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Brasil registra 69 mortes por Covid-19 e mais de 13 mil casos nas últimas 24 horas

Por Matheus Barros — 16 de Maio de 2022, 21:03

O Brasil teve 69 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde nesta segunda-feira (16). O país também registrou cerca de 13,5 mil casos da doença causada pelo SARs-CoV-2.

Confira os números atualizados da Covid-19 no Brasil:

  • 69 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 13.510 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 664.987 óbitos acumulados;
  • 30.701.900 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 114 mortes e 18.236 casos nos últimos 7 dias.

#PainelConass Covid-19
Data: 16/05/2022, 18h

Casos
• 13.510 no último período
• 30.701.900 acumulados

Óbitos
• 69 no último período
• 664.987 acumulados

Média móvel dos últimos 7 dias
• 18.236 casos
• 114 óbitos

Mais informações: https://t.co/ZjV7hqhXrq

— CONASS (@ConassOficial) May 16, 2022

A Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o Brasil só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 156 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 77,5 milhões contam com a dose de reforço.

Leia também!

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou quase 517 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de 2 anos após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6,2 milhões

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Covid-19: Coreia do Norte sofre ‘surto incontrolável’ da doença

Por Gabriel Sérvio — 15 de Maio de 2022, 12:34

A Coreia do Norte confirmou mais óbitos por Covid-19 nesta sábado (14). Até o momento, já são mais de 500 mil casos da doença e pelo menos 27 mortes registradas nesta que é a primeira onda da doença reconhecida pelo regime local.

Segundo o balanço mais atual, o número de infecções já passa de 524 mil. Por conta da baixa capacidade de testar a população, informações divulgadas pela agência de notícias local KCNA, dão conta de que o surto do vírus se espalha de “forma incontrolável” no país desde o fim de abril.

Em virtude do salto desenfreado de casos e dos 25 milhões de habitantes ainda sem acesso à vacina, a capital Pyongyang decretou lockdown e rígidas regras de restrição na semana passada.

Leia mais:

Conter a propagação do vírus é prioridade

Kim Jong-un declarou na última sexta-feira (13) que bloquear a propagação do vírus “fechando zonas ativamente e isolando e tratando as pessoas com ‘febre’ de forma responsável” é primordial (o regime norte-coreano optou por se referir à Covid-19 como ‘febre’).

Neste sábado, o líder do regime convocou uma reunião urgente, segundo a KCNA. Segundo a agência, o objetivo era tratar de temas como distribuição de remédios e métodos para “minimizar perdas” de vidas. Kim Jong-un teria sinalizado ainda que pode adotar a política ‘zero Covid’ no país, a mesma que vem sendo utilizada (e contestada pela população) na China.

Vale destacar que o atual presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, já declarou que está disposto a enviar vacinas à Coreia do Norte, que já rejeitou antes ofertas de imunizantes da China, Rússia e até da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Fonte: RFI

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Brasil registra 92 mortes por Covid-19 e mais de 17 mil casos nas últimas 24 horas

Por Matheus Barros — 14 de Maio de 2022, 21:02

O Brasil teve 92 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste sábado (14). O país também registrou pouco mais de 17,3 mil casos da doença causada pelo SARs-CoV-2.

Confira os números atualizados da Covid-19 no Brasil:

  • 92 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 17.355 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 664.872 óbitos acumulados;
  • 30.682.094 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 107 mortes e 17.652 casos nos últimos 7 dias.

#PainelConass Covid-19
Data: 14/05/2022, 18h

Casos
• 17.355 no último período
• 30.682.094 acumulados

Óbitos
• 92 no último período
• 664.872 acumulados

Média móvel dos últimos 7 dias
• 17.652 casos
• 107 óbitos

Mais informações: https://t.co/ZjV7hqzyQ0

— CONASS (@ConassOficial) May 14, 2022

A Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o Brasil só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, quase 156 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo e 77,5 milhões contam com a dose de reforço.

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Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou quase 517 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de 2 anos após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6,2 milhões

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CoronaVac não poderá mais ser usada se não conseguir registro definitivo em até um ano

Por Matheus Barros — 14 de Maio de 2022, 18:41

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que se a CoronaVac não conseguir o registro definitivo em até um ano, ela não poderá mais ser utilizada no país como vacina contra a Covid-19.  

