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Acessório para drones da Insta360 permite capturar vídeos em 360 graus

Por Marina Schnoor — 25 de Maio de 2022, 20:17

A Insta360 é uma companhia conhecida por suas câmeras de ação, e acaba de lançar um acessório com câmera para drones que permite capturar vídeos em 360 graus. O Insta360 Sphere é compatível com os drones Mavic Air 2 ou Air 2S da DJI, e permite filmar imagens de 5,7K 360º ou criar vídeos 2D com a opção de reenquadrá-los depois na edição. Segundo a companhia, a tecnologia do Sphere garante que o drone fique “invisível” nos vídeos.

Para evitar que o drone obstrua um ângulo do vídeo em 360 graus, o acessório possui câmeras que ficam dos dois lados da aeronave, garantindo que ela não apareça nas filmagens. Para fornecer imagens perfeitas, “nosso algoritmo de costura dinâmica faz com que todo o drone (incluindo as hélices) desapareça automaticamente”, diz o site da Insta360.

A Sphere se conecta ao drone Mavic Air 2 por um mecanismo “ultra-seguro”, que não afeta a integridade estrutural da aeronave nem o sinal GPS ou o sinal do controle. A Insta360 também promete voos suaves com sua tecnologia de estabilização FlowState, que foi ajustada especialmente para o acessório.

Leia mais:

O vídeo do YouTube feito pela empresa impressiona, com piruetas e zooms criados no app Insta360. O acessório para drone Insta360 Sphere está disponível nos EUA e na China por US$ 430 (cerca de R$ 2.070 na cotação atual).

Via Engadget

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Asus lança primeiro monitor G-Sync de 500Hz do mundo

Por Nick Ellis — 25 de Maio de 2022, 19:30

A Asus apresentou na Computex 2022 o ROG Swift 500Hz, o primeiro monitor G-Sync do mundo com uma taxa de atualização de 500Hz, ou seja, feito sob medida para jogadores de Esports, incluindo suporte a tecnologia Reflex da Nvidia.

Esse monitor gamer conta com um novo painel Esports TN (E-TN) com tempo de resposta até 60% superior a painéis TN tradicionais.

Além disso, ele também conta com o modo G-Sync Esports Vibrance da Nvidia, que deixa passar mais luz pelos cristais LCD. A resolução não é tão alta, só Full HD, mas o foco aqui é na velocidade da taxa de atualização.

Monitor gamer Asus ROG Swift 500Hz
Monitor gamer Asus ROG Swift 500Hz / Divulgação: Asus

Monitor de 500Hz da Asus é compatível com tecnologia Reflex da Nvidia

O monitor ROG Swift 500Hz usa a tecnologia Reflex da Nvidia para reduzir a latência do sistema, coordenando um mouse Reflex e uma GPU da GeForce com o próprio game, e mostrando as estatísticas na tela para você ver como está o resultado.

Assim, esse monitor G-Sync Esports é indicado para jogos competitivos como CS:GO, Valorant, Overwatch e Rainbow Six Siege, todos já com suporte ao Nvidia Reflex.

Até agora, já são 35 títulos com suporte a tecnologia Reflex disponíveis, e outros sendo adaptados. Além disso, a Nvidia anunciou na Computex a inclusão de quatro novos jogos, Icarus, My Time At Sandrock, Soda Crisis e Warstride Challenges.

O monitor ROG Swift 500Hz Gaming Monitor não tem data para chegar ao mercado, e o seu preço também não foi informado pela Asus.

Confira na demonstração acima a diferença entre 144Hz, 240Hz e 500Hz.

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Via Engadget

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Starlink lança serviço pior e mais caro para motorhomes

Por Edson Kaique Lima — 24 de Maio de 2022, 08:54

Em meio à expansão de sua constelação de satélites, a Starlink anunciou o lançamento de um novo plano, focado em motorhomes. O plano é US$ 25 (cerca de R$ 120, na cotação atual) mais caro do que o plano convencional da empresa, para uso em local fixo e específico, como uma casa ou apartamento.

O plano da Starlink para motorhomes permitirá que seu usuário leve sua antena para qualquer lugar graças ao recurso de “portabilidade” do serviço. Porém, para ter acesso ao pacote portabilidade, será necessário ter a internet da Starlink em casa primeiro.

Desvantagens e vantagem

Além de pagar mais caro, os usuários do novo pacote da Starlink também serão despriorizados quando estiverem fora de suas casas, e o serviço não está configurado para funcionar em movimento. Outro ponto negativo é o tamanho da antena, que pode ser muito grande para um motorhome.

Contando com as taxas, adesão inicial do novo plano da Starlink custará US$ 687,94 (R$ 3312,79, na cotação atual). Crédito: Starlink/Divulgação

Porém, existe um atrativo para adesão ao plano com portabilidade da Starlink, que é a possibilidade de ir diretamente para o início da fila para receber a antena. Nos Estados Unidos, os usuários que optarem pelo plano poderão receber suas antenas sem necessidade de espera.

Além do valor mais caro da mensalidade, o plano com portabilidade também é US$ 500 (cerca de R$ 2,4 mil) mais caro do que o normal. Porém, essa prioridade para os motorhomes deixou clientes da Starlink descontentes, já que alguns deles têm previsão para receber suas antenas apenas em 2023.

Não vale pedir para furar fila

Porém, pedir esse plano apenas para passar na frente dos demais na fila de espera pode não ser uma boa ideia, já que os recursos de rede do Starlink para motorhomes serão sempre despriorizados no comparativo com os outros serviços da empresa, resultando em um serviço degradado e velocidades mais lentas.

Leia mais:

“As velocidades declaradas e o uso ininterrupto do serviço não são garantidos. A degradação do serviço será mais extrema nas áreas de “Lista de Espera” no Mapa de Disponibilidade Starlink durante os horários de pico”, diz a Starlink em sua página de perguntas frequentes.

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Google Street View ganha nova câmera e histórico de locais em dispositivos móveis

Por Nick Ellis — 24 de Maio de 2022, 07:00

O Street View do Google Maps completa 15 anos em 2022, e para comemorar, está ganhando novidades bem interessantes, como a possibilidade de mostrar o histórico de imagens em dispositivos móveis e o novo recurso de visão imersiva

Google Street View em Macchu Picchu
Câmera do Google Street View em Macchu Picchu / Divulgação: Google

Chegando na adolescência, o Google Street View também está ganhando uma nova câmera, muito mais compacta, que permitirá explorar lugares ainda mais remotos. Além disso, o Google divulgou o rankings de lugares, cidades e países do Brasil e do mundo mais acessados no Street View.

Histórico de imagens do Street View agora disponível na versão mobile

O recurso de exibição do histórico de imagens é bem divertido, quase que uma viagem no tempo. Antes, ele só funcionava na web, mas agora também poderá ser acessado em smartphones Android e iOS. Assim, é possível escolher em que data você quer visualizar o lugar no Street View, fazendo uma viagem no tempo em 360º para ver como era tudo antes.

Google Street View ganha nova câmera

Nova câmera do Google Street View
Nova câmera do Google Street View / Divulgação: Google

O Google apresentou a nova câmera com a mesma resolução e recursos de processamento da câmera usada nos populares carros do Street View, mas em um tamanho muito menor e mais leve.

Nova câmera do Google Street View pode ser instalada em trolley, triciclo ou moto de neve
Nova câmera do Google Street View pode ser instalada em trolley, triciclo ou moto de neve / Divulgação: Google

Além disso, como a nova câmera é modular, ela pode ser usada com outros componentes, montada em diversos objetos e até mesmo ser usada no rack do carro, como o modelo antigo. Assim, é possível instalar o Street View em trolley, triciclo ou moto de neve, além de uma simples mochila.

Câmera do Google Street View montada em um carro
Câmera do Google Street View montada em um carro / Divulgação: Google

A nova câmera do Street View pesa menos de 7 quilos, e assim, tem uma flexibilidade muito maior. Com esse peso reduzido, fica bem mais fácil levar a câmera para documentar lugares ainda mais remotos como topos de montanhas, por exemplo.

O Google cita a facilidade dessa câmera para trabalhos com parceiros, facilitando a tarefa de digitalizar áreas pouco mapeadas como a Amazônia.

Immersive View e recursos inteligentes

O Immersive View, apresentado no último Google I/O, monta um modelo de várias cidades no mundo. Além disso, também dá para usar o Live View para mostrar instruções de navegação usando realidade aumentada, sobrepostas ao que a câmera enxerga no mundo real.

O Google também está usando inteligência artificial para coletar informações comerciais das fachadas das lojas e empresas, descobrindo não só horários atualizados de restaurantes e alterações nos limites de velocidade, mas até o mesmo fechamento de estradas.

Segundo a empresa, só nos últimos três anos, foram mais de 25 bilhões de atualizações no mapa feitas com a ajuda da inteligência artificial.

Rankings de lugares, cidades e países

No último ano, o Brasil esteve entre os 5 países mais visitados no Street View. São Paulo foi a quarta cidade mais visitada do mundo. Além disso, o Cristo Redentor no Rio de Janeiro foi o quinto lugar mais popular no serviço, e o primeiro no Brasil.

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MediaTek mostra plataformas Wi-Fi 7 com velocidades de até 36 Gbps

Por Nick Ellis — 23 de Maio de 2022, 17:22

Além dos processadores Dimensity 1050, Dimensity 990 e Helio G99, a MediaTek apresentou na Computex 2022 suas novas plataformas Wi-Fi 7, Filogic 880 e Filogic 380. Os dois ainda não têm data para chegar ao mercado, mas a promessa da empresa é que poderão substituir conexões fixas de banda larga.

Vale lembrar que, no começo do ano, a MediaTek demonstrou suas soluções Wi-Fi 7 (802.11be), mas agora, aproveitou a Computex para revelar maiores detalhes sobre os novos chips.

O Filogic 880 será usado em pontos de acesso e roteadores, com velocidades de até 36 Gbps. Já o Filogic 380 tem velocidades de até 6,5 Gbps. Ele será usado em smartphones, notebooks e tablets equipados com processadores MediaTek.

Tanto o Filogic 880 quanto o Filogic 380 são compatíveis com a tecnologia MLO (multi-link operation), que agrega múltiplos canais em diferentes frequências de bandas de forma simultânea. Assim, ambos terão conexões mais estáveis, evitando interferências e congestionamentos.

Filogic 880

O Filogic 880 é um processador de 6 nm com quatro núcleos Cortex-A73. Além disso, ele é acompanhado por um processador de aplicações e uma unidade de processamento de rede (NPU).

