. Revelou-se, contudo, incapaz de compreender como o processo e os meios administrativos usados contrariavam, radicalmente, os fins educativos e pedagógicos anunciados. 

O predomínio de uma lógica racionalizadora centralizadora sobre uma lógica alternativa de tipo associativo autonómico pode ter permitido alguns ganhos em termos de modernização, de padronização de regras, de gestão da grande escala segundo critérios universais e orçamentais, mas menorizou a substantividade dos processos educativos, as dinâmicas institucionais, as regras organizacionais construídas no plano da ação organizacional escolar, para além de ter apoucado os atores educativos e a já mítica “autonomia da escola”. 

Os choques entre racionalidades distintamente ancoradas são, assim, inevitáveis. Mas o maior problema reside na naturalização e despolitização da razão técnico instrumental, como se todos os referenciais alternativos engendrassem soluções inaceitáveis e tecnicamente menores. 

Por isso o diálogo e a argumentação entre distintos universos de racionalidade não são apenas difíceis; mais do que isso, tendem a ser evitados, substituídos pela força da imposição normativa e pelo estabelecimento de relações de poder de tipo autoritário, coercivo e disciplinar.Em termos de estudo, os agrupamentos de escolas representam um dos mais interessantes problemas a explorar. 

Este texto pretendeu contribuir para a compreensão das políticas, dinâmicas e perfis dos agrupamentos, trabalhando dados estatísticos de proveniência oficial e procurando estabelecer relações entre eles, tendo como pano de fundo os objetivos de democratização da educação e interrogando, a partir das razões invocadas pelo legislador, as vantagens pedagógicas destas novas “unidades administrativas”.

Num contexto em que quase metade dos agrupamentos do continente são parciais – enfraquecendo o racional adotado pelo legislador –, chamou-se a atenção para: 

  • as dificuldades de democratização das suas organização, estruturas e funcionamento; 

  • as tensões entre percursos escolares integrados e justapostos; 

  • as dificuldades em garantir uma transição adequada entre níveis e ciclos de ensino (especialmente sem a reorganização destes); 

  • os limites e contradições do anunciado reforço da capacidade pedagógica das escolas; 

  • os limites apresentados à democratização, à participação dos atores e à autonomia das escolas.

in

TORRES e LIMA (2020) Políticas, dinâmicas e perfis dos agrupamentos de escolas em Portugal

Ler mais aqui http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/n237_a03.pdf

E prosseguir visionando aqui (video de 2020) https://youtu.be/Xy37RLTUpEw

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Escola em transformação, saber, curar, cuidar, tratar

Por Maria José Vitorino — 7 de Julho de 2021, 07:00


Ter as dimensões cognitivas e de empatia, de curar, cuidar, tratar são essenciais para o futuro da escola, defende António Nóvoa (Foto: Enric Vives-Rubi
o/Público)

"Mas o mais importante virá da capacidade de conhecermos, de refletirmos e de partilharmos histórias que já existem. Isto é, de sabermos que em Portugal e no Brasil, e na China e em muitos lados, em África, há professores, escolas e comunidade que estão a fazer coisas extraordinárias, mas a que nós não damos muitas vezes a devida atenção.

Que tipo de impacto esse olhar mais amplo traria?

A filósofa Simone Weil escreveu uma longa carta ao mestre dela – ele dizia que agora que ela havia concluído o doutorado, precisava de um plano de ação. Weil escreve sobre o que acha que pode ser este plano de ação para ela e termina com palavras mais ou menos assim: ‘Depois de tudo que escrevi, a sensação que tenho é que se há um plano de ação que eu gostaria de levar para frente, era dirigir-me ou trabalhar com todos aqueles que sabem ou fazem alguma coisa e para os quais não basta saber e fazer, porque desejam refletir sobre o que sabem e que fazem’.

