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10 anos sem Steve Jobs: os 10 produtos mais icônicos lançados por ele

Por Nick Ellis — 4 de Outubro de 2021, 16:22

Amanhã (5), se completam 10 anos sem Steve Jobs, e se Apple hoje é uma das empresas de tecnologia mais inovadoras e lucrativas de todos os tempos, isso se deve em grande parte aos produtos que ele lançou (e ajudou a desenvolver). Sem dúvida alguma, eles são o maior legado de Jobs, que teria completado 66 anos esse ano.

Steve Jobs
Steve Jobs / Divulgação/Apple

Nesse texto, quero prestar tributo a esse grande inovador através dos 10 produtos mais icônicos que ele lançou na Apple (além de um NeXT e da Pixar como brinde). A empresa completou 45 anos esse ano, e nesse post, você pode relembrar toda a sua trajetória.

Essa lista não terá uma ordem cronológica, e sim uma de importância na minha opinião, assim se você imagina outra lista, deixe sua opinião nos comentários.

Antes de falarmos dos produtos, vale citar outra aposta certeira de Steve Jobs. Desde antes da sua morte, a empresa vem sendo liderada com maestria por Tim Cook, escolhido pessoalmente por Jobs, o que foi outro legado dele, já que a empresa segue sendo a mais lucrativa do mundo e batendo recordes de faturamento a cada trimestre.

iPhone (2007)

Steve Jobs e sua maior criação, o iPhone / Divulgação/Apple

Lançado em 2007, o iPhone é o produto de maior sucesso da história da Apple. Além disso, na minha opinião, o iPhone é o gadget mais revolucionário os últimos tempos, pois ele foi sozinho, o responsável por uma grande mudança de paradigma não só na indústria da tecnologia, mas também na maneira como interagimos com aparelhos eletrônicos.

Se hoje em dia, todo mundo usa um smartphone com tela sensível ao toque, temos que agradecer ao Steve Jobs e sua equipe, e também ao pequenino iPhone original, lançado 14 anos atrás. Além disso, um ano depois do lançamento do primeiro iPhone, foi a vez da App Store, outra revolução por si só, que mudou a maneira como usamos aplicativos em nossos celulares.

iPod (2001) e iTunes Store (2003)

https://youtu.be/Mc_FiHTITHE

Lançado em 2001, e assim como o iPhone depois dele, o iPod também representou uma imensa revolução no mundo da tecnologia, e no caso específico, da música. Além de salvar a Apple da falência dos tempos sem Jobs, esse pequeno gadget reinventou a indústria fonográfica.

A ideia simples de unir um HD compacto com uma bateria de boa duração significou a liberdade para as pessoas ouvirem muito mais músicas em dispositivos bem compactos, e foi ideia do próprio Jobs. A invenção da tão amada Click Wheel, que permitia navegar por todo esse conteúdo, é creditada ao seu escudeiro, Phil Schiller, que até hoje faz parte da diretoria da Apple como vice-presidente de marketing.

No seu lançamento, o pequeno player chegou a ser desprezado por fãs da Apple, mas não tardou a conquistar o mundo, em um movimento seguido depois pelo iPhone e outros produtos da empresa.

Indo além do aparelho em si, a criação da iTunes Store em 2003 representou outra revolução, dessa vez na venda de músicas. Se hoje temos Spotify, é porque a Apple começou a vender música online com a iTunes Store.

Apple II (1977)

Apple II / Foto: Mark Richards

Lançado em 1977, mesmo ano dos também icônicos rivais TRS-80 e Commodore PET (e de Star Wars), o Apple II entrou para a história como um dos primeiros computadores pessoais, muito por conta de contar com um drive de discos floppy e com um aplicativo muito útil, a planilha VisiCalc.

Assim como o Apple I original, o Apple II também foi criado por Steve Wozniak, e tinha um design muito mais refinado, em um case único com os componentes eletrônicos e o teclado, usando a TV como monitor.

Macintosh (1984)

Lançado quase uma década depois do Apple I, o Macintosh, de 1984, mostra toda a evolução da empresa desde o Apple I, e representa a aposta de Steve Jobs no que ele acreditava que seria o futuro da tecnologia. Em retrospecto, vemos como ele estava certo, e como esse pequeno computador mudou o mundo.

Apple Macintosh
Apple Macintosh, modelo original de 1984

Assim como o Apple Lisa, ele tinha uma interface gráfica, mas era muito mais barato e fácil de usar. Poucos dispositivos foram mais icônicos que o primeiro Macintosh, que misturava desktop com o monitor, em uma solução inovadora que até hoje é usada pela Apple no iMac, que também está nessa lista.

PowerBook G4 (2003)

Em 2003, Steve Jobs apresentou um novo PowerBook, incluindo o primeiro notebook de 17 polegadas já lançado.

iPad (2010)

Em 2010, três anos depois do lançamento do iPhone, Steve Jobs apresentou o iPad, que assim como o celular, também revolucionou o mercado, embora em muito menor escala. O grande desafio do iPad foi sua própria qualidade, já que seu ciclo de vida é bem maior, e não justifica a troca de modelo a cada ano.

MacBook Air (2008)

Uma das apresentações mais lembradas da Apple foi a do MacBook Air em 2008, quando ele entrou no palco com um envelope pardo e dali tirou o novo MacBook Air, que era levíssimo e finíssimo para a época. Esse notebook segue até hoje na linha da Apple, o que mostra o seu impacto no mercado.

iMac (1998)

Além do design e das cores, o iMac entrou para a história por não ter um drive de disquetes, deixado de lado por portas USB e um leitor de CD-ROM. Assim como iPhone, iPad, MacBook Air e MacBook Pro, que também estão nessa lista, ele segue sendo atualizado e vendido até hoje, também com uma bela evolução.

PowerPC G3 (1997)

Em 1997, 10 anos antes do lançamento do iPhone, Steve Jobs apresentou o chip PowerPC G3, e com ele, os novos Power Mac G3 e Power Book G3, e com eles, um bônus que faz sucesso até hoje, a loja online da Apple.

MacBook Pro (2006)

Em 2006, a Apple deixou de lado seus chips PowerPC para adotar processadores Intel, com o MacBook Pro, que também tinha um detahe bem interessante e útil, o conector MagSafe. Esse foi o computador levou muitos profissionais a migrarem do Windows para o OS X, incluindo eu, que não usava o sistema da Apple há um bom tempo.

Bônus:

Tive uma grande dificuldade para selecionar só 10 produtos lançados por Steve Jobs, então incluí alguns extras como bônus, confira abaixo.

Steve Jobs
Steve Jobs / Foto: Tom Coates / CC BY 2.0


Apple I (1976)

Apple I, lançado em 1976

Apesar de ser um produto comercial, o Apple I não foi produzido industrialmente, e assim, não entrou na lista, mas sem dúvida alguma é um dos produtos mais importantes lançados por Steve Jobs. O pequeno computador, que completou 45 anos esse ano, foi criado por Steve Wozniak na metade dos anos 70 para uso próprio. Apesar do design rudimentar, ele era um computador funcional, e isso despertou a atenção do seu amigo e xará, que enxergou o seu potencial como produto.

Steve Wozniak e Steve Jobs à frente de um Apple-1
Steve Wozniak e Steve Jobs à frente de um Apple-1

Em 1976, os dois fundaram a Apple Computer Inc., para vender os computadores montados por Woz na garagem da família Jobs, e o resto é história. Um ano depois, foi a vez do Apple II, tão icônico quanto o I, e com um design bem mais refinado.

Leia mais:

A amizade dos dois vinha de alguns anos antes, e deu origem a uma das parcerias mais famosas da história da tecnologia. A importância da da dupla Jobs & Wozniak no mundo da tecnologia pode ser comparada com o que impacto que Lennon & McCartney tiveram no mercado musical, mas começou sem muitas pretensões, criando os dispositivos Blue Box, que permitiam fazer chamadas de graça.

NeXT Computer (1989)

Em 1989, depois de sua saída da Apple, Steve Jobs apresentou o computador (e a empresa) NeXT Computer, que rodava o o sistema operacional NeXTStep, que se tornou a semente do que eventualmente se tornaria o OS X (depois rebatizado para Mac OS) quando a Apple comprou a empresa e trouxe Jobs de volta.

Pixar (1986)

A Pixar surgiu da divisão de computação gráfica da Lucasfilm em 1979, que em 1986, foi comprada por Steve Jobs, e batizada com o nome de Pixar Animation Studios. Os três fundadores da Pixar são Jobs, Ed Catmull e John Lasseter. A empresa foi vendida para a Disney em 2006, o que levou Steve Jobs a se tornar o maior acionista individual da empresa.

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Caçadores de asteroides recebem medalhas e certificados de mérito do MCTI

Por Flavia Correia — 4 de Outubro de 2021, 16:20

Na última semana, o Governo Federal, em celebração aos 1000 dias de mandato do presidente Jair Bolsonaro, realizou uma série de eventos pelo país. Entre eles, a entrega das medalhas aos ganhadores das Olimpíadas Científicas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e aos astrônomos amadores do programa Caça-asteroides.

“Esta semana tive orgulho de entregar medalhas de Honra ao Mérito MCTI aos medalhistas de ouro das Olimpíadas Cientificas MCTI, em Alcantara/MA, Manaus/AM e Belo Horizonte/MG”, escreveu o ministro Marcos Pontes em sua página no Instagram.

No vídeo postado por Pontes, quem recebe sua medalha e o certificado de mérito, no evento de Belo Horizonte (MG), realizado no último dia 30, é a astrônoma amadora Lorrane Olivlet.

Ela já já detectou um total de 26 asteroides pelo programa International Astronomical Search Collaboration (IASC – Programa de Colaboração de Pesquisa Astronômica Internacional, em tradução livre), projeto da Nasa que, no Brasil, acontece em parceria com o MCTI. (No vídeo compartilhado pelo ministro, constam 23, no entanto, segundo Lorrane, houve uma recontagem que atualizou os números).

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Lorrane Olivlet é uma das maiores caçadoras de asteroides do país

Além do ministro, Silvana Copceski, coordenadora do projeto Caça-asteroides no Brasil, também esteve presente nas entregas das homenagens.

“Hoje foi o dia mais legal da minha vida”, declarou Lorrane em uma postagem no Instagram. “Não tenho o hábito de participar de competições, mas a caçada aos asteroides foi algo que eu tive vontade de participar desde o início”.

Em entrevista ao Olhar Digital, Lorrane relatou que, além da medalha, também recebeu um certificado de mérito do MCTI. “Eu ganhei a medalha pela caçada aos asteroides. Atualmente, estou entre os brasileiros que detectaram o maior número deles. A medalha e o certificado foram em reconhecimento ao meu trabalho de incentivo à participação das pessoas no programa”.

Lorrane Olivlet, astrônoma amadora que detectou 26 asteroides, ao lado da coordenadora do projeto Caça-asteroides no Brasil, Silvana Copceski. Imagem: Arquivo pessoal

Lorrane é uma participante ativa do projeto IASC. “Eu ensinei algumas pessoas a caçar asteroides e desenvolvo um trabalho intenso de incentivo, porque eu acredito que essas oportunidades devem chegar a todos. Realmente, quero abrir portas para todo mundo que quiser e puder participar”.

Geovandro Hércules de Souza Nobre, químico industrial, professor de Química e fundador do Observatório Astronômico Rei do Universo (OARU), o primeiro observatório astronômico do Amazonas, também detectou asteroides pelo IASC. “Foram até agora nove asteroides preliminares detectados. Mas a campanha com o MCTI – IASC – NASA continua em outubro com grande chance de novas detecções”.

Geovandro Nobre recebeu sua medalha das mãos do ministro Marcos Pontes. Imagem: Captura de Tela YouTube MCTI

Ele recebeu seu certificado e sua medalha das mãos do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, no evento de Manaus, realizado na última quarta-feira (29), onde foram entregues cerca de 150 medalhas e certificados.

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Celular com câmera boa: separamos uma lista com as 22 melhores opções!

Por André Fogaça — 4 de Outubro de 2021, 16:16

Em seu começo, os celulares funcionavam basicamente como telefones sem fio, apenas para fazer ligações. Aos poucos eles começaram a ganhar mais funções e agregar diversos produtos em só um, chegando nesse momento ao melhor de todos: a câmera.

Com tantas opções no mercado, oferecendo tantas soluções para fotos e vídeos, resolvemos te ajudar na escolha do melhor celular com câmera boa do Brasil. A lista conta com smartphones de todos os preços, para qualquer bolso e também separamos os melhores e mais baratos em um cantinho especial.

Celular com câmera boa: confira 22 opções

Xiaomi Mi 11 Ultra

Quer Xiaomi e ainda levar a melhor câmera que a marca chinesa pode oferecer em 2021? O Mi 11 Ultra é a sua melhor escolha. O celular tem três lentes na parte traseira, criando um conjunto de câmeras muito competente e capaz de registrar fotos ótimas em qualquer ambiente.

A lente principal tem 50 megapixels, com 48 megapixels nas outras duas. Nelas o trabalho fica dividido entre imagens ultrawide e zoom óptico de cinco vezes, aproximando a fotografia sem a necessidade de caminhar até mais próximo do objeto fotografado.

Xiaomi Mi 11 Ultra
Xiaomi Mi 11 Ultra. Imagem: Divulgação / Xiaomi

Xiaomi Mi 11

Seguindo a lista escolhemos um dos mais recentes celulares da Xiaomi, o Mi 11. Este smartphone chegou ao mercado com tela grande de 6,81 polegadas, corpo em vidro e metal, junto processador Snapdragon 888 e até 12 GB de memória RAM.

O conjunto de câmeras traseiras parece pequeno em quantidade, mas o sensor é grande e faz fotos de 108 megapixels. A quantidade generosa de pixels serve tanto para permitir registros em tamanho grande, quanto para juntar muitos pontos em um só, aumentando assim a quantidade de brilho e detalhes em imagens com resolução menor.

Também é possível fazer fotos em 13 megapixels com lente ultrawide e closes bem próximos, com ajuda do sensor focado apenas para registros macro de 5 megapixels. As selfies podem ter até 20 megapixels.

Xiaomi Mi 10T Pro

Já o Xiaomi Mi 10T Pro entra em um segmento de celular muito potente e competente quando foi lançado, em 2020, mas em 2021 ainda faz bonito quando o assunto é celular com câmera boa.

O aparelho da Xiaomi tem quatro câmeras, sendo a principal com 108 megapixels, e sensor grande para fotos com mais luz. A secundária usa 13 megapixels em fotos ultrawide, que é seguida de mais uma, com 5 megapixels para macro.