O Filogic 880 tem suporte a tecnologias Wi-Fi 7 como 4096-QAM, 320MHz e MRU, além da já citada MLO. São até 10 Gbps em um canal, e ele também é compatível com MIMO (multiple input, multiple output) 4×4 de cinco bandas.

Filogic 380

Também fabricado no processo de 6 nm, o Filogic 380 une Wi-Fi 7 com Bluetooth 5.3. O processador também tem suporte a 4096-QAM, 320MHz, MRU e MLO, com até 5 Gbps em um canal. Além disso, o Filogic 380 é compatível com bandas de 2,4GHz, 5GHz e 6GHz, e também tem suporte a rádios 2×2 para operação simultânea em banda dupla.

Plataformas Wi-Fi 7 da MediaTek na Computex 2022

Como conta o release, a plataforma Filogic Wi-Fi 7 está sendo demostrada no stand da MediaTek na Computex 2022 em Taipei, Taiwan. Confira abaixo um vídeo com a demonstração.

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Via Sparrows News e My Mobile

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AMD mostra seus chips série Ryzen 7000 rodando a 5,5 GHz

Por Marina Schnoor — 23 de Maio de 2022, 16:49

Na Computex 2022 hoje, a AMD deu detalhes sobre seus novos chips série Ryzen 7000 para desktops. Por enquanto, a companhia não deu informações exatas sobre os SKUs dos novos chips, mas mencionou vários recursos importantes e detalhes sobre placas-mãe.

Os chips Ryzen 7000 serão baseados na arquitetura Zen 4 de 5 nm da AMD, e terão o dobro do cache L2 por núcleo, passando de 512 KB por núcleo para 1 MB. A AMD afirma que o desempenho de thread único melhorou mais de 15% para as versões passadas.

Ainda segundo a AMD, os novos processadores vão oferecer velocidades de clock de mais de 5 GHz para jogos. Em uma demonstração rodando Ghostwire: Tokyo, um processador não identificado de 16 núcleos da série 7000 atingiu velocidades de clock de até 5,5 GHz. Rodando uma carga de trabalho de todos os núcleos do Blender, o novo chip mostrou tempo de renderização 30% mais rápido em comparação com o Core i9-12900K.

A AMD ainda aproveitou o evento para apresentar as placas-mãe Socket AM5. A empresa está investindo em um soquete LGA de 1718 pinos, mas que ainda terá suporte para coolers AM4. As novas placas-mãe vão oferecer até 24 canais de PCIe 5.0 divididos entre armazenamento e gráficos, até 14 entradas USB SuperSpeed rodando a 20 Gbps, e até 4 entradas HDMI 2.1 e DisplayPort 2. Os modelos serão a B650 para sistemas convencionais, a X650 voltada para PCIe 5.0 de armazenamento e gráficos, e a X650 Extreme para cargas de trabalho mais exigentes.

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É um fato que a AMD vai focar seus esforços no Ryzen 7000 pelo resto do ano, mas a empresa também mostrou suas CPUs “Mendocino” de 6 nm. Esses chips devem ser lançados no quarto trimestre de 2022, e são pensados para notebooks mais básicos na faixa de US$ 399 a US$ 699 (cerca de R$ 1.900 a R$ 3.300). 

Via GSM Arena e Engadget

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Xiaomi anuncia parceria com Leica, e o primeiro smartphone chega em julho

Por Nick Ellis — 23 de Maio de 2022, 15:50

A Xiaomi e a empresa alemã Leica anunciaram uma parceria, e o primeiro smartphone com câmera com assinatura da Leica deve chegar em julho desse ano. O dispositivo não é citado no release, só que ele será um smartphone flagship. Assim, tudo indica que o primeiro smartphone da marca com lentes Leica será o Xiaomi 12 Ultra.

Um comunicado postado nos sites das duas empresas conta que ambas as empresas compartilham as mesmas ideias. Além disso, o texto diz que ambas estão ansiosas para explorar o desempenho óptico e experiência fotográfica em imagens produzidas por dispositivos móveis.

O boato da colaboração entre a Xiaomi e a Leica é antigo, mas só foi confirmado oficialmente hoje. Especula-se que o Xiaomi 12 Ultra teria lentes Leica desde o ano passado. Vale lembrar que a Leica tinha uma parceria de vários anos com a Huawei, mas pelo visto, não estava satisfeita com os resultados. Além disso, a Leica também tem uma parceria com a Sony.

Além da câmera feita em parceria com a Leica, o Xiaomi 12 Ultra também deve ser equipado com o processador Snapdragon 8+ Gen 1, apresentado na semana passada pela Qualcomm. Agora só nos resta aguardar até julho para conhecer o primeiro fruto da parceria entre Xiaomi e Leica.

Outras parcerias com empresas de fotografia

Outras empresas apostam em parcerias com diferentes marcas de fotografia, como a Oppo e a OnePlus com a Hasselblad e a Vivo com a Zeiss, assim a parceria da Xiaomi com a Leica faz todo o sentido.

Leia também:

Via XDA Developers

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Corsair anuncia seu primeiro notebook gamer

Por Marina Schnoor — 23 de Maio de 2022, 14:44

Para a Computex 2022, a Corsair está trazendo seu primeiro notebook gamer, o Voyager, que conta com processadores AMD Ryzen 6000 e “teclas S” especiais voltadas para streaming de jogos. A Corsair, mais conhecida por seus acessórios gamer, adquiriu recentemente outras companhias do ramo, como a Origin e a Elgato, e diferenciais dessas empresas foram incorporados ao Voyager.

Começando pelas especificações, a Corsair vai disponibilizar dois modelos do Voyager. O primeiro leva chip AMD Ryzen 7 6800HS 8-Core, com memória de 16 GB de RAM DDR5 e 1 TB PCIe 4.0 SSD de armazenamento interno. O segundo notebook gamer tem chip AMD Ryzen 9 6900HS 8-Core, com 32 GB de RAM DDR5 e 2 TB PCIe 4.0 SSD de armazenamento.

O Voyager tem tela de 16 polegadas e taxa de atualização de 240Hz, placa de vídeo AMD Radeon RX 6800M e câmera de 1080p30. As entradas do notebook são duas Thunderbolt 3 / USB 4.0, uma entrada USB-C 3.2, uma USB 3.2, um leitor de card SDXC e entrada para fone de ouvido. A conexão é por Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.2, e a bateria é de 99 Wh. O novo notebook da Corsair pesa 2,4 quilos.

Um dos recurso de destaque do Voyager é a barra de “teclas S”, que fica acima do teclado e lembra a Touch Bar da Apple. As 10 teclas S contam com o software Stream Deck da Elgato, e podem ser customizadas pelos usuários como atalhos e controles para streaming de videogames. Além disso, o note possui teclado mecânico com teclas ultra-low profile Cherry MX.

Leia mais:

Com essas especificações e recursos todos, claro que o Voyager não ia sair barato. O novo notebook gamer da Corsair terá preço inicial de US$ 2.700 (quase R$ 13.000 na cotação atual) no lançamento, que ainda não teve a data revelada.

Via XDA Developers

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Dimensity 1050 é o primeiro processador da MediaTek com 5G mmWave

Por Nick Ellis — 23 de Maio de 2022, 14:27

A MediaTek apresentou na Computex seu primeiro processador com suporte a 5G mmWave (além de Sub-6GHz), o o Dimensity 1050. O novo processador é fabricado no processo de 6 nm pela TSMC, e conta com dois núcleos Cortex-A78 de 2,5GHz e seis núcleos Cortex-A55 de 2,0GHz. A GPU é uma Mali-G610.

Segundo a MediaTek, o Dimensity 1050 consegue combinar redes 5G mmWave e sub-6GHz e trocar entre as bandas de forma fluida. Em Sub-6GHz, ele conta com agregação 3CC, em mmWave, 4CC. Assim, segundo a MediaTek, tem velocidades até 53% mais rápidas quando comparada a agregação LTE e mmWave.

O Dimensity 1050 conta com captura de vídeo dupla em HDR, ou seja, será possível fazer streaming da câmera frontal e traseira de forma simultânea. Além disso, o novo chip também usa a HyperEngine 5.0 para oferecer latências mais baixas nas bandas 2,4GHz, 5GHz e 6GHz.

Com MiraVision 760, o novo processador Dimensity 1050 tem suporte a telas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 144Hz, além de armazenamento UFS 3.1 e memória LPDDR5. O primeiro chip da MediaTek com 5G mmWave deve chegar ao mercado no terceiro trimestre desse ano.

No mesmo evento que mostrou o Dimensity 1050, a empresa também lançou o Dimensity 930 e o Helio G99, mas eles ficam para outros posts. Além disso, a empresa também aproveitou a Computex 2022 para apresentar suas plataformas Filogic 880 e Filogic 380 com Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.3, mas essa novidade deve demorar mais um pouco.

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Via Sparrows News

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Conheça o The Freestyle: um projetor, TV inteligente e smart speaker portátil em um só produto

Por Redação — 16 de Maio de 2022, 20:03

Em um mundo com muitas opções de tela de diversos tamanhos e formatos, às vezes é bom ter como assistir a um filme ou escutar música sem pensar onde vai ficar a TV ou o aparelho de som. Ou fazer isso até em lugares onde seria impossível levar esses aparelhos!

Essa é a ideia do The FreeStyle, um pequeno projetor portátil e smart, com imagem de cinema e caixa de som embutidos que funciona só com 1 fio! Tá tudo lá dentro. Nasceu pronto!

Parece complicado né, mas deixa eu te mostrar o que esse pequeno e incrível dispositivo, que mais se assemelha a uma solução de SmartTV pode fazer.

Começando pelo visual, a Samsung conseguiu condensar todo aquele projetor grande que você conhecia, em um produto minimalista, que possibilita levar a diversão sempre com você, onde quiser.

Isso significa a presença de todos os componentes necessários em um único dispositivo, O peso de todo o conjunto é de 830 gramas e com ele você consegue ter uma imagem com algo entre 30 e 100 polegadas.

A diferença é grande, mas quem determina o tamanho é o usuário, dependendo do espaço que tem pra fazer a projeção. É ter uma TV gigante ou nem tão grande assim em qualquer lugar que possa oferecer uma tomada, ou que você leve um carregador portátil.

Sim, isso mesmo, o The Freestyle pode ser alimentado por uma bateria externa e continua tocando sua música favorita ou projetando os filmes e as séries que você quiser, por horas. A Samsung diz que com um modelo de 20.000 mAh, três horas de filme em streaming estão garantidas.

