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As 5 melhores séries de 2022; é um crime deixar de ver qualquer uma delas!

Por CONTI outra — 23 de Maio de 2022, 12:30

Para a alegria daqueles que amam acompanhar boas séries, o primeiro semestre de 2022 veio rechedo de boas produções no streaming; algumas inclusive já despontam como favoritas na próxima temporada de premiações. Há produções para agradar a todos gosto, desde suspense baseado em caso real a drama épico capaz de emocionar até os espectador mais durão.

Confira abaixo uma lista com as 5 novas séries e minisséries que você não pode deixar de ver.

1- Severance (Ruptura)

Apple TV+

Sinopse: Mark lidera uma equipe de funcionários de escritório cujas memórias foram divididas cirurgicamente entre a vida no trabalho e a vida pessoal. Quando um colega de trabalho misterioso aparece fora do escritório, ele começa uma jornada para descobrir a verdade sobre seu trabalho.

Veja o trailer:

2- Anatomia de um Escândalo

Netflix

Sinopse: A vida privilegiada de Sophie como esposa de um político poderoso começa a desmoronar depois que um escândalo vem à tona e ele é acusado de um crime chocante.

Veja o trailer:

3- A Escada

HBO Max

Sinopse: Inspirado em uma história de crime real, esta minissérie emocionante acompanha Michael Peterson (Colin Firth) e sua extensa família da Carolina do Norte após a morte suspeita de sua esposa Kathleen (Toni Collette).

Veja o trailer:

4- Pacinko

Apple TV+

Sinopse: Baseada no best-seller do New York Times, esta saga arrebatadora narra as esperanças e sonhos de uma família de imigrantes coreanos ao longo de quatro gerações, ao deixar sua terra natal em uma busca indomável para sobreviver e prosperar.

Veja o trailer:

5- Shining Girls (Iluminadas)

Apple TV+

Sinopse: Depois de viver anos em uma realidade instável após um ataque brutal, Kirby Mazrachi descobre que um assassinato recente está ligado ao seu agressor. Ela se une ao repórter veterano Dan Velazquez para entender seu presente inconstante e confrontar o passado.

Veja o trailer:

***
Redação Conti Outra.

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O que fazer quando o iPhone não consegue baixar aplicativos na App Store?

Por Gabriel Sérvio — 13 de Maio de 2022, 19:19

Por mais que baixar aplicativos seja uma tarefa rotineira e já conhecida pelos proprietários de iPhone e celulares de outras marcas, pode ser que você não consiga instalar novos apps pela App Store em casos específicos.

A boa notícia é que o erro normalmente está relacionado à algum dado da sua ID Apple e é bem fácil de resolver. Normalmente, bastam alguns ajustes nas configurações do iOS

App Store no iPhone (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Ícone da App Store na tela do iPhone (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Listamos abaixo algumas dicas que podem te ajudar em caso de problemas com downloads na loja aplicativos da Apple

Leia mais:

Tenha certeza de que iniciou uma sessão

Para usar todas as funções da App Store, é preciso iniciar uma sessão na loja da Maçã usando os dados da sua ID Apple. Mesmo que já tenha feito o processo na configuração inicial do seu iPhone, pode ser que seja necessário fazer o login novamente.

Conferir se possui uma sessão ativa é bem rápido e fácil. Basta conferir o ícone que fica no canto superior direito da App Store. 

Vai trocar ou vender o seu iPhone? Então faça essas 3 coisas primeiro

Caso apareça a sua foto, isso significa que você já está logado na loja. Se notar um ícone sem foto, toque com o dedo sobre ele e siga as instruções na tela para iniciar uma sessão.

Cadastre um método válido de pagamento

Normalmente, a App Store costuma exigir que o usuário cadastre pelo menos um cartão para realizar os pagamentos de aplicativos e serviços oferecidos na loja. 

Para checar se está tudo certo, acesse Ajustes > Seu nome > Pagamento e Entrega. Se notar algo errado, como um cartão fora da validade, por exemplo, atualize os seus dados e tente baixar os seus apps novamente.

Reinicie o iPhone

Caso haja algum conflito de software, nada melhor do que simplesmente desligar e ligar o iPhone. Apesar de simples, esse processo pode resolver o problema.

Nada funcionou? Uma maneira mais radical de resolver problemas no telefone da Apple é resetar o dispositivos, o que, apesar de apagar todos os dados salvos no aparelho, também pode corrigir problemas no sistema operacional.

Por fim, a última dica é procurar a ajuda da Apple pelo suporte oficial da empresa para avaliar se algum componente do seu telefone pode ser o culpado pelos erros de download na App Store.