As selfies podem ter até 20 megapixels, perfeito para muitas redes sociais.

Apple iPhone 12 Pro Max

O smartphone mais potente e competente da Apple para 2020 e o primeiro trimestre de 2021 é o iPhone 12 Pro Max. Neste modelo a Apple continua com o melhor e mais potente processador de todos os celulares, permite até 512 GB de memória e a tela OLED é um deleite para qualquer usuário.

Na parte traseira ficam três câmeras e todas com 12 megapixels, para fotos normais, ultrawide e com zoom óptico de até 2,5 vezes. Por mais que a resolução não pareça grande coisa, a fotografia computacional utilizada pela Apple garante basicamente as melhores fotos possíveis para qualquer celular, seja de noite, de dia ou mesmo debaixo de chuva.

Resultados tão impressionantes assim significam preço elevado. O iPhone 12 Pro Max é o celular com melhor câmera desta lista, mas também é o mais caro dela.

Apple iPhone 11 Pro Max

Se você concorda comigo que a Apple tem as melhores câmeras do mercado, mas não tem tanto dinheiro assim para investir em um celular com câmera boa, é melhor olhar para gerações anteriores. O iPhone 11 Pro Max foi lançado em 2019 e mesmo sendo mais antigo, não faz feio nas fotos. Ele utiliza as mesmas três câmeras do iPhone 12 Pro Max, garantindo resultados muito semelhantes.

Você consegue fotos de 12 megapixels em qualquer situação, com ajuda da mesma fotografia computacional garantindo HDR belo, fotos noturnas ótimas e tudo isso com um preço mais econômico para o bolso. As selfies também utilizam 12 megapixels com resultados muito próximos das imagens captadas pelo conjunto traseiro.

pessoa segurando o celular apple iphone 11 pro max
Apple iPhone 11 Pro Max. Imagem: NYC Russ / Shutterstock

Samsung Galaxy S21 Ultra

Ok, você prefere realmente continuar no mundo Android e quer as melhores fotos, com muitas opções na hora de registrar o momento. Se você curte a Samsung, o Galaxy S21 Ultra é a melhor escolha.

Por aqui são quatro câmeras na parte traseira, com o sensor principal fazendo imagens de até 108 megapixels, seguindo basicamente a mesma ideia do Mi 11: fotos podem ter tudo isso em resolução, ou então agrupam quatro pontos em um só para imagens muito melhores em luz, detalhes e informações com 27 megapixels.

As outras câmeras fazem fotos de 10 megapixels para zoom óptico de 10 vezes, ou então a mesma resolução para zoom de até três vezes. Outra lente cuida de imagens ultrawide com 12 megapixels. Os resultados dessas fotos são incríveis, de verdade.

Samsung Galaxy Note 20 Ultra

Mantendo o olhar nos celulares com câmera boa da Samsung, mas em uma geração anterior e seguindo a mesma ideia de economizar uns trocados com essa atitude, temos o Galaxy Note 20 Ultra. Ele foi lançado um ano antes do Galaxy S21 Ultra, mas não perde em fotos em quase momento algum.

Por aqui o mesmo sensor de 108 megapixels faz o mesmo ótimo trabalho, com zoom óptico de cinco vezes em 12 megapixels na câmera secundária, ou outros 12 megapixels para ultrawide. A fotografia computacional está presente por aqui, então fique tranquilo que os registros tendem a sair ótimos em praticamente qualquer condição: sol, chuva, neve e tantos outros.

Samsung Galaxy S20

Fechando os modelos topo de linha da Samsung, o Galaxy S20 é uma escolha muito importante para quem quer resultados próximos do Note 20 Ultra, mas não está disposto a gastar tanto assim. O Galaxy S20 também tem três câmeras, mas com sensores menores que o modelo anterior.

Por aqui a câmera principal tem 12 megapixels, com 64 megapixels para a lente secundária que também faz zoom óptico de até três vezes. O último sensor repete os 12 megapixels, mas para imagens ultrawide.

As selfies utilizam 10 megapixels e fazem muito bem o trabalho de retratos para redes sociais.

celulares da samsung modelo galaxy s20
Celulares da linha Galaxy S20 Imagem: Framesira / Shutterstock

Asus Zenfone 7

Começando a fechar o pacote de celulares topo de linha, o Zenfone 7 é um representante da marca taiwanesa que faz bonito em fotos. Mesmo lançado em 2020, ele ainda consegue utilizar bem o mecanismo que faz as câmeras traseiras virarem para frente para realizar imagens de melhor qualidade.

Por conta desse detalhe, o celular tem três câmeras e elas são divididas em um sensor de 64 megapixels, seguido de outro com 8 megapixels para zoom óptico de três vezes, junto do terceiro com câmera de 12 megapixels e foco nas capturas ultrawide.

As selfies são feitas pelos mesmos sensores, então essa é uma forma inteligente de ter maior qualidade de imagem nesse momento.

Motorola Edge Plus

Seguindo a ideia de celulares com menos câmeras, mas sensores maiores e com resultados melhores, a Motorola escolheu três lentes para a parte traseira. O aparelho é um topo de linha de 2020 também competente neste momento e faz bonito até mesmo quando o assunto é processamento de jogos, redes sociais e tantos apps.

Atrás, as câmeras fazem fotos de 108 megapixels, ou então com outra câmera capaz de registrar imagens em até 8 megapixels para zoom óptico de três vezes. O terceiro componente deste conjunto registra imagens com 16 megapixels para fotos ultrawide.

LG Velvet 

A LG já saiu do mercado de celulares, mas ainda é possível encontrar alguns modelos no mercado. O Velvet foi um dos últimos lançados pela empresa coreana, equipado com um conjunto triplo de câmeras na parte traseira.

A câmera principal tem 48 megapixels, acompanhada de uma lente secundária com 8 megapixels, junto de 5 megapixels apenas para calcular a distância do objeto fotografado – para o modo de fundo desfocado. As selfies são feitas com um sensor de 16 megapixels, escondido em um entalhe na tela.

Xiaomi Redmi Note 8 Pro

Voltando para a Xiaomi, mas agora em um mercado de celulares intermediários, temos o Redmi Note 8 Pro. Eu sei, ele é um celular de 2019, mas ainda agora faz um trabalho interessante em fotos.

O aparelho utiliza um conjunto quádruplo de câmeras traseiras, sendo a principal com 64 megapixels, seguida de uma câmera secundária com 8 megapixels e mais duas de dois megapixels apenas para macro e calcular o fundo, para imagens com essa parte desfocada.

Já as selfies utilizam 20 megapixels, resolução grande o suficiente para qualquer rede social ou mensageiro não botar defeito.

Redmi Note 9S 

Ainda nos modelos da Redmi, divisão mais econômica da Xiaomi, o Note 9S se destaca ao entregar quatro câmeras na parte traseira. A principal faz imagens de até 48 megapixels, seguida de uma lente secundária com 8 megapixels para ultrawide e 5 megapixels para macro.

Assim como boa parte dessa lista, o Redmi Note 9S também é capaz de desfocar o fundo e para isso ele utiliza a última câmera de seu conjunto, com 2 megapixels para medir a distância do objeto fotografado.

Motorola Moto G100

Voltando para a Motorola, a empresa resolveu que o Moto G poderia encostar no mercado de aparelhos topo de linha com o Moto G100. Isso ficou claro nas capacidades do processador e tantos outros pontos do celular, assim como para suas câmeras.

Por aqui o celular utiliza 64 megapixels em sua lente principal, seguido de uma câmera ultrawide de 16 megapixels e mais uma para fotos com fundo desfocado, com dois megapixels.

Todo esse conjunto consegue filmar em até 6K e as selfies são feitas com duas câmeras, uma com 16 megapixels e outra com a metade dessa resolução – para retratos com mais do fundo aparecendo, em ultrawide.

Motorola Moto G100
Imagem: Divulgação

Apple iPhone SE

Quem diria, a Apple tem um intermediário! Este aparelho é o iPhone SE, lançado faz algum tempo, mas atualizado em 2020 para uma versão mais competente. Ele herda o corpo do iPhone 6S e isso significa a época de smartphone da empresa da maçã com uma câmera na traseira.

Este sensor solitário faz ótimas fotos de até 12 megapixels, filma em 4K e tira proveito de muita fotografia computacional para melhorar os resultados obtidos pelo sensor. Eles são ótimos para esse segmento, mesmo resultado garantido pela câmera frontal de 7 megapixels.

Realme 7

Voltando os olhos para marcas chinesas com bons produtos, o Realme 7 pode ser uma ótima escolha para quem procura um celular com câmera boa. O aparelho utiliza quatro sensores na parte traseira e o principal deles faz fotos em 48 megapixels, com abertura de lente em f/1.8.

Já a câmera secundária cuida de imagens em ultrawide, com 8 megapixels apenas para esse tipo de registro. O smartphone ainda tira proveito de dois outros sensores de dois megapixels cada, para fotos macro e também nos momentos em que o fundo deve estar desfocado.

Samsung Galaxy A72

Colocando a lista dos intermediários da Samsung, encontramos o Galaxy A72. O aparelho tem tela grande, bordas finas e um conjunto com quatro câmeras na parte traseira. A lente principal faz fotos de até 64 megapixels, mas também naquele esquema de juntar quatro ou mais pixels em um só para melhorar a qualidade da foto.

A câmera secundária tem 12 megapixels para ultrawide, com 8 megapixels em outro sensor apenas para zoom óptico de três vezes. A última lente foi escolhida pela Samsung para macro e faz esse trabalho com 5 megapixels.

Motorola Moto G8 Plus

A linha Moto G é a queridinha do brasileiro e o G8 Plus não é dos mais recentes, mas nem por isso fica de fora da nossa lista. O celular tem três câmeras, sendo a principal com 48 megapixels e componentes bons o suficiente para fotos interessantes, mesmo em locais mais escuros.

A câmera secundária faz imagens em 16 megapixels em ultrawide, com a última apenas para calcular a distância em fotos com fundo desfocado, operando 5 megapixels para essa função.

LG K41s

A LG já não fabrica mais celulares, mas ainda existem alguns modelos no mercado e um deles é o intermediário mais simples, o K41s. Este modelo foi um dos representantes dessa linha com quatro câmeras na parte traseira, com a principal fazendo fotos de 13 megapixels.

A lente secundária registra os momentos de ultrawide com 5 megapixels, enquanto trabalha com outros dois sensores de 2 megapixels para fotos macro e com fundo desfocado. Neste aparelho as selfies podem ter 8 megapixels.

Samsung Galaxy A51

Mais simples e antigo que o A72, o Galaxy A51 pode ser uma boa pedida para quem quer um intermediário menos potente e mais barato. Ele oferece quatro câmeras na parte traseira, sendo a principal com resolução de 48 megapixels.

A lente secundária faz imagens em 12 megapixels para ultrawide, enquanto as duas outras câmeras contam com 5 megapixels e focam em registros macro e de fundo desfocado. As selfies podem ser feitas com o sensor frontal de 32 megapixels.

Samsung Galaxy A51
Imagem: Samsung / Divulgação

Samsung Galaxy A21s

Descendo ainda mais o caminho do preço, o Galaxy A21s é um dos modelos mais baratos dessa lista. Ele também utiliza quatro câmeras na parte traseira, com a principal delas fazendo fotos de até 48 megapixels. A lente secundária faz imagens com 8 megapixels em ultrawide.

As duas outras câmeras utilizam dois megapixels para fotos macro e com fundo desfocado, enquanto as selfies são registradas com resolução de 13 megapixels pelo sensor frontal, dentro da área da tela.

Samsung Galaxy A11

Fechando a lista temos o modelo mais barato, mais econômico e simples com o Galaxy A11. Ele é um celular de entrada da Samsung, com três câmeras na parte traseira e o sensor principal deste conjunto tem 13 megapixels. O secundário faz imagens ultrawide com 5 megapixels.

Já a última câmera é responsável apenas por medir a distância do objeto fotografado, para fazer o fundo desfocado no modo retrato. Na parte da frente você faz selfies com 8 megapixels.

Qual celular com câmera boa é barato?

Essa é uma pergunta complicada, já que cada pessoa tem um orçamento para entender como “barato”. Mas, vou criar a seguinte lista de celulares com câmera boa, colocando em uma escala do mais barato até aquele com um preço médio.

  • Galaxy A11 (cerca de R$ 900)
  • Galaxy A21s (cerca de R$ 1.200) 
  • Moto G8 Plus (cerca de R$ 2.200)
  • Redmi Note 9S (cerca de R$ 1.400)

Em todos estes celulares você consegue fotos com fundo desfocado sem precisar apenas do software para esse trabalho, já que uma lente secundária faz o trabalho de verdade na hora de medir a distância até o objeto fotografado. O Galaxy A11 já entrega fotos bacanas de dia e com muita luz, mas sofre se o registro acontece de noite.

O Moto G8 Plus já começa a lidar melhor com essa situação de baixa luz, enquanto o Redmi Note 9S é o melhor de todos na maior parte das situações, mas também é o que cobra mais destes quatro modelos.

Xiaomi Redmi Note 9S
Xiaomi Redmi Note 9S. Imagem: Xiaomi / Divulgação

As principais dicas para escolher um celular com câmera boa

Tenha atenção aos megapixels

Nós bem sabemos que ter mais megapixels não significa automaticamente maior qualidade nas fotos, mas hoje em dia as fabricantes conseguiram colocar um número enorme neste detalhe e ainda assim registrar boas fotos.

Para isso acontecer, todas as marcas com câmeras utilizando muitos megapixels (quando o número é maior que 12) fazem os registros unindo alguns pontos em um só. Essa ferramenta faz com que a quantidade de luz registrada por cada detalhe da foto seja maior, aumentando também a nitidez da foto final.

Registro do olho humano com 576MP
Perceba os detalhes nas sobrancelhas, cílios, íris e pele nesta imagem com 576 MP. Imagem: Suraj Kailase / Shutterstock

A fotografia computacional também ajuda muito no final, quando você vê a foto feita pela câmera. Esse recurso não é chamado de inteligência artificial, mas segue mais ou menos a mesma ideia: o programa responsável por controlar o sensor sabe identificar muitos aspectos da imagem e faz ajustes rápidos, com objetivo de melhorar o resultado final.

Sempre funciona muito bem e este tipo de “firula” pode até compensar uma câmera de qualidade inferior, mas exige processador parrudo para lidar com o trabalho extra a cada clique. Por isso a fotografia computacional só é encontrada em celulares mais caros, potentes e robustos.

Escolha modelos com zoom potentes

Você deve ter passado o olho na lista e notou que alguns celulares contam com zoom óptico, né? Este dado é importantíssimo, pois apenas ele faz a aproximação da imagem sem perder qualidade em momento algum.