A reprodução do som também depende da escolha do usuário. Dentro do dispositivo existe uma caixa de som com áudio em 360 graus, apontada pro lado oposto da projeção da imagem, que preenche o ambiente com o som vindo de todas as direções. Ela tem cinco watts RMS e isso já é suficiente pra escutar filmes ou músicas em volumes até elevados.

Se a festa é grande e você precisa de um som ainda mais alto, ele usa o Bluetooth pra levar o áudio pra qualquer speaker compatível, de qualquer tamanho, marca ou potência.

O caminho contrário também pode ser feito, fazendo o som de um smartphone chegar no Freestyle e assim ele vira uma caixa de som portátil com música e que exibe efeitos visuais de acordo com a batida. Ainda em áudio e respingando também em vídeos, o The Freestyle pode funcionar como smart speaker, já que ele vem com múltiplos assistentes de voz, como Alexa da Amazon e a Bixby da Samsung embarcadas. Com isso ele pode responder perguntas feitas em português, inclusive é hands-free, reproduzir conteúdos e ser ajustado sem usar o controle remoto.

Voltando pra ideia de filmes, o Tizen vem instalado de fábrica e ele é basicamente o mesmo sistema operacional de TVs da Samsung. Isso significa a presença de aplicativos de streaming como Netflix, Disney Plus, Prime Video, Globoplay e qualquer outro que já pode ser baixado e instalado nos televisores da marca. A lista envolve até apps de música, como o Spotify e Deezer. O conteúdo chega até o The Freestyle com ajuda de Wi-Fi, mas ele

também pode vir por um cabo micro HDMI. Com esse fio até um console pode ser ligado, deixando os limites… meio sem limites.

Bom, vamos supor que o The Freestyle tá com as senhas e logins feitos, mas um convidado resolve querer participar da escolha dos filmes, coisa que não é tão rara assim né. Nesse momento ele pode espelhar e projetar a tela do aparelho, colocar o conteúdo que quiser, como um streaming. Além disso, ele pode mostrar a foto do cachorro ou mesmo jogar games em uma tela de até 100 polegadas. Esse espelhamento de tela do celular pode acontecer em modelos de qualquer marca, até mesmo com um iPhone pelo AirPlay.

Agora, fechando essa apresentação dos recursos do The Freestyle, ele vem com sensores capazes de medir corretamente o foco e a distância até o local da projeção. Em outras palavras, mudar o produto de local não significa ter trabalho pra ajustar tudo de novo. O próprio sistema faz tudo isso pra você de maneira automática.

E isso é um dos grandes trunfos do produto. Em qualquer ângulo, a proporção da imagem fica constante em 16:9, sem o famoso trapézio que seu professor gastava horas rosqueando os pezinhos dos antigos projetores. O foco ajusta automaticamente para uma imagem nítida, e o nivelamento instantâneo realinha a imagem para o uso em qualquer superfície, se o produto ou a parede que vc estiver projetando estiverem inclinados, tudo se ajusta e você vê a tela reta em 90º. O produto chega inclusive a adaptar as cores se o plano de fundo tiver tonalidades que não sejam brancas, no caso de tons claros, você pode reajustar a projeção para manter o nível de originalidade de cor que o produto é capaz de reproduzir.

Não quer imagens? Sem problemas…Uma tampa pode cobrir a lâmpada de projeção e assim o The FreeStyle vira uma luminária ambiente, que pode continuar tocando música ou reproduzindo áudio de um filme que está rodando.

A imagem projetada pode até mesmo servir como decoração , já que no Tizen o The Freestyle conta com o recurso modo ambiente, assim como as TVs QLED, que permite projetar mensagens que já vem embutidas, como feliz aniversário ( em neon!), ou até mesmo uma imagem de uma janela com uma linda paisagem, novidade que está virando trend no TikTok. E você pode complementar o seu The Freestyle com um case resistente à água que protege o produto quando você leva ele de um lado pro outro.

Bom, o The Freestyle acaba de chegar ao Brasil e o preço de lançamento dele está sugerido em R$ 6.999, mas o valor pode variar de acordo com o varejo. E aí, o que achou? Tem vontade de ter um, OU já comprou o The FreeStyle e colocou no rolê pra tocar música? Qual seria seu uso desse projetor, que é uma tela portátil, que pode ser um smart speaker…enfim, conta pra gente aqui na parte dos comentários. A Samsung também nos contou que o público alvo deste lançamento são os jovens, descolados e que buscam praticidade, mas nós aqui do Olhar Digital acreditamos que ele tem tudo pra conquistar qualquer geração.

Clique aqui e saiba mais sobre o The Freestyle!

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Qualcomm vai lançar Snapdragon 8 Gen 1+ e Snapdragon 7 Gen 1 nesta sexta-feira (20)

Por Nick Ellis — 16 de Maio de 2022, 13:59

A Qualcomm confirmou na rede social chinesa Weibo seu próximo evento para o dia 20 de maio, quando deve lançar o seu novo processador flagship Snapdragon 8 Gen 1+, confirmando os rumores. Além disso, a empresa também vai aproveitar o evento para lançar o chip Snapdragon 7 Gen 1 para smartphones intermediários.

No evento, que vai ser chamar Snapdragon Night, a empresa vai dar todos os detalhes sobre suas duas novas plataformas. O Snapdragon 8 Gen 1+ é uma versão aprimorada do 8 Gen 1, lançado no ano passado. Assim como seu antecessor, ele será fabricado no processo de 4 nm, mas dessa vez pela TSMC e não pela Samsung.

Seus núcleos serão iguais ao do Snapdragon 8 Gen 1 (um Cortex-X2, três Cortex-A710 de desempenho e quatro Cortex-A150 para eficiência energética), mas com até 2,99GHz, com um desempenho até 10% superior. Além disso, sua GPU também deve ser mais rápida. Como já era esperado, o Motorola Edge X30 Pro (codinome Motorola Frontier) será o primeiro smartphone com o novo Snapdragon 8 Gen 1+.

Snapdragon 7 Gen 1

O Snapdragon 7 Gen 1 é um processador para smartphones intermediários com quatro núcleos Cortex-A710 e quatro núcleos Cortex-A510, com 1,8GHz. A GPU será a Adreno 662. Tudo indica que o Oppo Reno 8 será o primeiro smartphone com esse novo chip. Esse modelo chega no dia 23 de maio, mas logo terá a companhia de outros modelos de várias marcas.

Leia também:

Via GSM Arena e Fone Arena

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Galaxy Tab S6 Lite de 2020 é relançado pela Samsung e ganha chip Snapdragon

Por André Fogaça — 13 de Maio de 2022, 19:46

Depois de mostrar uma nova versão do Galaxy S20 FE, a Samsung também relançou um tablet de 2020, o Galaxy Tab S6 Lite (2022). O dispositivo segue as semelhanças presentes nos dois celulares, pois muda a versão do Android e o processador ao trocar o chip Exynos por um equivalente dentro da linha Snapdragon.

Se você achou curiosa e inusitada a estratégia da Samsung com o Galaxy S20 FE 5G, que foi relançado no mundo (e no Brasil também) dois anos depois de aparecer no planeta pela primeira vez, saiba que a marca coreana repetiu a atitude e agora lança mais uma vez um tablet que também foi anunciado e chegou ao mercado em 2020.

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Galaxy Tab S6 Lite (2022) (Imagem: divulgação/Samsung)
Galaxy Tab S6 Lite (2022) (Imagem: divulgação/Samsung)

É o que aconteceu com o Galaxy Tab S6 Lite (2022). Por fora o tablet tem exatamente tudo que já está no mesmo aparelho lançado dois anos antes, isso significa tela em painel TFT de 10,4 polegadas com resolução de 2.000 x 1.200 pixels, câmera frontal de 5 megapixels e outra traseira com 8 megapixels, junto de suporte para caneta S Pen – inclusa na embalagem.

Galaxy Tab S6 Lite (2022) já chega com Android 12

Por dentro duas mudanças aparecem e são bem importantes. A primeira está no sistema operacional móvel, que sai do Android 10 de 2020 e passa para o 12, entrando inclusive na nova política de atualizações da empresa com seus quatro updates e cinco anos de patches de segurança.

A segunda novidade é o processador, deixando de ser um Exynos 9611 e passando para o Snapdragon 720G, mantendo 4 GB de RAM e 64 GB de memória interna, junto de uma bandeja para cartões microSD. Além de mais potente, o chip da Qualcomm também consome menos energia, já que é feito em uma litografia menor – de 8 nanômetros, contra 10 do modelo feito pela Samsung.

Galaxy Tab S6 Lite (2022) (Imagem: divulgação/Samsung)
Galaxy Tab S6 Lite (2022) (Imagem: divulgação/Samsung)

O tablet apareceu, sem a Samsung anunciar seu lançamento, na Amazon da Itália e por lá ele custa 400 euros, ou cerca de R$ 2,1 mil na cotação de hoje, desconsiderando taxas ou impostos. O Galaxy Tab S6 Lite (2022) está em pré-venda neste momento, com a chegada para os compradores marcada para o dia 23 deste mês.

Via: GSMArena.

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Emoji Kitchen do Gboard ganha novos emojis no Android 13 Beta 2

Por Nick Ellis — 13 de Maio de 2022, 19:41

Além das mudanças visuais e da central de segurança do novo Android 13 beta 2, o Emoji Kitchen do Gboard também ganhou novos emojis. São três novos emojis que podem ser usados nas fusões do Emoji Kitchen, cerejas, melancias e pedras, como mostra o tweet abaixo.

Gboard’s Emoji Kitchen has expanded in the latest Android beta, introducing support for the 🐾 Paw Prints, 🍒 Cherries, 🍉 Watermelon, and 🪨 Rock.

See all the emojis supported by the Emoji Keyboard here 🔗👇https://t.co/wDm0U3R2YL pic.twitter.com/92qTOENsep

— Emojipedia 🇺🇦🌻 (@Emojipedia) May 11, 2022

O tweet também inclui o emoji das pegadas, mas esse eu testei e já está funcionando no Android 12, os outros três, ainda não.

O Emoji Kitchen tem mais de 400 emojis disponíveis que podem ser combinados com outros, ou até com eles mesmos, exagerando ou amplificando o seu sentido. No site da emojipedia, estão listados todos os emojis suportados no Emoji Kitchen.

Algumas brincadeiras no Emoji Kitchen do Gboard com o emoji de pegadas
Algumas misturas feitas com o emoji de pegadas no Emoji Kitchen do Gboard / Imagem: Olhar Digital

Para usar o Emoji Kitchen no Gboard, é só habilitar as sugestões de emojis enquanto você digita. Isso pode ser acessado na seção Emojis, adesivos e GIFs das configurações do Gboard. Assim, sempre que você digitar dois emojis compatíveis com o Emoji Kitchen, o Gboard vai mostrar em uma linha algumas sugestões de misturas entre eles.

