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Dia do Orgulho Nerd: confira cinco cursos gratuitos de capacitação para quem é fã do mercado gamer

Por Gabriel Sérvio — 25 de Maio de 2022, 20:21

Os games são parte das paixões dos nerds há décadas. Muitos almejam até ingressar no meio gamer para produzir os seus próprios jogos. Aproveitando o Dia do Orgulho Nerd, celebrado nesta quarta-feira, 25 de maio, o Instituto IT Mídia selecionou cinco cursos gratuitos para quem se interessa pela área.

Todos fazem parte do projeto social ‘Eu Capacito’, que oferece mais de 130 cursos gratuitos, divididos entre empreendedorismo, tecnologia, fluência digital e soft skills. Entre os responsáveis pelos conteúdos abordados, estão gigantes do mercado, como Google e IBM.

Jogos free to play
Imagem: sezer66/Shutterstock

Confira abaixo as sugestões de cursos:

Entenda os primeiros passos da Codificação (Google): com carga horária de 1 hora, o curso do Google (disponível aqui) aborda os conceitos básicos da programação. 

Games – Uma nova fase do mercado de comunicação (IDP): oferecido pelo IDP, a segunda dica de curso possui carga horária de 5 horas. Com introdução sobre a cultura gamer, habilidades, marketing, entre outros temas.

Inteligência Artificial (IA) – Primeiros passos (IBM): voltado para entender o conceito de Inteligência Artificial e como ela é aplicada na prática. O curso, que pode ser acessado aqui, pertence à IBM e possui 1 hora e 35 minutos. 

Por onde começar? Lógica de programação +18 (SoulCode): com carga horária de 40 horas, o quarto curso é da SoulCode e oferece introdução à computação, lógica e lógica de programação.

Por onde começar? Lógica de programação 50+ (SoulCode): por fim, o último nome da lista é voltado para o público maior de 50 anos em transição de carreira, também com carga horária de 40 horas, o curso aborda introdução à computação, lógica e lógica de programação.

Leia mais:

Mercado de jogos em alta

Segundo um levantamento da Newzoo, o mercado global de jogos está em alta. A tendência é que o setor movimente mais de US$ 200 bilhões até 2023. 

O mercado mais aquecido, gera oportunidades não só para os jogadores, mas também para quem deseja desenvolver jogos. É possível atuar em diversas áreas, como designer de games, desenvolvedor de software e animador, por exemplo.

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Influenciador e cão que viajavam de fusca pelo mundo são vítimas de acidente nos EUA

Por Ana Carolina Conti Cenciani — 24 de Maio de 2022, 20:44

Jesse Koz é um influenciador de 29 anos que inspirava os seus seguidores com a vida que levava. Junto de seu golden retriever, ele viajava o mundo com seu fusca de 1978 com uma placa de Balneário Camboriu.

Infelizmente, nesta segunda-feira (23), Jesse Koz foi vítima de um acidente de trânsito no Oregon, nos Estados Unidos, e acabou não resistindo. As informações foram confirmadas nas redes sociais oficiais de Jesse, por um membro da família.

O cãozinho que acompanhava o rapaz, chamado Shurastey, também foi vítima do acidente e não sobreviveu.

O fusca da dupla foi apelidado de Dodongo, e acompanhou Jesse por dezenas de destinos nas Américas. O objetivo do influenciador era chegar no Alasca até setembro.

A longa viagem fazia parte de um projeto, chamado “Shurastey or Shuraigow?”, a versão falada da música “Should I Stay or Should I Go”, da banda The Clash. Em português, o significado do título é “Devo fica ou devo ir”.

Em suas redes sociais, Jesse, Shurastey e Dodongo acumulavam mais de 400 mil pessoas que acompanhavam as aventuras diárias pelo mundo. Ainda nas redes, familiares e amigos lamentaram o ocorrido: “Te amo tanto, o mais puro e verdadeiro amor fraterno”, comentou uma jovem.

Com informações de G1

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Semana Internacional de Educação Artística

24 de Maio de 2022, 08:12

2022-05-24.png

Por decisão da 36ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) em 2011 (36/C Resolução 38), a 4.ª semana de maio foi proclamada Semana Internacional de Educação Artística.

Em 2022 as comemorações decorrem entre 23 a 29 de maio e o tema é PAZ.

A World Alliance for Arts Education (WAAE) [1] - ONG que resulta da aliança entre quatro organizações de artes, dança, teatro e música e promove a educação artística para todos os alunos, em contexto formal e informal - colabora com a UNESCO na Semana Internacional de Educação Artística, promovendo um conjunto de iniciativas abertas à participação de todos:

- Ring the Bells for Arts Education que consiste em tocar os sinos – ou outro instrumento musical - para a educação artística e que pode incluir a gravação de um pequeno vídeo ou fotografia publicado nas redes sociais da escola com hashtags #ArtsEdWeek e #ArtsEducationForPeace;

- Ciclo de webinares sobre educação artística para a paz;

- Map the field! que consiste na partilha de experiências de educação artística nos canais de comunicação WAAE [2] e que incluem a possibilidade de criação, à distância, de galeria visual e salas de espetáculos.

No contexto da pandemia Covid-19, que suspendeu temporariamente todos os modos de expressão artística e cultural no seu formato original, tomamos redobrada consciência do valor vital das modalidades efémeras de expressão e comunicação artística, capazes de inspirar e mobilizar pessoas, transmitir-lhes emoções, alimentar-lhes a vontade de transformarem-se a si próprias e ao mundo e proporcionar-lhes bem-estar.

Em alinhamento com a UNESCO, a Rede de Bibliotecas Escolares considera que artes e cultura, em toda a sua diversidade, são essenciais para uma educação integral e pleno desenvolvimento das crianças e jovens e suas comunidades, bem como para alcançar a Agenda 2030.

Lembra que é fundamental criar, intencional e continuadamente - para que se gere hábito - oportunidades de aprendizagem que incentivem cada um a desenvolver a imaginação, a leitura/ escrita e o pensamento crítico e a encontrar a sua própria voz/ estilo para contar e partilhar as suas histórias e perceções do mundo.

Desafios neste setor

1. Pluralidade

É necessário reforçar a diversidade de conteúdos, multiculturais e multilingues, adaptados à sociedade cosmopolita da era global, rompendo com o monolinguismo da internet e com versões únicas da história, bem como estimular a ligação de cada um à sua herança histórica, à própria cultura e língua materna.

Para o efeito, é importante que as coleções das bibliotecas escolares se alarguem a autores lusófonos e de outros países não europeus e americanos, de diferentes condições e visões do mundo.

2. Património artístico e cultural digital

Outro desafio reforçado pela pandemia consiste no alargamento dos serviços de curadoria de património artístico e cultural digital, que deverá ser feito com base nos critérios de seleção da IFLA: significado ou valor para a comunidade (informativo, artístico, cultural, histórico, social); disponibilidade, através de acesso aberto e em domínio público; sustentabilidade, que implica preservação destes conteúdos a longo prazo [2].

Estes serviços estão associados a repositórios de ferramentas para criação e reutilização de conteúdos e propostas de atividades integradas nas diferentes áreas do currículo [3]

Exemplo de recurso que partilha e incentiva a utilização de património artístico e cultural digitalizado europeu é a Europeana, que apoia o Plano para a Educação Digital da UE 2027 e possui mais de 50 milhões de itens em 22 línguas - fotografias, vídeos, música, jornais, textos (cartas, diários, livros) e exposições temáticas que podem ser reutilizadas - inclusive para fins comerciais, pois estão em domínio público ou têm licenças Creative Commons.

Também nesta área a RBE reforça a tendência para tornar conteúdos mais reutilizáveis e acessíveis a diferentes pessoas e fins (artísticos, educação, jornalismo, ciência).

Em conclusão

Na escola a biblioteca escolar é um núcleo de aprendizagem não formal e informal que liga o currículo às artes, à cultura e à vida e reconhece que todas as pessoas têm potencial artístico, contribuindo para defesa dos direitos culturais e descoberta de artistas emergentes.

Recorda-se que os professores bibliotecários dispõem de um conjunto de propostas de trabalho, em alargamento, na área das artes e da cultura: https://www.rbe.mec.pt/np4/ArtesePatrimonio.html

 

Referências

1. World Alliance for Arts Education. (2022, may). International Arts Education Week: Social Media Campaign. Sl: WAAE. https://www.waae.online/iwae-socialmedia.html

2. International Federation of Library Associations and Institutions. (2021, nov. 4). “Second Edition of the Guidelines for the Selection of Digital Heritage Featured” in International Conference on Digital Preservation. Netherlands: IFLA. https://www.ifla.org/news/second-edition-of-the-guidelines-for-the-selection-of-digital-heritage-featured-in-international-conference-on-digital-preservation/

3. Rede de Bibliotecas Escolares. (2019). Biblioteca Escolar Digital. Portugal: RBE. https://www.rbe.mec.pt/np4/bed.html

4. Rede de Bibliotecas Escolares. (2021). Artes e património com a biblioteca escolar. Portugal: RBE. https://www.rbe.mec.pt/np4/ArtesePatrimonio.html

5. Fonte da imagem: World Alliance for Arts Education. (2022, may). International Arts Education Week: Social Media Campaign. Sl: WAAE. https://www.waae.online/iwae-socialmedia.html

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Veja imagens impressionantes do vulcão Etna cuspindo lava durante forte erupção

Por Flavia Correia — 23 de Maio de 2022, 17:17

Considerado um patrimônio natural histórico pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), o Monte Etna, localizado na região da Sicília, na Itália, é o vulcão ativo mais alto da Europa. No último fim de semana, ele entrou em erupção mais uma vez, rendendo imagens impressionantes de poderosas ejeções de lava incandescente e muita fumaça.

As erupções do Monte Etna, classificado como um estratovulcão (um tipo de vulcão em forma de cone, com as laterais extraordinariamente íngremes), são bem comuns. Segundo vulcanólogos, esses vulcões são mais propensos a explosões de grande porte devido ao acúmulo de pressão por baixo do magma mais viscoso, que se acumula em suas encostas.

Somente em 2021, o Etna registrou tanta atividade que chegou a “crescer” cerca de 30 metros. Felizmente, embora entre muitas vezes em erupção, ele raramente causa danos. Nos vídeos, ambos publicados no sábado (21), é possível ver a fúria com que são expelidas a lava e a fumaça em direção ao crepúsculo, bem como o rio de magma escorrendo pelas encostas do monte em direção ao solo do “Vale do Leão”.