A decisão afeta também outros produtos contra a Covid-19 que tenham recebido autorização emergencial durante a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). Atualmente, a CoronaVac é a única vacina que ainda não possui registro definitivo, Fiocruz/AstraZeneca, Pfizer e Janssen já receberam a autorização definitiva.  

“O principal objetivo da medida é de não impactar o fornecimento de vacinas e medicamentos contra a Covid-19 à população brasileira. A revisão foi necessária já que, em decorrência do fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), declarada pelo Ministério da Saúde, pela Portaria 913/2022, as AUEs [autorizações de uso emergencial] perderiam automaticamente a sua validade”, explica a Anvisa em nota. 

Coronavac no Instituto Butantan
CoronaVac não poderá mais ser usada se não conseguir registro definitivo em até um ano. Imagem: Rafael Serathiuk/Shutterstock

Saiba para quem é recomendada a quarta dose da vacina contra Covid-19, segundo a OMS 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a quarta dose da vacina contra a Covid-19 deve ser direcionada apenas para idosos e pessoas imunocomprometidas, aquelas que possuem o sistema imunológico comprometido.   

“Não há dados específicos que justifiquem recomendar a quarta dose de forma mais ampla”, contou a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, em entrevista coletiva.   

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“Sabemos que em alguns grupos a imunidade diminui rapidamente. Se você é mais velho ou tem uma doença que afeta o sistema imunológico, se está em tratamento de tireoide, usa medicação contra o câncer ou tem diabetes grave, então o sistema imunológico não responde bem e uma quarta dose pode ajudar”, aconselhou Swaminathan.  

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Diabetes quase dobra as chances de morte por Covid-19

Por Edson Kaique Lima — 11 de Maio de 2022, 02:38

Uma pesquisa da Universidade de Aberdeen, na Escócia, descobriu que pessoas com diabetes têm quase duas vezes mais chances de morrer caso sejam contaminadas pela Covid-19. Além disso, diabéticos têm quase três vezes mais chances de ficarem gravemente doentes em comparação com quem não tem a doença.

Foram analisados dados de milhares de pessoas de diferentes partes do mundo, em que foi descoberto que um bom gerenciamento da diabetes pode reduzir os riscos de morte por Covid-19. Este bom gerenciamento significa um bom controle de açúcar no sangue dos pacientes.

Revisão Sistemática

Mulher injeta insulina na barriga, como tratamento para o diabetes
Bom controle da glicemia pode ser a chave para reduzir os riscos de morte por Covid-19 para diabéticos. Imagem: goffkein.pro/Shutterstock

Ao todo, foram revisados os resultados de 158 estudos, que, juntos, contaram com mais de 270.000 participantes, para determinar como a Covid-19 afeta pessoas que vivem com diabetes. Os resultados revelaram que quem tinha a doença via as chances de morte por Covid-19 aumentar em 1,87 vezes.

Ao mesmo tempo, as chances de internação em UTI subiram 1,59 vezes, as chances de precisar de ventilação mecânica subiram 1,44 vezes e as chances de que os casos de Covid-19 fossem classificados como graves ou críticos aumentaram em 2,88 vezes, na comparação com pacientes não diabéticos.

Leia mais:

A previsão da gravidade da Covid-19 é importante para ajudar na priorização de campanhas de vacinação, por exemplo. Por mais que isso não pareça mais tão importante no Brasil, que já tem uma boa cobertura vacinal, pode mudar o cenário da pandemia em países pobres, que ainda têm baixos índices de vacinação contra a Covid-19.

Esses dados também são importantes para o planejamento eficaz de políticas econômicas e de saúde mais adequadas para países que têm recursos limitados.

Via: Pharma Times

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Covid-19: média móvel de óbitos volta a subir no Brasil

Por Matheus Barros — 2 de Maio de 2022, 16:32

Na última semana de abril o Brasil viu a sua média de óbitos por Covid-19 voltar a crescer. Na sexta-feira (29), o boletim do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) registrou 185 mortes em decorrência da doença.  