Acho que este é o ponto. Hoje em dia não basta na área da educação nós sabermos ou fazermos alguma coisa. Por muito importante que seja, não podemos nos contentar. Temos que ser capazes, por exemplo, de refletir sobre o que sabemos e fazemos, refletir sobre as histórias e experiências que existem, sobre as coisas que nos mobilizam. Quando eu digo reflexão, eu digo individual e coletiva, reflexão que conduz a uma escrita, reflexão que conduz a uma escrita partilhada, da qual se podem retirar novas dinâmicas e aprendizagens. Acho que esse é o caminho para o futuro da educação." (2021- António Nóvoa)


António Nóvoa: aprendizagem precisa considerar o sentir
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Datos y derechos digitales: lo que conviene saber sobre las 'apps' infantiles

Por Maria José Vitorino — 3 de Julho de 2021, 03:56


Datos y derechos digitales: lo que conviene saber sobre las 'apps' infantiles
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Conoce la diferencia entre información, información errónea y desinformación según la OMS

Por Maria José Vitorino — 28 de Junho de 2021, 16:48
Conoce la diferencia entre información, información errónea y desinformación según la OMS
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Em defesa da leitura a par praticando a fluência, desejada e indispensável, para todos (10 conselhos de Shanahan)

Por Maria José Vitorino — 17 de Junho de 2021, 11:49


GO HARDER, NOT EASIER!

Here are 10 pieces of advice on teaching fluency to older students:

1.     Set a goal for the number of minutes to be devoted to such practice weekly schoolwide. Then get each department to commit to taking on a set portion of these minutes. Fluency practice doesn’t work as well in math as the other subjects, so keep the numbers low there (higher than zero, but much lower than what kids are to experience in classes that have more continuous text to read). If students are reading above the 8th grade level, I wouldn’t bother with this – they can be exempted. Each teacher is then committed to providing some number of minutes each week in their classes; let the teacher figure out the best way to organize this… some might want to spend a part of each class on fluency work, while other teachers might want to segregate this to particular days of the week. Don’t undermine your effort by making it difficult for teachers to meet the instructional goals of their content area.

2.     Explain to the students what is going on. Tell them fluency is important, tell them the books are getting harder and harder each year as they advance through school and that fluency practice is one way to increase their ability to handle such materials independently Tell them that they are going to be asked to read aloud at times, not to embarrass them but to give them the practice that will make them better readers. Stress that they will not be asked to read anything aloud to the group with everyone listening and that almost everyone will be practicing and helping each other to figure out the best way to read these texts. It is practice, not performance. They are to try to improve and the better they get at it, the less practice that will be needed.

3.     Assign partners for paired reading work. It takes too long to have kids make these placements and that kind of thing is just another source of embarrassment. Change the partnerships daily, rotating pairings through the class. That way, everyone gets to benefit from the really helpful partners, and everyone shares the burden of the partners who aren’t very helpful. It also allows the teacher to avoid partnerships that he/she suspects will be problematic – like pairing up two boys who just had a fight in the lunchroom, or pairing up the particularly self-conscious boy with the prettiest girl in class, etc.

4.     Have students take turns reading short portions of the text – like a paragraph at a time but have them read and reread the text until it sounds acceptable – acceptable means that they aren’t making a lot of word reading mistakes and that it sounds like language.

5.     The teacher needs to be involved, too, coaching the coaches and intervening when someone is having trouble. I’ve seen teachers bail when this activity is taking place, but that’s when the teacher really needs to be involved. Often, when I’m in that role, by the time I get to the third kid I find some repeated vocabulary problem that allows me to stop everybody to explain that word, etc. so everyone can progress more quickly.

6.     Remember this is teaching time. Offer kids supports that will help them to succeed. Some teachers like to read the introduction aloud to the students and provide some explanation to contextualize the content they’ll be reading about. Others pre-introduce some vocabulary they anticipate will be a barrier -- not just telling definitions but getting students to say the words. Another particularly helpful support is to parse the text, so kids know where the pauses go.

Some teachers will have students practicing a paragraph once or twice silently before reading it to a partner or having the kids take the first swing at figuring out where the pauses go. The point is to improve these students reading, not just to do repeated reading (that’s an activity rather than the point).

7.     Add a comprehension step. For example, provide a question the students are supposed to answer about each paragraph.

8.    If you have any special resources – a push in teacher, a parent volunteer, pre-student teachers from your local university, or some students from the Young Teachers Club – then you can pair your lowest readers with them. This isn’t a punishment; this simply increases the amount of time these students get to read – they don’t have to split the time with a partner – which can translate faster progress.

9.     Make sure the student know they are working with grade level materials – and that if they can read that well, you will try to provide them with even more challenging texts. Struggling readers are often embarrassed that teachers try to protect them from embarrassment by putting them in books so easy that they are embarrassing. Often with secondary students, if you want them engaged, go harder not easier – kids are willing to work hard if they feel respected and they balk when embarrassed.