Europe's tallest active volcano, Mount Etna, put on a stunning display of lava and smoke at sunset. Etna, which is located above the Sicilian town of Catania, often erupts, but rarely causes damage pic.twitter.com/fK40PXK80o

— Reuters (@Reuters) May 22, 2022

De acordo com a agência de notícias Reuters, o aeroporto de Catânia, cidade portuária ao pé do Monte Etna, foi atingido pelas fumaças e cinzas do vulcão mas, dessa vez, não teve o funcionamento interrompido. 

Em fevereiro, o vulcão já havia registrado uma intensa erupção, expelindo nuvens de cinza que chegavam a 10 km de distância e puderam ser vistas até da Estação Espacial Internacional (ISS).

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NASA divulga possíveis datas de lançamento da missão Artemis 1 (e pode ficar para o ano que vem)

Por Flavia Correia — 23 de Maio de 2022, 15:02

Ainda no aguardo de concluir o principal teste de pré-lançamento pelo qual deve passar (o chamado “ensaio molhado”), o megafoguete Space Launch System (SLS), bem como a cápsula Orion, já têm novas datas programadas pela NASA para, finalmente, seguirem rumo à Lua, no primeiro voo do Programa Artemis.

O foguete Space Launch System (à esquerda) e a espaçonave Orion (à direita) serão usados na missão Artemis 1, o voo inaugural do Programa Artemis de exploração lunar. Imagem: NASA/Kim Shiflett

Como se sabe, esse programa tem por objetivo levar a humanidade a pisar novamente em solo lunar, o que ocorreu pela última vez em dezembro de 1972. Antes que isso aconteça, no entanto, o gigantesco complexo veicular (que tem 98 metros de altura e pesa 2,6 mil toneladas) será lançado sem tripulação para um voo em órbita retrógrada ao redor da Lua, por meio da missão Artemis 1, que visa demonstrar os sistemas integrados de naves espaciais e testar uma reentrada de alta velocidade no sistema de proteção térmica da Orion.

Enquanto a equipe de técnicos e engenheiros da NASA estão trabalhando para lidar com um problema de vazamento de hidrogênio em um dos braços umbilicais que ligam a torre ao foguete, além dos reparos necessários em uma válvula defeituosa (identificados durante as primeiras tentativas de abastecimento), a agência revelou o calendário de janelas de lançamento da missão inaugural.

Confira as possíveis datas de lançamento da missão Artemis 1

Segundo a agência espacial norte-americana, o calendário foi feito levando-se em consideração algumas restrições que envolvem, por exemplo, a mecânica orbital e a disponibilidade da infraestrutura do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, de onde o SLS vai partir.

Um dos fatores excludentes é que a cápsula Orion não pode ficar por mais de 90 minutos sem acesso à luz do Sol, fundamental para gerar energia para manter a nave na temperatura correta. Sendo assim, os planejadores da missão descartam as datas que potencialmente poderiam deixar a cápsula no escuro, à sombra da Terra, durante longos períodos.

Abaixo, está a lista completa de oportunidades consideradas para essa missão. Segundo a NASA, o calendário (que você pode acessar na íntegra aqui) está sujeito a alterações.

  • 26 de Julho a 10 de Agosto: 13 oportunidades de lançamento, excluindo 1, 2 e 6 de agosto;
  • 23 de agosto a 6 de setembro: 12 oportunidades de lançamento, excluindo 30, 31 de agosto e 1º de setembro;
  • 20 de setembro a 4 de outubro: 14 oportunidades de lançamento, excluindo 29 de setembro;
  • 17 de outubro a 31 de outubro: 11 oportunidades de lançamento, excluindo 24, 25, 26 e 28 de outubro;
  • 12 de novembro a 27 de novembro: 12 oportunidades de lançamento, excluindo 20, 21 e 26 de novembro;
  • 9 de dezembro a 23 de dezembro: 11 oportunidades de lançamento, excluindo 10, 14, 18 e 23 de dezembro.

Caso nenhuma dessas datas de 2022 sejam aproveitadas, a missão poderá ser lançada no ano que vem, considerando a programação a seguir:

  • 7 a 20 de janeiro: 10 oportunidades de lançamento, excluindo 10, 12, 13 e 14 de janeiro;
  • 3 a 17 de fevereiro: 14 oportunidades de lançamento, excluindo 10 de fevereiro;
  • Março: 19 oportunidades de lançamento entre 1º e 17 de março e de 29 a 31 de março, excluindo dia 11 e de 18 a 28 de março;
  • Abril: 14 oportunidades de lançamento entre 1º e 13 de abril e de 26 a 30 de abril, excluindo 2, 3, 7, 9 e de 14 a 25;
  • Maio: 14 oportunidades de lançamento entre 1º e 10 de maio e de 26 a 31 de maio, excluindo dia 8 e de 11 a 25 de maio;
  • Junho: 13 oportunidades de lançamento de 1º a 6 de junho, em 20 de junho e de 24 a 30, excluindo 5, de 7 a 19 e de 21 a 23.

A data de lançamento da missão também determinará por quanto tempo a cápsula Orion ficará no espaço. Segundo a NASA, a missão poderá ter entre 26 e 28 dias de duração, ou de 38 a 42 dias, a depender do dia em que o SLS puder decolar. “A duração da missão é variada realizando meia volta ou 1,5 voltas ao redor da Lua na órbita distante retrógrada, antes de retornar à Terra”, explicou a agência em comunicado.

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Relembre a “novela” do ensaio molhado do SLS

Com previsão de aproximadamente 48 horas de duração, os testes começaram no dia 1º de abril, mas, ao identificar uma série de falhas críticas no carregamento de hidrogênio líquido e oxigênio líquido nos propulsores do SLS, a NASA resolveu interromper o processo para dar prioridade ao lançamento da missão Ax-1, primeiro voo tripulado de caráter privado à Estação Espacial Internacional (ISS) sem a presença de um astronauta da ativa de qualquer agência federal, que aconteceu do dia 8 de abril.

Assim, o ensaio molhado foi retomado na segunda-feira seguinte (12), com previsão de conclusão na quarta-feira (14). Dessa vez, as equipes responsáveis preferiram modificar os procedimentos, abastecendo com hidrogênio líquido e oxigênio líquido apenas o estágio principal, deixando de preencher o estágio superior.

Abastecimento do SLS, que vai levar a missão Artemis-1 para a Lua na plataforma 39B do Kennedy Space Center em Cabo Canaveral, Flórida
O megafoguete, com a cápsula Orion no topo, posicionado na plataforma 39B do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, para uma das tentativas frustradas de abastecimento, que configuram o chamado “ensaio molhado”. Imagem: NASA/Joel Kowsky

No entanto, novamente as coisas não saíram como planejado, tendo sido suspenso o ensaio, com expectativa de retomada, a princípio, no dia 21 daquele mês. Depois de divulgar essa possível data, a NASA anunciou o recolhimento da pilha SLS + Orion de volta ao Edifício de Montagem de Veículos (VAB) para proceder com uma análise criteriosa e os reparos necessários na válvula defeituosa identificada na torre de lançamento móvel e um vazamento de hidrogênio em um dos braços umbilicais que ligam a torre ao foguete.

Por volta das 7h da manhã do dia 26, pelo horário de Brasília, o megafoguete e a espaçonave Orion chegaram ao VAB, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, após uma viagem de 10 horas partindo da plataforma de lançamento 39B, de onde foram retirados para revisão.

Desde então, as equipes estão trabalhando na solução dos problemas identificados. A válvula defeituosa já foi substituída, e os engenheiros descobriram que detritos de borracha impediram que ela selasse corretamente. Segundo a agência, os detritos não eram parte da válvula, e sua origem permanece sob investigação. 

Eles também detectaram que alguns dos parafusos de um dos braços umbilicais que ligam a torre ao foguete se soltaram ligeiramente devido à compressão relaxada em uma junta, levando ao vazamento de combustível.

Agora, serão realizados checkouts adicionais, para só então o conjunto SLS+Orion voltar à plataforma de lançamento para a retomada do ensaio molhado, que deve ocorrer em meados ou fim de junho.   

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PlayStation: vazamento aponta que Days of Play 2022 começa em 25 de maio

Por Tamires Ferreira — 23 de Maio de 2022, 14:40

O vazamento de uma imagem pode ter confirmado o próximo Days of Play da Sony para 25 de maio. O evento é conhecido por trazer diversas promoções de jogos, consoles e acessórios da PlayStation e deve durar por duas semanas, indo até 8 e junho. 

A informação foi divulgada, inicialmente, no Reddit, e viralizada no Twitter por alguns insiders, incluindo Wario64, conhecido por cobrir e divulgar informações da marca. Alguns apontam que o anúncio foi recebido por um e-mail direto da Sony – se assim for, a gigante japonesa logo deve publicar um comunicado oficial da campanha. 

PlayStation Days of Play begins May 25th pic.twitter.com/haKu3MaUnf

— Wario64 (@Wario64) May 22, 2022

Sem a confirmação da Sony, também não há detalhes sobre quais os jogos que estarão abaixo do preço. A expectativa, no entanto, fica por conta de promoções aplicadas em recentes lançamentos da empresa, que conta, por exemplo, com Gran Turismo 7, Elden Ring e Horizon Forbidden West – games em alta entre os jogadores, estando entre os mais baixados no mês de abril, segundo publicação no Blog da PlayStation. É possível, inclusive, que o PS5 também receba um desconto significativo para alavancar as vendas do dispositivo, que foram muito impactadas com a falta de estoque devido à crise de semicondutores. 

Leia mais!

Geralmente, o Days of Play é válido tanto na PS Store, como nos serviços de PS Plus e PS Now, além de também abranger as lojas físicas, por isso, a dica é: se está se preparando para comprar algum item ou jogo da PlayStation, vale aguardar mais alguns dias, podendo aproveitar descontos mais interessantes da campanha.

PS Plus

Com o lançamento da nova PS Plus se aproximando, a Sony divulgou recentemente o catálogo do atualizado serviço de assinatura. A lista inclui apenas uma prévia de alguns dos novos jogos que serão incluídos durante a estreia da plataforma e deve contar com God of War, Horizon Zero Dawn e Marvel’s Spider-Man: Miles Morales. Confira aqui lista completa. 

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✇ CONTI outra

As 5 melhores séries de 2022; é um crime deixar de ver qualquer uma delas!

Por CONTI outra — 23 de Maio de 2022, 12:30

Para a alegria daqueles que amam acompanhar boas séries, o primeiro semestre de 2022 veio rechedo de boas produções no streaming; algumas inclusive já despontam como favoritas na próxima temporada de premiações. Há produções para agradar a todos gosto, desde suspense baseado em caso real a drama épico capaz de emocionar até os espectador mais durão.