Desconfie quando o zoom marcado pela fabricante for maior que a quantidade de vezes que a lente dele faz. Quando isso acontece, a imagem realmente fica mais aproximada de objetos distantes, mas a técnica aplicada só estica cada pixel da foto, perdendo a qualidade final.

Este método é chamado de zoom digital e quanto mais ele é utilizado, pior fica a imagem. Mais detalhes são perdidos e mais definição é deixada de lado em detrimento de uma aproximação que não utiliza nenhum mecanismo das próprias lentes.

Neste momento os celulares conseguem fazer zoom óptico de até 10 vezes, já que quanto maior esse número, maior tem que ser a lente e um smartphone não quer ser muito grosso, né?

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Atenção quanto à abertura 

A abertura de uma lente é um dos três pilares da luminosidade e qualidade da foto, dividindo espaço com o ISO e a velocidade do obturador. Esse dado representa duas coisas distintas, sendo que a primeira é importantíssima em muitos momentos: luz.

A abertura é medida em um número como f/2,0. Quanto menor o dígito, mais luz vai entrar em qualquer foto feita pela câmera do celular, informação muito importante para quem quer registrar algum momento em local pouco iluminado, ou de noite.

Quando este número é menor, também existe a possibilidade de embaçar o fundo sem necessariamente utilizar uma câmera secundária apenas para medir a distância. As fotos acabam com um toque mais artístico, mas ao mesmo tempo podem não mostrar o ambiente com tantos detalhes.

Conclusão

Não é difícil encontrar um celular com câmera boa no mercado, temos ótimos exemplos em todas as faixas de preço. É importante ter em mente que o número de câmeras na traseira do aparelho não significa fotos melhores nem mesmo mais opções na hora de fotografar, pois alguns modelos (geralmente os mais baratos) utilizam uma delas apenas para medir a distância – você não usa de fato, quem faz uso dela é o sistema operacional.

Também é importante ficar de olho na abertura da lente para fotos melhores de noite ou em locais fechados e pouco iluminados, ao mesmo tempo que você pode escolher um celular com zoom óptico para registros sem precisar se aproximar do que quer fotografar.

Eu sempre escolho meu celular com três câmeras para funções distintas e sem uma quantidade absurda de megapixels. Com um toque de fotografia computacional o resultado tende a ser impressionante em praticamente qualquer situação. 

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Procurando uma TV Box? Veja aqui os melhores modelos disponíveis no Brasil

Por Rafael Arbulu — 4 de Outubro de 2021, 16:13

Por mais comuns que elas já sejam, nem todo consumidor consegue pagar o valor de uma Smart TV. Entretanto, essas pessoas não precisam necessariamente ficar de fora da comodidade de se ter em casa um televisor com acesso à instalação de aplicativos. É nesse meio que as fabricantes criaram a “TV Box”, também conhecida como “Set Up Box”, dependendo de quem a vende.

Há toda uma discussão quanto à legalidade desses produtos – muito disso, debatendo sobre ser ou não uma forma de pirataria. A boa notícia é que, por si só, uma TV Box não é ilegal (desde que, claro, revisada e homologada pela Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel -, mas isso é outro assunto).

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O mercado mundial dos aparelhos conhecidos como “TV Box” tem expectativa de faturamento de US$ 23,5 bilhões em 2021, com estimativa de crescimento para US$ 29,24 bilhões até 2029, segundo a GrandView Research (Imagem: EKKAPHAN CHIMPALEE/Shutterstock)

O que é TV Box?

A graça de uma TV Box é, em termos bem resumidos, pegar uma TV que não é “smart”, e transformá-la em um aparelho mais inteligente. A forma como ela faz isso também é simples de se entender: a caixinha vem com um sistema operacional embarcado, que oferece suporte a aplicativos que, normalmente, você não teria acesso na sua TV mais antiga.

Em alguns casos, porém, a experiência de uma TV Box pode ser até mais interessante do que a de uma Smart TV com sistema nativo – já que boa parte das fabricantes tende a apostar em sistemas relativamente fechados (vide o WebOS, que muita gente não é fã), o que acaba impactando a experiência do usuário.

O bom de se contar com uma TV Box é o fato de que você não precisa de muito conhecimento técnico para usá-la: se você tem o hábito de navegar por aplicativos, brincar com as funções do seu smartphone ou tablet, então já tem uma boa noção de como funciona esse tipo de aparelho – é quase a mesma coisa, só que com um controle remoto ao invés dos seus dedos.

O que você precisa se preocupar é: uma conexão à internet constante e de boa velocidade (há quem fale em conexões de 120 Mbps ou além, mas não existe um consenso quanto a isso – e essa velocidade provavelmente se refere mais à resolução 4K de vídeo, algo que nem toda TV Box consegue atingir e as que conseguem são relativamente caras). Mas você não necessariamente precisa de uma conexão cabeada – o que é ótimo se você quer o ambiente próximo à TV mais organizado -, funcionando também via Wi-Fi.

Ah, sim. E contas válidas dentro desses apps de entretenimento: Netflix, Apple TV+, Amazon Prime Video, Disney+… Todos esses funcionam por modelo de assinatura mensal, então você precisará adquirir os serviços referidos além da TV Box, ok?

TV Box não precisa de internet cabeada para funcionar
A conexão à internet é obrigatória para quem quer fazer o uso de uma TV Box, mas a velocidade pode variar de acordo com a resolução desejada – e serve tanto para conexões cabeadas como para o wi-fi. Imagem: Jacomo / Shutterstock

Quanto ao restante, é literalmente uma questão de encontrar uma tomada livre e deixar o aparelho em um ambiente relativamente aberto: evite deixar a sua TV Box em uma estante dividida com muitos outros objetos, como abajures, potes decorativos e afins. Isso não se aplica a todos os modelos, mas alguns controles remotos usam tecnologia infravermelha, que pode passar por refração – uma espécie de “desvio” da luz – emitida pelo controle em direção ao aparelho.

Abaixo, o Olhar Digital listou algumas das marcas mais conhecidas do mercado, para ajudar você a escolher a sua, caso esteja procurando um produto do tipo. Vale lembrar que a relação abaixo não faz uma análise de “pior” ou “melhor”, mas tivemos o cuidado de listar algumas vantagens que umas têm sobre as outras.

Qual o melhor TV Box? Confira algumas opções!

Apple TV (HD/4K)

Começando com o item mais premium da nossa lista, a Apple TV (não confundir com o serviço de streaming Apple TV+) vem em duas resoluções distintas – 4K e HD – e uma série de recursos exclusivos inerentes a quem já conhece o formato dos produtos feitos pela “Maçã” de Cupertino.

A Apple TV conta com 32 GB a 64 GB de armazenamento interno e, dependendo da versão suporte à tecnologia sonora Dolby Atmos, para uma sensação maior de imersão que, segundo a Apple, é comparável a estar em uma sala de cinema.

O produto vem com um controle remoto dedicado que lhe permite, além da seleção de aplicações, executar comandos de voz com a assistente virtual Siri e, caso você tenha um iPhone, iPad ou computador macOS, fazer com todos esses dispositivos interajam entre si em um ecossistema de entretenimento totalmente dedicado: está no trânsito e viu uma série que lhe deixou curioso? Basta marcá-la pelo seu celular para assistir depois, selecionando a mesma marcação pela Apple TV.

De fábrica, o brinquedo vem com apps como Netflix, Disney+, Amazon Prime Video e (óbvio!) Apple TV+, mas a loja virtual – uma versão dedicada da App Store – conta com outras opções de acordo com a disponibilidade dos serviços.

E onde dói? Bom, assim como a qualidade do dispositivo segue o “padrão Apple”, o preço também vai por essa linha: segundo o site oficial da fabricante, o modelo mais barato – Apple TV HD – sai por R$ 1999, ao passo que o Apple TV 4K tem preços de R$ 2399 (32 GB) e 2599 (64 GB). Com esses valores, é possível encontrar uma Smart TV razoável com todos esses serviços.

Imagem mostra a Apple TV, junto de seu controle remoto. Aparelho é o mais caro TV Box do mercado
A Apple TV é a TV Box mais premium do mercado na atualidade, oferecendo uma gama considerável de serviços, interoperabilidade com dispositivos da Apple e também o maior preço (Imagem: Apple/Divulgação)

Google Chromecast

Possivelmente um dos mais conhecidos dispositivos “TV Box” (ainda que o formato dele não seja exatamente o de uma caixa) de que se tem notícia, o Chromecast é uma das escolhas mais populares para quem quer aliar funções de uma Smart TV em um televisor de tela plana sem funções inteligentes.

A versão mais recente disponível no Brasil é distribuída por varejistas parceiros do Google (veja a lista aqui) e, embora ofereça vantagens bastante similares ao Apple TV, como a interação direta com smartphones e tablets com Android, ele tende a ser mais aberto já que, segundo o Statista, mais de 80% do mercado nacional usa o sistema da empresa de Mountain View.

Mais além, o Google conta com a linha de produtos smart home Nest, que vão desde campainhas e lâmpadas até, veja só, sistemas de entretenimento, como alto-falantes externos. Todos eles conversam com o Chromecast via Google Assistente.

O lado negativo da coisa é que, tecnicamente, o Chromecast não é uma “caixa de TV”, mas sim um espelhamento nativo de um smartphone Android. Existe um “Chromecast 4” nos EUA, que corresponde a um sistema equipado apropriadamente com Android TV, mas que não está disponível no Brasil. Aqui, estamos na terceira geração do produto, que vai de R$ 250 a R$ 400, dependendo do modelo e do varejista.

Imagem mostra o Chromecast, do Google, em um fundo branco
O Chromecast, do Google, é um dos aparelhos mais populares para oferecer funções inteligentes a televisores que não são smart. Entretanto, ele requer um smartphone para funcionar plenamente, fazendo com que alguns o tirem da categoria de TV Box (Imagem: Google/Divulgação)

Amazon Fire Stick Lite

Outro produto bastante popular no setor é o Fire Stick Lite, da Amazon. Essa pequena TV Box pode até ter “Lite” no nome, mas acredite quando dizemos: ela bate de frente com as principais opções do mercado com muita maestria.

Para começar, o produto ganhou uma repaginada que foi desde o design de seu corpo, agora mais arrojado e fácil de encaixar na TV; até o seu sistema operacional, que agora tem uma navegação mais fluida e responsividade mais rápida com o controle. Além disso, finalmente chegou o suporte à popular assistente virtual Alexa, que permite a inserção de comandos de voz e evita que você tenha que buscar sua série favorita ao digitar letra por letra no teclado virtual.

Dotado de 8 GB de armazenamento interno e com apps como Netflix, Amazon Prime Video, Telecine Play, Vix, Disney+ e até o esportivo DAZN pré-instalados de fábrica, essa TV Box da Amazon consegue oferecer as melhores opções de entretenimento e, mais além, facilita muito o seu bolso em eventos como o “Prime Day”, que a empresa promove todo ano com descontos imensos.

O problema: se você é fã da resolução 4K, então esse produto não será para você, já que o Amazon Fire Stick Lite não passa do Full HD (1080p). Ah, e o controle dele não vem com funções de TV, somente volume, avançar ou retroceder programas e episódios e similares. Funções mais avançadas são encontradas apenas no Amazon FireTV Stick 4K.

Você pode encontrar esse produto no próprio site da Amazon, a preços a partir de R$ 249. Para a versão 4K com som Dolby Atmos, o preço sobre para R$ 449.

Foto promocional mostra o Fire Stick Lite, a TV Box da Amazon
O Fire Stick Lite, da Amazon, é uma das principais opções de funções inteligentes para televisores antigos, brigando de igual para igual com a Apple e o Google e contando com ofertas exclusivas vindas da gigante varejista que o produz (Imagem: Amazon/Divulgação)

Mi TV Box S

A Xiaomi tomou o Brasil pela preferência de produtos eletrônicos com funções premium e preços intermediários. A chinesa fez isso para os smartphones, e não seria diferente com sua TV Box: a Mi TV Box S traz praticamente todas as opções pagas e gratuitas de entretenimento em um só lugar, desde YouTube até DAZN e Telecine Play, em um pacote que oferece também resolução 4K, 60 quadros por segundo de reprodução contínua e tecnologia de som áudio Dolby DTS.

No que tange a sistema, a Mi TV Box S ela roda a versão 8.1 do Android (“Oreo”, para os esfomeados) de forma nativa, evitando o espelhamento de um smartphone e, assim, tornando a navegação mais fluida, já que é otimizada para o uso em televisores.

Por isso, você consegue tirar mais proveito do suporte ao controle de voz via Google Assistente, evitando que você precise usar o teclado virtual. Além disso, por ser Android, existe alguma operabilidade com produtos de casa inteligente, mas não de forma plena como seria, por exemplo, com o Chromecast.

Hoje, você consegue adquirir uma Mi TV Box S por preços a partir de R$ 585, mas se você quiser uma opção mais barata (e topa sacrificar algumas funções mais poderosas), pode buscar o Mi TV Stick, que oferece resolução máxima Full HD, som estéreo e preços a partir de R$ 315.

Foto mostra a MiTV Box S, da Xiaomi
A MiTV Box S, da Xiaomi, oferece boa navegação graças a um sistema operacional otimizado, além de boas opções de entretenimento (Imagem: Xiaomi/Divulgação)

Roku Express

Possivelmente a mais nova e, dependendo para quem você perguntar, a menos conhecida TV Box disponível no Brasil, a Roku Express quer reproduzir por aqui a fama que a tornou uma das principais escolhas dos consumidores dos Estados Unidos. Aqui, temos uma das opções mais completas de variedade de entretenimento, graças à política da empresa de apostar em licenciamentos de outras marcas, reunindo todas em um só lugar.

No site oficial da plataforma em português (PT-Br), contamos várias opções distintas de entretenimento (Telecine, Runtime, Belas Artes A La Carte, PlutoTV, Apple TV+, HBO Max, DirecTv Go, Disney+, Globoplay, Netflix, Amazon Prime Video, Funimation, uma porção de canais religiosos, pelo menos uma opção “semiadulta” e até alguns jogos casuais), e a empresa está sempre adicionando novas parcerias.

Pense assim: sabe aquela novela turca que a sua mãe encontrou na internet e se interessou? Você não vai achá-la na Apple TV, mas é bem provável que a Roku Express tenha ou, pelo menos, está em vias de ter, já que a empresa mantém um app próprio – o Canal da Roku – onde divulga suas novidades,

Evidentemente, há alguns contras: o controle da Roku é bastante limitado às funções de base (avançar, retroceder e volume), o que faz com que você ainda precise de um controle dedicado para a TV. Além disso, não há suporte à resolução 4K, comandos de voz ou interações com outros dispositivos e sistemas.