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iPad Mini 6, a grande evolução de um pequeno tablet | Review

Por Nick Ellis — 13 de Maio de 2022, 17:48

Testei nos últimos meses o iPad Mini 6 (ou de 6a geração), lançado em setembro do ano passado ao lado com a linha iPhone 13. Sem muitas expectativas iniciais com o pequeno tablet da Apple, acabei muito bem surpreendido, e ele é uma das minhas primeiras opções na hora de acessar a internet, ler quadrinhos ou livros, usar redes sociais e assistir a vídeos rápidos no YouTube ou TikTok.

Com o iPad Mini, eu só tive outra experiência, com o segundo modelo. Mas, apesar de ter sempre gostado bastante desse formato tablet, acabava deixando ele de lado para usar um iPad maior, o notebook ou o computador.

Acontece que, com a nova geração, não sinto mais isso. Isso se explica pela grande evolução de hardware com a inclusão do A15 Bionic, mesmo processador dos novos iPhones. Ele simplesmente entrega um desempenho absurdo, e faz todo o sentido usá-lo cada vez mais no dia a dia, seja para trabalho ou para lazer. 

Frente do iPad Mini 6
Frente do iPad Mini 6 / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

Outro motivo para gostar muito do iPad Mini 6 é o seu design renovado, com uma tela maior que a das gerações anteriores, mas um formato menor na altura. Além disso, ele tem uma espessura praticamente igual, mas é mais leve, o que facilita a pegada com uma das mãos.

Essa mudança radical de design era muito esperada pelos fãs da linha iPad Mini. Até o ano passado, a Apple mantinha o visual do modelo original, apresentado em outubro de 2012. Em pouco tempo, o novo iPad Mini conquistou seu espaço nos meus hábitos diários, e pouco a pouco, se transformou em um dispositivo essencial. 

O iPad Mini tem quatro opções de cores, cinza espacial, rosa, roxo e a que testamos, estelar, com um tom dourado.

Review do iPad Mini 6 em vídeo

iPad Mini 6 com A15 Bionic tem um excelente desempenho

Vamos começar pelo maior destaque desse tablet, o desempenho do A15 Bionic. Sua GPU é de 5 núcleos, ou seja, a mesma usada nos modelos Pro da linha iPhone 13, e não a de GPU de 4 núcleos do iPhone 13 e 13 Mini.

Com esse processador, jogos e apps rodam perfeitamente, e é sempre muito agradável usar o novo iPad Mini. Chega a ser quase um exagero um tablet com um processador desse nível, mas isso só facilita a vida do usuário, que pode trabalhar ou jogar com uma performance realmente excelente.

O processador é acompanhado por 4 GB de RAM, e o iPad Mini 6 tem versões de 64 GB ou 256 GB, que foi a que testamos. Pois é, ficou faltando um meio-termo nas opções de armazenamento. A versão 5G conta com o modem X60 da Qualcomm.

Design é um dos pontos fortes do iPad Mini 6

Traseira do iPad Mini 6
Traseira do iPad Mini 6 / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

O design do novo iPad Mini é bem bonito e parece muito sólido com seu case em alumínio. Ele é tão agradável aos olhos, que na maior parte das vezes você vai querer usá-lo sem a capa, só para admirar o visual. 

Como citei, ele segue a mesma linha de design da linha iPhone 13, e assim o seu case de alumínio  tem bordas retas e cantos curvos. O iPad Mini tem uma versão com conectividade 5G, mas não conta com acesso a redes mmWave, pelo menos nessa geração, não que isso vá fazer muita diferença hoje.

Os botões de volume ficam na parte de cima, levados para lá para deixar a lateral direita disponível para o Apple Pencil de 2a geração (que infelizmente eu não testei). Os botões acompanham a orientação da tela, assim se você girar o iPad, o botão que estiver em cima vai seguir aumentando o volume, e o debaixo diminuindo. 

Parte superior do iPad Mini 6 com Touch ID, caixas de som e botões de volume
Parte superior do iPad Mini 6 com Touch ID, caixas de som e botões de volume / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

O Touch ID foi reposicionado do extinto botão home para o botão de ligar, também na parte de cima. Ele funciona bem, mas recomendo você cadastrar vários dedos, pois em alguns momentos, vai pegar o Mini por outra posição, e isso pode ser útil. 

O iPad Mini é leve e compacto o suficiente para ser usado com apenas uma das mãos tranquilamente. Seu modelo Wi-Fi pesa 293 gramas, e a versão 5G é só um pouco mais pesado, com 297 gramas.