Confira abaixo uma lista com as 5 novas séries e minisséries que você não pode deixar de ver.

1- Severance (Ruptura)

Apple TV+

Sinopse: Mark lidera uma equipe de funcionários de escritório cujas memórias foram divididas cirurgicamente entre a vida no trabalho e a vida pessoal. Quando um colega de trabalho misterioso aparece fora do escritório, ele começa uma jornada para descobrir a verdade sobre seu trabalho.

Veja o trailer:

2- Anatomia de um Escândalo

Netflix

Sinopse: A vida privilegiada de Sophie como esposa de um político poderoso começa a desmoronar depois que um escândalo vem à tona e ele é acusado de um crime chocante.

Veja o trailer:

3- A Escada

HBO Max

Sinopse: Inspirado em uma história de crime real, esta minissérie emocionante acompanha Michael Peterson (Colin Firth) e sua extensa família da Carolina do Norte após a morte suspeita de sua esposa Kathleen (Toni Collette).

Veja o trailer:

4- Pacinko

Apple TV+

Sinopse: Baseada no best-seller do New York Times, esta saga arrebatadora narra as esperanças e sonhos de uma família de imigrantes coreanos ao longo de quatro gerações, ao deixar sua terra natal em uma busca indomável para sobreviver e prosperar.

Veja o trailer:

5- Shining Girls (Iluminadas)

Apple TV+

Sinopse: Depois de viver anos em uma realidade instável após um ataque brutal, Kirby Mazrachi descobre que um assassinato recente está ligado ao seu agressor. Ela se une ao repórter veterano Dan Velazquez para entender seu presente inconstante e confrontar o passado.

Veja o trailer:

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Redação Conti Outra.

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Jardins para a vida silvestre: Como criar jardins para as borboletas

Por Inês Sequeira — 23 de Maio de 2022, 10:33

Aprenda com uma rede de especialistas a tornar cada recanto num oásis para ajudar a biodiversidade, desde aves e anfíbios a abelhas e morcegos. Renata Santos e Albano Soares, especialistas em insectos, contam-lhe porque as borboletas diurnas são importantes e revelam como podemos atraí-las para os nossos espaços verdes, neste terceiro artigo da série “Jardins para a vida silvestre”, uma parceria entre a Wilder e a Fundação Calouste Gulbenkian.

Em Portugal conhecem-se 139 espécies de borboletas diurnas. Todas elas são “muito muito importantes, como os outros insectos, para um bom funcionamento dos ecossistemas deste planeta; fazem parte dele”, nota Albano Soares, investigador ligado à associação Tagis – Centro de Conservação das Borboletas de Portugal.

Foto: Paula Corte-Real
Foto: Paula Corte-Real

“As borboletas evoluíram neste planeta há milhões de anos e criaram nesse longo caminho laços apertados com as plantas, como polinizadores e controladores dessas plantas, e com outros grupos da nossa fauna”, indica este entomólogo, que nota que estes insectos alados “estão na base da cadeia alimentar e alimentam um grande número de seres, desde outros invertebrados a vertebrados como as aves, peixes, répteis, anfíbios e mamíferos”.

As lagartas das borboletas, por exemplo, são muito importantes para alimentar as crias de diversas espécies de aves, como acontece com os chapins. Os morcegos, as rãs e os sapos, lagartixas, louva-a-deus e vespas são outros animais que têm estes insetos como um dos pratos principais.

Lagarta da borboleta almirante-vermelho (Vanessa atalanta). Foto: Albano Soares
Lagarta da borboleta maravilha (Colias croceus). Foto: Albano Soares

Mas o que acontece às borboletas numa paisagem cada vez mais invadida pelas cidades? Um sintoma desta e de outras mudanças introduzidas pelos humanos é que estas espécies, tal como outros insetos, estão hoje em declínio. Desde logo, nos meios urbanos as espécies que podemos encontrar são em número mais pequeno do que nas áreas protegidas, resistindo apenas aquelas que estão mais adaptadas.

Ainda assim, podemos pôr mãos à obra e incentivar a presença de algumas borboletas mais comuns, que por sua vez vão cumprir o seu papel servindo de presas a outros animais e ajudando a polinizar as plantas silvestres. E claro está, vão alegrar também os nossos dias.

Os jardins urbanos assumem para isso “uma extraordinária importância”, pois “permitem formar corredores verdes que as espécies usam para se movimentarem, colonizar novos locais e acima de tudo permitir que as populações se mantenham geneticamente saudáveis e prósperas.” Num passeio do ciclo de visitas “Jardins para a Vida Silvestre” no Jardim Gulbenkian, dia 27 de março, Albano Soares e Renata Santos, também ligada à associação Tagis, partilharam algumas sugestões sobre como preparar as áreas verdes para as borboletas diurnas.

Borboleta-zebra (Iphiclides feisthamelii). Foto: Albano Soares
Borboleta almirante-vermelho (Vanessa atalanta). Foto: Albano Soares

Apostar nas plantas nativas. Mas quais?

No que respeita às plantas para ter num jardim, “as espécies mais importantes serão espécies nativas da região, que muitas vezes surgem de forma espontânea e providenciam alimento ao maior número possível de espécies de borboletas, quer na fase de lagarta quer na fase de adulto”, lembra Renata Santos.

Quando saem dos ovos, as lagartas são pequenas mas vorazes, aumentando rapidamente de tamanho. Para alimentar as lagartas, explica esta entomóloga, algumas espécies mais indicadas são da família das Fabáceas, como os trevos (Trifolium spp.) e as luzernas (Medicago spp), que são plantas hospedeiras da borboleta maravilha (Colias crocera) e da azul-comum (Polyommatus icarus/cenila).

Ligadas ainda à mesma família temos as giestas, os tojos, as tremocilhas e outras leguminosas, procuradas pela azulinha (Lampides boeticus) e pela cinzentinha (Leptores pirithous) para aí porem os seus ovos.

Borboleta branca-das-couves (Pieris brassicae). Foto: Albano Soares
Borboleta-pequena-das-couves (Pieris rapae). Foto: Albano Soares

Saramagos, mostardas, malvas e urtigas

Já as plantas da família das Brássicas – que é a mesma das couves –  são hospedeiras da borboleta-grande-da-couve (Pieris brassicae) e da borboleta-pequena-da-couve (Pieris rapae). Estas espécies são por isso muito observadas em hortas, mas também em parques e jardins onde nascem saramagos (Raphanus raphanistrum), mostardas (Sinapis spp.) e a pequena bolsa-de-pastor (Capsella bursa-pastoris), com as suas minúsculas folhas em forma de coração.

Outras plantas muito procuradas pertencem à família Malvaceae, como as malvas (Malva spp. e Lavatera spp.), ou à família Poaceae (vários géneros de gramíneas), que alimentam lagartas de inúmeras espécies de borboletas: borboletas azuis (família Lycaenidae), borboletas brancas (Pieridae) e borboletas castanhas (Nymphalidae), adianta Renata Santos.

Outras espécies interessantes para manter em zonas urbanas:

– as urtigas (Urtica), que alimentam lagartas de atalanta ou almirante-vermelho (Vanessa atalanta);

– o funcho (Foeniculum vulgare), que alimenta lagartas de cauda-de-andorinha (Papilio machaon);

– árvores de fruto como pessegueiros ou abrunheiros (Prunus), que alimentam lagartas da borboleta zebra (Iphiclides feistamelii).

Ameixeira-de-jardim (Prunus cerasifera). Foto: Paula Corte-Real
Azereiro (Prunus lusitanica). Foto: Paula Corte-Real

Por outro lado, nem todos os adultos necessitam de alimento, especialmente quando vivem durante pouco tempo. Mas para aqueles que recorrem às plantas nectaríferas para terem energia suficiente na época de reprodução, “é bom ter também espécies da família Asteraceae, como os malmequeres e cardos (vários géneros), ou Lamiaceae, como o alecrim (Rosmarinus officinalis) e alfazemas (Lavandula spp.).”

Borboleta-maravilha (Colias croceus). Foto: Albano Soares
Borboleta azulinha-comum (Polyommatus icarus). Foto: Albano Soares

Cortar é possível

As plantas silvestres são importantes não só para as borboletas mas também para muitos outros animais, sublinha Renata Santos, que indica que “é possível ir cortando essas plantas, de preferência depois do maior número possível dar flor e quando parte já estão a secar, como por exemplo entre o fim da Primavera e o início do Verão”.

“O ideal é cortar e deixar os restos vegetais no próprio solo”, aconselha esta entomóloga. “Assim, se houver lagartas ou outros estádios imaturos de insetos nas plantas cortadas estes permanecerão no habitat, ao mesmo tempo que a cobertura do solo proporcionada por esses restos vegetais vai ajudar a manter a humidade no solo e a aumentar a matéria orgânica”.

Tojo (Ulex europaeus). Foto: Paula Corte-Real
Alecrim (Rosmarinus officinalis). Foto: Paula Corte-Real

Outras necessidades importantes: “o solo não deve ser revolvido” e “não devem ser usados herbicidas”. Igualmente útil, se ainda não existir nesse espaço, será a criação de um ponto de água – como um charco ou mesmo aproveitando uma terrina, com pedras ou uma rampa para os insetos terem um apoio. Por último, deve-se disponibilizar terra molhada, importante por causa dos sais minerais.

O próximo artigo será dedicado aos insectos polinizadores.


Este artigo insere-se na série “Jardins para a Vida Silvestre”, uma parceria entre a revista Wilder e a Fundação Calouste Gulbenkian.

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OCDE: ODS Pessoas e Clima

19 de Maio de 2022, 07:44

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Leitura: 5 min | 

O relatório O caminho curto e sinuoso até 2030: medindo a distância até aos objetivos dos ODS da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) [1] faz um ponto da situação sobre o trabalho dos 38 países membros para alcançar os 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) até 2030 e é centrado nas Pessoas (ODS 1 a 5) e Planeta (ODS 6, 12 a 15).

 

Pessoas

Com o alcance dos ODS 1 a 5 os países aspiravam erradicar a pobreza e fome e realizar o potencial de cada indivíduo em saúde e educação.

Segundo o relatório da OCDE, “o progresso tem sido lento ou, na maioria dos casos, com retrocessos”:

Igualdade de género

Apesar dos "progressos significativos, os direitos e oportunidades das mulheres permanecem limitados, tanto na esfera privada como na pública", pois “nenhum país da OCDE alcançou uma representação igual de homens e mulheres em níveis elevados de tomada de decisão na vida política, económica e pública, nem foi capaz de diminuir a diferença de género nos salários, nem a diferença de tempo gasto em trabalho remunerado e não remunerado (Metas 5.4 e 5.5)”.