Entretanto, o preço é bastante acomodativo ao bolso, ficando em uma média entre R$ 200 (varejistas autônomos no Mercado Livre e afins) a R$ 350 (loja oficial no Brasil).

Foto mostra a Roku Express, a set top box da Roku
A Roku Express é pequena de tamanho, mas traz uma das maiores – se não a maior – variedade de canais e plataformas de entretenimento. Isso, porém, se você conseguir ignorar o fato de que ela não chega à resolução 4K (Imagem: Roku/Divulgação)

Menções honrosas

Aquario STV-2000 e Intelbras IZY Play

As duas marcas brasileiras não estão, nem de perto, em comparação com os outros modelos citados acima, mas são bastante populares por serem opções mais alinhadas ao mercado de TV brasileiro, e os preços mais razoáveis.

No caso da Aquario, o hardware tem baixos números – apenas 1 GB de memória RAM, mas 8 GB de armazenamento interno. O interessante é que essa TV Box vem com a Play Store instalada, o que lhe permite baixar aplicativos extras no aparelho. Entretanto, há alguns percalços: ao contrário das outras opções daqui, a STV-2000 é uma versão espelhada do Android Nougat para TVs, ou seja, copia algumas funções normalmente vistas em smartphones, o que gera algumas inconsistências com certos apps populares, como Netflix e YouTube, onde ela apresenta mais erros.

Esse problema não se vê na IZY Play, a TV Box da Intelbras. Também popularesco e voltado a um público mais abrangente, esse modelo vem com o Android TV embarcado, tornando a navegação e execução de funções mais fluida e simples. Além disso, seu controle tem suporte à tecnologia Bluetooth e conectividade com dispositivos inteligentes, como lâmpadas e sons automatizados. Ah, e é uma das poucas opções do mercado com saídas de áudio e vídeo (A/V) para quem não tem nenhum acesso via cabo HDMI, o que expande a lista de possíveis televisores com o serviço, que contempla também modelos ainda mais antigos.

A Aquario STV-2000 sai por R$ 285 na loja oficial, enquanto a Intelbras IZY Play fica por R$ 399,90, também na loja própria.

Imagens mostram as tv boxes da Aquario e da Intelbras
Dois exemplares nacionais do mercado de TV Box, a STV-2000 (Aquario) e a IZY Play (Intelbras) são opções baratas que, apesar das ressalvas, conseguiram boa popularidade com o público (Imagem: Aquario/Intelbras/Divulgação)

É crime usar TV box?

A lista acima contempla modelos que são homologados pela Anatel e trabalham apenas na função básica de uma TV Box: adicionar funções inteligentes a modelos de televisores mais antigos. Como dissemos no começo deste texto, isso não torna nenhuma TV Box inerentemente “ilegal”.

Entretanto, a forma como você usa esse produto pode colocar você em execução criminosa – ou seja, pirataria. Isso porque, apesar de listarmos apenas sete dos principais modelos disponíveis no Brasil, uma busca rápida na internet mostrará centenas de outros modelos – alguns, de empresas que sequer atuam aqui em caráter oficial.

E é aí que mora o perigo: geralmente, esses outros produtos chegam aqui por atravessadores de carga ou outros tipos de importadores, que os recebem e promovem alterações de sistema para fazer rodar, por exemplo, canais por assinatura a cabo de forma aberta, seja por abertura de sinal de satélite ou algum link que transmite a programação paga via streaming.

Esses produtos são conhecidos como “IPTV” e, embora este seja um nome que remete, oficialmente, a um mercado legalizado, criminosos conseguiram se apossar dele para veicular seus produtos pirateados.

Foto divulgada pela Polícia Civil de São Paulo mostra diversas TV Boxes apreendidas por crime de pirataria
Apesar de os aparelhos serem legalizados, a forma como eles são adulterados eletronicamente por alguns fornecedores pode fazer com que vendedores e compradores incorram em crime de pirataria (Imagem: Polícia Civil-SP/Divulgação)

Segundo dados da Associação Brasileira de TVs por Assinatura (ABTA), cerca de 33 milhões de pessoas fazem uso das IPTVs ilegais. A prática infringe, entre diversas outras leis, a dos direitos autorais (9610/1998) e a Lei Geral de Telecomunicações (9.472/1997). E esse tipo de penalização pode impactar quem vende – e também quem compra.

Os comerciantes desse tipo de produto incorrem em crime de violação de propriedade intelectual (já que pirateiam um programa ou canal que não lhes pertence) e concorrência desleal (já que está tirando dos proprietários daquele canal os seus clientes). Falamos aí de pena de detenção de três meses a um ano, ou pagamento de multa.

Já quem compra pode incorrer em crimes de interceptação e/ou receptação. As penas variam de juiz para juiz, mas o entendimento geral é o de que isso se enquadra na categoria de furto simples, ou seja, um a quatro anos de prisão, mais a multa.

O funcionamento disso é relativamente simples: dotado de um dispositivo Android, o revendedor lhe cobrará um valor de assinatura – algo entre R$ 35 e R$ 150, dependendo da pessoa – e vai disponibilizar um link para download de um app específico, com credenciais de acesso que ele também vai lhe fornecer. Você insere essas informações no aparelho e pronto.

O problema com isso, porém, vai além do crime de propriedade intelectual: ao conectar uma TV Box na rede sem fio da sua casa, você está automaticamente compartilhando o tráfego de rede entre todos os aparelhos conectados ali, o que pode acabar expondo informações privadas suas ou da sua família.

Como são muitos os modelos disponíveis que fazem esse tipo de serviço, é difícil dizer quais e quantos já foram pegos executando “armadilhas” em seus clientes. Imagine, por exemplo, que você armazene informações bancárias em seu smartphone, dentro da mesma rede de uma caixinha dessas. Não há como saber se o administrador daquele sistema vai receber esses dados – ou mesmo os está visualizando no momento em que você os acessa.

Imagem simbolizando a pirataria mostra um homem vestindo um capuz com braços cruzados, mas seu rosto está escondido
O crime de pirataria está intrinsicamente ligado ao uso das TV Boxes, por meio de pessoas que liberam ilegalmente o sinal de canais de TV por assinatura, plataformas de streaming e canais pay per view (Imagem: Lazy_Bear/Shutterstock)

Em novembro de 2011, uma megaoperação policial na Europa derrubou mais de cinco mil servidores que hospedavam conteúdos pirateados: a ação movimentou 700 policiais em 11 países do continente, com um total estimado de 50 milhões de usuários já identificados. A ação visava atacar um dos principais fornecedores de IPTV pirata na região a pedido do governo italiano. 

A operação coordenou as forças da Alemanha, da Bulgária, da Eslovênia, da França, da Grécia, da Holanda, da Lituânia, da Romênia e da Suécia. No dia “D”, todos esses países se movimentaram contra os prestadores desse tipo de serviço e conseguiram confiscar os servidores, utilizados para transmitir filmes, séries, canais de TV ao vivo e esportes.

O Brasil também já foi palco de ações do tipo: no mesmo período do que foi visto na Europa, a “Operação 404 teve a sua segunda fase deflagrada pelo Ministério Público Federal junto da Alianza (ou “Aliança Contra a Pirataria da TV por Assinatura”), impactando cerca de 26 milhões de usuários de IPTVs piratas, com pelo menos cinco das prisões feitas em flagrante.

A etapa da Operação cumpriu 25 mandados de busca e apreensão e promoveu o bloqueio e suspensão de 252 sites e 65 aplicativos de streaming. Os apps eram dedicados à transmissão clandestina de filmes e séries. Além de atingir domínios brasileiros, a 404, desta vez, também derrubou 27 sites do Reino Unido e três dos EUA. Da mesma maneira, a Operação retirou este tipo de conteúdo dos resultados em sites de busca e removeu perfis e páginas de redes sociais.

Mas nem só de pirataria incorrem as IPTVs, que trazem problemas também na própria fabricação desses aparelhos, desobedecendo o crivo da Anatel. A agência não fiscaliza apenas a oferta de serviços, mas também se um produto está dentro dos limites de emissão de campos eletromagnéticos considerados saudáveis, ou uso e materiais tóxicos como certas baterias, ou ainda a aplicação de componentes de baixa segurança técnica, o que pode levar a explosões e choques.

Afinal, vale a pena?

Sim. A primeira função de toda TV Box é a de dar acesso a aplicativos de entretenimento para aprimorar a experiência de usuários que não podem ou não querem investir um dinheiro a mais em uma Smart TV. Esse tipo de melhoria é sempre bem-vindo e, com a chegada e persistência da pandemia, o escrutínio público em cima de empresas que tenham esse produto em oferta tem sido maior do que nunca. Ou seja, a “usabilidade” de cada produto só tende a melhorar.

Evidentemente, tem o lado negativo, com pessoas que usam dos mesmos aparelhos para praticar o crime de pirataria. Mas isso é muito mais uma questão de preferência (e consciência) do usuário, que tem o poder final de escolher onde investir o seu dinheiro. Por essa razão, é sempre bom avaliar o fabricante que está lhe oferecendo um produto, e suspeitar a todo momento de propostas “boas demais”.

No fim, o barato sair muito caro é uma decisão sua.

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Nubank: saiba como encontrar o número da sua conta

Por Tamires Ferreira — 4 de Outubro de 2021, 16:12

Para alguns, pode ser difícil compreender como bancos digitais, como o Nubank, funcionam – principalmente para aqueles acostumados com agências físicas e atendimento presencial. Nesta linha, uma das maiores dificuldades para essas pessoas é encontrar o número da agência e conta já que, diferentemente dos bancos físicos, a informação não vem no cartão da instituição.

Pensando nisso, preparamos um tutorial com duas formas possíveis para você consultar o número da sua conta Nubank.

O procedimento é feito a partir do app do banco, assim como toda atividade em relação à instituição. Simples e rápido, o passo a passo exige apenas alguns cliques, os quais vamos ensinar no tutorial abaixo. Acompanhe!

Como encontrar o número da minha conta Nubank?

1. Abra o app do Nubank e clique no ícone de um boneco para acessar as informações do seu perfil e conta;

2. As informações já aparecerão no topo da tela;

3. Outra forma de consultar o número é clicando em “Depositar” e em “Copiar dados da conta”;

4. As informações da agência, conta, CPF e banco aparecerão na tela. Para copiar, basta clicar em “Copiar” e colar a informação em outro campo, como em uma conversa no WhatsApp ou no Telegram, por exemplo;

Leia mais!

Dica: para as pessoas que precisam sempre da informação da conta, vale salvar os números em um espaço no app Nota, no caso do iPhone; no Notes, em dispositivos Android; ou mesmo em aplicações similares.

Prontinho! Agora você já sabe como consultar o número da sua agência a conta no Nubank. Gostou da dica? Então compartilhe com os amigos!

Crédito da imagem principal: Miguel Lagoa/Shutterstock

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Apple Watch Series 7 começa a ser vendido no dia 15, veja primeiras imagens reais

Por Fábio Devito — 4 de Outubro de 2021, 16:10

A Apple vai liberar as encomendas do Apple Watch Series 7 na próxima sexta-feira (8/10). A previsão é que os primeiros dispositivos cheguem às lojas no dia 15 de outubro. Com a proximidade das vendas do smartwatch, novas imagens do Apple Watch foram divulgadas dando uma noção melhor aos usuários sobre as novas dimensões de tela.

O Apple Watch 7 chega ao mercado com tamanhos de 41 mm e 45 mm, relativamente maiores que os modelos Apple Watch 6. Além disso, a moldura do dispositivo está mais fina e a tela 70% mais brilhantes que os seus antecessores.

Lá fora, o Apple Watch 7 será vendido a partir de US$ 399 (R$ 2.170). De acordo com as suas especificações, o processador e bateria devem ser iguais ao Apple Watch 6 com autonomia para 18 horas de uso com uma única carga. Apesar disso, os novos modelos carregam cerca de 33% mais rápido que os antecessores.

As novas imagens revelam as novas cores das pulseiras, que agora estão mais largas em decorrência do tamanho da tela do smartwatch, incluindo tons de vermelho e uma versão trançada em roxo.

Apple Watch 7 chega às lojas em 15 de outubro. Imagem: Apple/Divulgação
Imagem: Apple/Divulgação

Em outra imagem, por sua vez, é possível notar a lateral do Apple Watch 7 com detalhes na coroa do dispositivo.

Apple Watch 7 chega às lojas em 15 de outubro. Imagem: Apple/Divulgação
Apple Watch 7 chega às lojas em 15 de outubro. Imagem: Apple/Divulgação

Novos recursos

O novo Apple Watch Series 7 também é mais resistente, e agora conta com proteção contra poeira (IP6X), além de ser à prova d’água (com resistência WR50) e poder ser usado para nadar na piscina como o Series 6, o novo modelo vai além, e permite que você nada com ele na praia.

Além disso, o cristal que protege a tela é 50% mais grosso que o do Apple Watch Series 6, sem comprometer a transparência. Ele também conta com sensores para medir oxigenação sanguínea para monitorar o seu sono, permite que o usuário faça um ECG a qualquer momento e ainda detecta eventuais quedas dos usuários durante seus exercícios, com o novo Watch OS 8.

Leia mais:

A chegada do Apple Watch 7 também marcará a chegada do Fitness Plus em mais países, incluindo o Brasil, com aulas em inglês e legendas em português.

A Apple também vai continuar vendendo o Watch Series 6 e o Watch SE nos Estados Unidos por US$ 199 e US$ 279. A Apple já confirmou em seu site que seu novo smartwatch chega esse ano ao Brasil.

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WhatsApp fora do ar! Instagram e Facebook também caem nesta segunda-feira (4)

Por Lyncon Pradella — 4 de Outubro de 2021, 15:50

O WhatsApp, o Facebook e o Instagram estão fora do ar nesta segunda-feira (4). Todas as redes sociais são da responsabilidade do bilionário Mark Zuckerberg.

De acordo com o DownDetector, usuários das três redes sociais relataram problemas com as plataformas por volta das 12h40. O Facebook disse que ainda investiga o caso.

Whatsapp
Facebook
Instagram

A queda das três frentes do Facebook repercutiu tanto no Twitter, rede social “rival”, que “WhatsApp” e “Zuckerberg” estão entre os três primeiros trendings da plataforma.