10.  It helps if students can see progress. Letting them know how many words correct they were able to read initially in their history book or how their prosody rated in their science book. Another way to do this is to have the students record their initial performance s(no one has to hear but the student and, perhaps, the teacher). Later in the year, doing another recording and comparing these should help kids to see success.

Thimothy Shanahan, EUA, 2021 (professor, de larga experiência que mantém um blog precioso sobre leitura e literacia)

Fonte:

My Middle School Requires Fluency Instruction: Help! | Shanahan on Literacy
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Educação pela Arte: as lições de Arquimedes da Silva Santos

Por Maria José Vitorino — 8 de Junho de 2021, 08:37

Arquimedes da Silva Santos, mestre de mestres e de vida.

Nasceu há 100 anos. Permanece em nós, que tivemos o privilégio de o encontrar por estes caminhos, e em todos os que por nós o tocam e sentem, ainda que não lhe conheçam o nome.

Em boa hora o IPL (Lisboa) o homenageia, com uma exposição itinerante e o apoio a um livro de Miguel Falcão e Isabel Aleixo - lançado no dia 12 de julho de 2021, às 16h, no Museu do Neorealismo, em Vila Franca de Xira. Estou certa que a tarde vai ser luminosa, mesmo que chova a cântaros.

Ler mais aqui: https://www.eselx.ipl.pt/noticias/centenario-de-arquimedes-da-silva-santos

 


Como conversando com o Mestre, recordemos conceitos comuns, que nas ideias começamos e permanecemos.

"Este modelo pedagógico [a Educação pela Arte] vai para além do ensino das artes e das artes na educação, para preconizar uma Educação efetuada através das artes. O objetivo não são as artes, mas a Educação, considerando as artes como as metodologias mais eficazes para se conseguir realizar uma educação integral a todos os níveis: afetivo, cognitivo, social e motor. Podendo-se considerar o único modelo até hoje existente que aponta como seu primeiro objetivo a educação afetivo-emocional, propondo como técnicas educativas para tal propósito a Expressão (dos sentimentos, dos afetos, das emoções) Artística (pelas artes, através da Arte) e a criatividade (artística, estética, com envolvimento das emoções).

 "Concebe-se hoje a Educação pela Arte, não como formação contemplativa da Beleza, mas ativamente, procurando despertar a criatividade na criança. E a Educação pela Arte, que decorre do encontro da pedagogia moderna com as novas experiências artísticas, promoverá a formação humanística do indivíduo, pela integração e harmonia de experimentações e aquisições, facilitando mesmo o aproveitamento escolar geral e especial, num equilíbrio físico e psíquico." (Arquimedes Santos, 1981).

 Distingue-se a Educação pela Arte, das Artes na Educação e da Formação de Artistas:


Educação pela Arte

Artes na Educação

Formação de Artistas

Âmbito

Procedimento metodológico

Disciplinas curriculares

Formação profissional

Objetivo

Educar

Ensino-aprendizagem de técnicas artísticas.

Formação de artistas

Docência

Educadores e professores com formação em Educação pela Arte

Artistas com formação específica no ensino de cada arte (professor de piano, de dança, de desenho, de escultura, etc.)

Artistas com vasta experiência no seu ramo profissional

Metodologia

As artes como meio educacional

Ensino específico em cada uma das artes

Treino de aperfeiçoamento profissional

Unidades

Expressão Dramática

Expressão Musical

Expressão Plástica

Expressão Escrita

Dança Educativa

Aulas de violino, piano, desenho, escultura, pintura, dança, canto, etc.

Cada curso tem o seu currículo (atores, músicos, bailarinos, pintores, escultores, etc.)

 "A Educação pela Arte atende sobretudo à formação da personalidade. A Educação Artística abrange a formação de artistas… Numa perspetiva garretiana de formação educativa portuguesa." (Arquimedes Santos, 1981).

 As unidades da educação pela arte não se referem ao ensino-aprendizagem de saberes teóricos ou de habilidades corporais, vocais ou musicais, mas a atividades lúdico-expressivo-criativas, onde livremente o aluno se envolve em vivências estéticas autoeducativas.