Durante a pandemia as mulheres estiveram na linha da frente, pois no setor da saúde e educação são em maior número, sofreram mais desemprego e, com o fecho das escolas e confinamento, aumentaram o trabalho não remunerado, para além de que “As primeiras evidências sobre o impacto COVID- 19 sugerem aumento impressionante da violência doméstica”.

Em geral são mulheres, jovens e imigrantes o setor da população que sofre maiores dificuldades.

Educação de qualidade

À exceção da Educação e Acolhimento na Primeira Infância (EAPI) de qualidade, que apresenta elevados níveis de acesso, “nenhum país da OCDE deverá cumprir todas as metas relacionadas ao Objetivo 4 sobre educação de qualidade até 2030”.

Durante a pandemia os alunos tiveram que confiar mais nos seus próprios recursos para aprender à distância do que na escola. Programas de educação com componente de trabalho foram suspensos e a oferta diminuiu devido ao confinamento e desaceleração económica.

O ensino à distância “não é necessariamente a resposta mais adequada para os alunos mais desfavorecidos [sobretudo meninas/ mulheres e minorias étnicas] que necessitam de apoio mais individualizado, nem para as famílias menos abastadas, que não dispõem necessariamente de equipamento ou conforto material suficiente para proporcionar aos seus filhos as condições de que necessitam para seguir seus cursos e não desistir”.

Segundo o Banco Mundial esta interrupção pode aumentar em 25% o desempenho abaixo do nível 2 do PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos), mínimo adequado numa escala de 1 a 6.

O relatório evidencia que muitos países alcançaram taxas de conclusão do ensino médio universais e que nos países da OCDE há, em média, taxas de matrícula e conclusão escolar elevadas, mas uma em cada cinco crianças e jovens não alcança requisitos mínimos de proficiência no final do ensino primário e secundário: 25% em matemática e 10% e 25% em leitura no final do básico e secundário, de acordo com dados de 2018. Portugal é um dos 3 países que tem vindo a melhorar resultados de aprendizagem, sugerem tendências recentes.

Competências TIC (Meta 4.4) variam muito entre países, sendo que Islândia, Dinamarca, Noruega e Luxemburgo, apresentam os melhores desempenhos da OCDE. Em todos os países da OCDE a maioria das mulheres tem acesso a ferramentas TIC e tem vindo a aumentar o seu uso - 89% das mulheres acedem à Internet, segundo dados de 2019.

Planeta

Segundo o relatório, “a ação climática continua insuficiente nos países da OCDE” afetando “cada vez mais vida humana, biodiversidade, ecossistemas e economias nacionais”. A pandemia atrasou a ação neste setor, verificando-se que a Official Development Assistance [Assistência Oficial ao Desenvolvimento] (ODA) na área do clima foi mais elevada até 2020: em geral, “nenhuma das metas relacionadas com o Planeta está no caminho certo para ser alcançada até 2030”.

Setor energético

Registam-se progressos no setor energético (ODS 7), qualidade e acesso a água potável, gestão de resíduos municipais, uso dos recursos florestais, mas “o uso de recursos materiais para apoiar o crescimento económico continua elevado e muitos materiais valiosos continuam a ser descartados como resíduos”.

Ação climática

Na ação climática (ODS 13), emissões de gases de efeito estufa (GEE) não diminuem ao ritmo necessário e “apesar da promessa dos países do G20, de eliminar gradualmente os subsídios ineficientes aos combustíveis fósseis, as principais economias ainda apoiam a sua produção e consumo”.

 

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Biodiversidade terrestre e marinha

Na (ODS 14 e 15), as ameaças continuam a aumentar e nenhuma das 20 Metas de Biodiversidade de Aichi, que deveriam ter sido cumpridas durante a Década das Nações Unidas sobre Biodiversidade (2011 – 2020), foi cumprida em todos os países da OCDE:  “Desde 1970, um décimo da biodiversidade terrestre do mundo e um terço da biodiversidade de água doce [peixes e outros animais aquáticos de rios, pântanos, riachos e lagos] foram perdidos e estamos a caminho de perder outros 10% das espécies terrestres até 2050 (OCDE, 2018).”

A Década das Nações Unidas para a Restauração dos Ecossistemas (2021-2030) visa renovar e restaurar ecossistemas naturais, incorporando conhecimentos tradicionais, como os dos povos indígenas que vivenciam estas práticas há milhares de anos com sucesso.

 

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Pessoas e Planeta são áreas prioritárias de educação para os ODS e há recursos que podem ajudar o trabalho da biblioteca escolar na consciencialização e mudança da sua comunidade, tais como: Recursos para educadores por ODS [2]; Educação para o Desenvolvimento Sustentável: um roteiro, em português e outros 7 idiomas [3]; The Global Goals [4].

 

Referências

1. Rede de Bibliotecas Escolares. (2022). ODS: Caminho curto e sinuoso até 2030 (OCDE). https://blogue.rbe.mec.pt/ods-caminho-curto-e-sinuoso-ate-2030-2592924

2. Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. (2022). “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - Recursos para educadores”, in: Educação para o desenvolvimento Sustentável. Paris: UNESCO. https://en.unesco.org/themes/education/sdgs/material

3. Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. (2021). Educação para o Desenvolvimento Sustentável: um roteiro. Paris: UNESCO. https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000374802

4. United Nations. (2022). The Global Goals. EUA: UN. https://www.globalgoals.org/

5. Imagem de capa: foto de Jeremy Bishop on Unsplash

✇ CONTI outra

Motorista expulsa mulher de carro de aplicativo após comentário racista: “Completamente inadequado”

Por CONTI outra — 18 de Maio de 2022, 14:49

Esse caso aconteceu em Catasauqua, na Pensilvânia, Estados Unidos com um motorista de aplicativo que estava trabalhando e recebeu uma cliente em seu carro. Porém, um comentário da mulher fez com que o trabalhador a expulsasse. O momento foi registrado por uma câmera que estava instalada no veículo.

Os registros mostram a mulher entrando no carro e perguntando ao motorista se ele é um “cara normal”, um “cara branco” que fala inglês.

Foto: Reprodução

“Você é tipo um cara branco”, diz ela quando entra. “Você é tipo um cara normal, tipo você fala inglês?”.

James W. Bode, o motorista, na mesma hora pede para que a mulher se retire do veículo.

“Isso é completamente inadequado. Se alguém que não fosse branco estivesse sentado neste banco, qual seria a diferença?”, pergunta ele.

Um homem que acompanhava a mulher e também entraria no carro inicia uma breve discussão com o motorista, que expulsa os dois do carro.

Depois do ocorrido, James usou suas redes sociais para falar sobre o caso e a publicação teve grande repercussão. O motorista afirmou estar emocionado com a quantidade de gente que entrou em contato com ele, além dos vários comentários que diziam que sua atitude não deveria ser algo incomum.

“Para todos que estão me procurando e mostrando seu apoio, obrigado. Agradeço, de verdade. Mas é assim que deve ser em todos os lugares, sempre. Eu não deveria ser ‘o cara’ que fez ou disse aquilo… todos nós deveríamos ser essa pessoa”, escreveu.

Assista:

Motorista de aplicativo da Pennsylvania expulsa passageira do carro após fala racista.

Ao ver o condutor, mulher disse “uau, um cara branco” e afirmou que o motorista era “uma pessoa normal que fala inglês”.

Após informar que não aceitaria a viagem, o condutor foi ameaçado. pic.twitter.com/x4zHOZPViM

— Metrópoles (@Metropoles) May 15, 2022

Com informações de G1

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✇ Blogue RBE

As Bibliotecas Escolares do Algarve e os desafios da Autonomia e Flexibilidade Curricular

17 de Maio de 2022, 08:03

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Leitura: 4min |

O desafio curricular atual, por força do decreto nº 55/2018, convocou, desde o primeiro momento, a Rede de Bibliotecas Escolares para o desafio de acompanhamento e monitorização de práticas realizadas pelas bibliotecas no âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular.

Dado que as Bibliotecas Escolares integram espaços multifuncionais com vista à flexibilização e ao reforço das áreas de criação de conhecimento e de trabalho em equipa, apresentam-se como uma mais-valia ao serviço da escola. Para além disso, os serviços pedagógicos que desenvolvem:

- privilegiam o trabalho colaborativo entre docentes;

- promovem a diversidade de estilos de aprendizagem, reforçando a sua natureza transdisciplinar;

- preconizam uma articulação horizontal do currículo;

- dão acesso a uma vasta gama de recursos educativos de qualidade (analógicos e digitais), fomentando o uso das TIC;

- organizam e gerem de modo flexível espaços de aprendizagem (makerspaces);

- dinamizam práticas educativas diversificadas e originais, acessíveis a todos (inclusão) e suportadas por informação íntegra e fidedigna;

- educam para um conjunto de valores e de atitudes considerados indispensáveis ao exercício da cidadania;

- criam ambientes potenciadores da curiosidade intelectual (arte, multiculturalidade, STEAM…);

- fomentam uma utilização crítica de diversas fontes, através de atividades de pesquisa, avaliação, reflexão e mobilização crítica e autónoma da informação;

- contribuem para o desenvolvimento das competências previstas no Perfil do Aluno à saída da Escolaridade Obrigatória.

Todos os aspetos mencionados são coincidentes com as linhas orientadoras da Autonomia e Flexibilidade Curricular e permitem-nos perceber a importância que o referencial  Aprender com a Biblioteca Escolar poderá desempenhar na implementação desse processo.

Atendendo ao trabalho desenvolvido pelas Bibliotecas Escolares do Algarve, neste âmbito, a equipa regional da Autonomia e Flexibilidade Curricular contactou as Coordenadoras Interconcelhias no sentido de organizarem em parceria um encontro de rede dedicado ao tema Bibliotecas Escolares e a Articulação interdisciplinar. Para essa sessão, realizada a 23 de março de 2022, a distância, foram convidadas todas as escolas do Algarve e respetivas lideranças, tendo sido destacadas as seguintes práticas de referência:

  

- Albufeira- AE de Ferreiras- Escola Básica Diamantina NegrãoNavegar com a Biblioteca Escolar

O projeto interdisciplinar «Navegar com a Biblioteca Escolar», no âmbito da comemoração do V centenário da viagem de circum-navegação de Fernão de Magalhães, foi promovido pela Biblioteca Escolar em articulação com as disciplinas de Português, Físico- química e Cidadania e Desenvolvimento.