Tela LCD tem ótimo brilho e cores, mas taxa de atualização é de 60Hz

iPad Mini 6 com case Folio
iPad Mini 6 com case Folio / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

O iPad Mini tem uma tela LCD com ótima resolução (2266 por 1488 pixels), além de suporte a cores DCI-P3 e brilho de até 500 nits. Apesar disso, ela poderia ser melhor, já que tem uma taxa de atualização de apenas 60Hz, o que acaba fazendo a diferença, assim como no iPhone 13. 

Esse compromisso feito pela Apple buscou não elevar ainda mais o preço do tablet, mas é uma pena. O mercado de tablets tem concorrentes com telas de 90Hz e 120Hz, mas o Mini mesmo com um processador tão poderoso, segue com tela de 60Hz. Por falar nisso, existe um boato de que a Apple vá lançar um iPad Mini Pro com uma tela de 120Hz ainda esse ano. 

Jogar no iPad Mini é ótimo, mesmo com a taxa de atualização de 60Hz. Podia ser melhor? Sim, mas isso não faz tanta diferença na maior parte das tarefas do dia a dia.

Câmera com Palco Central

A câmera frontal de 12 MP do iPad Mini tem abertura F/2.4 e um ângulo de 122 graus, e assim como a do iPad de 9a geração apresentado com ele em setembro, conta com o recurso Palco Central, ou Central Stage. Com o Palco Central, o iPad aproveita a resolução da câmera para focalizar e manter o usuário sempre em quadro, mesmo que ele se mova para os lados.

Esse é um recurso muito útil para esses anos de pandemia, com a qual todos nós tivemos que mudar nossos hábitos e participar de muitas chamadas em vídeo. Esse mesmo recurso é usado pela Amazon na nova geração do Echo Show (leia nosso review aqui), e fica a nossa torcida para seja também incluído nos futuros iPhones 14, que chegarão esse ano.

Selfie tirada com o novo iPad Mini
Selfie tirada com o novo iPad Mini / Foto: Nick Ellis

Por padrão, a câmera frontal abre com o zoom aplicado, mas com um toque, ou o movimento de pinça com os dedos, você aproveita todo o ângulo de captura da câmera ultrawide, excelente para tirar selfies de grupos, por exemplo. Essa câmera grava em 1080p com até 60 fps.

Câmera traseira de 12 MP grava vídeos em 4K

Também vale citar que a câmera traseira foi melhorada, e passou de 8 MP para 12 MP. Além disso, ela tem uma abertura menor (F/1.8) e ganhou um flash LED. Com ela, o iPad Mini 6 grava vídeos em 4K com até 60 fps. A câmera tem uma pequena elevação em relação ao corpo do iPad Mini, mas nada que chame muita a atenção. Com a capa Folio, ela fica precisamente encaixada.

Foto tirada com o novo iPad Mini
Foto tirada com o novo iPad Mini / Foto: Nick Ellis

Essa câmera não tem o Modo Retrato e nem os modos noturno ou cinema, todos presentes no iPhone 13. Mas, mesmo assim, é possível tirar boas imagens durante o dia, com ótimas cores e HDR. Mesmo de noite, ela tira boas fotos, desde que os ambientes não estejam muito escuros. É uma câmera que funciona para tirar fotos simples, mas o que importa mesmo nesse novo pequeno iPad é a sua câmera frontal.

Confira outras fotos tiradas com a câmera principal do iPad Mini 6.

Foto tirada com o novo iPad Mini
Foto tirada com o novo iPad Mini / Foto: Nick Ellis
Foto tirada com o iPad Mini 6
Foto tirada com o iPad Mini 6 / Foto: Nick Ellis

Bateria recarrega com 25W, mas dependendo do uso, não dura o dia todo

Além da taxa de atualização e do preço, o único problema que encontrei nesse tablet foi a sua autonomia, mas isso é compreensível pelo seu tamanho, espessura e peso. A bateria é a mesma do modelo antigo, com capacidade de 5124 mAh. Dependendo do que você está fazendo, o consumo é visível. Quem realmente usar o tablet durante o dia, vai precisar de uma tomada antes da noite. 

Mas, é claro, isso varia muito dependendo dos hábitos dos usuários. Eu testei o novo iPad Mini por muitas horas, muitas vezes com um chip 5G instalado, mas muitas pessoas farão um uso bem mais casual do dispositivo. De qualquer forma, o carregamento da bateria do iPad Mini é rápido, com até 25W, e a Apple manda um carregador de 20W na caixa.

iPad OS 15 no iPad

O iPad Mini conta com todas as novidades do iPad OS 15 como os widgets e a divisão de tela que são bem úteis em um tablet. Com o A15 Bionic, seu desempenho é perfeito, tanto em apps quanto em jogos. Apesar disso, nem tudo é perfeito, e existe um problema que me incomodou um pouco no iPad OS rodando no novo iPad Mini.

