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Níveis de hélio aumentam na atmosfera, segundo pesquisa

Por Gabriela Bulhões — 11 de Maio de 2022, 09:09

Através de uma nova técnica, os cientistas detectaram que os níveis de hélio estão subindo na atmosfera, e com isso, aproximam as respostas para resolver um problema que persiste há décadas. A abundância atmosférica do isótopo Hélio-4 ( 4 He) está aumentando porque é liberado durante a queima e extração de combustíveis fósseis. 

Os pesquisadores concluíram que está aumentando a uma taxa muito pequena, mas, pela primeira vez, claramente mensurável. Por mais que o isótopo em si não contribui para o efeito estufa que está aquecendo o planeta, mas que as medidas podem servir como marcadores indiretos do uso de combustível fóssil.

“A principal motivação foi resolver uma controvérsia de longa data na comunidade científica sobre as concentrações atmosféricas de hélio”, comentou o principal autor do estudo, Benni Birner, que é pós-doutorando na Scripps Institution of Oceanography da UC San Diego, localizado na Califórnia/Estados Unidos.

O isótopo Hélio-4 é produzido pelo decaimento radioativo na crosta terrestre e se acumula em reservatórios de combustíveis fósseis, em especial os de gás natural. Sendo assim, durante a extração e combustão de combustíveis fósseis , o elemento é liberado e cria mais um meio para avaliar a escala da atividade industrial.

O avanço está na técnica para medir a quantidade de hélio na atmosfera. Os especialistas criaram um método preciso para comparar o isótopo com os níveis do gás nitrogênio atmosférico comum. Como os níveis de nitrogênio na atmosfera são constantes, um aumento de He/N 2 é indicativo da taxa de acúmulo de Hélio-4 na atmosfera.

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Um integrante do estudo, o geoquímico da Oceanografia da Scripps, Ralph Keeling, descreveu a análise como uma “obra-prima da geoquímica fundamental”. Por mais que o hélio seja relativamente fácil para os cientistas detectarem em amostras de ar, que estão presentes em níveis de cinco partes por milhão de ar, até agora, ninguém conseguiu medir com cuidado suficiente para observar um aumento atmosférico, acrescentou ele.

Além disso, a pesquisa fornece uma base para os cientistas entenderem melhor o quão valioso é o isótopo Hélio-3 em usos para fusão nuclear e outras aplicações. As propostas para adquirir o gás escasso da Lua são uma indicação de até onde os fabricantes irão para conseguir.

Segundo outros estudos, o isótopo Hélio-4 existe na atmosfera numa uma proporção invariável com o Hélio-3. O aumento atmosférico de um implica que o outro deve estar subindo. “Não sabemos ao certo, mas me pergunto se há mais hélio saindo da Terra do que pensávamos anteriormente, que talvez possam ser colhidos e abastecer nossos reatores de fusão nuclear no futuro”, concluiu Birner.

Fonte: Phys

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Tem hélio primordial vazando do núcleo da Terra; saiba o motivo

Por Rafael Arbulu — 4 de Abril de 2022, 17:09

Um tipo muito raro de gás hélio – chamado de “hélio primordial” ou ainda “hélio-3”, está escapando do núcleo da Terra, de acordo com novo estudo publicado no jornal científico Geochemistry, Geophysics, Geosystems ao final de março.

O hélio primordial é um isótopo – ou “variante” – bem mais rara do hélio comum, pois contém apenas um nêutron em seu núcleo ao invés dos costumeiros dois. Segundo os pesquisadores, ele é uma “maravilha da natureza” que pode nos ajudar a entender profundamente a história da Terra, já que essa variante do gás apareceu na explosão do Big Bang, o evento que levou ao nascimento do universo há 13,8 bilhões de anos.

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Imagem feita pelo telescópio espacial Hubble mostra a Nebulosa Laguna, uma área do espaço com altas concentrações de hélio primordial - ou hélio-3
Imagem feita pelo telescópio espacial Hubble mostra a Nebulosa Laguna, uma área do espaço com altas concentrações de hélio primordial – ou hélio-3 (Imagem: NASA/ESA/Reprodução)

Na Terra, o hélio primordial corresponde a 0,0001% de todo o hélio do planeta. Ele pode ser criado por vários processos – como o desgaste radioativo do trítio, um isótopo raro de hidrogênio. O fato de ele escapar do nosso núcleo não é bem uma novidade: cientistas estimam que esse escape corresponda a mais ou menos dois quilogramas (kg) do material por ano – o suficiente para encher uma bexiga do tamanho de uma mesa.