O país passou por um grande período de baixas na média móvel diário de mortes, mas na última semana chegou a 125 casos fatais. Este número representa um aumento de 31% quando comparado com a sexta-feira (22), quando a média diária de mortes foi de 93.  

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ressaltou que o Brasil se encontra em um bom cenário em relação a Covid-19, mas aponta que a pandemia ainda não acabou. “Mantido o atual padrão, espera-se para as próximas semanas a tendência de redução também dos indicadores que mais preocupam a população e os serviços de saúde: a mortalidade e internação em UTI por Covid-19″, disse em seu boletim do Observatório de Covid-19 da última sexta-feira.  

Recentemente, dados da Associação Brasileira Redes Farmácias Drogaria (Abrafarma) apontam que a taxa de testes positivos para Covid-19 realizados em farmácia voltou a subir em abril no estado de São Paulo.  

Na última semana de março, 5% dos testes rápidos realizados em farmácias deram resultado positivo para Covid-19. Já na primeira semana de abril, 7% dos testes deram diagnóstico positivo, na segunda semana de abril a taxa já ultrapassava 8%.   

Ilustração de mortos pela Covid-19
Covid-19: média móvel de óbitos volta a subir no Brasil. Imagem: Photocarioca/Shutterstock

Os exames realizados em laboratórios também apresentaram um aumento significativo. Os índices passaram de 9% entre o dia 17 e 23 de abril, para mais de 13% na última semana de abril.   

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Covid-19: mortes de 38 crianças e adolescentes não teve relação com a vacina, diz Saúde

Por Edson Kaique Lima — 28 de Abril de 2022, 23:03

O Ministério da Saúde declarou que 38 mortes de crianças e adolescentes vacinadas contra a Covid-19 não têm nenhuma relação com as vacinas. De acordo com a pasta, inclusive, não houve nenhum óbito causado pelo imunizante desde que a campanha de vacinação foi iniciada no Brasil.

No Brasil, crianças e adolescentes são autorizados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a receberem a vacina CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan, e a vacina da Pfizer. Os dados foram divulgados no boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na última terça-feira (26).

Eventos adversos não resultaram em mortes

Em nota, o Ministério declarou que não existem registros de eventos adversos pós-vacinação (EAPV) com desfecho em óbito em crianças e adolescentes entre cinco e 18 anos, com relação de causa e efeito com as vacinas utilizadas confirmados até o momento.

Até o momento, foram 23 mortes com eventos inconsistentes ou coincidentes, o que significa que eventos adversos foram causados por outras condições de saúde, que, na maioria das vezes, são preexistentes, e não exatamente pelas vacinas. Outros 13 foram classificados como inclassificáveis por falta de informação.

Leia mais:

Segundo o Ministério, foram notificados 3.463 casos de efeitos adversos em crianças e adolescentes com idades entre 5 e 18 anos. Desses, 419 foram considerados graves e 38 resultaram em morte. A média de idade dos casos era de 13 anos e a proporção entre meninos e meninas foi a mesma.

“O intervalo de tempo entre a vacinação e o início do evento teve uma mediana de 30 dias, variando entre 0 e 352 dias, onde quatro eventos ocorreram com mais de 30 dias após a vacinação, evidenciando uma relação temporal inconsistente de acordo com a classificação de EAPV”, diz o Ministério da Saúde.

Via: Folha de S. Paulo

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Covid-19: com 138 óbitos, Brasil tem menor média móvel desde desde 13 de janeiro

Por Edson Kaique Lima — 12 de Abril de 2022, 21:41

O Painel do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgado nesta terça-feira (12), apontou que o Brasil teve 166 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Também foram registrados 22.724 novos casos no mesmo período.

Os dados divulgados correspondem aos registros de todos os estados, que enviaram as informações ao Conass sem nenhuma intercorrência. A média móvel de óbitos ficou em 138, menor índice desde o dia 13 de janeiro, quando a média dos últimos sete dias ficou em 128 mortes.

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 166 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 22.724 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 661.493 óbitos acumulados;
  • 30.183.929 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 138 óbitos e 20.543 casos nos últimos 7 dias.