No menor dos iPads, todos os ícones parecem pequenos demais, mas isso é algo que pode ser facilmente ser resolvido. Basta ir nas configurações da tela de início e dock, e escolher os ícones de apps maiores. O que não dá para tirar é a borda que fica em volta deles, ao redor da tela. Isso é algo que pode até fazer sentido nos modelos de telas maiores, mas não no iPad Mini, pelo menos na minha opinião.

O resultado é que nós usuários ficamos com menos espaço disponível na tela, e os ícones parecem apertados. Da mesma forma, os widgets parecem menores do que deveriam ser, assim como o Picture-in-Picture de vários apps.

Seria lógico que o Picture-in-Picture tivesse um modo que ocupasse a largura inteira da tela na vertical, mas esse não é o caso. Não chega a ser um problema, já que o usuário acaba se acostumando, mas a Apple poderia ao menos dar a opção de diminuir as bordas especificamente nesse dispositivo. Felizmente isso é fácil de resolver com uma atualização, fica aqui a torcida para isso acontecer um dia.

Apesar de não ser muito grande, a tela pode ser dividida em duas na vertical. Isso é ótimo para quem gosta de rodar vários apps de forma simultânea. Além disso, seria interessante se a Apple tivesse criado um teclado virtual menor para o iPad Mini. Mas, é possível dividir o teclado, e transformar ele em um formato menor flutuante, que pode ser reposicionado e usado com apenas uma das mãos.

iPad Mini 6 ganha muito com acessórios

Unindo o seu processador que oferece ótimo desempenho em um tamanho tão compacto com as ferramentas multitarefa do iOS 15, o iPad Mini se torna o companheiro ideal para ser usado com um teclado e um mouse sem fio.

Estamos falando de um tablet que cabe até no bolso (desde que um bolso grande), mas pode ser usado com um computador a qualquer momento ou lugar. Não é um exagero, basta tirar ele da mochila com um mouse e teclado Bluetooth para conseguir realizar praticamente qualquer tarefa de trabalho.

Na minha experiência específica com o iPad Mini 6, eu acabei usando menos o mouse, e mais o teclado. Ir diretamente na tela caso eu precisasse posicionar o cursor fez mais sentido para mim. Ainda acho meio estranho usar o mouse no iPad OS, e como a tela do iPad Mini é bem pequena e fica próxima do teclado, dá para usar ela perfeitamente com os dedos.

Fica faltando um case com teclado, mas a Apple não deve ter chegado em uma boa solução de design para lançar esse tipo de acessório. Com sua capa Folio, o iPad Mini fica posicionado em um ângulo confortável. Assim, fica fácil escrever textos longos, como o desse review. Essa é a tarefa que eu mais faço no meu trabalho, e o iPad Mini 6 se saiu muito bem nela.

Eu não testei o iPad Mini 6 com o Apple Pencil, mas mesmo assim, adorei a possibilidade de poder deslizar o dedo da parte inferior direita para dentro para abrir o bloco de notas, e o melhor de tudo, com ele aberto, é só fazer o mesmo movimento para criar uma nova nota, e assim, poder lembrar de tudo o que você precisa.

Para mim, o combo iPad Mini mais um teclado Bluetooth foi realmente perfeito, e eu poderia tranquilamente seguir produzindo meus textos e reviews com essa configuração, como, aliás, fiz muitas vezes nos últimos meses com esse dispositivo.

Preço acaba sendo o maior problema

O novo iPad Mini custa a partir de R$ 5.875, na versão com 64 GB de capacidade, mas passa para R$ 7.391 com 256 GB. Quem preferir o modelo 5G vai pagar mais caro, R$ 7.391 com 64 GB ou R$ 8.908 com 256 GB.

Ele foi lançado um pouco mais caro, mas os preços foram reduzidos pela Apple. Vale citar que no momento em que gravamos o vídeo desse review, eles ainda estavam custando um pouco mais.

Vale citar que esses são os preços oficiais da Apple, mas em outras lojas você pode comprar o iPad Mini 6 bem mais barato, com ótimas ofertas. Confira os links no final desse review.

Seu custo é o maior empecilho para quem quer a usar esse excelente, ainda que pequeno, tablet da Apple. Mas, se isso não for um problema para você, podemos dizer que o iPad Mini 6 entrega praticamente tudo o que promete, especialmente no desempenho.

Conclusão

O iPad Mini é um tablet adorável, com o tamanho ideal para ser levado não só na mochila, mas também no bolso, ainda que um maior que o normal. Assim, você pode ter um pequeno computador com você a qualquer momento, o que um grande valor. Além disso, com um mouse e um teclado Bluetooth ele se torna um acessório perfeitamente funcional para anotações e até textos maiores.