Instagram
Facebook
WhatsApp ❌

Superclásico ✅ pic.twitter.com/QOHcRIYt13

— River Plate (@RiverPlate) October 4, 2021

O Wi-Fi 🤡 vendo eu socar o roteador achando que tá sem internet, sabendo que foi o Whatsapp que caiu pic.twitter.com/q9yVSeCO0X

— Zack ツ (@ju_zak) October 4, 2021

O atendente de telemarketing explicando pela vigésima vez que o problema do whatsapp/instagram ter caído não tem nada a ver com a internet pic.twitter.com/dsGHVKYT6f

— Barry Durden (@BarryDurden) October 4, 2021

Recentemente, o Facebook e seu dono Mark Zuckerberg vêm sofrendo com problemas judiciais por não garantirem segurança necessária para seus usários.

Leia mais:

Confira algumas alternativas ao WhatsApp

Signal 

Whatsapp
Signal oferece sistema que protege as mensagens dos usuários. Foto: Signal/Divulgação

Atualmente, o Signal é considerado um dos mensageiros mais seguros disponíveis. Com código aberto e criptografado de ponta a ponta, o aplicativo preferido de figuras como o ex-NSA Edward Snowden, possui sistema próprio capaz de comprovar a identidade dos participantes da conversa. Com isso, apenas o real destinatário do bate-papo poderá acessar o conteúdo, garantindo que terceiros não tenham acesso às mensagens trocadas.  

Sendo uma opção gratuita e disponível para sistemas operacionais Android e iOS (iPhone e iPad), o Signal traz chamadas de voz/vídeo em HD, opções avançadas para a edição de imagens (para proteger ainda mais a privacidade de quem aparece nas fotos), além da possibilidade de personalizar os alertas para cada um dos contatos. 

Quem precisa utilizá-lo no PC, também gostará de saber que o Signal tem versões para Windows, Mac e Linux, que podem ser baixadas por meio do site oficial

O Olhar Digital preparou um tutorial de como baixar o aplicativo em aparelhos Android e iOS. Confira.

Wire 

telas do app wire, alternativa para o whatsapp
Wire pode ser integrado com softwares corporativos. Foto: Divulgação

Um pouco menos conhecido, o Wire também possui como principal bandeiro o foco em privacidade de dados do usuário. Além do mensageiro, o software oferece contas pessoais, recursos de mensagens criptografadas e segurança. Há também a opção de integrar o aplicativo a sistemas e serviços corporativos.

O Olhar Digital preparou um tutorial de como instalar o aplicativo no telefone. Confira.

Para descobrir outras alternativas ao WhatsApp, acesse a reportagem do Olhar Digital.

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‘tick, tick…BOOM!’: Andrew Garfield solta a voz em musical da Netflix; veja trailer

Por Arthur Henrique — 4 de Outubro de 2021, 15:48

A Netflix liberou nesta segunda-feira (4) um novo trailer do musical ‘tick, tick… BOOM!’, estrelado pelo indicado ao Oscar e vencedor do Tony Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha). Com direção de Lin-Manuel Miranda, mente pro trás de ‘Hamilton’ e ‘Em um bairro de Nova York’.

A adaptação do musical autobiográfico do falecido autor que revolucionou o teatro com a peça ‘Rent’, Jonathan Larson (interpretado por Garfield), foca nos oito dias que antecederam a oficina do musical nunca produzido dele, ‘Superbia’. Ambientada na década de 1990, a trama conta a história do protagonista, na época um jovem compositor que trabalha como garçom em um restaurante de Nova York enquanto tenta criar uma grande produção.

Dias antes de apresentar o projeto, ele vive um momento de pura pressão e precisa lidar com a namorada Susan, que sonha com uma vida artística muito além da cidade – e cansada de deixar a vida em segundo plano por causa das aspirações do amado, além do amigo Michael, que abandonou os sonhos como músico para buscar a estabilidade financeira como publicitário. Tudo isso enquanto a comunidade de artistas está assolada pela epidemia de AIDS…

“Correndo contra o tempo, Jon enfrenta o grande dilema da vida: o que devemos fazer com o tempo que temos?”, questiona a sinopse oficial de ‘tick, tick…BOOM!’. Estreando na direção, Miranda também é produtor do filme, ao lado de Brian Grazer e Ron Howard, da Imagine Entertainment. O elenco do filme conta com MJ Rodriguez (‘Pose’), Bradley Whitford (‘The Handmaid’s Tale’), Vanessa Hudgens (High School Musical) e Judith Light (‘Transparent’).

O filme tem roteiro de Steven Levenson, vencedor do Tony. ‘tick, tick…BOOM!’ chega na Netflix e em algumas salas de cinema selecionadas no dia 19 de novembro.

tick tick boom
Netflix libera novo trailer do longa ‘tick, tick… BOOM!’, estrelado pelo ator Andrew Garfield e com direção de Lin-Manuel Miranda. Imagem: MACALL POLAY/NETFLIX © 2021
Imagens oficiais de ‘Tick, Tick … Boom!’. Crédito: MACALL POLAY/NETFLIX © 2021

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Samsung Galaxy Z Fold 3 também recebe 4 GB de memória RAM virtual

Por André Fogaça — 4 de Outubro de 2021, 15:38

A Samsung continua aumentando a quantidade de celulares que podem ter a RAM expandida com memória virtual. Inicialmente o recurso alocava mais recursos para este componente em aparelhos intermediários, mas agora ele também está dando as caras em smartphones caros e potentes, como é o caso do recente topo de linha Galaxy Z Fold 3.

A memória interna dos smartphones vem crescendo e muita gente não utiliza nem metade dos 128 GB presentes, até mesmo em intermediários mais simples. Este tipo de armazenamento é veloz em muitos modelos e pode dar uma mão para a RAM, principalmente em aparelhos menos robustos e mais econômicos.

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Galaxy Z Fold 3 (Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital)
Galaxy Z Fold 3 (Imagem: Mário Kurth/Olhar Digital)

Não que precise, mas o Galaxy A52s 5G começou a liberar o aumento de RAM com memória emprestada do armazenamento interno. O sistema operacional móvel do Google, com as mãos da One UI da Samsung, pega emprestado 4 GB do espaço para arquivos, apps e tudo mais, para aumentar a memória volátil. Com isso o smartphone alcança até 12 GB de RAM.

RAM virtual deve aparecer em mais celulares da Samsung

Agora, alguns usuários encontraram a mesma possibilidade em um Galaxy Z Fold 3. O aparelho é o topo de linha mais recente da Samsung e também é o celular mais caro da marca coreana, esbanjando 12 GB de RAM em parte física, nada virtual. Com uma atualização de software para seu sistema operacional, essa quantidade pode subir para 16 GB.

Essa somatória de 12 GB em parte física e até 4 GB virtual não me parece fazer muito sentido em um celular já muito potente de fábrica, junto do Android 11 que sozinho consegue fechar apps, páginas da web e tudo mais que está no fundo para economizar a RAM e bateria – iOS também faz a mesma coisa.

Porém, em smartphones mais simples, o braço extra no desempenho é interessante e pode fazer diferença em modelos com 4 GB de RAM física ou menos. Claro que é bom oferecer a escolha para qualquer usuário lidar com a memória volátil de seu próprio produto e nisso a Samsung está mandando bem.

Via: SamMobile.

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Novo estudo descobre como evitar a disfunção erétil

Por Lyncon Pradella — 4 de Outubro de 2021, 15:35

Um dos maiores dilemas de pessoas que possuem um pênis, a disfunção erétil pode ser reduzida a um problema com fácil solução. Isso porque um estudo realizado pela equipe de pesquisa da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, indicou que a disfunção erétil e a inflamação podem ser evitadas com o bloqueio do efeito da endotelina-1.

Já é de conhecimento clínico que a incapacidade de obter e manter uma ereção é uma conexão entre doença cardíaca e a disfunção erétil. De acordo com o autor do estudo Rafael Fais, Ph.D. do National Jewish Health em Denver, metade das pessoas que possuem problemas de ereção têm “um risco maior de desenvolver doença cardiovascular”.

E o que é endotelina-1, que pode evitar a disfunção erétil?

A endotelina-1, também conhecida como vias de sinalização a jusante, é um potente peptídeo vasoconstritor e regulador do fluxo sanguíneo. Ela é liberada da camada celular interna dos vasos sanguíneos e está intimamente associada à disfunção erétil e à inflamação, já que pode aumentar a pressão arterial.

No estudo realizado com camundongo, Fais bloqueou a endotelina-1 injetando bosetan, um antagonista do receptor endotelial tipo A e B, diretamente no tecido cavernoso do pênis, confirmando o papel da endotelina-1 no problema de ereção.

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Os resultados sugerem que a endotelina-1 pode desempenhar um papel significativo na redução da disfunção erétil e inflamação. Fais espera que o estudo estimule a criação de novos medicamentos para tratar a disfunção erétil e problemas cardíacos, além de aumentar a qualidade de vida sexual do casal.

Disfunção erétil
Rafael Fais espera que novos medicamentos sejam criados para tratar a disfunção erétil. Imagem: Shutterstock

As descobertas serão apresentadas virtualmente entre os dias 4 e 7 de outubro durante a Décima Sétima Conferência Internacional sobre Endotelina (ET-17), hospedada e organizada pela American Physiological Society (APS).

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Cápsula Starliner, da Boeing, é recolhida para análise, sem data prevista para lançamento

Por Flavia Correia — 6 de Agosto de 2021, 17:47

Após três adiamentos da missão de teste de voo orbital 2 (OFT-2), em razão de um problema no sistema de propulsão, a cápsula Starliner foi recolhida de volta ao hangar da Nasa para que a Boeing realize uma análise mais aprofundada sobre as causas da falha ocorrida nas válvulas. 

Cápsula Starliner da Boeing
Cápsula CST-100 Starliner, da Boeing, sendo montada no topo de um foguete Atlas V da United Launch Alliance. Imagem: United Launch Alliance/Reprodução

Engenheiros da Boeing detectaram o aparecimento de indicadores inesperados da posição de válvulas no sistema de propulsão, depois que tempestades elétricas atingiram o Centro Espacial Kennedy, na última segunda-feira (2).

“A equipe é firme em seu compromisso de identificar a causa raiz e determinar as próximas etapas”, disse John Vollmer, vice-presidente e gerente de programação do Programa de Tripulação Comercial da Boeing, em um comunicado da empresa. “Desenvolver soluções de maneira disciplinada e permitir que os dados conduzam nosso planejamento é fundamental, e a equipe está trabalhando para garantir que nossa espaçonave voe quando estiver pronta”.

A companhia aeroespacial informou que várias causas em potencial para a falha já foram descartadas, mas precisam de mais tempo para fazer uma avaliação completa.

“As equipes da Boeing e da Nasa estão trabalhando metodicamente para entender o que causou as indicações das válvulas no sistema de propulsão do módulo de serviço Starliner”, disse Steve Stich, gerente do Programa de Tripulação Comercial da Nasa. “A solução de problemas no Vertical Integration Facility ajudará a focar nas causas potenciais e nas próximas etapas antes de voarmos na missão OFT-2”.

Problemas com a Starliner são recorrentes

Os problemas com a Starliner começaram a aparecer desde a primeira missão de voo, no ano passado. A decolagem teve sucesso, mas um problema no gerenciamento de combustível impossibilitou a entrada correta na órbita terrestre e o encontro com a estação espacial internacional, que completaria a missão.

No dia 30 de julho, a segunda versão da Starliner foi impedida de decolar por um incidente que não teve nada a ver com ela: o módulo russo Nauka teve uma falha de funcionamento, acionou os propulsores e “empurrou” a ISS para fora da posição ideal.

Assim, a decolagem foi marcada, então, para o dia seguinte. No entanto, os problemas no sistema de propulsão começaram a aparecer, causando mais dois adiamentos.

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Nova data de lançamento dependerá da agenda da ISS

A Nasa está esperando as conclusões da Boeing para anunciar uma nova data de lançamento para a missão. No entanto, a Starliner precisará se encaixar em uma agenda lotada para a Estação Espacial Internacional, que estará agitada nos próximos meses.

Na próxima semana, a Northrop Grumman lançará um carregamento para o laboratório orbital; no final deste mês, será a vez da SpaceX seguir com sua própria carga de suprimentos. Em setembro, os cosmonautas russos Oleg Novitsky e Pyotr Dubrov iniciarão uma série de 11 caminhadas espaciais para concluir a configuração do módulo Nauka e, em outubro, a Rússia e a SpaceX lançarão missões tripuladas à ISS.

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Armazenamento cheio? Aprenda a apagar fotos, GIFs e vídeos baixados do WhatsApp

Por Tamires Ferreira — 6 de Agosto de 2021, 17:02

Quem nunca se deparou com aquele alerta de armazenamento cheio no iPhone, não é mesmo? O que pouca gente sabe é que fotos, vídeos e GIFs enviados nos chats de mensageiros como o WhatsApp, bem como o backup de conversas, ocupam muito espaço do celular – principalmente se o download automático de mídias estiver ativado.

É possível apagar manualmente todo esse conteúdo através da biblioteca do celular, no entanto, existe uma forma mais rápida de acesso dentro do WhatsApp que permite excluir todo o conteúdo de uma única vez.

Vale lembrar que é importante ter certeza da exclusão das mídias e que nada de importante será perdido. Assim, recomendamos realizar o backup do mensageiro antes de começar a limpeza para garantir que arquivos importantes não sejam excluídos por engano.

Nosso teste foi feito a partir de um iPhone 7, mas também é possível realizar o procedimento em celulares Android.

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Como apagar arquivos de mídia do WhatsApp e liberar espaço no iPhone?

1 – Vá até a aba de “Configurações” do WhatApp, clique em “Armazenamento de dados” e depois em “Gerenciar armazenamento”;

2 – O app irá te mostrar o quanto da memória essas mídias estão usando, bem como o número de mídias enviadas com cada contato individualmente. Você pode escolher entre duas formas para analisar e excluir o conteúdo:

  • Se optar por apagar tudo pelo “Analisar e Apagar Itens”

Clique no total de mídias, depois toque em “Selecionar” para escolher quais fotos e vídeos serão apagados. Se tiver certeza de que tudo que está ali pode ser deletado, aperte em “Selecionar todos” e depois clique no ícone de lixeira;

O mesmo pode ser feito na aba “Encaminhados com frequência”.

  • Se optar por ir pela aba “Conversas”

Entre no chat e faça o mesmo procedimento com a tecla “Selecionar” ou “Selecionar todos”;

Dica: a aba de “Conversas” mostra em ordem decrescente os chats que mais possuem mídias. A partir disso você pode analisar onde estão concentrados os maiores números de conteúdo e, assim, deletá-las.

Como apagar GIFs

1. Para apagar os GIFs é necessário exclui-los de forma individual, diretamente nas conversas do chat, ou acessar “Conversas” e depois “Limpar todas as conversas”.