 Mais do que a transmissão do saber, interessa a formação do ser. "  

Alberto B. Sousa

Fonte:
https://sites.google.com/site/albertobarrossousa/modelos-de-educacao/modelo-de-educacao-pela-arte (acedido 20210708)

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FORMAR PROFESSORES – PREPARAÇÃO, DEDICAÇÃO, PAIXÃO

Por Maria José Vitorino — 3 de Junho de 2021, 15:02

 

FORMAR PROFESSORES – PREPARAÇÃO, DEDICAÇÃO, PAIXÃO
Maria José Magalhães, Maria José Vitorino
Professoras
Escola Informação, Nº 295 (Maio 2021), p. 11-12

Ser professor tem de ser uma paixão - pode ser uma paixão fria, mas tem de ser uma paixão. Uma dedicação.

António Gedeão / Rómulo de Carvalho

A formação inicial de professores não é a última etapa de um percurso académico, mas o primeiro passo de um caminho profissional. Esta consideração é importante, e entendê-la, e aceitá-la como ponto de partida distingue, ou deveria distinguir, o ponto de vista sindical - e de um modo geral dos profissionais - sobre as políticas e as práticas de formação inicial de professores.
Várias/os investigadores/as defendem um período probatório de indução profissional.  A formação docente, desde logo a inicial, deve assumir uma forte componente práxica – reflexão entre teoria e prática, centrada na aprendizagem das/os alunos/as e no estudo de casos concretos, tendo como referência o trabalho escolar.
A formação de professores deve passar para «dentro» da profissão, isto é, deve basear-se na aquisição de uma cultura profissional, concedendo aos/às professores/as mais experientes um papel central na formação das/os mais jovens. Têm de ser as/os profissionais desta área a decidir e a determinar o quê, como e quando as/os futuros/as docentes devem aprender antes de entrar na profissão. (a exemplo das profissões médicas, de enfermagem...)
Contributos como os de António Nóvoa[1]destacam o conhecimento, o tacto pedagógico, a cultura profissional, o trabalho em equipa (incluindo também, e cada vez mais, outros profissionais), o compromisso social, transversais à exigência que se coloca a quem é docente.

Em que medida é que a formação inicial corresponde aos desafios que estão colocados, hoje, e ao perfil do/a aluno/a? Como se articulam a formação inicial e a contínua?
Não tem sentido abordar a formação inicial de professores sem a estruturar de acordo com as competências necessárias para a prática profissional, e o perfil de professor que desejamos e de que, como comunidade, precisamos para sustentar um futuro melhor. Entendemos a docência como ciência, mas também como arte/ofício, exigindo:
  • Conhecimentos
  • Saberes-fazer
  • Valores e atitudes 
  • Ética e deontologia
  • Prática e investigação, sendo essencial a relação entre teoria e prática
  • Criatividade

 

"(…) teacher agency and expertise are often underutilized in education systems throughout the world, and that by encouraging greater teacher agency and better leveraging and utilizing the collective expertise of teachers, educational systems can become more successful and more equitable" [2]

ZEICHNER, Kenneth M.

 

No que constitui profissionalidade docente, é nuclear a agência dos/as professoras/es, que podemos explicitar em duas dimensões:
  • possuir um conjunto de conhecimentos e de técnicas necessários ao exercício qualificado da atividade docente
  • aderir a valores éticos e a normas deontológicas, que regem não apenas o quotidiano educativo, mas também as relações no interior e no exterior do corpo docente, o que se traduziria numa adesão ao projeto histórico da escolarização. 
Do Relatório Braga da Cruz (1988) depreende-se que a condição do corpo docente ser amplamente profissionalizada lhe advém-lhe, não tanto da especialização pedagógica, mas da sua dedicação exclusiva ao ensino (90%).  Hoje, não podemos afirmar que exista uma cultura comum aos docentes que se transmita através da formação.  Também não é claro que o processo de socialização dos professores esteja planificado ou dirigido pela instituição formativa, sendo mais algo que pertence ao que denominamos currículo oculto da formação. No respeitante à autonomia profissional, muitos factores (individualismo, burocracia, intensificação, funcionarização) confluem para a dependência dos professores de poderes externos à profissão - Estado, Universidade, empregadores / clientes..., que a regulamentam e condicionam de fora, na prática impedindo cada um e cada uma de exercer o seu sentido crítico profissional[3]
Em relação ao controlo sobre a profissão, verifica-se que é o Estado quem o faz, na seleção, na formação e nas habilitações para a docência. Deverão seras/os docentes a controlar a profissão, e desde logo a reflectir e intervir sobre a formação inicial. A formação inicial e contínua deve contribuir para ampliar as suas competências para tal, e esse é hoje um dos desafios por enfrentar.  M. T. Estrela (1993) "uma das lacunas no estudo da profissão é a relativa aos aspetos deontológicos a qual tem sido marginalizada pela investigação, apesar da sua reconhecida importância como elemento integrador da profissão". [4]
O modo como nos vemos e nos exigimos saber, saber-fazer, ser, individualmente e enquanto colectivo profissional, interage, ainda, com o modo como os demais nos veem, esperam, ou nem esperam, de nós, nos valorizam. A profissão docente tem vindo a sofrer uma “perda de imagem e apoio social determinada tanto por fatores endógenos como exógenos...”.