Foi planificado com base no Referencial Aprender com a Biblioteca Escolar (Literacias da Leitura e da Informação). Na sua operacionalização foram explorados tutorias, e realizadas atividades de leitura,  produção escrita, literacia da informação (pesquisa e tratamento da informação) e produção de vídeos, com recurso a ferramentas digitais. https://view.genial.ly/5ede59450be7890d8715b452/guide-projeto-navegar-com-a-biblioteca-escolar

 

- Loulé- AE Padre Cabanita- Escola Básica Sebastião Teixeira – Salir – Projeto Three4climate

O Three4climate é um projeto que tem como objetivo desenvolver atividades por forma a sensibilizar a comunidade educativa para as questões climáticas e para as possibilidades de um futuro com carbono zero.

Trata-se de um projeto internacional, articulado com os Ministérios da Educação e do Ambiente, durante a presidência tripartida europeia (Alemanha, Portugal e Eslovénia).

Envolve a Biblioteca Escolar e diferentes disciplinas (Educação Física, Cidadania, Português, Ciências Naturais, Educação Musical, Matemática, Geografia e Inglês) e todos os níveis de ensino (do pré-escolar ao 3.º ciclo). http://bibcabanita.blogspot.com/2022/03/bibliotecas-escolares-e-articulacao.html

 

- Monchique – AE de Monchique – Escola EB Manuel do Nascimento- Ler+ com História e Expressão

O projeto “Ler com História e Expressão”, desenvolvido nos últimos anos letivos, centrou-se na leitura e análise de obras associadas à temática do Holocausto. Tratou-se de um projeto interdisciplinar que envolveu alunos do 9º ano, contou com a participação das disciplinas de Educação Visual, História e Português, em articulação com a biblioteca escolar, e teve como parceiro externo o “Jornal de Monchique”.

Com o objetivo de levar os alunos à apropriação da funções da linguagem escrita e de motivá-los para a construção de textos, a partir das leituras realizadas, foram produzidos trabalhos individuais que foram divulgados no blog da Biblioteca e no “Jornal de Monchique” (cartas, recensões críticas, textos de opinião, resenhas históricas,etc.). Para além de incentivar nos alunos o prazer de ler e desenvolver a expressão escrita, procurou-se igualmente sensibilizá-los, através do estudo do nazismo, para temas tão delicados e atuais como o racismo, a xenofobia e a violência entre povos. https://bityli.com/qdxRdT

Para além desta sessão, as Coordenadoras Interconcelhias do Algarve desenvolveram, nos últimos anos, várias iniciativas, entre as quais Ações de formação de Curta Duração (ACD) em vários concelhos, para enquadramento da temática, apoio no terreno à implementação de projetos interdisciplinares e outros, recolha de boas práticas e articulação com as embaixadoras da Autonomia e Flexibilidade Curricular nos Centros de Formação de Associações de Escolas.

✇ Wilder

Em 2021, removeram-se 239 barreiras fluviais na Europa. Portugal estreou-se

Por Inês Sequeira — 16 de Maio de 2022, 16:38

O objectivo é ajudar os peixes migradores, que a caminho dos locais de desova são bloqueados por inúmeros obstáculos que os impedem de chegar ao destino.

Restaurar pelo menos 25.000 quilómetros de rios de livre curso é uma das principais metas da Estratégia da União Europeia para a Biodiversidade 2030. Calcula-se que por toda a Europa haverá hoje um total de 1,2 milhões de barreiras fluviais que fragmentam o livre curso dos rios, em muitos casos há mais de um século.

As contas são da Dam Removal Europe, uma parceria entre sete diferentes organizações, incluindo a WWF – World Wildlife Fund (Holanda, Suíça e Finlândia), a Rewilding Europe e a Fundação Mundial para os Peixes Migradores – que é autora do relatório anual agora apresentado.

Segundo este documento, em 2021 foram removidas pelo menos 239 barreiras fluviais em 17 países da Europa, um aumento de 137 por cento face ao ano anterior, que “confirma o movimento e interesse crescentes no restauro de rios” neste continente. Das barreiras retiradas, 87 por cento eram açudes e 87 por cento tinham menos de dois metros.

“A remoção de barragens é a ferramenta mais eficiente para restaurar o livre curso de rios cheios de peixes”, sublinha o director da Fundação Mundial para os Peixes Migradores, Herman Wanningen. “Esta ferramenta deveria ser implementada por todo o lado na Europa, a começar pelas barreiras velhas e obsoletas que estão fora de uso ou já não têm uma função económica.”

O recorde pertence a Espanha, que removeu 108 barreiras no total, incluindo a barragem mais alta desmantelada no ano passado, com uma altura de 13 metros. Seguiram-se a Suécia (40) e a França (39). “O país ibérico continua a remover barragens a um ritmo crescente, demonstrando mais uma vez a importância de uma lei que obriga ao descomissionamento de barragens obsoletas”, indica o mesmo documento.

Rio Vascão

Portugal surge pela primeira vez no relatório, tal como o Montenegro e a Eslováquia. No caso português, em Outubro passado foi removida uma barreira fluvial no rio Vascão, um afluente da margem direita do Guadiana. As obras traduziram-se na substituição de uma travessia rodoviária com diversos arcos, que bloqueava o curso livre das águas e dos peixes do rio, por uma ponte que permite a passagem “de todos os peixes”.

“Apesar da grande importância ecológica, o rio Vascão é fortemente fragmentado por pequenas estruturas, como travessias rodoviárias e açudes”, explica o relatório. Neste rio, estão contabilizadas ainda outras 17 barreiras que se considera que “têm um impacto substancialmente negativo na migração de peixes”.

Quanto à Finlândia, foi desmantelada uma central hidroeléctrica em funcionamento, depois de as autoridades terem concluído que os benefícios ambientais dessa acção seriam superiores aos custos para a produção de energia, indica a Dam Removal Europe.

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CoronaVac não poderá mais ser usada se não conseguir registro definitivo em até um ano

Por Matheus Barros — 14 de Maio de 2022, 18:41

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que se a CoronaVac não conseguir o registro definitivo em até um ano, ela não poderá mais ser utilizada no país como vacina contra a Covid-19.  

A decisão afeta também outros produtos contra a Covid-19 que tenham recebido autorização emergencial durante a Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). Atualmente, a CoronaVac é a única vacina que ainda não possui registro definitivo, Fiocruz/AstraZeneca, Pfizer e Janssen já receberam a autorização definitiva.  

“O principal objetivo da medida é de não impactar o fornecimento de vacinas e medicamentos contra a Covid-19 à população brasileira. A revisão foi necessária já que, em decorrência do fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin), declarada pelo Ministério da Saúde, pela Portaria 913/2022, as AUEs [autorizações de uso emergencial] perderiam automaticamente a sua validade”, explica a Anvisa em nota. 

Coronavac no Instituto Butantan
CoronaVac não poderá mais ser usada se não conseguir registro definitivo em até um ano. Imagem: Rafael Serathiuk/Shutterstock

Saiba para quem é recomendada a quarta dose da vacina contra Covid-19, segundo a OMS 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que a quarta dose da vacina contra a Covid-19 deve ser direcionada apenas para idosos e pessoas imunocomprometidas, aquelas que possuem o sistema imunológico comprometido.   

“Não há dados específicos que justifiquem recomendar a quarta dose de forma mais ampla”, contou a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, em entrevista coletiva.   

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“Sabemos que em alguns grupos a imunidade diminui rapidamente. Se você é mais velho ou tem uma doença que afeta o sistema imunológico, se está em tratamento de tireoide, usa medicação contra o câncer ou tem diabetes grave, então o sistema imunológico não responde bem e uma quarta dose pode ajudar”, aconselhou Swaminathan.  

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✇ Laredo

Última tempestade no Museu

Por Miguel Horta — 14 de Maio de 2022, 12:25

9 de Maio 2022

Foi a última sessão (este ano letivo) de “A tempestade”, visita/oficina de desenho dedicada a públicos com diversidades funcionais, no Museu Gulbenkian. Um mergulho na obra de Turner, em que o desenho é o meio de expressão eleito para interiorização do apreendido. Compareceu um grupo da AIPNE muito plural, às vezes ancorado em mundos distantes, o que me obrigou a ser bastante dinâmico e expressivo na comunicação. Quando nos sentámos no chão para desenhar, todos tinham aderido à proposta; de repente, só se escutou o barulho da grafite riscando rapidamente o papel (a ventania) e por vezes, leves pancadinhas no momento em que representámos a chuva. Depois vieram aquelas grandes vagas que empurraram o barco contra os rochedos e o grafite falou depressa e onduladamente.  Como despedida, pegámos nas cartolina abanando-as com força e simulámos, em conjunto, o rugir dos trovões na galeria de exposição. Gostei. Até para o ano.
Um desenho captou a minha atenção. Numa folha de papel, um jovem com PEA1 organizou uma tempestade, num desenho de expressão completamente contemporânea. O mundo organiza-se de forma específica no âmago de pessoas singulares.

1Perturbações do espectro do autismo

✇ CONTI outra

Professor do jardim de infância pinta os olhos de preto e é proibido de lecionar

Por CONTI outra — 13 de Maio de 2022, 17:54

Sylvain Helaine é um professor de jardim de infância que tem o corpo, rosto e língua cobertos de tatuagens. Além disso, recentemente, ele resolveu tatuar os seus olhos de preto.

Foto: Reprodução

Porém, as artes no corpo de Sylvain acabaram custando seu emprego na escola que trabalhava. Segundo a Reuters, ele foi demitido no ano de 2020 quando alguns pais e administradores da instituição de ensino começaram a falar sobre a possibilidade das crianças “se assustarem” com sua aparência.

O que ele diz:

Helaine tem 37 anos e contou que ensinar é uma de suas maiores paixões, além disso, o professor interpretou a demissão como um ato de preconceito. O professor dava aulas na Escola Primária Docteur Moreré, em Palaiseau, no subúrbio de Paris.

A proibição do professor veio depois que ele optou por tatuar a parte branca de seu olho de preto. Os pais de uma criança foram até a escola para reclamar sobre a aparência de Sylvain. Eles contaram que o menino, mesmo não sendo aluno do professor, teve pesadelos durante a noite depois de ter visto ele pelos corredores da escola.

Foto: Reprodução

Dois meses depois de seu afastamento da escola, ele foi liberado para ensinar crianças apenas com mais de 6 anos. Um porta-voz da autoridade educacional da região disse que ele deve ficar afastado do jardim de infância, só podendo dar aulas para crianças acima de 6 anos ou do ensino fundamental.

Sylvain conta que as crianças se chocam com sua aparência apenas no primeiro momento. Além disso, ele nunca teve problemas com os alunos de sua turma, já que as crianças e os pais o conheciam.