Importante! A opção “Apagar todas as conversas exclui, inclusive, o chat aberto com o contato. Ao selecionar apenas limpar, ele apaga apenas as mensagens – o que também inclui todas as mídias.

Prontinho! Agora você já sabe como fazer aquela faxina nas mídias do seu WhatsApp.

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Apple anuncia monitoramento de iPhones para combater a pornografia infantil

Por Rafael Arbulu — 6 de Agosto de 2021, 16:43

Em um comunicado publicado em seu site oficial, a Apple anunciou que vai conduzir varreduras em iPhones a fim de encontrar usuários que consumam pornografia infantil e salvem esse tipo de material em seus dispositivos ou mesmo no iCloud, a plataforma de hospedagem em nuvem da Maçã. Há também outras medidas, como mais ferramentas de monitoramento para os pais.

A empresa de Cupertino assegurou a segurança das medidas anunciadas, o que agradou entidades de proteção à criança. Entretanto, especialistas como a Electronic Frontier Foundation (EFF) não foram muito complacentes, afirmando que, embora o objetivo seja o mais nobre possível, não há como evitar que esse tipo de brecha seja usado no futuro por autoridades governamentais ou hackers (mais sobre isso ao final do texto).

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Imagem mostra um conjunto de iPhones exibindo alertas da Apple contra a veiculação de pornografia infantil. Empresa vai implementar sistema de monitoramento ativo de seus usuários a fim de identificar quem pratica esse tipo de ato
Alertas que a Apple vai inserir no Messages, seu app de troca de mensagens em tempo real, a fim de coibir a prática de veiculação de pornografia infantil. Empresa anunciou medidas que flexibilizam a privacidade de iPhones para isso, o que desagradou entidades de segurança digital. Imagem: Apple/Divulgação

A primeira medida mencionada pela Apple contra a pornografia infantil refere-se à segurança de comunicações via Messages. O aplicativo de conversas em tempo real passará a alertar crianças que tenham um iPhone de que a imagem recebida tem conteúdo não recomendado à elas, desfocando a figura. Mais além, um alerta avisará que, caso a criança persista na visualização, seus pais serão notificados disso por meio do ecossistema de aparelhos conectados da empresa.

O mesmo vale para o caso de a criança tentar enviar tais materiais por conta própria, como acontece quando adolescentes são convencidas por predadores online a tirarem fotos explícitas. Os pais é quem poderão fazer o ajuste desse sistema – inclusive ligando-o ou desligando-o.

Isso se dá, segundo a Apple, por um processo de machine learning on device – ou seja, o uso da inteligência artificial do próprio aparelho -, que analisa as imagens recebidas antes de elas serem abertas, determinando sua natureza sexual. Pelo processo ocorrer dentro do aparelho, não há compartilhamento com a Apple e a empresa não ficará sabendo do que está acontecendo.

Imagem mostra uma criança com a mão à frente de seu rosto, que está desfocado, simbolizando campanhas de combate ao abuso infantil
Com as crianças tendo acesso à alta tecnologia em idades cada vez mais jovens, a preocupação para que elas nçao caiam em abusos aumentou em empresas de sistemas, eletrônicos e internet. Imagem: 271 EAK MOTO/Shutterstock

Depois disso, o comunicado falam da detecção do que a Apple chama de “Material de Abuso Sexual de Crianças” (CSAM), outro nome para “pornografia infantil”: “Antes de uma imagem ser armazenada no iCloud, um processo de listagem do dispositivo é executado e as imagens são comparadas com bases de dados (hashes) conhecidas de CSAMs”, diz o trecho do texto.

“Este processo é conduzido por uma tecnologia criptografada chamada ‘interseção fixa’, que determina se uma imagem conhecida está sendo usada, mas sem revelar o resultado. O dispositivo então cria um voucher criptografado de segurança que codifica o resultado comparativo junto com dados, também criptografados, da imagem. Esse voucher é armazenado no iCloud junto da imagem”.

A própria Apple assegura que o conteúdo não será compartilhado com a empresa – a não ser que a imagem em questão bata com algum resultado de bases de CSAM. Caso isso ocorra, a Apple poderá “ver” o conteúdo, analisar por conta própria e, se constatada a violação, desabilitar a conta do usuário permanentemente – mas não sem antes compartilhar todo o material com o Centro Nacional para Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas (NCMEC, no inglês), uma ONG de combate à pedofilia estabelecida em 1984 pelo governo dos Estados Unidos.

Finalmente, a Siri e outros mecanismos de buscas dos iPhones e iPads que se conectem à internet também receberão mudanças: a assistente virtual da Apple poderá apontar o usuário para entidades que recebem denúncias de veiculação de material de pedofilia, além de barrar buscas que ambicionem encontrar tais materiais. Neste segundo tópico, a Siri exibirá alertas do quão prejudicial é esse tipo de conteúdo e direcionará o usuário a mecanismos e entidades de ajuda psicológica.

Todas as novidades acima têm previsão para chegar “em 2021”, mas sem um comprometimento específico de data. Os usuários notarão essas alterações nas próxima atualizações do iOS, iPadOS e outros sistemas operacionais.

Apple x pornografia infantil x EFF

Como dissemos no começo do texto, a notícia não foi muito bem recebida pelo time da EFF, que teceu alguns comentários sobre o assunto em seu site oficial:

“A exploração de crianças é um problema muito sério, e a Apple não é a primeira empresa de tecnologia a flexibilizar seu posicionamento em favor da privacidade como um meio de combater isso”, diz trecho do texto publicado. “Porém, essa escolha cobrará um preço muito alto para a privacidade generalizada dos usuários. A Apple pode explicar todas as tecnicalidades dessa brecha proposital, mas ao final das contas, mesmo uma brecha documentada em detalhes, cuidadosamente planejada e com escopo extremamente específico ainda é uma brecha”.

O texto continua, ressaltando como a EFF está “desapontada” com a Apple, a quem a entidade refere-se como “uma contínua campeã em favor da criptografia de ponta a ponta”. “O comprometimento proposital da Apple em sua criptografia pode agradar agências governamentais nos EUA e em outros países, mas é uma ‘virada de cara’ para usuários que sempre dependeram de sua liderança em privacidade e segurança”.

Segundo a EFF, “é impossível construir um sistema de escaneamento do lado do cliente e usá-lo apenas para vistoria de imagens recebidas ou enviadas por crianças. Consequentemente, mesmo esforços bem intencionados podem quebrar promessas da criptografia do app de mensagens e abrir a porta para abusos maiores. Tudo o que fosse preciso para expandir a abertura dessa porta construída pela Apple é uma expansão dos parâmetros de machine learning, para que eles procurem outros tipos de conteúdo, ou mesmo uma mudança leve nas configurações de marcação de conteúdo problemático – não apenas em contas de crianças, mas de qualquer pessoa”.

Trocando em miúdos. A EFF pensa que, por mais louvável que seja o empenho da Apple em combater a pornografia infantil com seu imenso poderio tecnológico, isso pode ser, como diz a expressão, “um tiro que sai pela culatra”, já que pequenas mudanças em um sistema ao qual o usuário não tem acesso permitiriam que essa mesma tecnologia fosse usada para invadir a privacidade até mesmo de quem não usa de material de pedofilia.

Tim Cook
No passado, o CEO da Apple, Tim Cook, chegou a levar o governo dos EUA à justiça para proteger as práticas de privacidade da Apple, que agora as flexibilizou a fim de combater a pornografia infantil. Imagem: John Gress Media Inc/Shutterstock

No passado, a mesma Apple reforçou – e ganhou na justiça – o seu compromisso com não abrir ou flexibilizar a segurança de seus aparelhos, mesmo quando o FBI tentou forçá-la a quebrar a integridade de segurança de um iPhone supostamente pertencente a um terrorista morto. Tim Cook, o CEO da Apple, disse que a empresa tem a capacidade de fazê-lo, mas não para um iPhone específico: tal alteração seria feita no iOS – e isso comprometeria toda a base de usuários do smartphone. “Eu não posso autorizar a construção de algo que seria o equivalente tecnológico do câncer”, disse ele na época.

A Apple confirmou a instalação do material de combate à pornografia infantil já nas próximas atualizações de seus sistemas, mas não teceu comentários sobre as críticas posicionadas pela EFF. Também não há informação sobre se ou quando essas medidas chegarão ao Brasil.

Enquanto essas medidas da Apple não aparecem por aqui, a pornografia infantil pode ser denunciada junto à Promotoria de Justiça da Vara da Infância e Juventude e o Conselho Tutelar de cada Estado. Por meio de uma ligação anônima para o serviço “Disque 100”, mantido pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), você consegue chegar aos órgãos competentes.

Já pela internet, a ONG SaferNet recebe denúncias relacionadas à pedofilia veiculada online e aceita informações por meio do endereço “https://new.safernet.org.br/helpline” (sem as aspas). Há também a Central Nacional de Denúncias de Crimes Cibernéticos , onde as denúncias são anônimas.

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AirPower: protótipo de carregador sem fio da Apple cai nas mãos de colecionador

Por Rafael Rigues — 6 de Agosto de 2021, 16:04

Anunciado pela Apple em 2017, o AirPower seria um carregador wireless versátil, capaz de carregar até três aparelhos (como um iPhone, AirPods e um Apple Watch) ao mesmo tempo. Uma característica única do produto seria a capacidade de recarregar os aparelhos independente de sua posição sobre ele, sem a necessidade de alinhá-los com a bobina de carga como ocorre em carregadores sem fio comuns.

Após vários adiamentos, o produto foi finalmente cancelado em 2019, antes de chegar ao mercado. Oficialmente, a Apple alegou que o AirPower “não satisfaria seus altos padrões” de qualidade, mas segundo rumores os verdadeiros motivos foram problemas com o superaquecimento do carregador e seu alto custo de produção.

Protótipo de um carregador AirPower. Estrutura interna em alumínio lembra um teclado, e cada "quadradinho" é um controlador de carga. Imagem: Giulio Zompetti.
Protótipo de um carregador AirPower. Estrutura interna em alumínio lembra um teclado, e cada “quadradinho” é um controlador de carga. Imagem: Giulio Zompetti.

Segundo o site The Verge, o colecionador italiano Giulio Zompetti, de 28 anos, conseguiu adquirir um protótipo do AirPower com fontes chinesas que trabalham com reciclagem de lixo eletrônico. A unidade não tem o revestimento externo, o que deixa expostos os circuitos e a estrutura interna de alumínio.

Leia mais:

Em um curto vídeo publicado em sua conta no Twitter, Zompetti mostra um iPhone exibindo uma animação tridimensional na tela quando colocado sobre o acessório, que indica o ínicio da recarga.

AirPower pic.twitter.com/bv8gi0NiiL

— Giulio Zompetti (@1nsane_dev) August 5, 2021

Infelizmente, o protótipo do AirPower não funciona com qualquer iPhone: os telefones também tem que ser protótipos, já que são eles que se comunicam com o carregador para iniciar o processo de carga, e esse recurso foi removido dos modelos vendidos ao público.

O colecionador diz que não conseguiu reproduzir os supostos problemas de superaquecimento, mas que não pode afirmar que eles não existem. Zompetti coleciona protótipos de aparelhos da Apple desde 2018, e tem como objetivo conseguir aqueles com a melhor aparência. Entre os cerca de 35 itens de sua coleção está um raro protótipo do primeiro Apple Watch, datado de cerca de um ano antes do lançamento ao público.

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Land Rover lança versão limitada do SVR com detalhes em fibra de carbono

Por Matheus Barros — 6 de Agosto de 2021, 16:01

A Land Rover está lançando no Brasil uma versão limitada da Range Rover Sport SVR com diversos detalhes em fibra de carbono. Inicialmente, o carro está avaliado em cerca de R$ 1.033.805,00.

O novo veículo foi produzido pela divisão de projetos especiais da companhia, a Special Vehicles Operation (SVO). O carro abusa dos detalhes em fibra de carbono, visto que o material está presente em toda a parte central do capô, incluindo as saídas de ar, para-choque e capa dos retrovisores.

A fibra de carbono é frequentemente usada para diminuição do peso dos veículos. Com um material mais leve, o consumo de combustível tende a diminuir, acarretando também na diminuição da emissão de poluentes.

  • Divulgação/Land Rover
  • Divulgação/Land Rover
  • Divulgação/Land Rover
  • Divulgação/Land Rover
  • Divulgação/Land Rover

Além disso, carros produzidos com fibra de carbono tendem a ter uma melhor distribuição de peso, reduzindo o centro de gravidade do veículo e melhorando a capacidade de tração.

O novo Range Rover SVR também possui detalhes com o material no interior. O painel e console central do carro são cobertos por fibra de carbono, assim como o volante as saídas de ar-condicionado.

O veículo é equipado com o mesmo motor V8 5.0 Supercharged da versão SVR padrão e possui uma carroceria monobloco 100% de alumínio, gerando 575 cv 71 kgfm, que garante uma aceleração de 0km/h a 100 km/h em 4,5 segundos. A velocidade máxima do carro é de 283 km/h.

Os itens de série do novo carro são os mesmo que os do Range Rover SVR padrão, contando com terrain response configurável, faróis em pixel LED, sistema de frenagem automática em alta velocidade e fechamento de portas soft close.

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Os bancos do veículo são todos feitos em couro Ebony e estão disponíveis em três cores: banco, marrom e vermelho. Os assentos também contam com um sistema de aquecimento. O SUV também é equipado com sistema multimídia compatível com Android Auto e Apple Carplay, além de um som Meridian Surround com 19 autofalantes e 825W de potência.

Entre as exclusividades da série, estão as rodas de 22” pretas brilhantes.

Ainda não se sabe quantas unidades do Land Rover SVR estarão disponíveis no mercado brasileiro, mas a pré-venda já está liberada. Os primeiros exemplares estão previstos para chegar ao País ainda em agosto, de acordo com a marca.

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iPhone: saiba como ajudar a Siri a identificar parentesco nos contatos

Por Tamires Ferreira — 6 de Agosto de 2021, 15:57

Dificilmente as pessoas adicionam parentesco a contatos no celular. No entanto, a ferramenta pode ser muito útil, principalmente porque é por meio dela que o trabalho da Siri, a assistente virtual do iPhone, é otimizado ao executar um comando por voz como por exemplo: “E aí, Siri, ligar para minha mãe”.

Ou seja, em uma emergência ou em uma situação que você esteja dirigindo, o recurso será bem-vindo. Além da família, também é possível adicionar amigos, gerente do banco ou até o chefe da empresa para a qual você trabalha, criando uma etiqueta personalizada para esses contatos.