Seja qual for a modalidade de concretização da formação inicial, presencial, à distância, desejavelmente remunerada, participada por profissionais, articulada com instituições formadoras, terá de corresponder aos atributos profissionais, no nosso tempo, tais como: 
  1. Revestir uma importância social excecional já que os seus membros trabalham com o conhecimento, as atitudes e os valores.
  2. Precisar de uma especialização, não sendo suficiente a intuição ou a vocação para o seu exercício.
  3. Exercitar-se regularmente num contexto espaço-temporal determinado, exigindo uma progressiva adaptação às suas condições.
  4. Ter um objeto próprio, consistente no desenvolvimento de atividades tendentes a provocar a construção do conhecimento e a favorecer processos de aprendizagem significativa nos/as alunos/as.
  5. Inspirar-se em valores sociais assentes em ideais democráticos.
  6. Precisar do envolvimento dos professores na investigação, como processo de construção do saber profissional, ultrapassando a ideia de que a prática docente é a-teórica ou de que a teoria nada tem a ver com a prática.
  7. Submeter-se ao controlo e avaliação públicas, garantindo o uso adequado dos bens de que dispõe e a melhoria do serviço público prestado.
  8. Desenvolver-se em quadros institucionais que devem oferecer um apoio psicológico e condições e meios suficientes para o exercício gratificante da atividade.
  9. Apresentar-se como um serviço colegiado o que requer a formação de equipas e a colaboração na investigação e na docência.
  10. Conceber-se como fonte de criação e difusão do conhecimento o que exige a participação detodos os que intervêm na tarefa, especialmente dos/as alunos/as, que são os/as protagonistas do processo de aprendizagem.
Cresce a percepção entre os professores e as professoras da urgência de medidas que permitam enfrentar os medos e prevenir o burn out, vencendo afastamentos entre gerações e sectores, tornando o exercício profissional atractivo -  por condições laborais dignas e estimulantes, mas também por maior confiança na preparação para o quotidiano docente e para a capacidade de influir na mudança para melhor, da carreira, das escolas, da educação.

Com preparação e dedicação, usemos a paixão, fria ou quente, de que somos tão capazes para tomar a palavra e fazer este caminho.


[1] NÓVOA, António. – Para uma formação de professores construída dentro da profissão. In Revista de Educación, Madrid :  Ministerio de Educación y Formación Professional, Nº 07 [2009]. Disponível em URL: https://www.educacionyfp.gob.es/revista-de-educacion/dam/jcr:31ae829a-c8aa-48bd-9e13-32598dfe62d9/re35009por-pdf.pdf(acedido 2021.05.24)
[2]ZEICHNER, K. M. - A formação reflexiva de professores : ideias e práticas. Lisboa : Educa, 1993. (Educa : Professores; 3). ISBN 972-8036-07-8. Disponível em URL: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/3704 (acedido 2021.95.24)


[3]GARCÍA ALONSO, Maria Luísa. - Inovação curricular, formação de professores e melhoria da escola : uma abordagem reflexiva e reconstrutiva sobre a prática da inovação-formação. Braga : Universidade do Minho, 1998. Tese de doutoramento em Estudos da Criança. Disponível em URL>: http://hdl.handle.net/1822/10840 (acedido 2021.05.24)
[4] ESTRELA, Maria Teresa. - Profissionalismo docente e deontologia. Lisboa: Colóquio Educação e Sociedade, nº4, Dez. 1993, pp.1985-210