Vale citar que o Emoji Kitchen no Gboard não funciona em todos os sites, mas funciona tanto no Twitter quanto no WhatsApp, por exemplo. Se quiser testar como funciona antes, é só visitar esse site que simula o recurso.

Leia também:

Via XDA Developers e Emojipedia

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iPad Mini 6, a grande evolução de um pequeno tablet | Review

Por Nick Ellis — 13 de Maio de 2022, 17:48

Testei nos últimos meses o iPad Mini 6 (ou de 6a geração), lançado em setembro do ano passado ao lado com a linha iPhone 13. Sem muitas expectativas iniciais com o pequeno tablet da Apple, acabei muito bem surpreendido, e ele é uma das minhas primeiras opções na hora de acessar a internet, ler quadrinhos ou livros, usar redes sociais e assistir a vídeos rápidos no YouTube ou TikTok.

Com o iPad Mini, eu só tive outra experiência, com o segundo modelo. Mas, apesar de ter sempre gostado bastante desse formato tablet, acabava deixando ele de lado para usar um iPad maior, o notebook ou o computador.

Acontece que, com a nova geração, não sinto mais isso. Isso se explica pela grande evolução de hardware com a inclusão do A15 Bionic, mesmo processador dos novos iPhones. Ele simplesmente entrega um desempenho absurdo, e faz todo o sentido usá-lo cada vez mais no dia a dia, seja para trabalho ou para lazer. 

Frente do iPad Mini 6
Frente do iPad Mini 6 / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

Outro motivo para gostar muito do iPad Mini 6 é o seu design renovado, com uma tela maior que a das gerações anteriores, mas um formato menor na altura. Além disso, ele tem uma espessura praticamente igual, mas é mais leve, o que facilita a pegada com uma das mãos.

Essa mudança radical de design era muito esperada pelos fãs da linha iPad Mini. Até o ano passado, a Apple mantinha o visual do modelo original, apresentado em outubro de 2012. Em pouco tempo, o novo iPad Mini conquistou seu espaço nos meus hábitos diários, e pouco a pouco, se transformou em um dispositivo essencial. 

O iPad Mini tem quatro opções de cores, cinza espacial, rosa, roxo e a que testamos, estelar, com um tom dourado.

Review do iPad Mini 6 em vídeo

iPad Mini 6 com A15 Bionic tem um excelente desempenho

Vamos começar pelo maior destaque desse tablet, o desempenho do A15 Bionic. Sua GPU é de 5 núcleos, ou seja, a mesma usada nos modelos Pro da linha iPhone 13, e não a de GPU de 4 núcleos do iPhone 13 e 13 Mini.

Com esse processador, jogos e apps rodam perfeitamente, e é sempre muito agradável usar o novo iPad Mini. Chega a ser quase um exagero um tablet com um processador desse nível, mas isso só facilita a vida do usuário, que pode trabalhar ou jogar com uma performance realmente excelente.

O processador é acompanhado por 4 GB de RAM, e o iPad Mini 6 tem versões de 64 GB ou 256 GB, que foi a que testamos. Pois é, ficou faltando um meio-termo nas opções de armazenamento. A versão 5G conta com o modem X60 da Qualcomm.

Design é um dos pontos fortes do iPad Mini 6

Traseira do iPad Mini 6
Traseira do iPad Mini 6 / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

O design do novo iPad Mini é bem bonito e parece muito sólido com seu case em alumínio. Ele é tão agradável aos olhos, que na maior parte das vezes você vai querer usá-lo sem a capa, só para admirar o visual. 

Como citei, ele segue a mesma linha de design da linha iPhone 13, e assim o seu case de alumínio  tem bordas retas e cantos curvos. O iPad Mini tem uma versão com conectividade 5G, mas não conta com acesso a redes mmWave, pelo menos nessa geração, não que isso vá fazer muita diferença hoje.

Os botões de volume ficam na parte de cima, levados para lá para deixar a lateral direita disponível para o Apple Pencil de 2a geração (que infelizmente eu não testei). Os botões acompanham a orientação da tela, assim se você girar o iPad, o botão que estiver em cima vai seguir aumentando o volume, e o debaixo diminuindo. 

Parte superior do iPad Mini 6 com Touch ID, caixas de som e botões de volume
Parte superior do iPad Mini 6 com Touch ID, caixas de som e botões de volume / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

O Touch ID foi reposicionado do extinto botão home para o botão de ligar, também na parte de cima. Ele funciona bem, mas recomendo você cadastrar vários dedos, pois em alguns momentos, vai pegar o Mini por outra posição, e isso pode ser útil. 

O iPad Mini é leve e compacto o suficiente para ser usado com apenas uma das mãos tranquilamente. Seu modelo Wi-Fi pesa 293 gramas, e a versão 5G é só um pouco mais pesado, com 297 gramas.

Tela LCD tem ótimo brilho e cores, mas taxa de atualização é de 60Hz

iPad Mini 6 com case Folio
iPad Mini 6 com case Folio / Foto: Mario Kurth/Olhar Digital

O iPad Mini tem uma tela LCD com ótima resolução (2266 por 1488 pixels), além de suporte a cores DCI-P3 e brilho de até 500 nits. Apesar disso, ela poderia ser melhor, já que tem uma taxa de atualização de apenas 60Hz, o que acaba fazendo a diferença, assim como no iPhone 13. 

Esse compromisso feito pela Apple buscou não elevar ainda mais o preço do tablet, mas é uma pena. O mercado de tablets tem concorrentes com telas de 90Hz e 120Hz, mas o Mini mesmo com um processador tão poderoso, segue com tela de 60Hz. Por falar nisso, existe um boato de que a Apple vá lançar um iPad Mini Pro com uma tela de 120Hz ainda esse ano. 

Jogar no iPad Mini é ótimo, mesmo com a taxa de atualização de 60Hz. Podia ser melhor? Sim, mas isso não faz tanta diferença na maior parte das tarefas do dia a dia.

Câmera com Palco Central

A câmera frontal de 12 MP do iPad Mini tem abertura F/2.4 e um ângulo de 122 graus, e assim como a do iPad de 9a geração apresentado com ele em setembro, conta com o recurso Palco Central, ou Central Stage. Com o Palco Central, o iPad aproveita a resolução da câmera para focalizar e manter o usuário sempre em quadro, mesmo que ele se mova para os lados.

Esse é um recurso muito útil para esses anos de pandemia, com a qual todos nós tivemos que mudar nossos hábitos e participar de muitas chamadas em vídeo. Esse mesmo recurso é usado pela Amazon na nova geração do Echo Show (leia nosso review aqui), e fica a nossa torcida para seja também incluído nos futuros iPhones 14, que chegarão esse ano.

Selfie tirada com o novo iPad Mini
Selfie tirada com o novo iPad Mini / Foto: Nick Ellis

Por padrão, a câmera frontal abre com o zoom aplicado, mas com um toque, ou o movimento de pinça com os dedos, você aproveita todo o ângulo de captura da câmera ultrawide, excelente para tirar selfies de grupos, por exemplo. Essa câmera grava em 1080p com até 60 fps.

Câmera traseira de 12 MP grava vídeos em 4K

Também vale citar que a câmera traseira foi melhorada, e passou de 8 MP para 12 MP. Além disso, ela tem uma abertura menor (F/1.8) e ganhou um flash LED. Com ela, o iPad Mini 6 grava vídeos em 4K com até 60 fps. A câmera tem uma pequena elevação em relação ao corpo do iPad Mini, mas nada que chame muita a atenção. Com a capa Folio, ela fica precisamente encaixada.

Foto tirada com o novo iPad Mini
Foto tirada com o novo iPad Mini / Foto: Nick Ellis

Essa câmera não tem o Modo Retrato e nem os modos noturno ou cinema, todos presentes no iPhone 13. Mas, mesmo assim, é possível tirar boas imagens durante o dia, com ótimas cores e HDR. Mesmo de noite, ela tira boas fotos, desde que os ambientes não estejam muito escuros. É uma câmera que funciona para tirar fotos simples, mas o que importa mesmo nesse novo pequeno iPad é a sua câmera frontal.

Confira outras fotos tiradas com a câmera principal do iPad Mini 6.

Foto tirada com o novo iPad Mini
Foto tirada com o novo iPad Mini / Foto: Nick Ellis
Foto tirada com o iPad Mini 6
Foto tirada com o iPad Mini 6 / Foto: Nick Ellis

Bateria recarrega com 25W, mas dependendo do uso, não dura o dia todo

Além da taxa de atualização e do preço, o único problema que encontrei nesse tablet foi a sua autonomia, mas isso é compreensível pelo seu tamanho, espessura e peso. A bateria é a mesma do modelo antigo, com capacidade de 5124 mAh. Dependendo do que você está fazendo, o consumo é visível. Quem realmente usar o tablet durante o dia, vai precisar de uma tomada antes da noite. 

Mas, é claro, isso varia muito dependendo dos hábitos dos usuários. Eu testei o novo iPad Mini por muitas horas, muitas vezes com um chip 5G instalado, mas muitas pessoas farão um uso bem mais casual do dispositivo. De qualquer forma, o carregamento da bateria do iPad Mini é rápido, com até 25W, e a Apple manda um carregador de 20W na caixa.

iPad OS 15 no iPad

O iPad Mini conta com todas as novidades do iPad OS 15 como os widgets e a divisão de tela que são bem úteis em um tablet. Com o A15 Bionic, seu desempenho é perfeito, tanto em apps quanto em jogos. Apesar disso, nem tudo é perfeito, e existe um problema que me incomodou um pouco no iPad OS rodando no novo iPad Mini.

No menor dos iPads, todos os ícones parecem pequenos demais, mas isso é algo que pode ser facilmente ser resolvido. Basta ir nas configurações da tela de início e dock, e escolher os ícones de apps maiores. O que não dá para tirar é a borda que fica em volta deles, ao redor da tela. Isso é algo que pode até fazer sentido nos modelos de telas maiores, mas não no iPad Mini, pelo menos na minha opinião.

O resultado é que nós usuários ficamos com menos espaço disponível na tela, e os ícones parecem apertados. Da mesma forma, os widgets parecem menores do que deveriam ser, assim como o Picture-in-Picture de vários apps.