Foto: Reprodução

Além disso, ele relata que um de seus maiores desejos é mostrar aos alunos que as pessoas merecem ser aceitas como são e que a aparência não pode ser suficiente para determinar as relações humanas.

Com informações de Melhor com Saúde

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✇ CONTI outra

Petição para que Amber Heard seja cortada de ‘Aquaman’ ultrapassa 3,9 milhões de assinaturas

Por CONTI outra — 13 de Maio de 2022, 16:26

Um abaixo-assinado online pedindo que Amber Heard seja retirada do elenco da franquia de filmes “Aquaman” já acumula quase 4 milhões de assinaturas. Nos longas da Warner Bros, a atriz de 36 anos dá vida à personagem Mera, interesse romântico do protagonista, interpretado pelo ator Jason Momoa.

Amber Heard e Jason Momoa em imagem de divulgação de ‘Aquaman’.

A justificativa para a atitude cobrada no abaixo-assinado é o processo que seu ex-marido, o também ator Johnny Depp, move contra ela na Justiça. Em um julgamento amplamente coberto pela mídia, estão sendo relatados diversos abusos e agressões de ambos os envolvidos.

A defesa do ator de 58 anos alega que Heard supostamente teria agredido o ex-companheiro, inclusive com itens cortantes, o que teria resultado em lesões graves.

Com o escândalo, apenas Depp teve trabalhos cancelados em filmes, fator considerado injusto pelos assinantes da petição publicada no portal Change.org.

Amber Heard e Johnny Depp durante julgamento da ação movida pelo ator.

“No processo, Johnny descreve vários incidentes que ele sofreu nas mãos de sua (então) esposa, incluindo socos que levou no rosto e uma vez em que ela quebrou seu dedo com uma garrafa de vodka. Inclusive, o dedo foi recolocado no lugar cirurgicamente. Ele vai carregar essas cicatrizes para o resto da vida”, diz a descrição da petição.

Ainda durante o julgamento, Johnny Depp afirmou durante que, devido ao polêmico processo, foi demitido da franquia “Animais Fantásticos” e ainda teve um contrato de mais de US$ 200 milhões cancelado para repetir o papel do pirata Jack Sparrow em uma sequência da saga “Piratas do Caribe”, como informou o portal de notícias G1.

***
Redação Conti Outra, com informações de Aventuras na História.
Fotos: Reprodução.

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✇ CONTI outra

Depois de 6 anos vivendo nas ruas, cãozinho reencontra seus tutores

Por CONTI outra — 13 de Maio de 2022, 13:50

Um cachorrinho estava vagando sem rumo pelas ruas de Sumter County, na Flórida, quando um rapaz de aparência amistosa passou por ele. Assim que o avistou, o cãozinho imediatamente correu ao encontro dele sem hesitar. Foi um encontro que transformou sua vida!

“Ele praticamente mergulhou nesse cara, como se estivesse dizendo: ‘Me ajude! Ajude-me!’” , disse Claudia Labbé, voluntária da YOUR Humane Society SPCA, “Ele estava tão feliz em vê-lo.”

Quando foi resgatado das ruas pelo rapaz e levado para um abrigo, o cãozinho da raça Chihuahua estava desnutrido e cheio de pulgas. Já na instituição, o cão manteve sua postura dócil e positiva diante dos humanos, o que fez com que os funcionários do abrigo desconfiassem que o animal já teve um lar antes de viver nas ruas. A partir daí, o examinaram em busca de um microchip.

Os voluntário so abrigo descobriram o nome do cachorro, Alex, bem como os nomes de seus ex-tutores. Com essas informações em mãos, eles conseguiram localizar e entrar em contato com a família, que lhes contou uma história emocionante.

Seus donos não tinham notícia de seu amado cãozinho há seis longos anos. Eles viviam em Nápoles, na Flórida, a mais de 225 milhas do local onde Alex foi encontrado.

Além disso, o doce chihuahua tinha um imãozinho, um cão chamado Thunder que se juntou à família quando era apenas um filhote de 2 meses de idade. O desencontro teve início quando Thunder saiu para morar com a vovó por um tempo, então, Alex cavou um buraco debaixo da cerca do quintal e escapou, provavelmente em busca de Thunder.

Assim que notaram o sumiço do cachorro, seus tutores passaram a orar diariamente pelo seu retorno para casa em segurança, e procuraram por todos os lados. Mas, com o passar dos meses, a esperança de encontrar o pet desapareceu. Mas a ligação da YOUR Humane Society SPCA no final da noite de fevereiro mudou tudo.

Os tutores tinham receio de que Alex não se lembrasse mais deles depois de tanto tempo. Mas bastou que o cachorrinho pusesse os olhos em sua família para que o afeto entre eles se manifestasse. Seu rabinho imediatamente começou a tremer e ele não demorou a pular nos braços de sua mãe para um abraço. “Alex não pôde conter sua pura alegria de vê-los novamente”, escreveu o abrigo no Facebook . “Todos eles se levantaram, abraçando o cãozinho que acabara de recuperar sua identidade e sua família há muito perdida.”

“Todo mundo estava chorando, incluindo a equipe”, disse Labbé. “Isso é o que motiva todos – porque os animais de estimação são familiares.”

Agora, Alex está de volta em casa e sua família parece que ele está lá para sempre. O que é ainda melhor – ele se reuniu com seu irmão caçula, Thunder, e dois nunca mais se separarão.

***
Redação Conti Outra, com informações de Portal do Animal.
Fotos: Reprodução.

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✇ Wilder

Rui Peres dos Santos está a investigar quais são as baleias e golfinhos da costa algarvia

Por Inês Sequeira — 13 de Maio de 2022, 12:19

Biólogo ligado ao CCMAR – Centro de Ciências do Mar do Algarve quer compreender qual é a abundância de cetáceos e e estudar o uso de vigias na região. E já obteve alguns dados.

O objectivo deste biólogo marinho, que está a realizar uma tese de doutoramento, é “catalogar as espécies que cruzam as águas algarvias, a altura do ano em que o fazem” e também “a sua abundância e comportamentos que exibem”, informa uma nota de imprensa divulgada pelo CCMAR.

Os resultados deste trabalho vão ser aplicados em novas medidas de protecção destes animais, face às actividades turísticas de observação de baleias e golfinhos, acrescenta este centro de investigação.

O Farol de Santa Maria, em Faro, foi onde começaram as observações ligadas aos trabalhos de campo, em Outubro passado. No espaço de seis meses, até Março, “já foram contabilizados mais de cem avistamentos de várias espécies”. Golfinhos-roazes e golfinhos-comuns, e ainda a baleia-comum, foram os mais avistados.

Rui Peres dos Santos no Farol de Santa Maria, em Faro, a observar cetáceos. Foto: CCMAR

Em Portugal, os golfinhos-roazes são comuns por toda a costa portuguesa. Segundo o LIFE MarPro, estes mamíferos têm um corpo robusto que pode chegar aos 3,8 metros. Estima-se que vivam 30 a 40 anos. Já os golfinhos-comuns são a espécie mais observada de cetáceos na costa portuguesa. Têm “um corpo esguio com bico proeminente.”

Golfinho-roaz (Tursiops truncatus). Foto: Cloudette_90/WikiCommons

Quanto às baleias-comuns, são o segundo maior animal da Terra a seguir à baleia-azul, podendo atingir mais de 20 metros de comprimento – o equivalente à altura de um prédio com cerca de sete andares. “São frequentemente avistadas ao largo da gosta de Portugal Continental durante todo o ano”, explica a RAAlg – Rede de Arrojamentos do Algarve.

Baleia-comum (Balaenoptera physalus) e golfinho-comum (Delphinus delphis), junto à costa algarvia. Foto: CCMAR

Três observações por semana

Actualmente, realizam-se três observações por semana, cada uma incluindo três varrimentos do horizonte, explica o CCMAR. As condições de visibilidade permitem normalmente chegar às seis milhas – que correspondem a 11 quilómetros – mas é possível chegar mais longe, até às 12 milhas (22 quilómetros).

A Praia da Falésia, em Vilamoura, é outro dos locais de observação desde Janeiro passado, “alargando a área marítima observada, cobrindo agora duas zonas distintas com diferentes números de embarcações a operar.”

O investigador da Universidade do Algarve está também a analisar quais são as oportunidades ligadas ao uso de vigias – pessoas que observam o mar em busca de cetáceos – pelas empresas turísticas de observação da vida marinha.

Rui Peres dos Santos tem experiência a trabalhar nos Açores com empresas deste sector, onde a actividade é “importante” como fonte de receitas e para a imagem da região. No arquipélago, “os vigias têm um papel essencial na detecção dos animais e consequente satisfação dos turistas”, acrescenta o CCMAR.

Ao mesmo tempo, em complemento a este trabalho de doutoramento, está a ser realizada uma tese de mestrado sobre o impacto das observações de baleias no Algarve. Na região, estão registadas 121 embarcações de observação de cetáceos.


Saiba mais.

Recorde estas sete espécies de cetáceos que pode observar na praia ou num passeio pelo mar.

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Pesquisadores podem ter encontrado fragmentos do asteroide que extinguiu os dinossauros

Por Lauro Lam — 12 de Maio de 2022, 22:54

Possíveis vestígios do asteroide que colidiu com a Terra há 66 milhões de anos, provocando a extinção dos dinossauros, foram localizados por pesquisadores em um sítio arqueológico na Formação Hell Creek, no estado de Dakota do Norte, nos EUA. A descoberta pode ser um novo capítulo nas investigações sobre o impacto cataclísmico da rocha que mudou a história da evolução no planeta.  

Local abriga inúmeros fósseis 

O sítio arqueológico onde os fragmentos foram localizados tem tradição de ser palco de várias descobertas, como de fósseis de animais que morreram durante o choque com o asteroide, como peixes que sugaram detritos, uma tartaruga empalada com uma pedra e até uma perna que pode ter sido de um dinossauro. 

Segundo a CNN, a descoberta científica foi apresentada no documentário “Dinosaur Apocalypse”, exibido pela emissora PBS, e apresentado pelo naturalista David Attenborough e o paleontólogo Robert DePalma. 

O paleontólogo tem vasto conhecimento sobre as condições geológicas da região e afirma que o choque do asteroide também contribuiu para transformar os desertos dos EUA em locais áridos. 

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Fim da era dos dinossauros

No período Cretáceo, o meio-oeste americano era uma floresta pantanosa e possuía fontes de água em abundância, que desde então desapareceram. 

Essa área percorria todo o caminho do que hoje é o Golfo do México até o Canadá. Com essas novas descobertas, os pesquisadores podem ter raras evidências do que levou ao fim da era dos dinossauros. 