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Carta de Porto Santo - UE, Cultura, Democracia

Por Maria José Vitorino — 12 de Maio de 2021, 10:07

 

Imagem daqui, sem referência a créditos autorais

"Para podermos exercer o direito à participação na cultura, são necessárias condições imateriais e materiais para assegurar que uma liberdade substantiva exista, para que cada cidadão e cada comunidade possam escolher participar e responsabilizar-se pelo horizonte cultural de todos. Para desenvolver esta cidadania cultural promotora da democracia, apresentamos propostas interligadas e dirigidas aos diferentes agentes do ecossistema cultural, nas suas diferentes escalas, e pensadas de forma sistémica." (Carta de Porto Santo, 2021)

38 recomendações com data de 25 de Abril de 2021

Carta assinada em Porto Santo e dirigida a

Decisores políticos

Recomendações 1 a 16

Organizações culturais e educativas

Recomendações 17 a 30

Cidadãos

Recomendações 30 a 38

Ler mais aqui:

https://www.culturacentro.gov.pt/media/11842/pt-carta-do-porto-santo.pdf

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365Dias Leitura

Por Maria José Vitorino — 7 de Maio de 2021, 13:30

 

3 6 5 Dias, a amarelo, em cima de linhas pretas. Em baixo das linhas, leitura a preto. Organização do texto lembrando livros pousados em prateleiras de estante.

3 6 5 Dias, a amarelo, em cima de linhas pretas. Em baixo das linhas, leitura a preto, tudo dentro de cercadura. Organização do texto lembrando livros pousados em prateleiras de estante, dentro de écran digital.

Desenho preto e branco de figura masculina de chapéu com livro, figura feminina com livro e passarinho com livro.

Como se chega ao logotipo do projeto 365DiasLeitura (Viseu, 2021), de que a Laredo Associação Cultural é parceira. Desenho original de Miguel Horta, design de Ana Rosa Assunção.

Apresentação dia 8 maio 2021, 14.30, em linha a partir da Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva, Viseu. Inscrições e informação : 365diasleitura@gmail.com


Viseu vai ter bibliotecas digitais para incentivar a leitura 

O projeto “365 Dias de Leitura” vai disponibilizar livros digitais em vários  locais de Viseu, seja um jardim ou uma central de transportes, o hall de um  hotel ou a sala de espera de um cabeleireiro. O processo para sugerir  espaços e os acervos vai começar agora.  

A partir de dia 1 de agosto, Viseu acolhe o projeto “365 Dias de Leitura”, que  consiste em disponibilizar bibliotecas digitais comunitárias em vários espaços de  Viseu, que podem estar no centro histórico, em instituições de intervenção social  e cultural e outras entidades que venham a solicitá-lo à organização.

O processo  de escolha desses locais e as obras que vão integrar cada uma das bibliotecas  móveis inicia-se no dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, e apela à participação da comunidade viseense e não só! 

A partir de uma ideia de Cláudia Sousa, o projeto “365 Dias de Leitura”, financiado pelo Viseu Cultura 2021, Linha Programar, vai permitir, até ao final do ano,  o acesso gratuito a mais de 300 livros, através de 15 leitores digitais, específicos  para este tipo de leitura. 

Associado ao efeito surpresa de encontrar estas pequenas bibliotecas em  espaços que podem variar desde um jardim à central de camionagem, de um  hotel a um cabeleireiro, passando por um café ou uma associação,”365 Dias de  Leitura“ pretende dar valor, promover e investir no livro e na leitura, nas pessoas  e na comunidade. 

Ao diversificar os espaços de acesso à leitura, ”365 Dias de Leitura“ pretende  contribuir, ainda, para a revitalização, dinamização e sustentabilidade das zonas  de interesse patrimonial, motivando a deslocação e o encontro nos locais onde  estarão disponíveis, gratuitamente, equipamentos leitores e livros digitais. 

Para lá de acrescentar uma oferta cultural diferente e constante,”365 Dias de  Leitura“ propõe-se ser acessível a todos, incluindo pessoas cegas e de baixa  visão. Cláudia Sousa, profissional de Viseu com trabalho na área da divulgação  do livro e da leitura, destaca nesta iniciativa a importância da leitura, quaisquer  que sejam os suportes. 

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