Seria lógico que o Picture-in-Picture tivesse um modo que ocupasse a largura inteira da tela na vertical, mas esse não é o caso. Não chega a ser um problema, já que o usuário acaba se acostumando, mas a Apple poderia ao menos dar a opção de diminuir as bordas especificamente nesse dispositivo. Felizmente isso é fácil de resolver com uma atualização, fica aqui a torcida para isso acontecer um dia.

Apesar de não ser muito grande, a tela pode ser dividida em duas na vertical. Isso é ótimo para quem gosta de rodar vários apps de forma simultânea. Além disso, seria interessante se a Apple tivesse criado um teclado virtual menor para o iPad Mini. Mas, é possível dividir o teclado, e transformar ele em um formato menor flutuante, que pode ser reposicionado e usado com apenas uma das mãos.

iPad Mini 6 ganha muito com acessórios

Unindo o seu processador que oferece ótimo desempenho em um tamanho tão compacto com as ferramentas multitarefa do iOS 15, o iPad Mini se torna o companheiro ideal para ser usado com um teclado e um mouse sem fio.

Estamos falando de um tablet que cabe até no bolso (desde que um bolso grande), mas pode ser usado com um computador a qualquer momento ou lugar. Não é um exagero, basta tirar ele da mochila com um mouse e teclado Bluetooth para conseguir realizar praticamente qualquer tarefa de trabalho.

Na minha experiência específica com o iPad Mini 6, eu acabei usando menos o mouse, e mais o teclado. Ir diretamente na tela caso eu precisasse posicionar o cursor fez mais sentido para mim. Ainda acho meio estranho usar o mouse no iPad OS, e como a tela do iPad Mini é bem pequena e fica próxima do teclado, dá para usar ela perfeitamente com os dedos.

Fica faltando um case com teclado, mas a Apple não deve ter chegado em uma boa solução de design para lançar esse tipo de acessório. Com sua capa Folio, o iPad Mini fica posicionado em um ângulo confortável. Assim, fica fácil escrever textos longos, como o desse review. Essa é a tarefa que eu mais faço no meu trabalho, e o iPad Mini 6 se saiu muito bem nela.

Eu não testei o iPad Mini 6 com o Apple Pencil, mas mesmo assim, adorei a possibilidade de poder deslizar o dedo da parte inferior direita para dentro para abrir o bloco de notas, e o melhor de tudo, com ele aberto, é só fazer o mesmo movimento para criar uma nova nota, e assim, poder lembrar de tudo o que você precisa.

Para mim, o combo iPad Mini mais um teclado Bluetooth foi realmente perfeito, e eu poderia tranquilamente seguir produzindo meus textos e reviews com essa configuração, como, aliás, fiz muitas vezes nos últimos meses com esse dispositivo.

Preço acaba sendo o maior problema

O novo iPad Mini custa a partir de R$ 5.875, na versão com 64 GB de capacidade, mas passa para R$ 7.391 com 256 GB. Quem preferir o modelo 5G vai pagar mais caro, R$ 7.391 com 64 GB ou R$ 8.908 com 256 GB.

Ele foi lançado um pouco mais caro, mas os preços foram reduzidos pela Apple. Vale citar que no momento em que gravamos o vídeo desse review, eles ainda estavam custando um pouco mais.

Vale citar que esses são os preços oficiais da Apple, mas em outras lojas você pode comprar o iPad Mini 6 bem mais barato, com ótimas ofertas. Confira os links no final desse review.

Seu custo é o maior empecilho para quem quer a usar esse excelente, ainda que pequeno, tablet da Apple. Mas, se isso não for um problema para você, podemos dizer que o iPad Mini 6 entrega praticamente tudo o que promete, especialmente no desempenho.

Conclusão

O iPad Mini é um tablet adorável, com o tamanho ideal para ser levado não só na mochila, mas também no bolso, ainda que um maior que o normal. Assim, você pode ter um pequeno computador com você a qualquer momento, o que um grande valor. Além disso, com um mouse e um teclado Bluetooth ele se torna um acessório perfeitamente funcional para anotações e até textos maiores.

Ele também brilha durante a noite, pois é leve e pequeno o suficiente para ler livros e quadrinhos. Da mesma forma, seu formato é ótimo para navegar pela internet, usar o Twitter, Instagram, TikTok, etc. A duração da bateria pode não ser a melhor, mas tem dura bastante para usuários casuais, ainda que fique devendo para os mais entusiastas.

Além da bateria, e possivelmente da taxa de atualização da tela, seu único outro defeito é o seu preço, mas mesmo assim, acredito que o iPad Mini tenha seu público, os que procuram um tablet compacto para diferentes usos.

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Pixel Tablet do Google é apresentado de surpresa com chip Tensor

Por Marina Schnoor — 12 de Maio de 2022, 21:54

O Google I/O 2022 trouxe vários lançamentos aguardados de hardware, como o Pixel 6a e o Pixel Watch. Mas a apresentação também trouxe uma surpresa: um novo Pixel Tablet com chip Tensor, desenvolvido pelo próprio Google.

A apresentação do I/O não deu muitos detalhes sobre o novo Pixel Tablet, mas o dispositivo deve contar com uma tela Nest Hub Max e rodar o Android 13. O chipset deve ser o Tensor, o mesmo do Pixel 7 e 7 Pro.

Screenshot Olhar Digital

Os últimos tablets Pixel do Google foram lançados em 2019, mas eram mais parecidos com um computador 2 em 1, com teclado destacável e rodando Chrome OS.

Screenshot Olhar Digital

Como o The Verge apontou, o design do tablet apresentado no I/O 2022 pareceu um tanto… tosco, por assim dizer. O aparelho tem bordas brancas grossas, o que parece ser uma traseira de plástico fosco, e com espessura muito maior do que era de se esperar de um produto Google em 2022.

Leia mais:

Bom, o Pixel Tablet só será lançado mesmo em 2023, como confirmado por Rick Osterloh, vice-presidente sênior de dispositivos e serviços do Google e chefe do programa Pixel. Talvez até lá, o Google dê uma polida no design do seu novo tablet, para que o produto possa competir com ofertas intermediárias da concorrência como o iPad Air da Apple.

Via: T3

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iPhone SE (2022): músculo e cérebro de sobra em corpo de ontem | Review

Por André Fogaça — 12 de Maio de 2022, 21:35

A Apple é bem conhecida pelos celulares caros e por entregar aparelhos focados quase exclusivamente no mercado topo de linha. Sim, ela realmente faz isso, mas a marca americana criou uma divisão dentro dos iPhones para ter um celular menos caro, com muito dos irmãos maiores e em um visual que ela chama de nostálgico e amado, mas que em 2022 pesa bastante.

Esse é o iPhone SE de 2022, o terceiro modelo dessa linha e ele é, por fora, basicamente idêntico ao da geração passada, que já utilizava a carcaça do iPhone 8 de 2017. Enfim, por dentro ela coloca o melhor do desempenho para esse ano e consegue até mesmo lidar com fotos em uma só câmera, de uma forma que o celular de cinco anos atrás jamais conseguiria.

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Bom, eu sou André Fogaça e vem comigo que eu te conto, nos próximos parágrafos, se o iPhone SE de 2022 realmente é um bom aparelho para seu preço. Principalmente se vale a pena comprar ele, ou um iPhone 13 Mini, que também é pequeno.

Review do iPhone SE (2022) em vídeo

Design e tela

Por fora o iPhone SE de 2022 é praticamente idêntico ao da geração passada, que já usava o corpo do iPhone 8. Isso significa cantos arredondados, vidro na traseira e na frente, mas por aqui uma pequena mudança já é encontrada: a Apple diz que o vidro do modelo desse ano é o mesmo do iPhone 13.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

A ideia é dar mais resistência e eu notei isso, já que passei as semanas de teste usando somente esse iPhone, sem capinha e com o aparelho sempre entrando e saindo do bolso. As vezes em uma mochila com outras coisas. Sempre saiu intacto.

Na frente a tela tem 4,7 polegadas e nem é o tamanho que me incomoda, mas sim a borda enorme nas partes inferior e superior. Por baixo o botão home tem seu espaço, mas por cima é um puro nada. Em 2022, até mesmo smartphones Android de entrada já deixaram bordas grossas de lado, o que deixa o visual do iPhone SE muito datado, preso ao passado de 2017.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Por outro lado, em um tempo de pandemia que ainda não acabou, ter um leitor de impressões digitais no iPhone foi um alívio. O iOS 15 tenta resolver o problema do Face ID em um mundo com pessoas de máscara, mas a impressão digital sempre está mais acessível e identifica mais rápido.

Agora, a tela tem painel LCD e com ele você tem uma experiência até bacana, mas o brilho é fraco em locais muito ensolarados e os ângulos de visão não são tão bons como em qualquer OLED. As cores são bem representadas, mas ter apenas 60 Hz de atualização faz um trabalho negativo até para a Apple.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Só de ter taxa de atualização mais elevada, como 90 Hz, já faz o celular parecer mais rápido aos olhos do usuário. Esse é um ponto negativo para o iPhone SE de 2022 por conta da concorrência, onde na faixa de preço dele praticamente todos os modelos utilizam frame rate mais elevado.

Fechando a parte externa, o iPhone SE de 2022 tem proteção contra água e poeira, com certificação IP67. A Apple promete um metro de profundidade por meia hora, sem o celular morrendo no processo.

Hardware e software

Se no visual o iPhone SE de 2022 está lá em 2017, dentro, no hardware, a situação é completamente diferente. A Apple colocou nesse celular exatamente o mesmo processador de toda linha iPhone 13. Isso significa um chip Apple A15 Bionic de cinco nanômetros, com seis núcleos e que tira proveito de 4 GB de RAM.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Olha, sinceramente, não existiu aplicativo ou jogo na App Store que pudesse fazer o iPhone SE de 2022 rodar menos veloz. Ele abriu tudo de forma instantânea, da mesma forma como fazem os iPhones 13.

Redes sociais, câmera, edição de vídeo no iMovie….tudo vai muito bem. Até jogos, seja com títulos pesados como Genshin Impact, ou outros mais leves como Mario Run. Como a resolução de tela é menor nesse celular, eu tenho certeza absoluta que ele vai segurar o desempenho ótimo por mais tempo que o iPhone 13, por exemplo.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

O iPhone SE de 2022 já vem com o iOS 15 de fábrica e com ele chegam todos os recursos presentes nos outros modelos. Isso significa uma forma mais controlada para lidar com notificações, capacidade de ler textos em fotos ou na câmera mesmo, novos Memoji, melhorias pro Safari…enfim, está tudo aqui.

E como a gente está falando da Apple, imagine que o iOS seguirá atualizado no iPhone SE de 2022 por anos, eu chutaria seis. Digo isso por ver o primeiro modelo deste aparelho, lá de 2016, recebendo o sistema operacional mais atual até hoje, seis anos depois do lançamento.