De acordo com DePalma, a região também abriga milhares de fósseis de peixes bem preservados que podem ter sido enterrados vivos por sedimentos deslocados quando um enorme corpo de água foi desencadeado instantaneamente, depois que o enorme asteroide caiu no mar. 

“Uma evidência após a outra começou a se acumular e mudar a história. Foi uma progressão de pistas, como uma investigação de Sherlock Holmes. Esses conhecimentos ajudam a entender como as coisas se desenvolveram após o impacto, e nos ajuda a obter recursos tão ricos para investigação científica”, disse DePalma. 

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Fóssil de perna de dinossauro achada no local com a pele intacta, que foi descoberta no sítio de Tanis. Imagem: Divulgação

Novas pistas para análises mais apuradas

Entre as novas pistas, estão algumas esférulas que pousaram em resina de árvore na superfície de um tronco e foram preservadas em âmbar. 

“Nesse âmbar localizamos várias esférulas que estavam basicamente congeladas no tempo, porque, assim como um inseto em âmbar que está perfeitamente preservado, quando essas esférulas entraram no âmbar, a água não conseguiu chegar até elas e eles estão perfeitamente preservados”, afirmou. 

Além disso, o pesquisador chamou a atenção para uma perna de dinossauro excepcionalmente preservada, com a pele intacta, que foi descoberta no sítio de Tanis. 

Os indícios apontam que o membro tenha pertencido a um tescelossauro, um pequeno dinossauro herbívoro que provavelmente morreu no mesmo dia em que o asteroide colidiu com a Terra.  

Com os novos estudos, os cientistas esperam obter um olhar mais apurado sobre o passado, tanto sobre o ecossistema quanto em relação às mudanças climáticas.

Via: Uol

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Como adicionar o cartão de vacinação contra Covid-19 no Apple Wallet

Por Gabriel Sérvio — 12 de Maio de 2022, 21:56

Ainda que o uso de máscara deixe de ser obrigatório em vários locais – com exceção de ambientes fechados -, para frequentar alguns eventos, é preciso apresentar o seu cartão de vacinação, um documento que atesta que você já recebeu as doses de algum dos imunizantes contra Covid-19. 

Uma forma de acessar uma cópia digital do certificado é por meio do ConecteSUS. Se preferir, o aplicativo também oferece outras opções, uma delas permite adicionar uma cópia virtual do documento no app Carteira (mais conhecido como Apple Wallet). Veja abaixo como o processo funciona.

Veja também:

Como adicionar o cartão de vacinação no Apple Wallet

1. Para começar, abra o aplicativo ConecteSUS e faça o login com as suas credenciais do Gov.br.

2. Na tela inicial, toque na opção ‘Vacinas’ e depois no ícone de carteira na barra inferior,

3. Agora, acesse a opção ‘Certificado de Vacina Covid-19’;

Como adicionar o cartão de vacinação no Apple Wallet
Aplicativo ConecteSUS permite adicionar uma cópia do certificado de vacina contra Covid-19 no aplicativo Carteira. Imagem: Reprodução

4. Em seguida, toque em ‘Adicionar à Carteira da Apple’ e depois em ‘Adicionar’ na lateral superior direita.

Como adicionar o cartão de vacinação no Apple Wallet
Para acessar o documento, basta abri o aplicativo Carteira a qualquer momento e tocar sobre o cartão digital de vacinação. Imagem: Reprodução

Pronto! Agora você já conhece mais uma maneira de apresentar o seu comprovante de vacinação caso seja necessário. Além de oferecer a opção de cadastrar cartões de crédito ou débito, o aplicativo Carteira também permite manter cópias de outros documentos além do certificado de vacinação, como cartões de transporte e alimentação, por exemplo.

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Conheça a startup mineira que está revolucionando a construção civil

Por Lauro Lam — 12 de Maio de 2022, 21:35

Além de ser utilizada em vários equipamentos, a tecnologia também tem auxiliado as construtoras a reduzir os custos, com ganhos consideráveis na otimização do tempo e aumento da produtividade. Com foco na integração entre todas as áreas que englobam uma obra, a startup Brickup, de Belo Horizonte (MG), criou um software que faz a gestão financeira, medições, gestão de EPI, gestão da qualidade e Business Intelligence.   

Prazos cumpridos à risca  

Assim, é possível obter uma previsibilidade na obra por meio da centralização das informações em um ambiente integrado e que auxilia na interpretação de dados, proporcionando uma gestão prática para a construtora. 

“A Brickup nasceu para ser apresentada como uma solução global. Então criamos um software atendendo as necessidades dos clientes e do mercado. Com base em pesquisas do setor, apostamos em três pilares relacionados à pequena e média construtora: plataforma simples, intuitiva e totalmente integrada”, disse o fundador da Brickup, Rafael Souza. 

startup Brickup layout
Aplicativo pode ser consultado no smartphone e também funciona offline, agilizando os processos nas obras. Imagem: Divulgação / Brickup

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Tudo na palma da mão 

Atendendo cerca de 40 construtoras ao redor do Brasil, a startup já conta com 500 usuários ativos na plataforma em uma interface 100% online, muito intuitiva e de fácil aprendizado. 

“Nossa plataforma é amigável porque ela foi desenvolvida inicialmente no canteiro de obras para ser utilizada por encarregados e pedreiros. Após a expansão para o escritório não abrimos mão dessa vantagem e isso nos beneficia muito atualmente”, afirmou Souza.  

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Com a integração dos dados, relatórios são certeiros e trazem informações que ajudam a prevenir problemas, além de evitar retrabalhos ou falta de materiais no estoque. Imagem: Divulgação / Brickup

Com a integração dos dados, os indicadores ficam mais certeiros, o que auxilia na prevenção de problemas e também a evitar retrabalhos, com ganhos exponenciais na condução dos serviços, fazendo com que cada etapa seja realizada de acordo com o projeto inicial. Segundo o fundador da startup mineira, as soluções apresentadas revolucionam a forma como se constrói no país. 

“As informações obtidas nos canteiros de obras estão hoje em grupos de WhatsApp ou anotadas em pranchetas. Até essa informação chegar ao profissional responsável, ser processada e virar relatório leva muito tempo, isso se a informação chegar. Na Brickup, disponibilizamos um aplicativo que funciona offline e permite a coleta de dados no local da obra e automaticamente são processados e transformados em relatórios para análise. Então, corta-se um caminho enorme e poupa-se muito tempo. E tempo é dinheiro”, mencionou o fundador da construtech. 

A ideia deu tão certo que a Brickup já tem planos para expandir a plataforma para os Estados Unidos e Canadá. “Apesar da Brickup ser uma startup nova, já temos um número interessante de clientes que estão utilizando nossas soluções com resultados impactantes”, finalizou. 

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“Duna 2”: Christopher Walken entra para elenco como o Imperador Shaddam IV

Por Ana Luiza Figueiredo — 12 de Maio de 2022, 21:27

O ator Christopher Walken está se juntando ao elenco da sequência do filme vencedor de Oscar “Duna“, onde viverá o Imperador Shaddam IV.

Walken se junta a Florence Pugh, que também estreará no elenco da ficção científica, como a filha de Shaddam IV, a Princesa Irulan. Além deles, Austin Butler também entrou para o elenco para interpretar Feyd-Rautha, sobrinho de Baron da Casa Harkonnen, treinado para assumir o trono após a morte do tio.

A informação da chegada de Christopher Walken ao elenco foi revelada pelo The Hollywood Reporter. Quem assistiu ao primeiro filme pode ter reconhecido o nome do personagem, já que ele foi mencionado diversas vezes, mas nunca chegou a ganhar um rosto em “Duna”. Agora, Walken dará rosto ao Imperador e a tendência é que o personagem ganhe bastante espaço, como um grande inimigo da Casa Atreides em “Duna: Parte 2”.

O primeiro filme da adaptação de “Duna”, livro de ficção científica aclamado de Frank Herbert, seguiu a saga da Casa Atreides, que recebeu o direito de exploração do planeta desértico Arrakis pelo Imperador, que será vivido por Christopher Walken. No entanto, o direito em questão na verdade colocou um alvo nos orgulhosos Atreides, por parte da poderosa Casa Harkonnen. E o Imperador fez isto com a intenção de eliminá-los, visto que os via como uma ameaça ao trono.

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Agora, Paul Atreides (Timothée Chalamet) parece estar iniciando uma revolução intergaláctica que desafiará o Imperador. E com um papel tão importante como o deste antagonista poderoso, a produção da sequência de “Duna”, de Denis Villeneuve, foi colocado em ótimas mãos.

Christopher Walken é um ator vencedor de Oscar de Melhor Ator em 1987 por “O Franco Atirador” e indicado em 2002 por “Prenda-Me se For Capaz”. Além disso, ele é aclamado por diversos papéis importantes e por uma longa carreira no cinema e na TV. O último trabalho de Walken foi na série do Apple TV+ “Ruptura”, que foi renovada para a 2ª temporada recentemente.

“Duna: Parte 2” tem lançamento previsto nos cinemas para 20 outubro de 2023, e uma série spin-off focada focada na formação da seita das Bene Gesserit.

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ODS: Caminho curto e sinuoso até 2030 (OCDE)

12 de Maio de 2022, 08:41

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Leitura: 5 min | 

O caminho curto e sinuoso até 2030: medindo a distância até aos objetivos dos ODS [1] é um relatório do Centro de Bem-estar, Inclusão, Sustentabilidade e Igualdade de Oportunidades da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) que visa avaliar o progresso dos 38 países membros relativamente ao alcance, até 2030, dos ODS.

Pretende ajudar a implementar a Agenda 2030 [2], plano de ação ambicioso que se organiza em 5 eixos, os 5 P’s (Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias), 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 metas, indivisíveis e universalmente aplicáveis.

As principais perguntas que orientam o relatório são:

- Até que ponto os países da OCDE conseguirão alcançar os ODS?

- Quais foram os efeitos da pandemia Covid-19 no progresso dos países?

- Quais são as suas lacunas de informação?

O relatório conclui que os países da OCDE estão longe de alcançar, até 2030, os ODS porque apenas alcançaram, ou estão perto de alcançar, 25% das metas para as quais há indicadores de desempenho.

Os objetivos alcançados - ou perto de o serem - correspondem a necessidades básicas:

- Erradicação da fome severa;

- Acesso a saneamento, água potável e energia;

- Redução da mortalidade materna e infantil;

- Acesso à educação infantil e a instalações educativas modernas;

- Reconhecimento da identidade jurídica a todos os cidadãos.