Ele também brilha durante a noite, pois é leve e pequeno o suficiente para ler livros e quadrinhos. Da mesma forma, seu formato é ótimo para navegar pela internet, usar o Twitter, Instagram, TikTok, etc. A duração da bateria pode não ser a melhor, mas tem dura bastante para usuários casuais, ainda que fique devendo para os mais entusiastas.

Além da bateria, e possivelmente da taxa de atualização da tela, seu único outro defeito é o seu preço, mas mesmo assim, acredito que o iPad Mini tenha seu público, os que procuram um tablet compacto para diferentes usos.

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Como adicionar o cartão de vacinação contra Covid-19 no Apple Wallet

Por Gabriel Sérvio — 12 de Maio de 2022, 21:56

Ainda que o uso de máscara deixe de ser obrigatório em vários locais – com exceção de ambientes fechados -, para frequentar alguns eventos, é preciso apresentar o seu cartão de vacinação, um documento que atesta que você já recebeu as doses de algum dos imunizantes contra Covid-19. 

Uma forma de acessar uma cópia digital do certificado é por meio do ConecteSUS. Se preferir, o aplicativo também oferece outras opções, uma delas permite adicionar uma cópia virtual do documento no app Carteira (mais conhecido como Apple Wallet). Veja abaixo como o processo funciona.

Veja também:

Como adicionar o cartão de vacinação no Apple Wallet

1. Para começar, abra o aplicativo ConecteSUS e faça o login com as suas credenciais do Gov.br.

2. Na tela inicial, toque na opção ‘Vacinas’ e depois no ícone de carteira na barra inferior,

3. Agora, acesse a opção ‘Certificado de Vacina Covid-19’;

Como adicionar o cartão de vacinação no Apple Wallet
Aplicativo ConecteSUS permite adicionar uma cópia do certificado de vacina contra Covid-19 no aplicativo Carteira. Imagem: Reprodução

4. Em seguida, toque em ‘Adicionar à Carteira da Apple’ e depois em ‘Adicionar’ na lateral superior direita.

Como adicionar o cartão de vacinação no Apple Wallet
Para acessar o documento, basta abri o aplicativo Carteira a qualquer momento e tocar sobre o cartão digital de vacinação. Imagem: Reprodução

Pronto! Agora você já conhece mais uma maneira de apresentar o seu comprovante de vacinação caso seja necessário. Além de oferecer a opção de cadastrar cartões de crédito ou débito, o aplicativo Carteira também permite manter cópias de outros documentos além do certificado de vacinação, como cartões de transporte e alimentação, por exemplo.

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iPhone SE (2022): músculo e cérebro de sobra em corpo de ontem | Review

Por André Fogaça — 12 de Maio de 2022, 21:35

A Apple é bem conhecida pelos celulares caros e por entregar aparelhos focados quase exclusivamente no mercado topo de linha. Sim, ela realmente faz isso, mas a marca americana criou uma divisão dentro dos iPhones para ter um celular menos caro, com muito dos irmãos maiores e em um visual que ela chama de nostálgico e amado, mas que em 2022 pesa bastante.

Esse é o iPhone SE de 2022, o terceiro modelo dessa linha e ele é, por fora, basicamente idêntico ao da geração passada, que já utilizava a carcaça do iPhone 8 de 2017. Enfim, por dentro ela coloca o melhor do desempenho para esse ano e consegue até mesmo lidar com fotos em uma só câmera, de uma forma que o celular de cinco anos atrás jamais conseguiria.

Leia também

Bom, eu sou André Fogaça e vem comigo que eu te conto, nos próximos parágrafos, se o iPhone SE de 2022 realmente é um bom aparelho para seu preço. Principalmente se vale a pena comprar ele, ou um iPhone 13 Mini, que também é pequeno.

Review do iPhone SE (2022) em vídeo

Design e tela

Por fora o iPhone SE de 2022 é praticamente idêntico ao da geração passada, que já usava o corpo do iPhone 8. Isso significa cantos arredondados, vidro na traseira e na frente, mas por aqui uma pequena mudança já é encontrada: a Apple diz que o vidro do modelo desse ano é o mesmo do iPhone 13.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

A ideia é dar mais resistência e eu notei isso, já que passei as semanas de teste usando somente esse iPhone, sem capinha e com o aparelho sempre entrando e saindo do bolso. As vezes em uma mochila com outras coisas. Sempre saiu intacto.