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

A empresa tanto sabe desse detalhe, que ela me disse que o iPhone SE tem um público que fica mais tempo com o celular.

Câmeras

Bom, o iPhone SE de 2022 tem visual no passado, hardware de ponta, mas nas câmeras, ou melhor, na câmera, ele volta para o passado…em partes. Por aqui o smartphone tem apenas uma lente de 12 megapixels e que pode parecer cópia do que tinha no iPhone 8…e é quase isso.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

O sensor e a lente são basicamente as mesmas, mas a Apple utiliza o processador de imagem e os avanços do A15 Bionic para dar fôlego extra por aqui. Isso significa o Smart HDR 4 e outras partes de fotografia computacional para compensar os resultados que poderiam ser ruins. É mais ou menos como o Pixel faz ao ter uma câmera simples, mas com recursos em software compensando isso.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

No geral, imagine as fotos que você faz com a câmera principal de qualquer iPhone 13, elas podem ser feitas no iPhone SE de 2022 da mesma forma e com o mesmo resultado. O contraste é muito bem equilibrado, cores são vivas quando precisam ser, perfis de cores no app de câmera estão presentes para quando você quiser mudar a temperatura de cor, indo até para o modo retrato feito de forma satisfatória, mesmo com uma só lente.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Mas, mesmo tendo quase todos os recursos dos iPhone 13, você perde três coisas importantes no iPhone SE de 2022. A primeira é a versatilidade de mais câmeras, como lente ultrawide ou teleobjetiva. A segunda é o modo noturno, esquecido aqui e ele faz uma falta bastante grande, com o terceiro no modo de vídeo que vai apenas em 4K com 30 quadros por segundo, sem modo cinema ou Dolby Vision.

Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera principal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Voltando para as fotos em momentos escuros, saiba que elas não ficam ruins, longe disso, mas perdem para praticamente muitos celulares intermediários. Luzes podem ficar estouradas, granulado é mais visível e locais noturnos não ficarão tão detalhados como faz, sei lá, um Galaxy A53 da vida.

Foto com a câmera frontal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Foto com a câmera frontal do iPhone SE (2022) (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

As selfies usam uma câmera de apenas 7 megapixels. Mesmo assim, mesmo com menos detalhes capturados pelo sensor, a fotografia computacional entra em jogo mais uma vez e melhora o resultado. Mas saiba que qualquer celular Android intermediário vai fazer selfies melhores.

Bateria

A Apple nunca foi conhecida como a melhor empresa para quem busca um celular com longa autonomia. O melhor resultado está lá nos iPhones Pro e Max, mas os modelos menores sofrem com pouca energia.

O iPhone SE de 2022 melhorou a situação que existia no modelo anterior, mas ainda entrega muito menos carga do que deveria. A bateria comporta 2.018 mAh e ela segura um dia inteiro de uso normal, mas nada do segundo. Se você passar um dia fazendo fotos, como eu saí por São Paulo para fazer as fotos desse review, saiba que em uma tarde deste cenário o celular volta para casacom 40 ou 30% de carga.

No carregador o iPhone SE de 2022 não tem suporte para carregamento rápido, mas preenche a bateria em mais ou menos uma hora e meia. Isso eu consegui com um adaptador de 20 watts da própria Apple, pois o smartphone não entrega o acessório na embalagem.

Ao menos o iPhone SE de 2022 tem suporte para carregador por indução, mas não o MagSafe da Apple, tá? Ah, outra coisa que ele não tem é suporte para encontrar as AirTags de forma precisa.

iPhone SE (2022): vale a pena?

iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
iPhone SE (2022) (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Eu acho que sim, mas apenas e somente apenas para quem quer um iPhone potente e do ano, mas o mais barato possível. É preciso lembrar que o modelo base vem com apenas 64 GB e isso é muito pouco, então o ideal é comprar a versão com 128 GB e usar bastante a nuvem.

Eu acho chato o visual antigo de iPhone 8 por aqui, mas não vejo como um ponto extremamente negativo. O que me pesa é a tela com bordas tão grandes, a câmera traseira sem modo noturno, câmera frontal com menos de 10 megapixels e o display em LCD com pouco brilho.

Você tem que ter tudo isso em mente pra escolher o iPhone SE de 2022, que pode ser um ótimo smartphone para muita gente. Especialmente bom se considerar que ele deve seguir recebendo atualizações de segurança e novos recursos por seis anos, algo que nem a Samsung consegue fazer…e olha que no mundo Android, ela é a melhor marca em política de atualizações.

Se alguma promoção fizer o iPhone 13 Mini de base chegar perto do iPhone SE de 2022 com 128 GB, compre o modelo Mini na hora. Ele tem tela melhor, bordas menores, faz fotos e vídeos superiores, tem acabamento mais resistente e menos “do passado”. Ele também deve seguir recebendo atualizações por muitos anos.

Olhando paro lado do Android, por R$ 4,7 mil do iPhone SE de 2022 com 128 GB, que é o mínimo para a atualidade, você consegue até um Galaxy S21 FE e volta com R$ 2 mil sobrando no bolso, ao menos agora na publicação deste review.

iPhone SE (2022): ficha técnica

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Beta do Android 13 chega para Google TV e Android TV

Por Marina Schnoor — 9 de Maio de 2022, 16:12

O Google acaba de lançar a primeira versão beta do Android 13 para TVs smart, dando aos desenvolvedores e usuários inscritos em seu programa de testes uma prévia da nova interface. Uma versão beta do novo Android para smartphones e tablets já tinha sido liberada para o público no final do mês passado.

Por enquanto, só quem pode ver as mudanças no Android 13 TV é quem possui um ADT-3, um dongle do Android TV voltado especificamente para desenvolvedores. Outra opção é usar o Android Emulator for TV no Android Studio.

Got the Android 13 Beta flashed onto my ADT-3. Time to take it for a spin to see what's new! pic.twitter.com/OH9789iDJI

— Mishaal Rahman (@MishaalRahman) May 6, 2022

Segundo relatos de desenvolvedores, o Android 13 TV não é muito diferente do Android 12 TV visualmente. Segundo Mishaal Rahman, editor técnico do site Esper, a primeira versão beta não inclui recursos anteriormente descobertos, como o modo picture-in-picture expandido e suporte para Pareamento Rápido (Fast Pair). Como o Google apontou, “mais opções de customização no Android 13 para melhorar a experiência e a compatibilidade nas TVs serão introduzidas a cada versão”.

Uma novidade do Android 13 para TV mostrada anteriormente é o modo “espera de baixo consumo”, que permite desativar wakelocks e cortar o acesso de apps à rede para economizar energia. No entanto, ainda não está claro se a função está ativa nessa primeira versão beta.

Leia mais:

Quem tem o dongle ADT-3 já pode baixar a primeira versão beta do Android 13 TV e atualizá-la manualmente em seu aparelho de testes.

Via: XDA Developers

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ZTE Axon 40 Ultra tem Snapdragon 8 Gen 1 e câmera de 16 MP sob a tela

Por Nick Ellis — 9 de Maio de 2022, 16:04

A ZTE lançou hoje dois novos smartphones, o ZTE Axon 40 Ultra, que conta com processador Snapdragon 8 Gen 1 e uma câmera selfie sob a tela, e o Axon 40 Pro, com chip Snapdragon 870 e câmera frontal em um recorte circular.

Destaques do Axon 40 Ultra são seu processador e sua câmera sob a tela
Destaques do Axon 40 Ultra são seu processador e sua câmera sob a tela / Divulgação: ZTE

Além disso, vale lembrar que em 2020, a ZTE lançou a primeira geração do seu smartphone com câmera sob a tela, um recurso pioneiro no mercado. No ano passado, foi a vez do Axon 30, segundo modelo da empresa com esse recurso, mas o Axon 40 ainda não foi lançado, apenas o Axon 40 Ultra e o Axon 40 Pro.

Telas e câmeras do Axon 40 Ultra

Axon 40 Ultra é o novo flagship da ZTE
Axon 40 Ultra é o novo flagship da ZTE / Divulgação: ZTE

O ZTE Axon 40 Ultra tem uma tela AMOLED de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 144Hz e ótimo brilho de 1500 nits.

O conjunto de câmeras é triplo, com três sensores de 64 MP, todas capazes de gravar vídeos em 8K. A câmera principal tem sensor Sony IMX787, abertura F/1.6, lente 7P e estabilização óptica de imagens.

Ela é acompanhada por uma telefoto periscópio, também com estabilização óptica de imagens, e uma câmera ultrawide, também com sensor Sony IMX787. O Axon 40 Ultra também tem um sensor de profundidade ToF e um sensor para piscadas.

Clique abaixo para ver o vídeo de apresentação do Axon 40 Ultra.

Axon 40 Pro é mais modesto, mas tem seu valor

Axon 40 Pro também tem tela de 144Hz
Axon 40 Pro também tem tela de 144Hz / Divulgação: ZTE

Já o Axon 40 Pro tem tela AMOLED de 6,67 polegadas com a mesma taxa de atualização de 144Hz do modelo Ultra. Seu conjunto de câmeras é quádruplo, com uma câmera principal de 100 MP, mas sem estabilização óptica de imagens. A segunda câmera é uma ultrawide de 8 MP, acompanhada por dois sensores de 2 MP, um de profundidade e um macro.

Preços do Axon 40 Ultra e do Axon 40 Pro

O ZTE Axon 40 Ultra custa a partir de 4.998 yuans (ou R$ 3.820) com 8 GB de RAM e 256 GB de capacidade. Com 12 GB, ele tem opções com 256 GB por 5.298 yuans (R$ 4.050) ou com 512 GB por 5.798 yuans (R$ 4.432). Além disso, ele tem uma versão com 16 GB e armazenamento de 1 TB, que custa 7.298 yuans (R$ 5.579).

O Axon 40 Pro sai por 2.998 yuans (R$ 2.291) com 8 GB de RAM e 256 GB, e com 12 GB de RAM, 3.298 yuans (R$ 2.522) com 256 GB e 3.798 yuans (R$ 2.903) com 512 GB.

Leia também:

Via GSM Arena e Sparrows News

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A Xiaomi lançou uma cama inteligente que promete parar seu ronco

Por André Fogaça — 7 de Maio de 2022, 14:01

A Xiaomi tem uma série de produtos que vai muito além de celulares e o mais recente deles é uma cama inteligente com nome enorme e que promete medir a qualidade do seu sono, a Xiaomi 8H Feel Leather Smart Electric Bed X Pro. Além de sensores para medir alguns dados, o produto também conta com motores para ajustar sua posição.