#PainelConass Covid-19
Data: 12/04/2022, 18h

Casos
• 22.724 no último período
• 30.183.929 acumulados

Óbitos
• 166 no último período
• 661.493 acumulados

Média móvel dos últimos 7 dias
• 20.543 casos
• 138 óbitos

Mais informações: https://t.co/ZjV7hqzyQ0

— CONASS (@ConassOficial) April 12, 2022

A Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil óbitos.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o Brasil só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 150 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o vírus da Covid-19 já infectou mais de 500 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de dois anos após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6 milhões.

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Covid-19: Brasil tem menos de 100 óbitos e mais de 21 mil casos nas últimas 24 horas

Por Redação — 9 de Abril de 2022, 21:04

O Painel do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgado neste sábado (9), apontou que o Brasil teve 98 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Também foram registrados 21.229 novos casos no mesmo período.

Os dados divulgados correspondem aos registros de todos os estados, que enviaram as informações ao Conass sem nenhuma intercorrência.

Confira os números atualizados no Brasil:

98 óbitos nas últimas 24 horas;
21.229 casos confirmados nas últimas 24 horas;
661.220 óbitos acumulados;
30.145.192 casos confirmados no total;
Média móvel de 159 óbitos e 21.852 casos nos últimos 7 dias.

#PainelConass Covid-19
Data: 09/04/2022, 18h

Casos
• 21.229 no último período
• 30.145.192 acumulados

Óbitos
• 98 no último período
• 661.220 acumulados

Média móvel dos últimos 7 dias
• 21.852 casos
• 159 óbitos

Mais informações: https://t.co/ZjV7hqzyQ0

— CONASS (@ConassOficial) April 9, 2022

A Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o Brasil só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 150 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o vírus da Covid-19 já infectou mais de 497 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado mais de dois anos após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6 milhões.

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Brasileiros com 2º dose da vacina da Covid atrasada já são 18 milhões

Por Karol Albuquerque — 9 de Abril de 2022, 16:45

O Ministério da Saúde informou que 18,1 milhões de brasileiros ainda não tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19. De acordo com os dados da pasta, o país já teria encerrado o esquema vacinal de 88% da população se essas pessoas tivessem tomado o imunizante no período correto.

Por enquanto, apenas 75% da população brasileira já tomou as duas doses da vacina, com 162 milhões de brasileiros totalmente imunizados contra o coronavírus. Com apenas a primeira dose, são 84,8%. Já 37,9% da pessoas já tomaram até a dose de reforço.

Leia mais:

Os estados e o Distrito Federal já receberam mais de 476 milhões de doses da vacina contra a Covid. O Ministério da Saúde destaca a necessidade de completar o esquema vacinal, garantindo a proteção máxima contra a doença que assola o mundo em uma pandemia há dois anos.

Criança sendo vacinada
A vacinação contra a Covid-19 já chegou também nas crianças. Imagem: Studio Romantic / Shutterstock

A vacinação é responsável pela queda no número de casos óbitos em decorrência da Covid. Nesta sexta-feira (8), por exemplo, foram registrados 30,2 mil casos da doença e 149 mortes. Na última semana, a média móvel de mortes foi de 200, número 33% menor que a média de duas semanas atrás. Isso indica tendência de queda.

Até agora, 404,9 milhões de doses da vacina contra a Covid já foram aplicadas no Brasil. A maioria dos imunizantes utilizados foram da Pfizer, seguido por AstraZeneca. Depois vêm Coronavac e Janssen.

Via: G1

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Um dos remédios mais usados do mundo pode reduzir mortes por Covid-19, diz estudo

Por Lucas Soares — 29 de Março de 2022, 15:52

A eficácia de diversos remédios contra a Covid-19 ainda é analisada na tentativa de encontrar fórmulas mais eficientes para combater a doença. Agora, foi revelado que o ácido acetilsalicílico (popularmente conhecido como aspirina), um dos analgésicos mais utilizados em todo o mundo, pode contribuir para uma redução nas mortes pelo vírus.

O estudo norte-americano foi feito na  Universidade George Washington e contou com a participação de 112 mil pessoas que foram infectadas com Covid-19. Os participantes tinham idades entre 18 e 80 anos, mas a maior parte estava na faixa dos 60. Do grupo, 15.272 receberam uma dose diária de 81 mg de Aspirina por cinco dias, o restante fez um tratamento convencional.