Para saber o passo a passo para identificar os tipos de parentesco no iPhone e otimizar os pedidos à Siri, acompanhe o tutorial abaixo.

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Como indicar parentesco entre contatos do iPhone?

1. Acesse o recurso “Telefone”, clique na aba “Contatos” e busque pelo parente cuja identificação você quer adicionar;

2. Toque em “Editar”, role a tela e clique em “Adicionar nome relacionado”;

3. Selecione a etiqueta que corresponde ao grau de parentesco daquele contato. Você também pode acrescentar outros nomes relacionados, como apelidos. Para finalizar, clique em “Ok”;

Ajudando a Siri a identificar:

4. Acione a Siri com o comando “E aí, Siri”. Em seguida, diga o nome do contato e o que ele é seu (mãe, pai, chefe…). A assistente irá perguntar se você quer que ela memorize o “nome contato” como sua mãe, por exemplo, toque em “sim”;

Prontinho! Contato identificado. Vale ressaltar que, caso o contato esteja salvo com apelidos, a funcionalidade irá identificar além do nome salvo, também os outros codinomes.

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‘A Plague Tale: Innocence’ e ‘Minit’ são os jogos grátis da semana na Epic Store

Por Arthur Henrique — 6 de Agosto de 2021, 15:54

Os próximos jogos grátis da Epic Games Store foram revelados! Durante uma semana completa, os players de PC terão acesso a dois títulos sem custo algum‘A Plague Tale: Innocence’, aclamado jogo de ação e stealth que se passa na França medieval, e ‘Minit’, indie insano que acontece dentro de um loop de 60 segundos.

Para resgatar uma cópia, basta acessar as páginas de cada um dos games na loja digital – a de ‘A Plague Tale: Innocence‘ e a de ‘Minit’ -, clicar no botão de compra e finalizar o pedido. Os jogos serão adicionados automaticamente à biblioteca e ficarão disponíveis na conta do usuário de forma gratuita para sempre.

‘A Plague Tale: Innocence’ acompanha a soturna história da jovem Amicia e seu irmãozinho, Hugo, em uma angustiante jornada pelas horas mais sombrias da história da França medieval. Na história, que conta com tradução para o português do Brasil, os personagens Hugo terão que aprender a confiar um no outro para sobreviver a um mundo brutal e inclemente no qual são caçados por soldados da Inquisição e cercados por enxames de ratos

A aventura altamente premiada mistura momentos de terror e sobrevivência e, inclusive, já tem uma sequência anunciada. Batizada de ‘A Plague Tale: Requiem’, a sequência está prevista para chegar ao Xbox Series X/S, PC, PlayStation 5 e Nintendo Switch em algum momento de 2022.

‘Minit’é uma pequena aventura peculiar em que você joga 60 segundos por vez – sério mesmo! Na história, o jogador deve se aventurar para resolver puzzles e derrotar inimigos perigosos para colocar um fim em uma maldição que termina a cada dia em apenas um minuto. O título indie é fruto do estúdio Vlambeer, feito a partir da colaboração de Jan Willem Nijman, Jukio Kallio, Dominik Johann e Kitty Calis, que trabalhou como produtora de ‘Horizon Zero Dawn’.

Toda quinta-feira, a Epic Games Store dá um ou mais jogos grátis aos usuários. E spoiler alert: na próxima semana, mais especificamente no dia 12 de agosto, a loja digital de games irá ofertar sem custos o título ‘Rebel Galaxy’.

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Altio abre 120 vagas na área de TI, com oportunidade de mudança para Portugal

Por Tamires Ferreira — 6 de Agosto de 2021, 15:46

A Altio Tecnologia anunciou a abertura de 120 vagas para desenvolvedor Salesforce, em diversos níveis de experiência – júnior, pleno, sênior, especialista, arquiteto e analistas funcionais. Os novos colaboradores, que inicialmente trabalharão no Brasil, terão também a oportunidade de mudar para Portugal com toda a família após seis meses de contratação.

O regime de trabalho é PJ (Pessoa Jurídica), com 8 hora diárias em modelo home office e horário flexível. Para a mudança de país é necessário ser efetivado e, segundo a empresa, toda a tramitação opera dentro da legislação e com o apoio da companhia.

mão em cima do teclado com carteira de trabalho ao lado
Altio Tecnologia abre 120 vagas na área de tecnologia com oportunidade de mudança de país. Imagem: Shutterstock

O processo seletivo acontecerá de forma virtual através da plataforma Taqe, especializada em recrutamento e seleção digital, cujo site você pode acessar clicando aqui.

O participante precisará passar por testes interativos e culturais para identificação do perfil com a empresa e, se aprovado, avança para outras fases mais técnicas. A vaga também é destinada para pessoas com deficiência.

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Para se candidatar também são exigidas algumas qualificações e experiência em desenvolvimento com plataforma Salesforce (Flow, Triggers, Apex, LWC, Aura, Rest APIs), experiência de 1 a 12 anos em Salesforce (análise funcional, desenvolvimento, arquitetura de soluções etc.), além de inglês (do básico ao fluente).

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Veja como colocar foto de capa nas playlists do Spotify

Por Matheus Barros — 6 de Agosto de 2021, 15:31

O Spotify é um dos maiores streamings de música e possui diversos recursos para melhorar a experiência dos usuários. Um dos principais é a possibilidade de criar playlists com suas músicas favoritas da plataforma.

Seja para organizar algum estilo de ritmo que você gosta, ou só para salvar as canções que você sempre quer ouvir, as playlists são muito úteis e, caso sejam baixadas, salvam a vida naqueles momentos em que o celular não está conectado à internet.

Para personalizar ainda mais as suas listas de música, o Spotify permite que você altere a foto de capa. É possível colocar qualquer foto da sua galeria e a alteração pode ser feita tanto no computador via aplicativo móvel.

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Como colocar foto de capa nas playlists do Spotify

1 – Abra o aplicativo do Spotify, disponível para Android e iOS;

2 – Clique em “Sua Biblioteca”, na parte inferior da tela;

Print do aplicativo do Spotify

3 – Procure pela playlist que você deseja alterar a capa;

Print do aplicativo do Spotify

4 – Com a lista de músicas aberta, clique no símbolo dos três pontos;

Print do aplicativo do Spotify

5 – Clique na opção “Editar playlist”;

Print do aplicativo do Spotify

6 – Selecione “Alterar imagem”;

Print do aplicativo do Spotify

6 – Na janela seguinte, escolha se vai tirar uma nova foto ou se vai procurar por uma na galeria do aparelho;

Print do aplicativo do Spotify

7 – Tire a foto, ou selecione a opção da sua galeria. Em seguida, clique em “Use a foto”;

Print do aplicativo do Spotify

8 – Clique em “Salvar”.

Print do aplicativo do Spotify

Pronto! Agora você já sabe como alterar as fotos de capa de suas playlists do Spotify.

O processo pode ser realizado da mesma maneira no aplicativo do Spotify para computador, ou na versão web. Basta seguir o mesmo passo a passo.

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Experiências de educação e emprego influenciam a saúde cardiovascular

Por Isabela Silveira — 6 de Agosto de 2021, 15:29

Uma nova pesquisa, publicada nesta sexta-feira (6) por cientistas da Universidade de Cambridge, descobriu que a educação na primeira infância e os hábitos de trabalho contribuem para as alterações de saúde cardiovascular na vida adulta, independentemente de ocupação ou renda. Os resultados indicam ainda que os fatores socioeconômicos não são tão decisivos para o desenvolvimento de problemas relacionados ao coração, mas razões psicossociais, como estresse e depressão, podem desempenhar um papel importante.

De acordo com a Medical Xpress, existem diferenças significativas de saúde entre os diferentes setores da sociedade, com aqueles que têm menos escolaridade e ocupam empregos de status mais baixo se mostrando menos saudáveis ​​e com expectativa de vida mais curta, em média, do que os mais privilegiados. Até agora, contudo, não está claro até que ponto os fatores socioeconômicos no início da idade adulta contribuem diretamente para as diferenças de saúde observadas ao longo da vida.

Na busca por elucidar a questão, uma recente pesquisa da Universidade de Cambridge, publicada hoje (6), analisou dados demográficos e de saúde, coletados ao longo de várias décadas, de mais de 12.000 membros da Coorte de Nascimentos Britânica de 1970 – um conjunto de pessoas que tem em comum eventos que se deram nesse mesmo período. O objetivo do estudo consistiu em determinar as contribuições sociais e econômicas para as alterações da saúde cardiovascular na meia idade.

Novo estudo indica que condições socioeconômicas não são as únicas influências para a saúde cardiovascular. Hábitos positivos de educação na infância, experiências de emprego e fatores emocionais podem ser os principais determinantes.

Para o experimento, os cientistas dividiram os dados demográficos em diferentes grupos: condições socioeconômicas, trajetória na educação, tipos de trabalho, ocorrência de desemprego ou inatividade financeira no início da idade adulta (entre 16 e 24 anos), entre outras informações. Eles, então, compararam os dados com fatores de risco para a saúde cardiovascular dos adultos de meia idade (em média 46 anos), incluindo pressão arterial, colesterol e circunferência da cintura.

Após a análise, os pesquisadores descobriram que aqueles que passaram mais tempo na educação infantil e tiveram experiências de emprego em funções profissionais ou gerenciais durante o início da idade adulta, desempenharam melhores níveis de saúde cardiovascular na meia idade.

No entanto, é importante ressaltar que essa associação não foi inteiramente devido a uma renda mais alta ou emprego de nível superior, sugerindo uma relação independente e de longo prazo entre esses fatores. Em contrapartida, os autores sugerem que o desenvolvimento de comportamentos de saúde ou fatores psicossociais – estresse, ansiedade, depressão etc. – além de longas rotinas de trabalho, pode desempenhar papel determinante para as doenças cardiovasculares.

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“Os resultados sugerem que precisamos fornecer uma rede de apoio aos adultos jovens para permitir o desenvolvimento saudável dos mesmos e prevenir doenças para a maturidade”, concluiu a Dra. Eleanor Winpenny, principal autora da pesquisa.

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‘PUBG Mobile’ já baniu 37 milhões de contas por trapaças em 2021

Por Breno Pessoa — 8 de Julho de 2021, 23:32

Com milhões de usuários ativos diariamente, ‘PUBG Mobile’ atrai também um número considerável de jogadores que não seguem as regras da comunidade. Para erradicar o problema, os desenvolvedores do battle royale implementaram novos recursos, como o sistema o Anti-Trapaça Ban Pan, em funcionamento desde o ano passado. E somente em 2021, a equipe de segurança do jogo já baniu 37 milhões de contas consideradas trapaceiras.

No último período computado, entre os dias 25 e 1º de julho, por exemplo, o sistema anti-trapaça baniu 1.259.457 contas suspeitas, do nível Bronze ao Conquistador.

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Entre as principais causas de banimento estão o uso de hacks de mira automática (23%) e de visão de raio X (22%) ou de incremento de velocidade (17%). Na sequência, os outros principais fatores de eliminação de contas são modificações do modelo do personagem (16%) e alteração do dano de área (9%). Os demais comportamentos inadequados correspondem a 9% dos banimentos.

Jogadores também fiscalizam

A própria comunidade de jogadores pode participar do monitoramento de trapaceiros e denunciar comportamentos inadequados. Ao acessar a área ‘Banir’ no jogo, o usuário acessa a chamada ‘Zona Segura’ e pode conferir sua morte pelo ponto de vista do rival.

Essa mudança de perspectiva permite identificar o uso de recursos indevidos para facilitar o jogo e, em seguida, realizar a denúncia.

Além de ser utilizado para combater o uso de cheats e hacks, o Ban Pan pode ser utilizado para banir jogadores que apresentam comportamentos tóxicos e impróprios.

Fora o Ban Pan, o jogo passou a contar com o Sistema de Banimento Competitivo, utilizado em campeonatos oficiais de ‘PUBG Mobile’. A ferramenta global identifica possíveis situações em que jogadores comprometem a integridade de competições e distribui punições conforme o tipo de trapaça. A depender, os competidores podem receber até banimento permanente.

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Casca de ovo traz revelações sobre mudanças climáticas de milhares de anos atrás

Por Flavia Correia — 8 de Julho de 2021, 23:10

Pesquisadores da Universidade de Exeter, em Bristol, na Inglaterra, estudaram isótopos e um aminoácido de fragmentos de uma casca de ovo de avestruz escavados na região de Karoo, na África do Sul. Eles descobriram evidências importantes sobre as mudanças climáticas extremas enfrentadas pelos primeiros ancestrais humanos. 

De acordo com o estudo, partes do interior da África do Sul que hoje são secas e pouco povoadas já foram pântanos e pastagens entre 250 mil e 350 mil anos atrás – momento chave da evolução humana.

Cascas de ovos são excelentes fontes de informações sobre períodos antigos. Imagem: fotoslaz – Shutterstock

Segundo os pesquisadores Philip Kiberd e Alex Pryor, o local onde a casca foi encontrada é um dos poucos sítios arqueológicos no sul do continente africano datados daquele período, uma época associada ao aparecimento mais antigo de comunidades com as assinaturas genéticas do Homo sapiens.

Essa nova pesquisa apoia outras evidências, a partir de ossos de animais fósseis, de que comunidades do passado na região viviam entre rebanhos de gnus, zebras, pequenos antílopes, hipopótamos, babuínos e espécies extintas de Megalotragus priscus e Equus capensis, e os caçavam ao lado de outros carnívoros, hiena e leões.

Junto a achados anteriores no mesmo sítio, a casca do ovo sugere que, há 200 mil  anos, climas mais frios e úmidos deram lugar a uma aridez crescente. Um processo de mudança de climas úmidos e secos reconhecido por impulsionar a rotatividade e a evolução das espécies, incluindo o Homo sapiens.

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Publicado no periódico científico South African Archaeological Bulletin, o estudo aborda uma técnica que envolve a moagem de uma pequena parte da casca do ovo até virar pó, permitindo que os especialistas analisem e datem a casca, o que, por sua vez, determina o clima e o meio ambiente do passado.

Por que cascas de ovos de avestruz trazem evidências importantes do passado?

Usar casca de ovo de avestruz para investigar climas anteriores é possível porque esses animais comem as folhas mais frescas de arbustos e gramíneas disponíveis em seu ambiente, o que significa que a composição da casca de ovo reflete sua dieta. 

Avestruz com seus ovos no Karoo, mesma região da África do Sul onde foram escavados os pedaços de cascas de ovos antigos da espécie. Imagem: Dominique de La Croix – Shutterstock

Como os ovos são colocados na estação de reprodução em uma janela curta, as informações encontradas na casca do ovo da avestruz fornecem uma imagem do ambiente e do clima predominantes por um período de tempo preciso.