Você piscou e a Xiaomi lançou mais um produto para além da já confusa linha de smartphones, com modelos diferentes para aparelhos quase idênticos e que são focados nos mercados chinês e internacional. Ele é uma cama que parece simples, mas oferece alguns recursos comuns para amantes da marca.

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Cama da Xiaomi (Imagem: divulgação/Xiaomi)
Cama da Xiaomi (Imagem: divulgação/Xiaomi)

Os controles da cama podem ser feitos a partir de um dispositivo fixo, comandos de voz ou um aplicativo. Dentro do software é possível levantar a parte de cima do colchão em um ângulo de até 60 graus, ou então os pés em 40 graus. Este motor também pode ser acionado automaticamente quando o usuário ronca, por exemplo.

Cama da Xiaomi sabe até se você fica se movendo

Sensores dentro do colchão conseguem tomar nota de alguns dados do usuário, como os batimentos cardíacos, a respiração e até mesmo o movimento do corpo durante o sono. Tudo é anotado e exibido no app para indicar a qualidade das horas de descanso.

O colchão pode ser comprado em diversas densidades de espuma e ele fica em uma espécie de armação, que é onde estão os motores. Este local é forrado em couro italiano em cores cinza ou laranja.

Por enquanto a cama da Xiaomi, que eu ainda acho um absurdo ter um nome tão longo e “Pro” no final, está disponível apenas na China. Por lá o valor para todo o conjunto, que envolve o colchão com os sensores e a armação externa com o motor, está marcado em 7.399 yuan, algo próximo de R$ 5,7 mil na cotação para o momento de publicação deste texto e sem levar em conta taxas ou impostos.

Não existe previsão de lançamento da cama da Xiaomi para fora do mercado chinês.

Via: NotebookCheck.

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Xiaomi divulga suas ofertas de celular para o Dia das Mães 2022

Por Marina Schnoor — 2 de Maio de 2022, 16:56

A Xiaomi divulgou hoje sua campanha de ofertas para o dia das mães de 2022. Smartphones da linha Redmi Note 11 estão com descontos de até 36% até o dia 08 de maio no site da Xiaomi.

Redmi Note 11S (Imagem: divulgação/Xiaomi)
Redmi Note 11S (Imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 11S de 128 GB é um dos celulares em oferta. O smartphone conta com recursos para fotos de alta resolução de até 108 MP, e proporciona fotos noturnas de maior qualidade com a combinação de 9 pixels em 1. Outro destaque do aparelho é o carregamento ultrarrápido, que promete ir de 0 a 100% da bateria em 58 minutos. O celular está disponível nas cores Pearl White (branco), Twilight Blue (azul) e Graphite Gray (cinza), e o Redmi Note 11S sai por R$ 1.900 na promoção de dia das mães da Xiaomi.

Redmi Note 11 Pro (Imagem: divulgação/Xiaomi)
Redmi Note 11 Pro (Imagem: divulgação/Xiaomi)

O Redmi Note 11 Pro 128 GB também oferece câmera principal de 108 MP. A taxa de atualização da tela do smartphone é de 120Hz, que a Xiaomi afirma entregar uma experiência fluída para jogos e para navegar na internet. Na campanha de dia das mães, o Redmi Note 11 Pro está saindo por R$ 2.200 nas cores Pearl White (branco), Graphite Gray (cinza) e Star Blue (azul claro).

Leia mais:

As ofertas estão disponíveis apenas no site oficial da Xiaomi Brasil até o dia 08 de maio de 2022. Além dos descontos, os clientes que comprarem um dos smartphones da promoção ganharão uma sacomochila de brinde.

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Nvidia GeForce Now agora roda nativamente em Macs com chip Apple M1

Por André Fogaça — 28 de Abril de 2022, 23:15

A Nvidia anunciou, nesta quinta-feira (28), a chegada oficial do aplicativo responsável por rodar o GeForce Now em computadores com chip Apple M1. O serviço de jogos por streaming até rodava no macOS, mas agora passa a consumir menos energia, além de não precisar mais da emulação pelo Rosetta 2.

Se você tem um computador da Apple, certamente já sabe que a biblioteca de jogos disponíveis para o macOS não é tão extensa como para o Windows. Uma das formas de resolver este problema é com algum serviço de streaming de games, como o Xbox Cloud Gaming, Google Stadia ou o GeForce Now, da Nvidia.

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Esta última passará a rodar melhor a partir de agora, graças ao suporte nativo do programa para o processador baseado em ARM da empresa.

GeForce Now até abre mais rápido no Apple M1

Segundo a nota de lançamento, o aplicativo nativo do GeForce Now para chips Apple M1 permite o uso do serviço, enquanto diminui o consumo de energia dos portáteis como MacBook Air e Pro. O tempo para abertura do programa também foi reduzido, além do desempenho geral em todos os computadores com este processador.

Para quem tem um MacBook, iMac ou Mac Mini com chip Apple M1, a chegada do aplicativo nativo também vem com um número maior de jogos compatíveis com a plataforma de streaming. Ao todo são 14 adições, com nomes como Dune: Spice Wars, Romans: Age of Caesar, Flashing Lights – Police, Firefighting, Emergency Services Simulator, Prehistoric Kingdom e Galactic Civilizations II: Ultimate Edition.

Dentro da lista, um nome chama atenção e ele é Lost Ark, título famoso para os amantes de RPG e que foi lançado em 2019, pela Amazon.

Via: Nvidia.

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Snapchat anuncia mini drone Pixy para fotos e vídeos

Por Marina Schnoor — 28 de Abril de 2022, 22:21

Pixy é um mini drone lançado pela Snap, a empresa dona do Snapchat, que funciona basicamente como um assistente de câmera voador. O dronezinho permite tirar fotos e fazer vídeos de maneira descomplicada, e tem um design fofo na cor amarela.

Diferente de drones padrão, o Pixy não tem um controle e nem cartão SD. O mini drone tem um botão para ligar o dispositivo e um dial da câmera para selecionar os modos de voo.

São quatro modos pré-configurados, com o usuário podendo fazer o Pixy flutuar na sua frente, orbitar ao seu redor ou segui-lo enquanto ele anda ou corre. É só selecionar o modo desejado, apertar o botão, e Pixy decola da sua mão. Para parar a gravação é só colocar a mão embaixo do drone e ele pousa automaticamente na sua palma.

Para especificações, o Pixy pode capturar vídeos em 2,7K e fotos de 12 MP, mas não registra áudio (o Snapchat dá a opção de usar músicas licenciadas por gravadoras na plataforma). O mini drone pesa apenas 101 gramas com a bateria recarregável. Segundo o Snap, uma única carga pode capturar de cinco a oito voos de 10 a 20 segundos.

Os vídeos e fotos são transferidos automaticamente para o celular do usuário e ficam armazenados nas memórias do Snapchat. No celular, o usuário pode assistir os vídeos, editá-los, enviá-los e compartilhá-los nas redes sociais. Também é possível aplicar efeitos como Hyperspeed, Bounce, Orbit 3D e Jump Cut.

Leia mais:

O mini drone do Snapchat está disponível a partir de hoje nos EUA e França por US$ 230 (cerca de R$ 1.135 na cotação atual) no site Pixy.com. Infelizmente, não há informações sobre se a Snap pretende lançar o Pixy em outros mercados, e a empresa está indicando que o drone só estará disponível enquanto durarem os estoques.

Via: TechCrunch e The Verge

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Samsung Galaxy S22 5G tem modo especial para fotografar pets

Por Marina Schnoor — 12 de Abril de 2022, 21:56

Os novos celulares da Samsung Galaxy S22 5G contam com um modo especial para fotografar pets, que permite fazer aquele efeito de fundo borrado já popular em retratos de pessoas nas redes sociais. O modo está disponível para os modelos S22 5G, S22+ 5G e S22 Ultra 5G.

Segundo a Samsung, o modo de fotos do S22 para animais de estimação utiliza uma combinação de IA e do processamento do chip Snapdragon 8 Gen 1. A IA faz um mapeamento de profundidade para fazer fotos e vídeos com os mínimos detalhes e alta nitidez. Essa AI consegue identificar quando um animal está sendo fotografado, e faz um recorte mais suavizado e natural da pelagem do pet, evitando que ela se misture ao fundo da fotografia.

Além de permitir fotografar seus pets com todos os detalhes, a linha Galaxy S22 5G oferece ao usuário mais controle do resultado final da imagem com o app Expert RAW 2. O app possui várias ferramentas de edição na câmera, que permitem fazer imagens estilo câmeras DSLR. Com ele é possível clarear ou escurecer fotos com configurações ISO e de velocidade de obturador, ajustar o balanço de branco para deixar a foto com tons mais quentes ou frios, e controlar manualmente o foco.

Leia mais:

A linha Galaxy S22 5G com modo de retrato para pets foi lançada no Brasil em 15 de fevereiro. E como o celular é o sucessor da linha Note da Samsung, ele já vem com S Pen que pode ser guardada no próprio aparelho.

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Beats Fit Pro: muito (muito mesmo) além do Studio Buds | Review

Por André Fogaça — 12 de Abril de 2022, 21:14

Aos poucos a Beats aumenta sua ainda pequena quantidade de fones de ouvido completamente sem fios, os TWS. O Beats Fit Pro é o modelo mais recente e ele oferece um visual feito para ficar mais firme na orelha, enquanto entrega recursos encontrados só nos AirPods Pro da Apple.

Isso significa a presença de um chip H1 para ajudar no pareamento e integração com produtos da Apple, junto de suporte para o áudio espacial, cancelamento ativo de ruído, proteção contra suor da pele e até chuva leve, com autonomia para algumas boas horas de música, ou em uma chamada de voz.

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Ele custa menos que os AirPods Pro e funciona bem até mesmo para quem tem um Android, mas será que vale a pena? Ele é melhor que os Studio Buds lançados anteriormente? É uma boa alternativa aos AirPods Pro? Eu sou André Fogaça e passei as últimas semanas com os Beats Fit Pro no ouvido, para te contar minha experiência nos próximos parágrafos e dizer se vale a ou não o investimento do seu rico dinheirinho nesse produto.

Review do Beats Fit Pro em vídeo

Design e estojo

Não tem como falar dos Beats Fit Pro sem lembrar e associar em algum momento com os Studio Buds. Ambos são fones de ouvido completamente sem fios, criados pela própria empresa e que compartilham muitas coisas, como isolamento ativo de ruído e a entrada USB-C para recarga do estojo.