Mas os pesquisadores não sabiam exatamente quanto do hélio-3 vinha do núcleo da Terra se comparado ao manto, nem tampouco quanto dele nós temos em nossos “reservatórios naturais”. A fim de responder a essa pergunta, pesquisadores da Universidade do Novo México compararam dois modelos da Terra – um durante a formação do nosso planeta (quando o hélio primordial ainda estava sendo acumulado) e outro após a formação da Lua (quando, supostamente, um choque com outro corpo planetário formou o satélite e nos fez perder muito do gás).

Segundo Peter Olson, geofísico e autor primário do estudo, nem todo o gás foi expelido após o impacto. O que ficou aqui continuou sendo derramado pelas partes internas da Terra. E faz sentido que o núcleo seja seu reservatório pois ele “é menos vulnerável a impactos maiores se comparado a outras partes do sistema da Terra”.

Ao comparar o comportamento do isótopo com a sua taxa de escape, os autores determinaram que existem cerca de 10 teragramas (10 milhões de toneladas) do hélio primordial no núcleo da Terra. “Nosso modelo de troca [de hélio-3] durante a formação e evolução da Terra implica no núcleo metálico do planeta como um reservatório com vazamento, mas que fornece o gás ao resto da Terra”.

Entretanto, o próprio estudo reconhece que seus resultados não são definitivos, devido ao fato dos seus autores terem que fazer uma série de suposições. Essas suposições, ao longo de diversas outras incertezas, podem também indicar que há menos hélio primordial no nosso núcleo do que o estudo antecipa.

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Gatinha que passou nove dias soterrada em Petrópolis é resgatada com vida dos escombros

Por CONTI outra — 24 de Fevereiro de 2022, 20:37

Uma cena comovente registrada nesta quarta-feira (23) em Petrópolis, região serrana do Rio, representou um raro momento de alegria em meio à tragédia. Uma gatinha foi resgatada com vida dos escombros no Morro da Oficina depois de passar pleo menos nove dias soterrada devido ao deslizamento causado pela chuva na região.

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, que ainda busca sobreviventes nas áreas de deslizamento de terra em Petrópolis, foi responsável pelo resgate da gata. As imagens foram divulgadas nas redes sociais pelo governo do estado.

“Uma semana depois das chuvas que atingiram Petrópolis, o @cbmerjoficial foi surpreendido por um milagre: um gatinho, que estava soterrado no Morro da Oficina, foi resgatado com vida”, diz a publicação.

Veja o vídeo do momento do resgate:

O programa RJPet, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, dará assistência ao felino.

Segundo avaliação de especialistas, a gatinha tem aproximadamente 5 anos de idade. Apesar do resgate, o estado clínico dela é grave. A falta de água e alimentação, desencadeou problemas além das lesões no corpo.

“Temos dado todo o suporte. Por mais que os felinos sejam animais bem resistentes, no caso da Vitória – nome dado à gatinha resgatada – só pode ter sido Deus, porque um animal que fica tanto sem se hidratar e sem se alimentar pode desenvolver lipidose hepática, que é uma doença grave comum em felinos. Mas alguns resultados dos exames foram bons”, disse o veterinário Guilherme Mayorga ao Diário do Rio.

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Redação Conti Outra, com informações de CNN e Diário do Rio.
Fotos:

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10 Clássicos da Literatura que você não pode deixar de ler!

Por Gonçalo Sousa — 20 de Dezembro de 2021, 15:47

Para aqueles que ainda não meteram os olhos em livros clássicos, este post foi concebido como um guia de referência, de maneira que cada leitor descubra grandes nomes e obras que são imperdíveis. De George Orwell a Jane Austen, os leitores terão muitas opções para explorar entre os diferentes géneros literários. Então, para ajudar nessa escolha, separamos 10 Clássicos da Literatura que todos precisam de ler e que estão disponíveis nas Livrarias Online.

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Los duques de Sussex comienzan a sufrir los primeros recortes

Por Rafa de Miguel — 26 de Fevereiro de 2020, 06:41

-¿Sabes lo más curioso de Europa? Pequeñas diferencias.

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