A Fazenda Bundu, onde o material foi recuperado, é uma área a 50 km da pequena vila mais próxima, situada dentro de um semi-deserto ambiente, que comporta um pequeno rebanho de ovelhas. 

Kiberd, que liderou o estudo, disse que “essa parte da África do Sul é agora extremamente árida, mas milhares de anos atrás seria uma paisagem semelhante ao Éden, com lagos e rios e abundantes espécies de flora e fauna”. 

Ele afirma que a análise da casca de ovo de avestruz “ajuda a entender melhor os ambientes em que nossos ancestrais estavam evoluindo e fornece um contexto importante para interpretar os comportamentos e adaptações das pessoas no passado e como isso levou à evolução de nossa espécie”.

Com informações do Phys.org.

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Nova vacina em spray pode impedir a transmissão da Covid-19, diz pesquisa

Por Matheus Barros — 8 de Julho de 2021, 22:57

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Iowa e Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, apontou que uma nova vacina em spray intranasal de dose única pode ser capaz de evitar a transmissão da Covid-19 e impedir completamente as mortes pela doença.

Apesar dos resultados surpreendentes, a pesquisa publicada na revista científica Science Advances relatou que até o momento os testes só foram feitos com camundongos e furões e que os estudos devem avançar para testes clínicos em humanos em breve.

Ilustração de vacinas spray
Nova vacina spray pode impedir a transmissão da Covid-19, diz pesquisa. Créditos: Shutterstock

“As vacinas disponíveis atualmente contra a Covid-19 são muito bem-sucedidas, mas a maioria da população mundial ainda não foi vacinada e há uma necessidade crítica de mais vacinas que sejam fáceis de usar e eficazes para interromper doenças e transmissão”, disse o professor de medicina pulmonar, microbiologia e imunologia, Paul McCray.

A vacina em questão ainda demonstrou mais praticidade na administração, já que pode ser aplicada em dose única como um spray nasal e armazenada em temperatura de uma geladeira comum por até três meses.

Vacina em spray promete combater completamente o SARS-CoV-2

Segundo o principal autor do estudo, caso os resultados em pessoas sejam comprovados, a nova vacina poderá ser a chave para controlar a pandemia da Covid-19 e combater completamente o SARS-CoV-2.

A vacina experimental é produzida a partir de um vírus inofensivo chamado parainfluenza 5 (PIV5) para distribuir a proteína spike do SARS-CoV-2 nas células, estimulando uma resposta imune que impede a infecção por Covid-19. O imunizante tem como foco as células da mucosa das passagens nasais e aéreas, foco inicial e porta de entrada do vírus.

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A equipe responsável revelou que estuda essa plataforma de vacina há 20 anos e já demonstrou sua utilidade em animais com outra vertente do coronavírus perigosa chamada Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS). Assim que a pandemia surgiu, eles passaram a estudar a vacina contra o SARS-CoV-2.

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Qualcomm fecha parceria com a Asus para lançar celular voltado para entusiastas

Por Gabriel Sérvio — 8 de Julho de 2021, 22:55

A Qualcomm vai lançar o seu primeiro celular de marca própria desenvolvido em parceria com a taiwanesa Asus. O smartphone, pensado para atender as necessidades dos entusiastas de tecnologia móvel, vai contar com as últimas novidades do momento e tem como proposta mostrar o que a companhia tem de melhor para o segmento mobile.

O dispositivo, chamado ‘Smartphone for Snapdragon Insiders’, tem visual inspirado no modelo gamer Asus ROG Phone 5 e possui especificações que rivalizam com os melhores telefones Android do mercado.

Ficha técnica do ‘Smartphone for Snapdragon Insiders’ da Qualcomm

Alimentado pelo processador Snapdragon 888, o aparelho vem de fábrica com Android 11, 16 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento. Seu display AMOLED de 6,78″, coberto por Gorilla Glass Victus, tem resolução QHD+ e possui uma taxa de atualização de 144 Hz.

Novo celular da Qualcomm para entusiastas de tecnologia móvel
Para os jogadores de plantão, a Qualcomm disponibilizou o recurso ‘Quick Touch’, que, segundo a empresa, aumenta a capacidade de resposta nos games em até 20%. Imagem: Qualcomm/Divulgação

Na parte traseira, há um módulo com três câmeras: um sensor principal de 64 MP (Sony IMX686) capaz de gravar vídeos de 8K (30 fps) e 4K (60 fps). A segunda câmera, uma lente grande angular de 12 MP, possui correção de distorção em tempo real. Por fim, há uma lente telefoto com zoom de 3x de 8 MP. Já a câmera frontal possui 24 MP.

Em áudio, a Qualcomm optou por uma configuração de microfones quádruplos e alto-falantes estéreo alimentados pela tecnologia ‘Snapdragon Sound’. Segundo a companhia, o recurso reúne a “melhor tecnologia de áudio” com diferentes perfis de som que correspondem ao que acontece na tela do aparelho.

Fones de ouvido oferecidos pela Qualcomm em conjunto com seu novo celular para entusiastas
Para corresponder à experiência de áudio, a Qualcomm vai oferecer um par de fones de ouvido premium da marca Master & Dynamic. O acessório possui suporte para áudio de 24 bits, Bluetooth de baixa latência e redução de ruído. Imagem: Qualcomm/Divulgação

Quanto à conectividade, o dispositivo terá compatibilidade com as principais bandas 5G (sub 6 e mmWave) graças ao modem X60 5G de terceira geração. O modelo, com entrada para dois chips SIM, também será compatível com o padrão Wi-Fi 6E/6 GHz e Bluetooth na versão 5.2.

Para manter tudo funcionando, há uma bateria de 4.000 mAh. Diferente de alguns rivais, o celular da Qualcomm virá com um carregador ‘Quick Charge 5.0’ de 65 W na caixa. Segundo a empresa, o adaptador de energia garante uma recarga completa em menos de uma hora.

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Curiosamente, alguns recursos ficaram de fora, um deles é o carregamento sem fio. A empresa também optou por utilizar um sensor de impressão digital tradicional na parte traseira em vez de posicioná-lo sob a tela.

Programa Snapdragon Insiders

A Qualcomm lançou o Snapdragon Insiders para interagir com os entusiastas de tecnologia móvel. O programa oferece exclusividades e vantagens para membros, como concursos e convites para eventos. Desde o seu lançamento em março deste ano, a iniciativa acumula mais de 1,6 milhão de membros.

Por fim, vale destacar que o aparelho de ponta da Qualcomm será vendido pela bagatela de US$ 1.500 (cerca de R$ 7.900 em conversão direta) e será lançado em agosto. O ‘Smartphone for Snapdragon Insiders’ estará disponível apenas em alguns países selecionados: Estados Unidos, China, Alemanha, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul e Índia.

Via: Android Central

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Diversidade e inclusão nas empresas? Ambev, Nubank e TransEmpregos dão a letra

Por Tissiane Vicentin — 8 de Julho de 2021, 22:52

Diversidade e inclusão são temas recorrentes no vocabulário das empresas nos últimos anos, mas ainda há um descompasso grande entre discurso e realidade, ainda que muitas dentro do mercado da tecnologia estejam fomentando políticas internas com foco nesse aspecto.

Ainda há, no entanto, um longo caminho a ser percorrido e isso foi um dos temas discutidos durante o painel “Diversidade e inclusão em empresas: por onde começar?“, em evento online produzido pela edtech Trybe.

Só para se ter uma ideia do quanto ainda precisa ser feito: enquanto a mulher brasileira representa 54,5% da força de trabalho no Brasil, apenas 20% ocupam posições em tecnologia.

Pretos e pardos são 54% da população brasileira, mas representam menos de 10% dos profissionais na maioria dos times de tecnologia.

O mesmo cenário se observa com 24% da população que declara ter alguma deficiência, ou cerca de 45 milhões de pessoas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – e apenas 1,6% está inserido no mercado de TI.

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Esses dados foram trazidos durante o painel por Carol Sperb e Carolina de Freitas Oliveira, que fazem parte do Comitê de Autenticidade Tech, criado pela Ambev Tech em 2020.

O intuito das executivas era exemplificar algo que é bastante conhecido no mercado STEM (sigla para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em português): a TI ainda é predominantemente masculina, branca e heterossexual.

Em relação ao público LGBTQIA+, Carol Sperb reforçou a dificuldade de se encontrar dados demográficos consolidados sobre esse público, mas lembrou que alguns estudos mostram que apenas 10% dos profissionais de tecnologia se dizem não heterossexuais.

“Onde estão essas pessoas? A gente sabe que existem muito mais pessoas LGBTQIA+ no mundo. E por qual motivo elas não estão ocupando esse mercado? Essa é a pergunta que fica na nossa cabeça, e tem que motivar a gente a fazer algo para mudar”, disse.

Imagem mostra pessoas diversas unindo suas mãos em um mesmo ponto no ar.
Diversidade e Inclusão são temas que devem coexistir dentro de uma estratégia efetiva de mudança. Crédito: Shutterstock

1. Diversidade precisa ter engajamento da liderança

Parte da explicação para o questionamento levantado por Carol nos números: em levantamento feito pela Ambev Tech, 38% das empresas no Brasil ainda têm restrições na contratação de pessoas LGBTQIA+.

Além disso, cerca de 60% das pessoas LGBTQIA+ escondem sua sexualidade no ambiente de trabalho, 41% das pessoas já sofreram algum tipo de preconceito no ambiente corporativo e 11% das empresas só contratariam pessoas LGBTQIA+ para cargos que não são estratégicos. 

Para Luiz Moraes, que faz parte do time de Talent Acquisition & DI na Ambev, uma das primeiras etapas para times que querem se preparar para receber pessoas LGBTQIA+ é a de sensibilização.

“Antes de começar, você precisa saber se todo esse processo faz parte da missão, da visão e dos valores da empresa. Se há questões de diversidade e inclusão dentro desses pilares, você terá CEO e liderança engajados e sensibilizados e, assim, conseguirá cascatear esse conhecimento para os demais”, diz.

Para ele, a liderança se torna embaixadora do processo de diversidade e inclusão e esse ponto é essencial para que o processo se desenrole e seja perene. “Não adianta ter uma base engajada se a liderança não estiver engajada e se a pauta não fizer parte das prioridades da empresa, do CEO e da alta liderança.”

Lembrando também que é a liderança a responsável por bancar a mudança: ela que aprova e liberam orçamento para quaisquer iniciativas. Sem o aval de líderes, as metas permanecem apenas no papel, e as equipes de D&I não consegue exercer sua função. “[…] Todas as empresas com uma gestão engajada colocaram as estratégias de diversidade e inclusão para funcionar muito mais rápido”, completa Martins.

2. Mapeie o sistema e identifique o nível de maturidade

Para Vitor Martins, especialista em diversidade e inclusão do Nubank, o primeiro passo para a empresa é promover um censo que identifique o nível de maturidade da empresa em termos de diversidade e inclusão, para que, a partir desse cenário, as metas de evolução possam ser traçadas.

Nesse mapeamento, Martins aponta que tão importante quanto identificar quem são e quantas são as pessoas pretas, LGBTQIA+ e com deficiência inseridas no ecossistema da empresa, é ter listado dados qualitativos como histórico profissional, cargos que ocupam e a evolução desses profissionais dentro da empresa. Assim, com um cenário mais detalhado, é possível traçar um plano de ação.

3. Contrate e retenha

Dedicar tempo na contratação de profissionais pertencentes a minorias é outro passo essencial, na visão de Martins. Ele ressalta que pessoas desses grupos minoritários têm, em geral, acesso restrito à educação e, muitas vezes, não possuem a formação tradicionalmente requerida por empresas para preencher as posições.

Corroborando com essa visão, Maite Schneider, cofundadora da TransEmpregos e Linkedin TopVoice, dá um exemplo prático de como o viés na contratação pode ser excludente.

“No Brasil, 3% das pessoas dominam o idioma inglês. Algumas empresas exigem inglês fluente para cargos que sequer precisam do uso da língua apenas para supostamente ‘elevar a régua'”, afirma. “Mas não temos que elevar a régua, temos de quebrar a régua e criar outra que faça sentido para um mundo mais diverso e inclusivo”, diz.

Por isso é tão importante entender contextos para mudar o sistema e, assim, para mudar a realidade na prática.

Imagem mostra um cubo de madeira com um coração nas cores do arco-íris colocado em cima de um teclado de notebook
Empresas que investem em diversidade de gênero têm 15% mais chances de ter rendimentos acima da média. Imagem: Jakub Krechowicz/Shutterstock

4. Crie um ecossistema acolhedor

Não basta apenas contratar, é preciso mater os talentos. Para que o ambiente seja propício para a diversidade, é preciso acolher, construindo um ecossistema com segurança psicológica.

Martins, do Nubank, lembra que isso pode ser feito implementando estratégias como um onboarding mais inclusivo e com jornadas de aprendizagem para os times, para que os colaboradores entendam como melhorar a convivência com as minorias.

Programas de desenvolvimento para que colaboradores enxerguem crescimento e futuro nas empresas também são fundamentais, principalmente se o objetivo é que essas minorias alcancem uma evolução com foco também em cargos de liderança.

Maite, da TransEmpregos, também ressalta que diversidade e inclusão tem de coexir para funcionar. Assim, empatia se torna ferramenta fundamental para criar esse ecossistema acolhedor.

“Há quem seja expansivo, goste de falar sobre sua sexualidade e vai querer interagir sem barreiras com os novos colegas. Mas há também pessoas que são mais reservadas. Nesse caso, forçar uma aproximação com perguntas íntimas pode acabar afastando essas pessoas”, salienta. “Por exemplo, você não sabe qual é a relação de uma pessoa trans com a família dela. Você não pode, sem ter intimidade alguma com ela, perguntar: mas a sua família aceitou logo de cara?”

Benefícios de longo prazo

Além do impacto social dentro de suas estruturas, empresas que investem em D&I também colhem os benefícios financeiros de se investir em diversidade e inclusão.

Um estudo global da McKinsey publicado em 2018 mostrou que companhias que investem em diversidade de gênero têm 15% mais chances de ter rendimentos acima da média, percentual que sobe para 35% com aquelas com políticas para diversidade de gênero.

O mesmo estudo revela que uma eventual equidade de gênero global no mundo corporativo renderia, só para o Brasil, um aumento de 850 bilhões de dólares no Produto Interno Bruto.

Todos os painéis do evento “Diversidade e inclusão em empresas: por onde começar?” estão disponíveis no canal da Trybe no YouTube. São mais de 8 horas de programação.

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