Na frente a tela tem 4,7 polegadas e nem é o tamanho que me incomoda, mas sim a borda enorme nas partes inferior e superior. Por baixo o botão home tem seu espaço, mas por cima é um puro nada. Em 2022, até mesmo smartphones Android de entrada já deixaram bordas grossas de lado, o que deixa o visual do iPhone SE muito datado, preso ao passado de 2017.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Por outro lado, em um tempo de pandemia que ainda não acabou, ter um leitor de impressões digitais no iPhone foi um alívio. O iOS 15 tenta resolver o problema do Face ID em um mundo com pessoas de máscara, mas a impressão digital sempre está mais acessível e identifica mais rápido.

Agora, a tela tem painel LCD e com ele você tem uma experiência até bacana, mas o brilho é fraco em locais muito ensolarados e os ângulos de visão não são tão bons como em qualquer OLED. As cores são bem representadas, mas ter apenas 60 Hz de atualização faz um trabalho negativo até para a Apple.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Só de ter taxa de atualização mais elevada, como 90 Hz, já faz o celular parecer mais rápido aos olhos do usuário. Esse é um ponto negativo para o iPhone SE de 2022 por conta da concorrência, onde na faixa de preço dele praticamente todos os modelos utilizam frame rate mais elevado.

Fechando a parte externa, o iPhone SE de 2022 tem proteção contra água e poeira, com certificação IP67. A Apple promete um metro de profundidade por meia hora, sem o celular morrendo no processo.

Hardware e software

Se no visual o iPhone SE de 2022 está lá em 2017, dentro, no hardware, a situação é completamente diferente. A Apple colocou nesse celular exatamente o mesmo processador de toda linha iPhone 13. Isso significa um chip Apple A15 Bionic de cinco nanômetros, com seis núcleos e que tira proveito de 4 GB de RAM.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Olha, sinceramente, não existiu aplicativo ou jogo na App Store que pudesse fazer o iPhone SE de 2022 rodar menos veloz. Ele abriu tudo de forma instantânea, da mesma forma como fazem os iPhones 13.

Redes sociais, câmera, edição de vídeo no iMovie….tudo vai muito bem. Até jogos, seja com títulos pesados como Genshin Impact, ou outros mais leves como Mario Run. Como a resolução de tela é menor nesse celular, eu tenho certeza absoluta que ele vai segurar o desempenho ótimo por mais tempo que o iPhone 13, por exemplo.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

O iPhone SE de 2022 já vem com o iOS 15 de fábrica e com ele chegam todos os recursos presentes nos outros modelos. Isso significa uma forma mais controlada para lidar com notificações, capacidade de ler textos em fotos ou na câmera mesmo, novos Memoji, melhorias pro Safari…enfim, está tudo aqui.

E como a gente está falando da Apple, imagine que o iOS seguirá atualizado no iPhone SE de 2022 por anos, eu chutaria seis. Digo isso por ver o primeiro modelo deste aparelho, lá de 2016, recebendo o sistema operacional mais atual até hoje, seis anos depois do lançamento.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

A empresa tanto sabe desse detalhe, que ela me disse que o iPhone SE tem um público que fica mais tempo com o celular.

Câmeras

Bom, o iPhone SE de 2022 tem visual no passado, hardware de ponta, mas nas câmeras, ou melhor, na câmera, ele volta para o passado…em partes. Por aqui o smartphone tem apenas uma lente de 12 megapixels e que pode parecer cópia do que tinha no iPhone 8…e é quase isso.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

O sensor e a lente são basicamente as mesmas, mas a Apple utiliza o processador de imagem e os avanços do A15 Bionic para dar fôlego extra por aqui. Isso significa o Smart HDR 4 e outras partes de fotografia computacional para compensar os resultados que poderiam ser ruins. É mais ou menos como o Pixel faz ao ter uma câmera simples, mas com recursos em software compensando isso.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

No geral, imagine as fotos que você faz com a câmera principal de qualquer iPhone 13, elas podem ser feitas no iPhone SE de 2022 da mesma forma e com o mesmo resultado. O contraste é muito bem equilibrado, cores são vivas quando precisam ser, perfis de cores no app de câmera estão presentes para quando você quiser mudar a temperatura de cor, indo até para o modo retrato feito de forma satisfatória, mesmo com uma só lente.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Mas, mesmo tendo quase todos os recursos dos iPhone 13, você perde três coisas importantes no iPhone SE de 2022. A primeira é a versatilidade de mais câmeras, como lente ultrawide ou teleobjetiva. A segunda é o modo noturno, esquecido aqui e ele faz uma falta bastante grande, com o terceiro no modo de vídeo que vai apenas em 4K com 30 quadros por segundo, sem modo cinema ou Dolby Vision.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Voltando para as fotos em momentos escuros, saiba que elas não ficam ruins, longe disso, mas perdem para praticamente muitos celulares intermediários. Luzes podem ficar estouradas, granulado é mais visível e locais noturnos não ficarão tão detalhados como faz, sei lá, um Galaxy A53 da vida.