Em contrapartida, poucos países “serão capazes de prevenir totalmente a exclusão social [ODS 10] ou reduzir a desnutrição” (ODS 2) e, ao nível da igualdade de género (ODS 5), ação climática (ODS 13) e redução das desigualdades económicas (ODS 10), nenhuma meta em nenhum país da OCDE está perto de ser alcançada.

A OCDE considera que o progresso dos ODS tem sido "seriamente dificultado" pela pandemia que desencadeou a recessão mais severa (e mais curta) desde a Segunda Guerra Mundial, aumentando fraquezas estruturais dos países, designadamente na saúde e educação, colocando fontes de financiamento público sob pressão e perturbando o funcionamento das instituições. No entanto, a pandemia também teve "alguns desenvolvimentos positivos", como a redução temporária de emissões poluentes e programas de recuperação que favorecem a oportunidade de “reconstruir melhor”.

Além da pandemia, grandes incêndios florestais, desastres climáticos mais violentos e frequentes provocaram milhares de mortes e destruíram propriedades, agravando o setor económico e bem-estar das populações.

O relatório considera ainda que há muitos pontos cegos na compreensão do progresso no desempenho dos países e que estes devem informar com mais precisão, pois mesmo para as 136 das 169 metas para as quais há dados, verificam-se lacunas de informação. E adverte: “se a estrutura de relatórios dos ODS estiver incompleta ou desatualizada, ou não representar todos os segmentos da população, qualquer inferência sobre eficiência das políticas corre o risco de falhar”.

O relatório sugere a adoção de instrumentos globais de monitorização e avaliação, como o Sistema de Contabilidade Económica Ambiental (SEEA) que mede as ligações entre economia, ambiente e bem-estar social, procurando perceber o que é que os diversos setores - agricultura, florestas, pesca… - extraem do ambiente, como é que esses produtos são usados na economia e que serviços oferecem e como regressam ao ambiente sob a forma de emissões e resíduos.

O relatório lança ainda, à comunidade internacional, o desafio de começar a trabalhar numa nova estrutura para ação política global, diferente da Agenda 2030 e capaz de corrigir as suas vulnerabilidades.

 

Referências

1. Organisation for Economic Co-operation and Development. (2022, 27 Apr.). The Short and Winding Road to 2030: Measuring Distance to the SDG Targets. Paris: OECD Publishing. https://www.oecd-ilibrary.org/social-issues-migration-health/the-short-and-winding-road-to-2030_af4b630d-en

2. United Nations. (2015). Transforming our world: the 2030 Agenda for Sustainable Development. NY: UN. https://sdgs.un.org/2030agenda

3. Fonte: Sustainable Development Goals Communications Materials. More details available at: https://www.un.org/sustainabledevelopment/news/communications-material/.

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Este morcego imita zumbidos de vespas para assustar os predadores

Por Inês Sequeira — 11 de Maio de 2022, 17:27

Um grupo de cientistas descobriu o primeiro exemplo de um mamífero que simula ser uma espécie mais perigosa para se proteger: o morcego-rato-grande, também presente em Portugal.

O morcego-rato-grande (Myotis myotis) é o maior morcego cavernícola que habita em Portugal. Segundo o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, “é frequente em Portugal Continental, embora seja mais raro no Algarve”, e “caça essencialmente em meio agrícola” – sobretudo escaravelhos, grilos e aranhas, que detecta através do ruído que estes fazem quando se mexem no solo.

Na Europa, o morcego-rato-grande pode encontrar-se desde a Península Ibérica até às regiões ocidentais da Polónia, Ucrânia e Turquia.

Agora, um grupo de cientistas em Itália anunciou, ligada a esta espécie de morcego, a descoberta do primeiro caso de mimetismo batesiano num mamífero. Os resultados deste estudo foram publicados na revista Current Biology.

Morcego-rato-grande (Myotis myotis). Foto: Manuel Werner/Wiki Commons

O mimetismo batesiano acontece quando uma espécie imita um outro animal mais perigoso, conseguindo assim evitar eventuais predadores.

Danilo Russo, da Universidade degli Studi di Napoli Federico II, em Portici, na Itália, apercebeu-se deste som enganador quando fazia trabalho de campo a apanhar morcegos em redes, para serem estudados. “Quando pegávamos nos morcegos para os retirarmos das redes ou para os analisar, eles invariavelmente zumbiam como vespas”, explicou este investigador, citado numa nota de imprensa da Cell Press, editora da Current Biology.

Apesar de ficar intrigado, só passados alguns anos é que Danilo Russo e o resto da equipa se decidiram a avançar com o estudo destes estranhos sons.

Primeiro, compararam os “zumbidos” dos morcegos com espécies de insectos sociais com ferrão: abelhas-do-mel (Apis mellifera) e vespa-crabro (Vespa crabro). Concluíram que os sons do morcego-rato-grande se podem confundir com os da maior vespa nativa da Europa, em especial quando se restringem àquilo que mochos e corujas conseguem ouvir.

Vespa crabro. Foto: Björn Sothmann/Wiki Commons

De seguida, a equipa emitiu sons de diferentes espécies junto de corujas-das-torres (Tyto alba) e corujas-do-mato (Strix aluco), para ver como reagiam. Embora as corujas com mais experiência de viver na natureza respondessem mais fortemente, os animais testados “reagiram consistentemente aos zumbidos de insectos e dos morcegos afastando-se da coluna de som”, explica a nota de imprensa. “Em contraste, o som de presas potenciais – sons normais de morcegos – fazia com que as corujas se aproximassem da coluna.”

“É de alguma forma surpreendente que os mochos representem uma pressão evolutiva sobre os morcegos, como resposta às más experiências que tiveram com insectos que picam”, afirmou Russo. “Este é só mais um exemplo da beleza dos processos evolutivos!”

De acordo com o investigador, muitas outras espécies de vertebrados também zumbem quando se sentem em perigo e existem centenas de espécies de morcegos, pelo que é possível que algumas outras adoptem esta mesma estratégia.

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Estudo revela como as baleias evoluíram em três fases. E como foram da terra para a água

Por Inês Sequeira — 11 de Maio de 2022, 15:24

Os cientistas sabem hoje que as baleias passaram da superfície terrestre para se tornarem completamente aquáticas em apenas oito milhões de anos. Um novo estudo revela mais sobre esta história fascinante mas ainda pouco conhecida.

A investigação foi realizada por uma equipa ligada ao Museu de História Natural (MHN) e ao University College London, no Reino Unido, e os resultados foram agora publicados na revista científica Current Biology.

Os investigadores analisaram imagens 3D obtidas através de ‘scanner’ dos crânios de cetáceos de 88 espécies vivas (95% do total desse grupo) e de outras 113 espécies já extintas, cobrindo 50 milhões de evolução, explica uma nota de imprensa do MHN.

“Juntámos o conjunto mais extenso de dados, até hoje, sobre as baleias que existem hoje no planeta. Os nossos dados são provenientes de espécies vivas e de baleias fossilizadas”, acrescenta o museu, cujas colecções albergam exemplares de 32 das espécies analisadas. Os crânios são importantes porque “capturam muitas das maiores mudanças na alimentação, respiração e sentidos” destes animais.

Tudo aconteceu graças a um meteorito

As conclusões do estudo, liderado pela investigadora Ellen Coombs, apontam para três rápidas mudanças na evolução das baleias. A primeira aconteceu entre 47,8 e 42 milhões de anos atrás e diz respeito à altura em que as antigas baleias, conhecidas como Arqueocetes, passaram para a água e começaram a registar rápidas mudanças na morfologia dos crânios.

Essa transformação poderá estar ligada à queda de um enorme meteorito na superfície terrestre, há 66 milhões de anos, que conduziu à extinção dos dinossauros e de outros grandes animais que dominavam o planeta – incluindo os plesiossauros, grandes habitantes do oceano.

O resultado foi passar a haver menos concorrência e mais alimentos disponíveis no meio aquático, o que terá facilitado a passagem das antigas baleias, acredita a investigadora. “No espaço de oito milhões de anos, os antecessores das baleias passam de ser totalmente terrestres, como os Pakicetus peludos e de quatro patas, que viviam à beira do Mar de Tétis, para totalmente aquáticos”, descreve esta cientista, que nota que “isso é super rápido em termos evolucionários”.

As mudanças nos crânios da altura, ligadas a esse momento, mostram por exemplo que o nariz destes animais foi passando gradualmente para o topo das cabeças. Ao mesmo tempo, quase perderam os membros posteriores.

Baleias sem dentes e golfinhos separaram-se há 39 milhões de anos

A segunda alteração ocorreu cerca de dez milhões depois da passagem dos antepassados das baleias e de outros cetáceos para a água, quando estes se dividiram em dois grupos: os Odontocetos, ou baleias com dentes – que incluem cachalotes e golfinhos, entre outros – e os Misticetos, ou baleias de barbas, que não têm dentes. As barbas são filamentos feitos de queratina, presentes na boca, que ajudam estas baleias a filtrar minúsculas presas na água.

As orcas (Orcinus orca) pertencem ao grupo dos Odontocetos. Foto: Robert Pittman/NOAA
A baleia-sardinheira (Balaenoptera borealis) é uma das baleias de barbas, ou Misticetos. Foto: Christin Khan, NOAA/ NEFSC

“Os Odontocetos passaram por mudanças drásticas nas regiões nasal e facial do crânio para permitir uma ecolocalização mais especializada, enquanto que os crânios dos Misticetos se adaptaram para permitir a alimentação com recurso a pequenas presas.”

As vantagens da ecolocalização

Finalmente, entre 18 a 10 milhões de anos atrás, terá ocorrido a terceira mudança, que se fez sentir especialmente em espécies como os cachalotes. Ellen e a sua equipa acreditam que os primeiros Odontocetos foram aperfeiçoando as suas capacidades de ecolocalização, o que lhes permitiu deixar de ver os animais que perseguiam e descer até grandes profundidades, na perseguição de lulas e de outras presas. No caso dos golfinhos, tornaram-se capazes de sobreviver nas águas turvas dos estuários e dos rios.

Cachalote (Physeter macrocephalus) com uma cria, a maior das baleias com dentes (Odontocetos). Foto: Gabriel Barathieu/Wiki Commons

“Uma coisa de que estamos muito orgulhosos é a distribuição dos espécimes incluídos neste estudo”, disse ainda Ellen Coombs. “Fizemos um esforço concertado para incluir espécimes importantes do Hemisfério Sul, como são os casos do Peru e da Nova Zelândia. Desta forma esperamos dar uma visão completa da evolução de um grupo que conquistou verdadeiramente o globo.”


Saiba mais.

Recorde este artigo de Sidónio Paes, que revelou a ocorrência de avistamentos de baleias às portas de Lisboa.

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