Remédio contra a Covid-19

Entre os que tomaram o remédio e tiveram Covid-19,  76% sofriam de pressão alta, 55% de doenças cardíacas e 51% tinham diabetes antes de serem internados. O monitoramento ocorreu entre janeiro de 2020 e setembro de 2021 em 64 unidades de saúde dos EUA.

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A conclusão do estudo publicado na revista JAMA é de que pacientes com sintomas moderados medicados com a aspirina podem ter uma redução no risco de morte de até 15% se forem medicados nos primeiros dias de hospitalização. Além disso, o uso do remédio também registrou uma redução de 29% do risco de desenvolver coágulos sanguíneos.

Aspirina é um medicamento muito utilizado contra inflamações e popular devido ao baixo custo. Ele atua como antiinflamatório, antitérmico e analgésico. Além disso, o remédio ainda atua como anticoagulante, o que contribuiu para os resultados contra a Covid-19.

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Covid-19: Brasil tem 196 óbitos e mais de 29 mil casos nas últimas 24 horas

Por Rafael Arbulu — 26 de Março de 2022, 21:08

O Painel do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), divulgado nesta quarta-feira (23), apontou que o Brasil teve 302 óbitos por Covid-19 nas últimas 24 horas. Também foram registrados 47.376 novos casos no mesmo período.

Os dados divulgados correspondem aos registros de todos os estados, que enviaram as informações ao Conass sem nenhuma intercorrência.

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 196 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 29.922 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 658.762 mortes acumuladas;
  • 29.832.179 casos confirmados no total;
  • Média móvel de 30.702 casos nos últimos sete dias;
  • Média móvel de 237 óbitos nos últimos sete dias.

#PainelConass Covid-19
Data: 26/03/2022, 18h

Casos
• 29.922 no último período
• 29.832.179 acumulados

Óbitos
• 196 no último período
• 658.762 acumulados

Média móvel dos últimos 7 dias
• 30.702 casos
• 237 óbitos

Mais informações: https://t.co/ZjV7hqhXrq

— CONASS (@ConassOficial) March 26, 2022

A Covid-19 no Brasil

Após chegar ao Brasil em março de 2020, o vírus da Covid-19 se espalhou rapidamente. Pouco mais de dois anos e meio depois da chegada da pandemia no país, foi alcançada a assustadora marca de 600 mil mortes.

Com momentos de alta e de baixa nos novos casos e no número de mortes, o Brasil só teve um cenário de melhora na pandemia após o avanço da vacinação. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 150 milhões de pessoas já estão com o esquema vacinal completo.

Leia mais:

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o vírus da Covid-19 já infectou mais de 474 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 23 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por Covid-19 no mundo já ultrapassou 6 milhões.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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✇ CONTI outra

Jovem tatua bilhete deixado pelo pai antes de falecer por Covid-19: ‘sempre estarei com você’

Por CONTI outra — 11 de Março de 2022, 20:16

Uma médica veterinária de 24 anos que vive em Santos, no litoral de São Paulo, decidiu fazer uma homenagem póstuma ao pai, que faleceu na semana passada devido a complicações causadas pela Covid-19. Pouco antes de partir, o pai escreveu um comovente bilhete em que se declara para a filha. Nesta semana, a jovem imortalizou as palavras dele, tatuando o bilhete na própria pele.

A jovem disse ao g1 que seu pai contraiu a doença em outubro do ano passado, e desde então, passou a conviver com sequelas. Ele, que tinha 61 anos e sofria de artrite reumatoide e início de fibrose pulmonar, passou dois meses internado em um hospital de São Paulo, mas acabou não resistindo e faleceu.

“Eu decidi tatuar esse bilhete na última segunda-feira”. O bilhete que o pai lhe deixou como presente diz o seguinte: “Meu sangue B, sempre estarei com você, tenho muito orgulho de você, te amo”.

De acordo com a veterinária, seu pai encontrava diferentes formas de demonstrar o amor que sentia pela família. “Ele não era alguém que falava ‘eu te amo’ todos os dias, mas sim, de forma esporádica. Lembro do dia em que ele me deu esse bilhete e um vaso de flores com um girassol”, conta.