Foto com a câmera frontal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera frontal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

As selfies usam uma câmera de apenas 7 megapixels. Mesmo assim, mesmo com menos detalhes capturados pelo sensor, a fotografia computacional entra em jogo mais uma vez e melhora o resultado. Mas saiba que qualquer celular Android intermediário vai fazer selfies melhores.

Bateria

A Apple nunca foi conhecida como a melhor empresa para quem busca um celular com longa autonomia. O melhor resultado está lá nos iPhones Pro e Max, mas os modelos menores sofrem com pouca energia.

O iPhone SE de 2022 melhorou a situação que existia no modelo anterior, mas ainda entrega muito menos carga do que deveria. A bateria comporta 2.018 mAh e ela segura um dia inteiro de uso normal, mas nada do segundo. Se você passar um dia fazendo fotos, como eu saí por São Paulo para fazer as fotos desse review, saiba que em uma tarde deste cenário o celular volta para casacom 40 ou 30% de carga.

No carregador o iPhone SE de 2022 não tem suporte para carregamento rápido, mas preenche a bateria em mais ou menos uma hora e meia. Isso eu consegui com um adaptador de 20 watts da própria Apple, pois o smartphone não entrega o acessório na embalagem.

Ao menos o iPhone SE de 2022 tem suporte para carregador por indução, mas não o MagSafe da Apple, tá? Ah, outra coisa que ele não tem é suporte para encontrar as AirTags de forma precisa.

iPhone SE (2022): vale a pena?

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Eu acho que sim, mas apenas e somente apenas para quem quer um iPhone potente e do ano, mas o mais barato possível. É preciso lembrar que o modelo base vem com apenas 64 GB e isso é muito pouco, então o ideal é comprar a versão com 128 GB e usar bastante a nuvem.

Eu acho chato o visual antigo de iPhone 8 por aqui, mas não vejo como um ponto extremamente negativo. O que me pesa é a tela com bordas tão grandes, a câmera traseira sem modo noturno, câmera frontal com menos de 10 megapixels e o display em LCD com pouco brilho.

Você tem que ter tudo isso em mente pra escolher o iPhone SE de 2022, que pode ser um ótimo smartphone para muita gente. Especialmente bom se considerar que ele deve seguir recebendo atualizações de segurança e novos recursos por seis anos, algo que nem a Samsung consegue fazer…e olha que no mundo Android, ela é a melhor marca em política de atualizações.

Se alguma promoção fizer o iPhone 13 Mini de base chegar perto do iPhone SE de 2022 com 128 GB, compre o modelo Mini na hora. Ele tem tela melhor, bordas menores, faz fotos e vídeos superiores, tem acabamento mais resistente e menos “do passado”. Ele também deve seguir recebendo atualizações por muitos anos.

Olhando paro lado do Android, por R$ 4,7 mil do iPhone SE de 2022 com 128 GB, que é o mínimo para a atualidade, você consegue até um Galaxy S21 FE e volta com R$ 2 mil sobrando no bolso, ao menos agora na publicação deste review.

iPhone SE (2022): ficha técnica

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Patente da Apple implementa bafômetro que pode bloquear o motorista de dirigir seu carro

Por Ronnie Mancuzo — 9 de Maio de 2022, 17:02

Há um certo tempo, a Apple apresentou seu recurso CarKey, capaz de transformar o iPhone ou o Apple Watch em uma chave de veículo por meio de tecnologia de aproximação NFC – a mesma que permite telefones serem usados para pagar contas em máquinas de cartão. Basicamente, uma função para abrir e até ligar carros usando o telefone ou o smartwatch .

Agora, a Apple está indo um pouco além, fazendo com que o CarKey também faça a vez de bafômetro, para não deixar motoristas inconsequentes (e bêbados) dirigirem seus veículos. A introdução desse recurso foi vista em uma patente no Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos Estados Unidos (USPTO) pelo pessoal do Patently Apple.

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Se beber, não dirija (nem tem como)

Então, a ideia é impedir que a pessoa beba e dirija. O recurso bloquearia o usuário do carro se níveis elevados de álcool no sangue fossem reconhecidos pelo telefone, relógio ou acessório conectado. Tal funcionalidade está baseada em uma patente anterior, observada no início de 2021.

No documento, em resumo, por meio de sensores, a Apple veria o iPhone ou o Apple Watch (ou qualquer dispositivo da marca) acessarem informações do usuário – como dados de respiração, níveis típicos de amônia e “níveis aceitáveis ​​de álcool para dirigir”, dentre outros. Aliás, testar a respiração poderia não ser o suficiente para satisfazer o aplicativo em algumas ocasiões.