A dupla também encaixa na orelha com ajuda de uma borracha do formato intra-auricular, mas a primeira diferença aparece por aqui e ela está em uma alça para cima. Ela é utilizada pelos fones para poder prender melhor cada lado, principalmente quando você corre ou pratica algum exercício.

Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Para além dessas alças, tudo que estava no Studio Buds continua por aqui e o visual é praticamente idêntico. Isso está longe de ser ruim, já que a dupla é bastante confortável no ouvido. Eu não tive qualquer dificuldade de manter os Fit Pro bem firmes no canal auditivo, mas saiba que a alça que reforça esse contato não pode ser trocada por um modelo diferente.

Por sorte ela é maleável o suficiente para que fique firme nos formatos mais distintos de orelha. Na minha experiência o conforto foi ótimo logo de cara, mas borrachas de diferentes tamanho acompanham o fone e podem ajudar na hora de isolar mecanicamente o ruído externo.

A proteção contra suor e uma chuva leve é garantida pela certificação IPX4 e o controle das músicas ou chamada de voz é feito com um único botão físico. Ele está em toda parte externa, então basta procurar o fone com o dedo e apertar. Nesse momento você também acaba pressionando mais os Beats Fit Pro para dentro do canal auditivo, então isso ajuda ainda mais na firmeza do conjunto.

Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Só me incomodou o barulho de “clique” que passa para dentro. É chato e nos Fit Pro me parece mais alto que nos Studio Buds. Ao menos existe esse barulho como resposta para ação de apertar o botão, sem aquela incerteza gerada por superfícies sensíveis ao toque.

O estojo é maior que nos Studio Buds, muito maior do que o dos AirPods Pro, mas ainda é confortável para ficar em uma bolsa ou no bolso mesmo – no último exemplo ele vai marcar o local, claro. Uma coisa que me irritava bastante nos Powerbeats Pro era o encaixe dos fones dentro do case, que muitas vezes não era perfeito e a recarga não acontecia.

Beats Fit Pro (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Neste modelo, durante todos os dias de uso, eu não passei pelo mesmo dilema. Muito provavelmente a Beats alinhou os imãs que puxam os fones pro local certo, ao ponto de sempre encaixar da forma necessária para energia poder ser enviada. Mandaram bem, mas…por outro lado, a parte de cima no lado interno me passa a sensação de que o estojo poderia ser menor.

Recursos e conexão

Com ele, o estojo, você faz a conexão com iPhone ou Android de forma rápida. No lado da Apple o chip H1 facilita esse processo e ele permite até mesmo mudar de iPhone para um iPad ou Mac de forma automática, desde que todos estejam com a mesma Apple ID. Isso acontece com os dados que ficam dentro do iCloud, algo inexistente para quem tem Android, mas que não tá tão desamparado.

Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Por aqui basta abrir o case e apertar o único botão dele para um card aparecer. Seria melhor se esse fone fosse compatível com o Google Fast Pair, algo que os Studio Buds são. Se fosse, essa parte de apertar o botão não seria necessária.

Voltando pro pessoal da Apple, como o chip H1 está presente, o Beats Fit Pro entra automaticamente na rede Find My e a Siri vem integrada por padrão, lendo suas mensagens, notificações e atendendo aos comandos por voz.

Toda a parte de configurações, que no Android é feita por um app separado, no iOS vai direto no sistema operacional. Essa integração, além do próprio chip H1, também está presente nos AirPods Pro.

Música e isolamento de ruído

Olhando para música, eu senti que a qualidade sonora segue a mudança recente da Beats nos últimos anos e continuo adorando tudo isso. De forma resumida, desde que a Apple comprou a marca, a fabricante resolveu mudar a equalização dos fones, que sempre reforçavam os graves para atender muito bem quem ama música eletrônica…que sempre foi o público dos Beats.

De lá pra cá o som ficou mais equilibrado, mas sem abandonar o reforço dos graves. Olhando pros AirPods Pro, eu senti basicamente a mesma qualidade sonora, mas com menos graves.

Eu senti muito bem os agudos presentes, os médios também. Na música Dark All Day, de Gunship, todos os instrumentos e os sons eletrônicos dos sintetizadores estão marcados. Isso inclui os graves também. Em Los Angeles, do The Midnight, o começo com aquela cara de anos 80 e sons bem médios ficou ótimo.

Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

De forma bem resumida: a Beats conseguiu manter um equilíbrio para que praticamente todas as frequências fiquem muito bem representadas, sem uma sobressair a outra e…ainda assim, tem aquela assinatura de graves fortes para você não esquecer que tá com um Beats no ouvido.

O suporte pro Dolby Atmos é bacana, mas faz mais sentido em um filme, já que nas músicas eu ainda sinto que é depreciar a qualidade sonora. Funcionou bem em alguns conteúdos. O áudio espacial também está presente por aqui, mas é um recurso limitado ao macOS, iPadOS e iOS. Nada de Android, infelizmente.

O isolamento ativo de ruído me passou uma sensação boa. Eu ainda acho a solução da Apple com os AirPods Pro melhor, mas a Beats claramente evoluiu a ferramenta que colocou nos Studio Buds. Agora eu sinto um isolamento muito mais competente.

O Beats Fit Pro é ótimo em isolar sons mais graves. Isso significa que se você ligar um ventilador ou ar condicionado no mesmo ambiente, praticamente não vai escutar nenhum ruído, mas ainda conseguirá distinguir vozes nas conversas.

No metrô, onde sons mais agudos do motor elétrico dos vagões estão presentes, o isolamento é menos eficiente. Isso não significa que você não escuta, mas sim que o recurso faz algo importantíssimo: ressaltar toda a música para cima do barulho, permitindo até que você diminua o volume dos fones para escutar a canção…seus ouvidos agradecem.

Beats Fit Pro (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Além do isolamento por si, outra evolução muito interessante nos Beats Fit Pro é o controle do modo ambiente. Nos Studio Buds eu me perdia constantemente nas três opções feitas ao tocar nos fones, que é com o recurso ativado, desligado ou com o modo ambiente acionado.

Por aqui são apenas duas opções: isolamento ligado ou modo ambiente, sem nenhum no meio e com um resultado intermediário. É oito ou oitenta, dá para sentir a diferença e o modo ambiente continua dando aquela sensação de ganhar uma audição superior ao que seus ouvidos conseguem naturalmente escutar. O melhor de tudo é que as vozes soam naturais, sem atrasos ou som metálico.

Já sua voz no microfone continua parecendo um rádio de pilha velho. Esse poderia ser um problema só desse modelo, mas eu comparei os Beats Fit Pro com os AirPods Pro e o resultado é muito parecido. Ah, claro, essa parte do review você tá ouvindo com o som capturado pelo microfone dos fones.

Por mais que seja um problema não exclusivo dos Beats Fit Pro, ainda fico decepcionado com a qualidade. Ela é ruim até mesmo no gravador de som, ou quando ele é usado como microfone na filmagem de um iPhone. Eu sei que não é limitação do Bluetooth, é limitação da Beats.

Bom, para atender uma ligação até dá para aceitar, já que a própria chamada já derruba a qualidade da sua voz em qualquer momento.

Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: Mario Kurth/Olhar Digital)

Fechando o review, a autonomia de bateria é prometida em seis horas de som com cancelamento de ruído ativado, ou sete com ele desligado. Nos testes que fiz por essas semanas, eu passei de sete horas fácil, mas não cheguei em oito e nesse tempo o cancelamento de ruído sempre estava funcionando.

O estojo oferece mais cargas pros fones e ele recebe energia por um cabo USB-C, o que deixa claro o desejo da Beats em também atender o público do Android, mas infelizmente os Beats Fit Pro, assim como os Beats Studio Buds, não recebem carga por indução. Essa falta poderia ser aceitável, mas não nesse patamar de preço alto.

Vale a pena?

Sim, bastante. O Beats Fit Pro é uma evolução natural dos Powerbeats Pro, já que o foco está em quem pratica exercícios. Eu já vejo esses novos fones como modelos resolvendo problemas dos Studio Buds, praticamente todos eles.

Beats Fit Pro (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)
Beats Fit Pro (Imagem: André Fogaça/Olhar Digital)

Por aqui o Fit Pro tem isolamento de ruído mais competente, o som continua muito bom, o controle do modo ambiente foi aprimorado e a qualidade sonora me passou a sensação de também ser maior. Não é à toa que os Studio Buds custam quase R$ 1 mil a menos.

De fato, os Beats Fit Pro são a melhor alternativa para quem quer os AirPods Pro, mas tem um Android. Ou mesmo para quem tem um iPhone, já que os recursos serão exatamente os mesmos, só que com autonomia de bateria maior e som mais encorpado, preenchendo os graves que faltam no lado da maçã.

Eu ainda sinto que a qualidade de captação de áudio pelo microfone poderia ser muito melhor, já que tem gente que poderia usar esses fones como microfones de lapela. Também acho que o carregamento por indução deveria estar aqui, ele faz muita falta em um fone que custa R$ 2,6 mil.

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Surface Laptop Go 2 deve ganhar novo chip e nova cor

Por Marina Schnoor — 12 de Abril de 2022, 20:50

A Microsoft deve lançar em breve a próxima interação do Surface Laptop Go, o Surface Laptop Go 2, e o PC deve ganhar um processador atualizado e uma nova cor. Segundo fontes do site Windows Central, o Go 2 deve começar a ser vendido agora no primeiro semestre de 2022.

Por dentro, o Surface Laptop Go 2 deve levar chip Intel Core i5 de 11ª geração, quando a versão anterior vinha com chipset de 10ª geração da Intel.

Na parte do design, o Go 2 não deve receber mudanças muito significativas. A tela continua sendo de 12,4 polegadas e as entradas, espessura, chassi e materiais da primeira geração permanecem os mesmos.

Mas o Surface Laptop Go 2 deve contar com uma nova cor além de Platinum, Ice Blue e Sandstone, a opção “Sage”. Uma coisa que não está clara ainda é se o Go 2 terá teclado retroiluminado, algo que falta no modelo Go 1 e é uma das principais reclamações dos usuários.

Leia mais:

Os preços para o laptop vão variar conforme a configuração de memória. O Go 2 com 4 GB de RAM, 64 GB de armazenamento interno e sem leitor de impressão digital deve custar US$ 549 (cerca de R$ 2.570 na cotação atual). O modelo com 8 GB, 128 GB e com sensor de impressão digital sairá por US$ 699 (R$ 3.270). O Surface Laptop Go 2 com 8 GB de RAM, 256 GB de armazenamento e sensor deve custar R$ 899 (R$ 4.200).

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