A jovem fez três tatuagens para homenagear seu pai. A segunda delas é a imagem de um girassol. “É a tatuagem que mais me toca, o girassol marca muito minha história com ele, e foi a flor que estava no caixão quando ele foi cremado”.

A última tatuagem é uma frase que simboliza os dois meses em que ela e sua mãe se apoiaram enquanto o pai estava internado. A frase “By your side until your last heartbeat”, que significa “Ao seu lado até seu último batimento cardíaco”, foi tatuada em suas costelas, com a letra cursiva da sua mãe. “Ele não está mais presente, mas são formas de me lembrar dele”, diz a jovem.

“Antes, as orações eram por cura, mas como o sofrimento foi aumentando, chegou um momento em que as orações se tornaram por misericórdia”. De acordo com a veterinária, os últimos dias do pai foram muito difíceis. Nos últimos quatro, foi necessário que não saíssem de perto do seu leito no hospital. “Ele teve falência múltipla de órgãos, e vimos os batimentos cardíacos dele caindo. Nós lutamos muito, mas a hora dele chegou”.

A veternirária diz que seu pai era “um cara difícil de derrubar”, e que ele teria passado por grandes desafios, como apendicite e trombose. Da estreita relação entre pai e filha, ficam as lembranças, o legado e os ensinamentos que o pai dela passou à família.

“Uma vez, ele comprou um whisky e disse que tomaríamos juntos no meu casamento. Eu, obviamente, vou tomar se um dia me casar, mas agora não vamos poder viver isso”, desabafa.

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Redação Conti Outra, com informações de g1.
Fotos: Arquivo Pessoal.

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Pai é expulso à força de reunião escolar após se recusar a usar máscara

Por CONTI outra — 16 de Fevereiro de 2022, 00:05

Na noite do último dia 8 de fevereiro, o pai de um aluno foi expulso à força de uma reunião de conselho em uma escola de Webster, em Nova York (EUA), após se recusar a usar máscara dentro do ambiente escolar. O episódio foi registrado em vídeo por testemunhas no local e compartilhado nas redes sociais.

Segundo informações do UOL, Dave Calus estava sentado em uma cadeira assistindo a uma apresentação, quando um segurança veio até ele e solicitou que ele usasse uma máscara de proteção contra Covid-19 no rosto. O homem disse “obrigado” ao segurança, porém se negou a cumprir as normas sanitárias. O oficial insistiu, mas Calus estava irredutível.

O segurança então arrastou o homem para o fundo da sala e os dois começaram a se agredir. Até que Calus foi empurrado para a porta de saída.

Uma mulher que também estava participando da reunião registrou a confusão enquanto gritava: “O que você está fazendo?! Isso é agressão. Isso é agressão”.

Outra testemunha também criticou a abordagem do segurança: “Você também coloca as mãos em nossos filhos?”.

Devido às lesões da briga com o segurança da escola, Calus foi encaminhado ao hospital. Em uma entrevista a um podcast local reproduzido pelo The New York Post, ele afirmou que o incidente não foi proposital.

“Entrei no prédio sem máscara. Entrei e os guardas me disseram: ‘Você precisa usar uma máscara’. Eu disse: ‘Obrigado’. Eles me entregaram uma máscara, mas em seguida, a guardei no bolso”.

Calus afimou ainda que o conselho escolar separou os pais que se recusaram a usar máscaras dos outros pais que fizeram questão de mantê-la sobre o rosto. “Eles estavam segregando pais mascarados e desmascarados. Aqueles que não usavam teriam que se sentar em uma sala de aula com um monitor de vídeo assistindo e ouvindo a reunião do conselho.”

A ideia, segundo Calus, era se dirigir ao conselho da escola sobre a obrigatoriedade de máscaras, a qual ele se opõe, antes de ser expulso do local.

“Dave tem uma preocupação genuína com seu filho, é claro, em primeiro lugar, mas uma preocupação genuína com os pais e as outras crianças em Webster, no condado de Monroe e no estado de Nova York que foram submetidos a todas essas ordens ridículas”, disse o advogado de Calus, Chad Hummel, à imprensa.

O departamento de polícia de Webster assumiu a investigação do caso.