A patente descreve situações em que um usuário pode ser encarregado de completar um desafio mental, como uma tarefa de destreza ou problema de matemática, o que resultaria em uma condição de “apto para dirigir ou não”. De qualquer forma, a existência de mais de uma patente nesse sentido (ainda que patentes não signifiquem que a ideia irá para uma produção efetiva) deixa a entender que a Apple está bem interessada em oferecer um recurso assim para os clientes.

Boa vontade do usuário

Há ainda uma ideia muito próxima a essa de bafômetro no iPhone, que apareceu aqui em 2017. A empresa de bafômetros BACtrack apresentou, durante a edição da Consumer Electronics Show (CES) daquele ano, uma pulseira para Apple Watch capaz de medir o teor de álcool no sangue do usuário em tempo real.

Através de um conjunto de sensores, a chamada BACtrack Skyn era capaz de detectar as pequenas quantidades de álcool que são liberadas através da pele. A partir de então, usando um algoritmo, o wearable convertia os dados em uma estimativa.

Porém, conforme lembra o TechRadar o sucesso desse tipo de recurso ainda fica dependendo da autoconsciência do usuário – com a pessoa precisando ativar um bafômetro mesmo sabendo que um resultado falho pode bloquer o acesso ao carro. E isso não parece ser exatamente o que um indivíduo imprudente faria.

Aqui no Brasil, a tecnologia não tem muita consequência: é proibido dirigir com qualquer nível de álcool no sangue. Na prática, a lei brasileira determina um limite de 0,04 mg/L por litro de ar no bafômetro, equivalente a 0,2 g por litro de sangue, ou 0,02%. Na prática, esse limite só existe para evitar falsos positivos e é impossível beber qualquer quantidade sem ser detectado.

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Apple pode estar trabalhando em serviço de assinatura para iPhones

Por Marina Schnoor — 25 de Março de 2022, 15:02

Segundo um relatório da indústria, a Apple está trabalhando em um serviço de assinaturas de hardware para o iPhone. A companhia já vinha focando em assinaturas para serviços de software, como o Apple Music, Apple TV para filmes e televisão, Apple Arcade para videogames e o iCloud para armazenamento de documentos em nuvem.

Um relatório da Bloomberg diz que a Apple planeja implementar um serviço de assinatura para o iPhone e outros produtos de hardware. O serviço tornaria adquirir um iPhone algo mais parecido com um leasing do que uma compra mesmo. A assinatura seria uma boa opção para quem quer ter o último modelo dos celulares da Apple todo ano, mas ainda não há detalhes sobre preços ou requisitos.

Vale apontar que a Apple já oferece um serviço parecido de hardware: o iPhone Upgrade Program. Nele, o usuário entrega seu iPhone usado como parte do pagamento, e recebe um desconto da Apple no valor final de um novo modelo. O pagamento da diferença é feito em 12 prestações, o tempo para completar um ciclo de lançamento da geração seguinte do iPhone.

Outras empresas já contam com serviços de assinatura de hardware do tipo. A Microsoft, por exemplo, tem o Xbox All Access para console Xbox Series X ou Series X, e o usuário leva 24 meses de Xbox Game Pass Ultimate.

Leia mais:

Por enquanto, não há informações sobre quando a Apple planeja anunciar seu serviço de assinatura para iPhone, já que a companhia tem muita coisa agendada para 2022. A Apple lançou o novo iPhone SE com 5G no começo do mês, além do Mac Studio e Studio Display, e o iPhone 14 provavelmente chega nos próximos meses.

Via: XDA Developers

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Móviles plegables ¿Tendencia con futuro o moda pasajera?

Por Isabel Rubio, Olivia López Bueno (vídeo) — 27 de Fevereiro de 2020, 06:58

En febrero de 2019 Samsung presentó en San Francisco su primer móvil plegable, el Galaxy Fold. Desde entonces, los principales fabricantes participan en una carrera constante por lanzar smartphones que se doblan. Huawei empezó a vender en octubre del año pasado el Mate X, equipado además con conectividad 5G. Un mes más tarde, Motorola presentó una nueva versión del legendario Razr, sin teclas físicas y con una pantalla plegable. Mientras que en 2020 Samsung y Huawei han presentado nuevas versiones de sus plegables, compañías como Xiaomi, Oppo o TCL también trabajan en terminales de este tipo. Todo indica que esta tendencia continuará en los próximos años. Pero, ¿están preparados los usuarios para los móviles plegables? ¿Cuánto están dispuestos a pagar por ellos? ¿Son estos terminales una moda o han llegado para quedarse?

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