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Redação Conti Outra, com informações de UOL.
Imagem de capa: Reprodução/Redes Sociais.

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“Lo normal se ha demostrado malo, tenemos que cambiar”

17 de Dezembro de 2020, 12:40

La pandemia ha trastocado los planes de todo el planeta. Ha paralizado el mundo que conocíamos. Ha dejado un folio blanco pendiente de escribir. Ante esta situación, toca responder a los retos impuestos por la crisis del coronavirus. Preguntarse por qué, en vez de replicar los errores del pasado, la sociedad no construye una realidad mejor ahora que parte casi de cero. Sobre todo cuando los modelos conocidos se han mostrado ineficientes. Este fue el hilo conductor del evento Retina Reset: construir un futuro digital y sostenible, organizado por Retina, impulsado por Banco Santander y Telefónica y patrocinado por Accenture, Novartis, Philip Morris, Renfe, Unir y Red Eléctrica de España.

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Calviño: “En España se ha avanzado más en digitalización estos meses que en los últimos años”

Por Juan Diego Godoy, Jorge G. García, Montse Hidalgo Pérez, M. Victoria S. Nadal — 18 de Novembro de 2020, 20:18

"Muchos estudios apuntan a que en España se ha avanzado más en digitalización en estos meses de lo que lo hemos hecho en años”, apunta Nadia Calviño, ministra de Asuntos Económicos y Transformación Digital durante su intervención en el evento Retina Reset, impulsado por Santander y Telefónica, y patrocinado por Accenture, Novartis, Philip Morris, Renfe, Unir y Red Eléctrica de España. Para la dirigente, es buena noticia que las infraestructuras españolas hayan estado a la altura del tsunami digital que ha traído la pandemia. “Tenemos más fibra óptica que Francia, Alemania, Italia y el Reino Unido juntas”, precisa. Esta ventaja es la que ha podido dar respuesta sin incidentes a los picos del tráfico en Internet que durante el confinamiento llegó a crecer hasta un 80% e incluso condujo a las grandes plataformas de streaming a limitar la calidad de sus contenidos de vídeo como medida de prevención.

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Michelle Bachelet: “El coronavirus es una gran oportunidad para transformar los modelos actuales”

Por Juan Diego Godoy, Jorge G. García — 18 de Novembro de 2020, 17:20

Un virus ha puesto sobre la mesa la capacidad de gestión y respuesta de todos los países del mundo, pero sobre todo las de las grandes potencias. Para el escritor y analista Moises Naím, el veredicto de la pandemia de la covid-19 es que “el poder es efímero”. Esta, además de ser la principal tesis de uno de sus aclamados libros El fin del poder (Debate), es la gran cuestión geopolítica a la que se enfrenta el mundo de hoy. “En estos tiempos el poder se ha hecho más fácil de obtener, más difícil de usar y más sencillo de perder”, explica Naím desde Nueva York durante su intervención en el evento Retina Reset, impulsado por Santander y Telefónica, y patrocinado por Accenture, Novartis, Philip Morris, Renfe, Unir y Red Eléctrica de España.

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Revolución verde y digital, claves de la recuperación económica

15 de Outubro de 2020, 12:26

Afrontar la crisis provocada por la covid-19 requerirá del desarrollo de unos planes de reconstrucción de una magnitud sin precedentes. Con ellos no solo se facilitará la recuperación, sino que podrían convertirse en una oportunidad para transformar nuestra economía, haciéndola más moderna y más sólida, más internacionalizada y más competitiva.

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“La Covid-19 ha hecho obvio que invertir en ciencia es fundamental”

Por Esther Paniagua — 16 de Agosto de 2020, 18:23

Clara Campàs (1976, La Roca del Vallès, Barcelona) empezó como investigadora en centros hospitalarios (en bioquímica aplicada al cáncer). El descubrimiento de un medicamento y su posterior patente le llevó al mundo corporativo, de la mano de Advancell, compañía biotecnológica que llegó a dirigir. Después dio el salto a la multinacional Kern Pharma, donde fue directora de Estrategia y Desarrollo hasta 2018. Ese año, tras recibir varias ofertas de trabajo de fondos de inversión, decidió crear el suyo propio: Asabys Partners.

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500 millones de whatsapps contra la covid-19

Por Carlos Bajo Erro — 19 de Junho de 2020, 18:20

La lucha contra la covid19 es también una lucha por la información. La OMS lo tuvo claro desde el principio cuando declaró que además de una epidemia estábamos ante una infodemia. Se refería al riesgo de los bulos y los rumores, pero también a la importancia que jugaría la difusión de datos y consejos fiables y verificados. Por eso, en su estrategia de comunicación ha incorporado un chatbot de WhatsApp, aparentemente la forma más sencilla de comunicarse con la ciudadanía de manera masiva y al mismo tiempo personalizada. Se trata de una herramienta basada en tecnología sudafricana que ha mostrado los mejores resultados de interacción. Era el canal del Ministerio de Salud de Sudáfrica y ahora es el canal oficial en nueve países, además del de la OMS, está disponible en 14 idiomas y ha enviado 500 millones de mensajes. (Para utilizarlo en español hay que pinchar este enlace e iniciar con un "Hola" la conversación).

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Turismo: se buscan soluciones innovadoras

Por El País Retina — 27 de Maio de 2020, 11:05

Lo que parecía una película de ciencia ficción (ciudadanos con mascarillas por las calles, visitas a lugares públicos con distancia social obligatoria, escrupulosas medidas de higiene hasta para saludarnos) se ha convertido en nuestra nueva normalidad. Sin embargo, más allá de la crisis por el coronavirus, es hora de asumir que ha llegado el momento de reinventar sectores fundamentales para nuestra economía, como el turismo: una actividad con un peso superior al 12% del PIB en España y cerca del 14% en Andalucía.

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El confinamiento en pisos pequeños dispara la decoración de casas virtuales

Por Belén Juárez — 23 de Maio de 2020, 18:58

El confinamiento ha provocado un aumento de la búsqueda de herramientas que nos permitan sentirnos más cómodos en el entorno que les rodea. En muchos casos, ese espacio es un piso de menos de 60 metros cuadrados a compartir con tres inquilinos más, pero algunos han encontrado la manera de crear su hogar ideal a través de juegos y aplicaciones de decoración de interiores. De hecho, las descargas de apps de construcción, diseño y jardinería han aumentado en todo el mundo desde que se están aplicando medidas de confinamiento.

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“La educación presencial es insustituible. Así de rotundo”

Por José Ángel Plaza López, Olivia L. Bueno (vídeo) — 16 de Maio de 2020, 16:11

Corcuera, Sinde, Wert… Cuando una ley pasa a la historia por el apellido de su principal propulsor, incluso antes de que se apruebe, suele ser sinónimo de un parto difícil. Hasta ahora, la gestación de la ya bautizada como ley Celaá sigue esa misma trayectoria. Impulsada por Isabel Celaá (Bilbao, 1949), ministra de Educación y Formación Profesional, en menos de dos años esta propuesta se ha visto interrumpida por dos elecciones generales y cuenta con enmiendas a la totalidad por parte de los principales partidos de la oposición. ¿Qué más podría obstaculizar el curso de la octava ley de educación de la democracia? ¿Una pandemia? También se verá sometida a ese examen.

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El descalabro de Airbnb arrastra a los anfitriones

Por Pablo G. Bejerano — 19 de Abril de 2020, 18:02

El piso que tiene Bea en la calle Toledo, a tiro de piedra de La Latina, funcionaba muy bien en Airbnb. "Hasta que todo esto empezó y nos cancelaron todas las reservas. Del mes de marzo, del mes de abril y todas las que teníamos previstas para la temporada de verano", señala esta madrileña, que practica el alquiler vacacional desde 2017.

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No compres ahora: tiendas online que animan a no consumir mientras dure la Covid-19

Por Esther Molina — 13 de Abril de 2020, 17:36

En enero de 2020, la Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (CNMC), señalaba que las ventas realizadas a través de internet en nuestro país, rozaban los 12.000 millones de euros en volumen de negocio, un récord histórico. Un par de meses después, la gran mayoría de tiendas online han visto explotar sus métricas desde el pasado 14 de marzo, cuando el Ejecutivo declaró el estado de alarma.

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